Mais uma confusão vai nascer com a Confraria do Leitão. O mesmo que a da Chanfana.
É qu o leitão assado como o conhecemos e designamos da Bairrada....não é originario da Bairrada.
Este tipo de leitão é originario da Boavista perto de Leiria.
Foi o pessoal daquela zona que ia trabalhar nas vindimas para a zona da Bairrada que levou aquela "moda "...e assim apareceu o Leitão da Bairrada.
Mais uma vez Jaime Soares se vê envolvido na confusão das Confrarias....é preciso ter azar.
Já está formalizada e prestes a ser oficializada a Confraria do Leitão da Mealhada. Apadrinhada por Jaime Soares, da Confraria da Chanfana e dirigente do PSD, a associação tem como principal objectivo a valorização da gastronomia do concelho, particularmente o leitão, dar a conhecer as antigas técnicas de produção e premiar os melhores profissionais
Até parecia mal a "sala de jantar da Europa", com tanta tradição gastronómica, não ter uma confraria, refere João Peres, o impulsionador da Confraria do Leitão da Mealhada, que da ideia passou à sua concretização e agora, depois de formalizada, deverá ser oficializada já no próximo mês de Novembro, depois da assinatura da escritura.
O padrinho é Jaime Soares, da Confraria da Chanfana e os fundadores são as juntas de freguesia do concelho, a Escola Profissional, a Caixa de Crédito Agrícola e a Adega Cooperativa da Mealhada.
Promover a defesa e divulgação do património gastronómico do concelho, em geral, e, em especial, do leitão da Mealhada é o grande objectivo da confraria. De acordo com os estatutos, a confraria propõe-se organizar festas, recepções, banquetes, reuniões e manifestações similares, assegurando a genuinidade dos produtos e sua confecção, apoiando a elaboração e divulgação de trabalhos sobre a gastronomia local e, em especial, do leitão da Mealhada, designadamente sobre a sua história e antigas técnicas de produção, bem como de técnicas conducentes ao aumento das suas qualidades gastronómicas.
A Confraria do Leitão da Mealhada deverá também realizar conferências e passeios culturais, divulgar as virtudes e tradições ligadas ao leitão da Mealhada e organizar concursos a fim de premiar periodicamente os melhores profissionais de gastronomia, no âmbito da confecção e dos serviços que complementem, bem como entidades individuais ou colectivas que tenham concorrido de forma relevante para promover a gastronomia do concelho e da região da Bairrada.
Estabelecer relações com outras confrarias portuguesas ou estrangeiras e colaborar com órgãos locais, regionais, nacionais ou internacionais de turismo, em todas as acções tendentes à divulgação e promoção da gastronomia são outros dos objectivos desta confraria.
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
quinta-feira, outubro 21, 2004
Utentes do IP3 ameaçam processar o Governo .
A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 ameaçou ontem responsabilizar judicialmente o Governo, por negligência, em todos os acidentes com consequências mortais que ocorram nos locais mais perigosos deste itinerário principal
Em nota à Imprensa, aquela associação lamenta a morte de um jovem no ponto mais negro do IP3 - A24, num acidente ocorrido segunda-feira de manhã no cruzamento de Oliveira do Mondego.
Recorda que em Julho deste ano enviou ao primeiro-
-ministro uma carta identificando os locais mais perigosos do IP3 e reclamando urgência na resolução dos principais problemas de segurança, nomeadamente a conclusão dos nós de Oliveira do Mondego, Cunhedo e Alto das Lamas; a conclusão e rectificação da descida do Botão; a rectificação da entrada e saída do IC7 e IC12 para o IP3; e alargamento para quatro faixas do troço entre Trouxemil e Viseu.
A associação refere ter alertado para o perigo que a chegada das primeiras chuvas representa nestes locais de risco, recebendo do primeiro-ministro a resposta de que o problema tinha sido submetido à consideração do Ministério das Obras Públicas.
No entanto, acrescenta, até hoje nada se fez e lamentavelmente aconteceu aquilo que esta associação não queria ver: mais um acidente trágico, com mais uma vida perdida, muito sofrimento e muitos custos para as famílias e para o Governo.
Começamos a ficar cansados de ver tantas mortes nestes pontos, cansados de alertar o Governo para estes problemas e para as suas promessas, diz a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, adiantando que vai a partir de agora responsabilizar este Governo por negligência, por todos os acidentes que tenham consequências mortais que ocorram nestes locais, junto dos tribunais, em conjunto com os familiares das vítimas.
Anunciou também que vai realizar o mais breve possível algumas iniciativas de protesto face a estes problemas e à eventualidade de portagens nesta via.
Em nota à Imprensa, aquela associação lamenta a morte de um jovem no ponto mais negro do IP3 - A24, num acidente ocorrido segunda-feira de manhã no cruzamento de Oliveira do Mondego.
Recorda que em Julho deste ano enviou ao primeiro-
-ministro uma carta identificando os locais mais perigosos do IP3 e reclamando urgência na resolução dos principais problemas de segurança, nomeadamente a conclusão dos nós de Oliveira do Mondego, Cunhedo e Alto das Lamas; a conclusão e rectificação da descida do Botão; a rectificação da entrada e saída do IC7 e IC12 para o IP3; e alargamento para quatro faixas do troço entre Trouxemil e Viseu.
A associação refere ter alertado para o perigo que a chegada das primeiras chuvas representa nestes locais de risco, recebendo do primeiro-ministro a resposta de que o problema tinha sido submetido à consideração do Ministério das Obras Públicas.
No entanto, acrescenta, até hoje nada se fez e lamentavelmente aconteceu aquilo que esta associação não queria ver: mais um acidente trágico, com mais uma vida perdida, muito sofrimento e muitos custos para as famílias e para o Governo.
Começamos a ficar cansados de ver tantas mortes nestes pontos, cansados de alertar o Governo para estes problemas e para as suas promessas, diz a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, adiantando que vai a partir de agora responsabilizar este Governo por negligência, por todos os acidentes que tenham consequências mortais que ocorram nestes locais, junto dos tribunais, em conjunto com os familiares das vítimas.
Anunciou também que vai realizar o mais breve possível algumas iniciativas de protesto face a estes problemas e à eventualidade de portagens nesta via.
Utentes do IP3 ameaçam processar o Governo .
A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 ameaçou ontem responsabilizar judicialmente o Governo, por negligência, em todos os acidentes com consequências mortais que ocorram nos locais mais perigosos deste itinerário principal
Em nota à Imprensa, aquela associação lamenta a morte de um jovem no ponto mais negro do IP3 - A24, num acidente ocorrido segunda-feira de manhã no cruzamento de Oliveira do Mondego.
Recorda que em Julho deste ano enviou ao primeiro-
-ministro uma carta identificando os locais mais perigosos do IP3 e reclamando urgência na resolução dos principais problemas de segurança, nomeadamente a conclusão dos nós de Oliveira do Mondego, Cunhedo e Alto das Lamas; a conclusão e rectificação da descida do Botão; a rectificação da entrada e saída do IC7 e IC12 para o IP3; e alargamento para quatro faixas do troço entre Trouxemil e Viseu.
A associação refere ter alertado para o perigo que a chegada das primeiras chuvas representa nestes locais de risco, recebendo do primeiro-ministro a resposta de que o problema tinha sido submetido à consideração do Ministério das Obras Públicas.
No entanto, acrescenta, até hoje nada se fez e lamentavelmente aconteceu aquilo que esta associação não queria ver: mais um acidente trágico, com mais uma vida perdida, muito sofrimento e muitos custos para as famílias e para o Governo.
Começamos a ficar cansados de ver tantas mortes nestes pontos, cansados de alertar o Governo para estes problemas e para as suas promessas, diz a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, adiantando que vai a partir de agora responsabilizar este Governo por negligência, por todos os acidentes que tenham consequências mortais que ocorram nestes locais, junto dos tribunais, em conjunto com os familiares das vítimas.
Anunciou também que vai realizar o mais breve possível algumas iniciativas de protesto face a estes problemas e à eventualidade de portagens nesta via.
Em nota à Imprensa, aquela associação lamenta a morte de um jovem no ponto mais negro do IP3 - A24, num acidente ocorrido segunda-feira de manhã no cruzamento de Oliveira do Mondego.
Recorda que em Julho deste ano enviou ao primeiro-
-ministro uma carta identificando os locais mais perigosos do IP3 e reclamando urgência na resolução dos principais problemas de segurança, nomeadamente a conclusão dos nós de Oliveira do Mondego, Cunhedo e Alto das Lamas; a conclusão e rectificação da descida do Botão; a rectificação da entrada e saída do IC7 e IC12 para o IP3; e alargamento para quatro faixas do troço entre Trouxemil e Viseu.
A associação refere ter alertado para o perigo que a chegada das primeiras chuvas representa nestes locais de risco, recebendo do primeiro-ministro a resposta de que o problema tinha sido submetido à consideração do Ministério das Obras Públicas.
No entanto, acrescenta, até hoje nada se fez e lamentavelmente aconteceu aquilo que esta associação não queria ver: mais um acidente trágico, com mais uma vida perdida, muito sofrimento e muitos custos para as famílias e para o Governo.
Começamos a ficar cansados de ver tantas mortes nestes pontos, cansados de alertar o Governo para estes problemas e para as suas promessas, diz a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, adiantando que vai a partir de agora responsabilizar este Governo por negligência, por todos os acidentes que tenham consequências mortais que ocorram nestes locais, junto dos tribunais, em conjunto com os familiares das vítimas.
Anunciou também que vai realizar o mais breve possível algumas iniciativas de protesto face a estes problemas e à eventualidade de portagens nesta via.
Utentes do IP3 ameaçam processar o Governo .
A Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3 ameaçou ontem responsabilizar judicialmente o Governo, por negligência, em todos os acidentes com consequências mortais que ocorram nos locais mais perigosos deste itinerário principal
Em nota à Imprensa, aquela associação lamenta a morte de um jovem no ponto mais negro do IP3 - A24, num acidente ocorrido segunda-feira de manhã no cruzamento de Oliveira do Mondego.
Recorda que em Julho deste ano enviou ao primeiro-
-ministro uma carta identificando os locais mais perigosos do IP3 e reclamando urgência na resolução dos principais problemas de segurança, nomeadamente a conclusão dos nós de Oliveira do Mondego, Cunhedo e Alto das Lamas; a conclusão e rectificação da descida do Botão; a rectificação da entrada e saída do IC7 e IC12 para o IP3; e alargamento para quatro faixas do troço entre Trouxemil e Viseu.
A associação refere ter alertado para o perigo que a chegada das primeiras chuvas representa nestes locais de risco, recebendo do primeiro-ministro a resposta de que o problema tinha sido submetido à consideração do Ministério das Obras Públicas.
No entanto, acrescenta, até hoje nada se fez e lamentavelmente aconteceu aquilo que esta associação não queria ver: mais um acidente trágico, com mais uma vida perdida, muito sofrimento e muitos custos para as famílias e para o Governo.
Começamos a ficar cansados de ver tantas mortes nestes pontos, cansados de alertar o Governo para estes problemas e para as suas promessas, diz a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, adiantando que vai a partir de agora responsabilizar este Governo por negligência, por todos os acidentes que tenham consequências mortais que ocorram nestes locais, junto dos tribunais, em conjunto com os familiares das vítimas.
Anunciou também que vai realizar o mais breve possível algumas iniciativas de protesto face a estes problemas e à eventualidade de portagens nesta via.
Em nota à Imprensa, aquela associação lamenta a morte de um jovem no ponto mais negro do IP3 - A24, num acidente ocorrido segunda-feira de manhã no cruzamento de Oliveira do Mondego.
Recorda que em Julho deste ano enviou ao primeiro-
-ministro uma carta identificando os locais mais perigosos do IP3 e reclamando urgência na resolução dos principais problemas de segurança, nomeadamente a conclusão dos nós de Oliveira do Mondego, Cunhedo e Alto das Lamas; a conclusão e rectificação da descida do Botão; a rectificação da entrada e saída do IC7 e IC12 para o IP3; e alargamento para quatro faixas do troço entre Trouxemil e Viseu.
A associação refere ter alertado para o perigo que a chegada das primeiras chuvas representa nestes locais de risco, recebendo do primeiro-ministro a resposta de que o problema tinha sido submetido à consideração do Ministério das Obras Públicas.
No entanto, acrescenta, até hoje nada se fez e lamentavelmente aconteceu aquilo que esta associação não queria ver: mais um acidente trágico, com mais uma vida perdida, muito sofrimento e muitos custos para as famílias e para o Governo.
Começamos a ficar cansados de ver tantas mortes nestes pontos, cansados de alertar o Governo para estes problemas e para as suas promessas, diz a Associação de Utentes e Sobreviventes do IP3, adiantando que vai a partir de agora responsabilizar este Governo por negligência, por todos os acidentes que tenham consequências mortais que ocorram nestes locais, junto dos tribunais, em conjunto com os familiares das vítimas.
Anunciou também que vai realizar o mais breve possível algumas iniciativas de protesto face a estes problemas e à eventualidade de portagens nesta via.
sábado, outubro 16, 2004
Despiste cortou trânsito na Estrada da Beira
Devido às obras que nunca mais acabam, houve um despiste que cortou trânsito na Estrada da Beira.
O despiste de um táxi da Pampilhosa da Serra ontem de manhã, na estrada da Beira, cerca das 9h20m, provocou três feridos ligeiros e obrigou à interrupção do trânsito, numa das faixas, durante mais de uma hora.
O acidente ocorreu próximo da povoação de Segade, no concelho de Miranda do Corvo, numa curva com ângulo apertado. O veículo circulava devagar e, inexplicavelmente, entrou em despiste, acabando por se imobilizar na berma da estrada.
Posso garantir que a senhora vinha devagar quando o carro na curva começou a fazer peão, apontando o piso como a causa provável.
Aliás, vários automobilistas que se concentraram no local teceram duras críticas ao pavimento recentemente colocado naquela estrada por ter demasiada pedra à superfície.
Estes automobilistas contestam a falta de visão do responsavel em tentar recuperar esta EN.17 em vez que construirem uma nova via alternativa de ligação a Coimbra.
O dinheiro ali mal gasto nunca será a solução.
Apesar do aparato, os três ocupantes apenas sofreram ferimentos ligeiros, embora os Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo tenham demorado cerca de uma hora a retirar uma senhora idosa que ficou encarcerada.
Por este andamento, muitos mais acidentes ali se irão dar. A falta de sinalização e o estado como as obras são periodicamente interrompidas irão levar a isso.
Segundo apurámos, o táxi era propriedade de Carlos Alberto Carlota, sendo conduzido pela sua esposa que efectuava um serviço para um casal de idosos, da Pampilhosa da Serra para os Hospitais da Universidade de Coimbra.
Vou fazer uma exposição ao Instituto de Estradas por causa do pavimento», afirmou o proprietário do táxi, adiantando que a sua mulher, de 41 anos, era uma condutora experiente e que já ali passava regularmente há 14 anos.
Os Bombeiros de Miranda do Corvo deslocaram para o local 17 homens, quatro ambulâncias e um carro de desencarceramento. Nas operações de socorro participou também uma equipa do INEM.
O trânsito foi retomado nas duas faixas às 10h 45m.
Com a falta de sinalização provisoria, aconteceu aquele acidente em Vale de VAz onde houve duas mortes.Agora já ha sinalização provisoria, não se sabe ainda a verdade de quem foi o culpado desse acidente.Já se culpou um dos mortos que ja não se podia defender, mas parece que não foi ele o culpado.
terça-feira, outubro 12, 2004
Miranda do Corvo - Novo vice-Presidente
Reinaldo Couceiro assume vice-presidência da Câmara
Pedro Batalhão suspendeu as funções de vice-presidente e de vereador na Câmara Municipal de Miranda do Corvo, alegando motivos estritamente pessoais. O seu lugar será assumido pelo vereador Reinaldo Couceiro, enquanto Maria Fernanda França entra para o executivo
O vereador Reinaldo Couceiro vai passar a exercer as funções de vice-presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, após a cessação de funções de Pedro Batalhão que ontem, em conferência de imprensa, apresentou as suas motivações.
Sem grandes explicações, o ex-autarca alegou razões pessoais para suspender o exercício das suas funções, colocando de parte qualquer desentendimento com a presidente, Fátima Ramos, ou com qualquer vereador do executivo.
Quero deixar expresso que a minha suspensão de mandado não é uma rotura com a dr.ª Fátima, com o vereador Reinaldo Couceiro ou com Sérgio Sêco, os mesmos sabem que de uma forma leal e frontal podem e poderão sempre contar comigo em tudo o que não extravasar ou colidir com as minhas convicções.
A intervenção de Pedro Batalhão, que se limitou a ler a carta enviada à presidente da autarquia, centrou-se mais na análise política do concelho do que propriamente nos motivos que o levaram a abandonar o executivo.
Muito embora deixe de trabalhar nesta equipa continuarei empenhado no seu sucesso», sublinhou o ex-vice-presidente da autarquia, afirmando que aceitou candidatar-se por sentir obrigação de contribuir para a alterar o rumo do concelho, muito prejudicado pela gestão do anterior executivo municipal.
A presidente da Câmara, Fátima Ramos, enalteceu o apoio e dedicação demonstrada pelo seu número dois, afirmando que «não lhe foi fácil colaborar como o fez, conciliando a sua função autárquica com a sua intensa actividade profissional como engenheiro e administrador de uma importante empresa do sector da construção.
A autarca disse ainda que a sua «experiência profissional foi extremamente importante para o município, tendo contribuído para uma administração mais rigorosa.
As funções de vice-presidente serão confiadas ao vereador Reinaldo Couceiro que desde o início do mandato tem tido a seu cargo as obras públicas e a gestão de pessoal.
A professora Maria Fernanda Luís França, de Vale de Açor, irá ocupar o cargo deixado vago por Pedro Batalhão, dado que Carlos Rafael Pereira ? o nome seguinte da lista social-democrata ? não pode exercer as funções por ser funcionário da autarquia.
Pedro Batalhão suspendeu as funções de vice-presidente e de vereador na Câmara Municipal de Miranda do Corvo, alegando motivos estritamente pessoais. O seu lugar será assumido pelo vereador Reinaldo Couceiro, enquanto Maria Fernanda França entra para o executivo
O vereador Reinaldo Couceiro vai passar a exercer as funções de vice-presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo, após a cessação de funções de Pedro Batalhão que ontem, em conferência de imprensa, apresentou as suas motivações.
Sem grandes explicações, o ex-autarca alegou razões pessoais para suspender o exercício das suas funções, colocando de parte qualquer desentendimento com a presidente, Fátima Ramos, ou com qualquer vereador do executivo.
Quero deixar expresso que a minha suspensão de mandado não é uma rotura com a dr.ª Fátima, com o vereador Reinaldo Couceiro ou com Sérgio Sêco, os mesmos sabem que de uma forma leal e frontal podem e poderão sempre contar comigo em tudo o que não extravasar ou colidir com as minhas convicções.
A intervenção de Pedro Batalhão, que se limitou a ler a carta enviada à presidente da autarquia, centrou-se mais na análise política do concelho do que propriamente nos motivos que o levaram a abandonar o executivo.
Muito embora deixe de trabalhar nesta equipa continuarei empenhado no seu sucesso», sublinhou o ex-vice-presidente da autarquia, afirmando que aceitou candidatar-se por sentir obrigação de contribuir para a alterar o rumo do concelho, muito prejudicado pela gestão do anterior executivo municipal.
A presidente da Câmara, Fátima Ramos, enalteceu o apoio e dedicação demonstrada pelo seu número dois, afirmando que «não lhe foi fácil colaborar como o fez, conciliando a sua função autárquica com a sua intensa actividade profissional como engenheiro e administrador de uma importante empresa do sector da construção.
A autarca disse ainda que a sua «experiência profissional foi extremamente importante para o município, tendo contribuído para uma administração mais rigorosa.
As funções de vice-presidente serão confiadas ao vereador Reinaldo Couceiro que desde o início do mandato tem tido a seu cargo as obras públicas e a gestão de pessoal.
A professora Maria Fernanda Luís França, de Vale de Açor, irá ocupar o cargo deixado vago por Pedro Batalhão, dado que Carlos Rafael Pereira ? o nome seguinte da lista social-democrata ? não pode exercer as funções por ser funcionário da autarquia.
sexta-feira, outubro 08, 2004
Derrota Estrondosa - Jaime Soares perdeu mais uma vez......
Jaime Soares reconhece que o PSD não sai brilhantemente do processo, pelo facto de ter havido algum desrespeito de compromissos.
A sua falta de capacidade negocial que normalmente é feita em cim dos joelhos, deu nisto.
Mas, lembrando que o seu partido ficou com maioria simples na Assembleia Metropolitana, garante não estar arrependido de ter negociado com os socialistas. Não acredito que o PS se junte com a CDU para derrotar o PSD. Se isso acontecer, ameaça entrar por caminhos que enfrentarão qualquer frentismo de esquerda.
PS e CDU formam maioria.A inesperada votação na lista da CDU e o elevado número de abstencionistas de votos nulos e brancos colocou o PSD em desvantagem, apesar de presidir a dez das 16 câmaras da Grande Área Metropolitana de Coimbra
As votações realizadas anteontem em 16 assembleias municipais para a eleição dos 49 membros da Assembleia da Grande Área Metropolitana de Coimbra colocaram, inesperadamente, os partidos de esquerda em maioria:
o PS e a CDU tem 25 representantes, contra 24 do PSD e do PP.
O líder distrital do PSD, Jaime Soares, depois da asneira que cometeu e da falta de lucidez considera que é pura especulação falar-se num eventual frentismo de esquerda na Assembleia Metropolitana.
Apesar de presidir a dez das 16 câmaras municipais que integram a Grande Área Metropolitana de Coimbra (GAMC) ? o PS está no poder em seis -, o PSD só conseguiu eleger 23 representantes, a que se deverá juntar um eleito do CDS/PP nas futuras votações. Os socialistas elegeram os 22 representantes previstos, enquanto a CDU conseguiu três - mais um do que o esperado.
O PSD acabou por ser prejudicado pela estratégia de se apresentar a votos numa lista conjunta com o PS, contra a da CDU. Tendo em conta a representatividade destes três partidos nas 16 assembleias municipais, se cada um deles tivesse concorrido com a sua própria lista, o PSD deveria ter eleito 25 deputados, o PS os mesmos 22 e a CDU apenas dois, admite o líder distrital ?laranja?. A lei prevê que as contas finais sejam feitas segundo método de ?Hondt?.
Jaime Soares considera que a estratégia da lista bi-partidária, que negociou com o líder distrital socialista, Víctor Baptista, e com o presidente da Câmara de Condeixa, Jorge Bento, não surtiu o efeito desejado por falta de organização e de disciplina partidária.
Numa primeira análise, diz-se convencido de que as responsabilidades cabem, sobretudo, ao PS.
A diferença, segundo afirma Jaime Soares, no que admite ser uma análise simplista, resultará de votos de socialistas na lista comunista.Por outro lado, o presidente da Câmara Municipal de Poiares, aponta o dedo à elevada abstenção - 54 deputados, nas 16 assembleias.
Reconhece que, mesmo da parte do PSD, houve uma pequena grande falha em Miranda do Corvo, onde apenas votaram 13 dos 21 eleitores.
O autarca acaba assim por reconhecer que o PSD não sai brilhantemente do processo, pelo facto de ter havido algum desrespeito de compromissos.
Entao de quem é a culpa? Mas que leader temos nos?
Já parece o Alberto João que para certas coisas não dá.
Não é leader quem quer, só é leader quem pode.
Mas derrotas destas vão haver maais daqui para a frente. Estejam descansados.
A sua falta de capacidade negocial que normalmente é feita em cim dos joelhos, deu nisto.
Mas, lembrando que o seu partido ficou com maioria simples na Assembleia Metropolitana, garante não estar arrependido de ter negociado com os socialistas. Não acredito que o PS se junte com a CDU para derrotar o PSD. Se isso acontecer, ameaça entrar por caminhos que enfrentarão qualquer frentismo de esquerda.
PS e CDU formam maioria.A inesperada votação na lista da CDU e o elevado número de abstencionistas de votos nulos e brancos colocou o PSD em desvantagem, apesar de presidir a dez das 16 câmaras da Grande Área Metropolitana de Coimbra
As votações realizadas anteontem em 16 assembleias municipais para a eleição dos 49 membros da Assembleia da Grande Área Metropolitana de Coimbra colocaram, inesperadamente, os partidos de esquerda em maioria:
o PS e a CDU tem 25 representantes, contra 24 do PSD e do PP.
O líder distrital do PSD, Jaime Soares, depois da asneira que cometeu e da falta de lucidez considera que é pura especulação falar-se num eventual frentismo de esquerda na Assembleia Metropolitana.
Apesar de presidir a dez das 16 câmaras municipais que integram a Grande Área Metropolitana de Coimbra (GAMC) ? o PS está no poder em seis -, o PSD só conseguiu eleger 23 representantes, a que se deverá juntar um eleito do CDS/PP nas futuras votações. Os socialistas elegeram os 22 representantes previstos, enquanto a CDU conseguiu três - mais um do que o esperado.
O PSD acabou por ser prejudicado pela estratégia de se apresentar a votos numa lista conjunta com o PS, contra a da CDU. Tendo em conta a representatividade destes três partidos nas 16 assembleias municipais, se cada um deles tivesse concorrido com a sua própria lista, o PSD deveria ter eleito 25 deputados, o PS os mesmos 22 e a CDU apenas dois, admite o líder distrital ?laranja?. A lei prevê que as contas finais sejam feitas segundo método de ?Hondt?.
Jaime Soares considera que a estratégia da lista bi-partidária, que negociou com o líder distrital socialista, Víctor Baptista, e com o presidente da Câmara de Condeixa, Jorge Bento, não surtiu o efeito desejado por falta de organização e de disciplina partidária.
Numa primeira análise, diz-se convencido de que as responsabilidades cabem, sobretudo, ao PS.
A diferença, segundo afirma Jaime Soares, no que admite ser uma análise simplista, resultará de votos de socialistas na lista comunista.Por outro lado, o presidente da Câmara Municipal de Poiares, aponta o dedo à elevada abstenção - 54 deputados, nas 16 assembleias.
Reconhece que, mesmo da parte do PSD, houve uma pequena grande falha em Miranda do Corvo, onde apenas votaram 13 dos 21 eleitores.
O autarca acaba assim por reconhecer que o PSD não sai brilhantemente do processo, pelo facto de ter havido algum desrespeito de compromissos.
Entao de quem é a culpa? Mas que leader temos nos?
Já parece o Alberto João que para certas coisas não dá.
Não é leader quem quer, só é leader quem pode.
Mas derrotas destas vão haver maais daqui para a frente. Estejam descansados.
sábado, outubro 02, 2004
MIRANDA DO CORVO -Água turva na Assembleia Municipal
A bancada do Partido Socialista acusou anteontem a presidente da autarquia de nada ter feito para melhorar a qualidade da água no concelho, durante uma sessão da Assembleia Municipal de Miranda do Corvo. Os socialistas pegaram nos argumentos de Fátima Ramos quando era vereadora da oposição para a atacar politicamente. Também a população de Casais de S. Clemente, localidade onde se realizou a reunião, se queixou do líquido que brota das suas torneiras
A qualidade da água de Miranda do Corvo foi tema de discussão na Assembleia Municipal que se realizou anteontem à noite na Associação Recreativa e Cultural de Casais de S. Clemente.
A bancada socialista acusou a presidente da Câmara de nada ter feito para melhorar a qualidade da água no concelho. Contrariamente àquilo que apregoou nas páginas dos jornais e nas sessões de propaganda política quando era da oposição, nada tem feito, sentenciou a porta-voz Conceição Rodrigues.
Fátima Ramos foi mesmo confrontada com artigos de opinião que escreveu em 1988, enquanto vereadora do PSD, onde acusava o então executivo de Jorge Cosme de vender um produto impróprio com risco para a saúde das pessoas e das crianças?.
Será que tem dificuldades de diálogo com os municípios vizinhos? Quase todos são da família política da actual maioria camarária, ou será, que só lhe interessa o diálogo e as parcerias com algumas instituições locais?, questionou o PS.
Na resposta, Fátima Ramos lembrou que Miranda não possui uma grande barragem, estando dependente de uma série de captações, o que não permite manter uma qualidade igual em todo o lado.
Em sua defesa evocou a limpeza periódica e a instalação de sistemas de cloro nos reservatórios, a divulgação das análises e a colocação de uma técnica da autarquia para supervisionar esta área.
Para a autarca, a situação só vai melhorar quando avançar o sistema de abastecimento em alta, embora afirme que não vai resolver todos os problemas do abastecimento público.
No entanto, considera que actualmente a qualidade é melhor do que era antigamente», sugerindo uma consulta às análises efectuadas periodicamente pelo laboratório que já as fazia no passado. Para ter uma situação boa vamos ter de esperar que o sistema avance, mas podem comparar a água agora com outros tempos, sublinhou.
Hoje limpa, amanhã turva
"A amostra está aqui, irrompeu uma voz do fundo da sala, mostrando uma garrafa de água da cor do barro. Coincidência ou não, esta questão era também o assunto que fez deslocar cerca de duas dezenas de pessoas à reunião.
De acordo com a população, desde há algum tempo que o precioso líquido aparece turvo nas torneiras, causando enormes transtornos. Não se admite que hoje esteja limpa e amanhã esteja turva, queixou-se António Tomás.
Que benefícios é que tiramos deste líquido que nos dá prejuízos nos electrodomésticos, acrescentou Vítor Fachada, o habitante que trouxe a garrafa com água imprópria.
Insatisfeita com a situação, Maria Dias Vicente advoga que no mês de Setembro nem devíamos pagar», enquanto Maria da Purificação desabafa: nem podemos tomar banho.
Fátima Ramos afirmou que a autarquia iria realizar todos os estudos necessários no sentido de resolver o problema e deixou também a garantia de questionar os serviços municipais sobre este assunto.
Tal como em Poiares o problema da agua é um problenma serio. Nesse concelho são as condutas podres que foram mal implantadas e que em muitas das vezes as roturas abaixo das piesometricas aspiram os inertes, barros e terras para a tubaria.
Por iso umas vezes é castanha outras castanha é, e é das aguas mais caras do país. É só fazer contas.
O que vale é que o povo é sereno, come e cala.
Só refilou quando plantou uma horta nas estradas de ligação à zona industrial. Ate deram grelos, pois daí a uns dias la estava o alcatrão.
sexta-feira, outubro 01, 2004
CONFRARIA DO RÂGUEBI - ?Confrarugbia? reuniu
Históricos da modalidade reúnem?se mensalmente para relembrar velhos momentos de glória. A vila da Lousã foi o local escolhido para o encontro do mês passado.
Dezenas de anos de vida dedicados ao râguebi levaram alguns dos históricos da modalidade a reunirem?se em grupo restrito, constituindo a strong>Confrarugbia. Esta CONFRARIA nascida em 1999, inicialmente com nove elementos, atingiu já o número limite de quinze (consagrado em Carta de Lei), tantos quantos são os atletas de uma equipa em campo.
São todos ex?jogadores e antigos ou actuais dirigentes de clubes ou da Federação Portuguesa de Râguebi.
Reúnem?se habitualmente à volta de farta mesa, em vários pontos do país, por convite de cada um dos confrades. Velhas glórias do râguebi como Picão de Abreu, José Redondo, Gaspar Ramos ou Raúl Martins são alguns dos que mantêm viva a chama de permanente convívio.
Segundo os Estatutos da Confrarugbia, todos tiveram que cumprir um ritual de admissão ao ingerir uma azeitona, (de forma o mais oval possível, sem caroço) e beber um pouco de vinho tinto. A saudação oficial entre confrarugbios é longa e boa vida, expressão que adquire uma especial importância pelo facto de apenas terem sido admitidos membros com mais de 50 anos. Só por morte de algum elemento actual, poderá haver nova admissão.
Embora em estilo bem disposto, os confrarugbios comprometem?se a afirmar a sua condição de ex?jogador com orgulho, defendendo sempre a modalidade. Afirmam?se como todos iguais, sem distinção quanto a clube de origem, internacionalizações, número de ensaios marcados ou incrivelmente falhados no passado.
A Confrarugbia voltou a reunir na Lousã, vila onde pontifica o Râguebi Clube, fundado há trinta anos por Jose Carranca Redondo, anfitrião do evento.
Na oportunidade foram relembradas velhas façanhas e rivalidades, tendo sido reconhecida a crescente importância de uma modalidade cuja selecção nacional obteve na última época o título de campeã europeia, frente à Rússia, em jogo disputado em Coimbra.
Dezenas de anos de vida dedicados ao râguebi levaram alguns dos históricos da modalidade a reunirem?se em grupo restrito, constituindo a strong>Confrarugbia. Esta CONFRARIA nascida em 1999, inicialmente com nove elementos, atingiu já o número limite de quinze (consagrado em Carta de Lei), tantos quantos são os atletas de uma equipa em campo.
São todos ex?jogadores e antigos ou actuais dirigentes de clubes ou da Federação Portuguesa de Râguebi.
Reúnem?se habitualmente à volta de farta mesa, em vários pontos do país, por convite de cada um dos confrades. Velhas glórias do râguebi como Picão de Abreu, José Redondo, Gaspar Ramos ou Raúl Martins são alguns dos que mantêm viva a chama de permanente convívio.
Segundo os Estatutos da Confrarugbia, todos tiveram que cumprir um ritual de admissão ao ingerir uma azeitona, (de forma o mais oval possível, sem caroço) e beber um pouco de vinho tinto. A saudação oficial entre confrarugbios é longa e boa vida, expressão que adquire uma especial importância pelo facto de apenas terem sido admitidos membros com mais de 50 anos. Só por morte de algum elemento actual, poderá haver nova admissão.
Embora em estilo bem disposto, os confrarugbios comprometem?se a afirmar a sua condição de ex?jogador com orgulho, defendendo sempre a modalidade. Afirmam?se como todos iguais, sem distinção quanto a clube de origem, internacionalizações, número de ensaios marcados ou incrivelmente falhados no passado.
A Confrarugbia voltou a reunir na Lousã, vila onde pontifica o Râguebi Clube, fundado há trinta anos por Jose Carranca Redondo, anfitrião do evento.
Na oportunidade foram relembradas velhas façanhas e rivalidades, tendo sido reconhecida a crescente importância de uma modalidade cuja selecção nacional obteve na última época o título de campeã europeia, frente à Rússia, em jogo disputado em Coimbra.
terça-feira, setembro 28, 2004
PENACOVA - Em defesa dos moinhos
Alguns dos maiores estudiosos e defensores dos moinhos a nível mundial discutem em Penacova formas de garantir a sua preservação.
A vila de Penacova acolhe, até 2 de Outubro, o 11º Simpósio Internacional da TIMS Sociedade Internacional de Molinologia.
A iniciativa reúne em Portugal algumas das figuras que mais se destacam no estudo e defesa dos moinhos a nível mundial, oriundas de 16 países (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Japão, Grécia, Chipre, Suiça, Dinamarca, Bélgica, França, Portugal, Suécia, Espanha, Itália e Africa do Sul).
Fundada a partir de um simpósio organizado em Portugal por Santos Simões, em 1965, a TIMS é hoje a única organização que trabalha à escala planetária o estudo, salvaguarda e promoção dos moinhos tradicionais, contando com membros em 30 países.
Em Portugal, a TIMS tem encontrado grande adesão por parte de câmaras municipais, ONG?s, investigadores e estudiosos em diferentes domínios e particulares em geral, o que lhe confere uma representatividade crescente (tem 120 membros, de Norte a Sul do Continente e Ilhas) e põe em evidência uma profunda preocupação colectiva da sociedade portuguesa em conhecer, preservar e aproveitar um património molinológico que é, reconhecidamente, dos mais diversificados da Europa.
O grupo participante neste simpósio foi ontem recebido na Câmara Municipal, pelas 19H30, seguindo-se um jantar, às 20H30, no Restaurante Marisqueira As Piscinas, onde actuou o Grupo de Cantares de Mulheres de Lorvão.
Para a manhã de hoje está prevista uma visita ao conjunto de moinhos de vento da Serra de Gavinhos e ao Museu do Moinho Vitorino Nemésio.
A vila de Penacova acolhe, até 2 de Outubro, o 11º Simpósio Internacional da TIMS Sociedade Internacional de Molinologia.
A iniciativa reúne em Portugal algumas das figuras que mais se destacam no estudo e defesa dos moinhos a nível mundial, oriundas de 16 países (Alemanha, Estados Unidos, Holanda, Reino Unido, Japão, Grécia, Chipre, Suiça, Dinamarca, Bélgica, França, Portugal, Suécia, Espanha, Itália e Africa do Sul).
Fundada a partir de um simpósio organizado em Portugal por Santos Simões, em 1965, a TIMS é hoje a única organização que trabalha à escala planetária o estudo, salvaguarda e promoção dos moinhos tradicionais, contando com membros em 30 países.
Em Portugal, a TIMS tem encontrado grande adesão por parte de câmaras municipais, ONG?s, investigadores e estudiosos em diferentes domínios e particulares em geral, o que lhe confere uma representatividade crescente (tem 120 membros, de Norte a Sul do Continente e Ilhas) e põe em evidência uma profunda preocupação colectiva da sociedade portuguesa em conhecer, preservar e aproveitar um património molinológico que é, reconhecidamente, dos mais diversificados da Europa.
O grupo participante neste simpósio foi ontem recebido na Câmara Municipal, pelas 19H30, seguindo-se um jantar, às 20H30, no Restaurante Marisqueira As Piscinas, onde actuou o Grupo de Cantares de Mulheres de Lorvão.
Para a manhã de hoje está prevista uma visita ao conjunto de moinhos de vento da Serra de Gavinhos e ao Museu do Moinho Vitorino Nemésio.
Mário Alves ameaça com marcha lenta na EN17
Vai haver festa na Estrada da Beira.
Não é só Jaime Soares que faz manifestações e folclore na Estrada da Beira.
Com tanto dinheiro gasto nos ultimos anos nesta EN17, Mario Alves ate tem razão.
O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital ameaçou o secretário de Estado adjunto e das Obras Públicas com uma marcha lenta na EN 17, caso o IC 6 não seja construído.
"Se for preciso vou à frente da manifestação com um cartaz a dizer que este governo precisa de ser remodelado"?, disse Mário Alves na última Assembleia Municipal.
O autarca social?democrata garantiu que fez este aviso ao próprio secretário de Estado, na sequência das declarações que este produziu recentemente em Gouveia.
Jorge Costa explicou aos jornalistas que o governo está a reanalisar os projectos dos IC 6, IC 7 e IC 37.
O membro do governo foi mesmo mais longe e referiu que estes IC?s se encontram muito próximos e têm que ser revistos no âmbito do Plano Rodoviário Nacional.
Mário Alves revelou que depois destas declarações telefonou ao secretário de Estado e este lhe terá dito que as suas afirmações teriam sido mal interpretadas, tendo deixado claro que o troço do IC6 entre Catraia dos Poços (Arganil) e Vendas de Galizes (Oliveira do Hospital) é para avançar. O edil frisou que acreditava nas palavras daquele membro do governo do seu partido, mas caso não se passe das palavras aos actos, iria mobilizar a população oliveirense para a marcha lenta na Estrada da Beira como habitualmente faz o Jaime Soares.
O deputado do PS, Carlos Mendes, que questionou Mário Alves sobre este assunto, apresentou uma moção pela rápida construção dos IC 6 e IC 7 na região da Beira Serra.
Na moção - aprovada por unanimidade com os votos do PSD, PS, PCP e CDS?PP - é salientado que ?os IC6 e IC7 constituem os instrumentos fundamentais para, no âmbito das acessibilidades, ser possível a esta região contornar as suas dificuldades e bloqueamentos e inverter o processo crescente de desertificação e decréscimo dos nossos índices de desenvolvimento social e económico?.
Esta moção vai ser enviada ao ministro das Obras Públicas.
Não é só Jaime Soares que faz manifestações e folclore na Estrada da Beira.
Com tanto dinheiro gasto nos ultimos anos nesta EN17, Mario Alves ate tem razão.
O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital ameaçou o secretário de Estado adjunto e das Obras Públicas com uma marcha lenta na EN 17, caso o IC 6 não seja construído.
"Se for preciso vou à frente da manifestação com um cartaz a dizer que este governo precisa de ser remodelado"?, disse Mário Alves na última Assembleia Municipal.
O autarca social?democrata garantiu que fez este aviso ao próprio secretário de Estado, na sequência das declarações que este produziu recentemente em Gouveia.
Jorge Costa explicou aos jornalistas que o governo está a reanalisar os projectos dos IC 6, IC 7 e IC 37.
O membro do governo foi mesmo mais longe e referiu que estes IC?s se encontram muito próximos e têm que ser revistos no âmbito do Plano Rodoviário Nacional.
Mário Alves revelou que depois destas declarações telefonou ao secretário de Estado e este lhe terá dito que as suas afirmações teriam sido mal interpretadas, tendo deixado claro que o troço do IC6 entre Catraia dos Poços (Arganil) e Vendas de Galizes (Oliveira do Hospital) é para avançar. O edil frisou que acreditava nas palavras daquele membro do governo do seu partido, mas caso não se passe das palavras aos actos, iria mobilizar a população oliveirense para a marcha lenta na Estrada da Beira como habitualmente faz o Jaime Soares.
O deputado do PS, Carlos Mendes, que questionou Mário Alves sobre este assunto, apresentou uma moção pela rápida construção dos IC 6 e IC 7 na região da Beira Serra.
Na moção - aprovada por unanimidade com os votos do PSD, PS, PCP e CDS?PP - é salientado que ?os IC6 e IC7 constituem os instrumentos fundamentais para, no âmbito das acessibilidades, ser possível a esta região contornar as suas dificuldades e bloqueamentos e inverter o processo crescente de desertificação e decréscimo dos nossos índices de desenvolvimento social e económico?.
Esta moção vai ser enviada ao ministro das Obras Públicas.
Batalha do Buçaco comemorada a rigor
A Região Militar do Norte celebrou ontem dia 27,o 194.º aniversário da Batalha do Buçaco. Nas comemorações participaram dezenas de militares fardados à época e munidos das peças de artilharia utilizadas no combate. A população juntou-se em peso às cerimónias, a que assistiu com grande entusiasmo
Centenas de militares subiram ontem a um dos pontos mais altos do Buçaco, o Obelisco, para reviverem a batalha que nessa encosta se travou há 194 anos.
Num ambiente de paz, às comemorações de mais um aniversário, que já se tornaram uma tradição (celebrado há mais de 100 anos), juntaram-se centenas de pessoas, entre elas algumas individualidades, nomeadamente da vida militar, destacando-se o adido militar do Reino Unido, que fez questão de estar presente no aniversário de uma batalha de onde saíram vitoriosas as tropas do seu país.
As comemorações decorrem no seguimento de uma tradição iniciada no reinado de D. Manuel II e pretendem homenagear o esforço português para libertar o território nacional da ocupação francesa e a sua participação nas guerras napoleónicas entre 1808 e 1814.
"Esta é uma data bastante importante na nossa história, que marca uma vitória grandemente apoiada pelo exército inglês e pela própria população. Foi uma batalha difícil, mas que provou a perfeita simbiose entre as forças armadas e o povo", revelou fonte da Região Militar do Norte.
Na verdade, a Batalha do Buçaco é algo que "faz parte da memória colectiva deste concelho, tendo deixado marcas", frisou o presidente da Câmara da Mealhada, Carlos Cabral. É uma página da história que "orgulha as pessoas" e, por isso, acrescenta, "é uma data festiva (que até aos anos 20 foi feriado municipal), que todos vivem com muito respeito".
Como é tradicional, as comemorações na Serra do Buçaco tiveram como ponto alto um cortejo histórico- -militar e religioso, com soldados envergando fardas da época, num percurso entre o museu e o terreiro do Obelisco, concluído em 1873 para evocar a batalha.
Após uma palestra alusiva às comemorações, seguiu-se uma visita ao Museu Militar, criado em 1910 para assinalar o primeiro centenário da batalha. Por fim, decorreu um almoço nas Portas de Coimbra.
A Batalha do Buçaco teve lugar na terceira invasão francesa, a 27 de Setembro de 1810, altura em que Napoleão destacou 70 mil homens para ocupar Portugal. Causou pelo menos 3 mil feridos, além de 1.500 mortos.
Na altura, as tropas luso-britânicas comandadas pelo duque de Wellington venceram os franceses, superiores em número e artilharia, valendo-se da sua táctica e do conhecimento perfeito do terreno.
As comemorações deviam-se alargar ao vizinho concelho de Poiares, pois na fuga da batalha as tropas francesas em debandada pernoitaram a 1ª noite na Ponte da Mucela onde destruiram os olivais existentes para fazerem fogueiras quer para se aquecerem quer para fazerem a comida e na 2ª noite ficaram na Serra de Sta Quiteria.
Um dos oficiais franceses ferido, de nome Sierra refugiou-se e ficou em terras da Ponte de Mucela onde mais tarde constituiu família.Dele eram descendente as familias Serra da Ponte de Mucela. ( Juiz Desembargador Jaime Serra ?? ).
Revolução nas autarquias......
Instalado em Coimbra desde 30 de Julho, o secretário de Estado da Administração Local vê com optimismo as alterações em curso na área que tutela. Na abordagem às alterações da Lei das Finanças Locais, divulga um outro projecto, associado igualmente à revisão legislativa mas também à descentralização de serviços: o de as autarquias estarem a cobrar impostos em 2006, competência que classifica de uma «autêntica revolução».
E positiva, como será também a institucionalização das áreas metropolitanas
José Cesário (JC) - Não houve até ao momento o mínimo problema com a deslocalização de gabinete. É evidente que há pessoas que dizem: ?mas tu tens de ir a Lisboa com frequência?. É verdade que tenho de ir a Lisboa com frequência, mas tenho de ir a outros pontos do país com frequência. Só para ter uma ideia, numa semana visitei 16 municípios neste país, o que é revelador do grau de mobilidade que tenho de ter. Em termos práticos, ter o gabinete aqui ou em Lisboa é exactamente a mesma coisa.
JC - Para todos os efeitos passou a estar em Coimbra uma coisa que não existia, um órgão de poder, que atrai muita gente. Vêm aqui, com frequência, vários presidentes de câmara, o secretário de Estado do Desporto saiu daqui agora mesmo, portanto cria-se aqui uma pequena nova centralidade, que não deixa de ser muito importante do ponto de vista político, à escala local. Há um outro aspecto muito importante, que não deixa de ser significativo:
em Coimbra estou muito mais perto dos municípios, porque a esmagadora maioria está a norte, centro/norte, há uma proximidade maior. São todos iguais, os 308, mas uns estão mais perto, outros mais longe.
JC - Admitimos que estamos a trabalhar na revisão dos vários mecanismos de financiamento das autarquias; fundamentalmente a Lei das Finanças Locais e igualmente uma outra situação, infra-estrutural, que é a possibilidade de os impostos locais, pelo menos os locais, serem cobrados à escala intermunicipal. No fundo, a cobrança seria transferida para as autarquias. É uma matéria em reflexão, que tem de ser amadurecida, mas não escondo que traduz uma autêntica revolução.
JC - Poderão ser.... é uma possibilidade muito forte. Não sei se já viu as implicações do que é transferir as cobranças de impostos para a administração local. São impressionantes. Primeiro, porque a fuga ao fisco é muito mais difícil de se fazer. Por exemplo, veja a questão da desactualização das matrizes, é muito mais fácil actualizá-las se a entidade que coordena isto estiver ali, definir as prioridades. Actualmente, os municípios pagam à administração central este trabalho, de cobrança de impostos. A administração central transfere as receitas quando... bom...quando transfere... a partir desse momento "de cobrança pelas autarquias" o dinheiro está disponível.
sexta-feira, setembro 24, 2004
Jaime Soares foi o único que se candidatou à liderança dos ASD...
Jaime Soares como o unico PSD que se candidatou à liderança dos ASD, hesita agora entre a distrital e a ASD.
O presidente da Câmara de Poiares, Jaime Soares, lançou a confusão no meio do PSD ao querer candidatar-se à liderança dos ASD. Chamado à atenção pela desestabilização causada, só hoje decidirá se assume a liderança dos Autarcas Social Democratas (ASD).
Jaime Soares hesita em aceitar a indigitação para a presidência dos ASD, por pretender recandidatar?se à distrital de Coimbra do PSD. Diria ainda que tudo depende da reunião que terá com o secretário?geral do PSD, Miguel Relvas, com quem debaterá se será do interesse do partido que acumule as duas funções.
Logicamente não ha interesse nenhum para o partido que acumule as duas funções.Já está velho de mais e agora só começa a estorvar.
Jaime Soares, um dos mais antigos autarcas portugueses - preside à Câmara de Vila Nova de Poiares desde que foram criadas as comissões administrativas, logo após o 25 de Abril -, foi indigitado, por não haver mais nenhum voluntario, pela comissão política nacional dos ASD para suceder a Arménio Pereira, ex?autarca de Paços de Ferreira, que se baldou para ir integrar a administração das Águas do Douro e Paiva.
O autarca de Poiares salientou a intenção de se recandidatar a um segundo mandato à frente da distrital de Coimbra do PSD, considerando que, desse modo, pode ser mais útil ao partido, completando o trabalho iniciado no primeiro.
Só sexta?feira saberá se o PSD considera positiva esta acumulação de cargos. Se não o considerar, optará pela distrital, para continuar o trabalho feito. Não quer mais nenhum tipo de conflitos com o partido, pois já criou demasiados. Trata?se de uma questão de ética ser candidato a tudo.
Jaime Soares sublinhou o facto de existirem 160 presidentes de câmara do PSD com capacidade para exercer a presidência da ASD, mas só que ninguem se ofereceu para trabalhar.Como um bom samaritano não se manifestou preocupado com quem poderá ocupar o cargo.
Por isso Jaime Soares é o único candidato à liderança dos ASD, cujo Conselho Nacional deverá decorrer a 30 de Outubro.
O presidente da Câmara de Poiares, Jaime Soares, lançou a confusão no meio do PSD ao querer candidatar-se à liderança dos ASD. Chamado à atenção pela desestabilização causada, só hoje decidirá se assume a liderança dos Autarcas Social Democratas (ASD).
Jaime Soares hesita em aceitar a indigitação para a presidência dos ASD, por pretender recandidatar?se à distrital de Coimbra do PSD. Diria ainda que tudo depende da reunião que terá com o secretário?geral do PSD, Miguel Relvas, com quem debaterá se será do interesse do partido que acumule as duas funções.
Logicamente não ha interesse nenhum para o partido que acumule as duas funções.Já está velho de mais e agora só começa a estorvar.
Jaime Soares, um dos mais antigos autarcas portugueses - preside à Câmara de Vila Nova de Poiares desde que foram criadas as comissões administrativas, logo após o 25 de Abril -, foi indigitado, por não haver mais nenhum voluntario, pela comissão política nacional dos ASD para suceder a Arménio Pereira, ex?autarca de Paços de Ferreira, que se baldou para ir integrar a administração das Águas do Douro e Paiva.
O autarca de Poiares salientou a intenção de se recandidatar a um segundo mandato à frente da distrital de Coimbra do PSD, considerando que, desse modo, pode ser mais útil ao partido, completando o trabalho iniciado no primeiro.
Só sexta?feira saberá se o PSD considera positiva esta acumulação de cargos. Se não o considerar, optará pela distrital, para continuar o trabalho feito. Não quer mais nenhum tipo de conflitos com o partido, pois já criou demasiados. Trata?se de uma questão de ética ser candidato a tudo.
Jaime Soares sublinhou o facto de existirem 160 presidentes de câmara do PSD com capacidade para exercer a presidência da ASD, mas só que ninguem se ofereceu para trabalhar.Como um bom samaritano não se manifestou preocupado com quem poderá ocupar o cargo.
Por isso Jaime Soares é o único candidato à liderança dos ASD, cujo Conselho Nacional deverá decorrer a 30 de Outubro.
quinta-feira, setembro 23, 2004
Os 3 IC?s ( Itinerarios Complementares )....na gaveta
Três IC?s a um passo da gaveta
As declarações do secretário de Estado adjunto e das Obras Públicas desencadearam uma onda de descontentamento nos autarcas da Beira Serra.
Os autarcas da Beira Serra (Arganil, Tábua, Oliveira do Hospital, Seia e Gouveia) não gostaram nada das últimas declarações do secretário de Estado adjunto e das Obras Públicas sobre o IC7 (Vendas de Galizes?Celorico da Beira), IC6 (Covilhã?Coimbra) e IC37 (Seia?Viseu).
Jorge Costa revelou na semana passada em Gouveia que o Governo está a reanalisar os projectos destes itinerários. Aquele membro do Governo foi mesmo mais longe e disse que estes IC?s se encontram "muito próximos uns dos outros e têm que ser revistos" no âmbito do Plano Rodoviário Nacional.
No entender do secretário de Estado, "parece?nos que para uma região tão pequena, em termos de dimensão de território, são IC?s a mais". Acrescentando que estas acessibilidades têm que ser reequacionadas, para definir os traçados que melhor servem os interesses da região e avançar para os projectos definitivos, porque os meios financeiros à nossa disposição são escassos, há estudos ambientais a ter em conta, assim como a A23 e o facto da A25 ficar pronta em 2006.
Para os autarcas desta região, isto poderá significar que o governo se prepara para colocar na gaveta estas vias que têm vindo a reivindicar há muito tempo.
Para além destes autarcas, também o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto (PSD), deixou claro que o IC6 tem que avançar o mais rapidamente possível. O edil da outra margem da Serra da Estrela está com os autarcas do lado de cá da montanha e quer até o IC6 com perfil de auto?estrada. Isso mesmo já reivindicou junto do primeiro?ministro, Santana Lopes a quem enviou recentemente uma carta solicitando a abertura do concurso público para a construção desta via.
Tentou-se ouvir o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, mas Mário Alves (PSD), que tem sido também um dos mais reivindicativos na questão do IC6, tendo inclusive já ameaçado com uma marcha lenta na EN 17 se o troço do itinerário não fosse construído entre Catraia dos Poço (Arganil) e Vendas de Galizes (Oliveira do Hospital), não quis fazer comentários sobre as declarações do secretário de estado.O autarca não terá ficado muito contente com a opinião apontada.
As declarações do secretário de Estado adjunto e das Obras Públicas desencadearam uma onda de descontentamento nos autarcas da Beira Serra.
Os autarcas da Beira Serra (Arganil, Tábua, Oliveira do Hospital, Seia e Gouveia) não gostaram nada das últimas declarações do secretário de Estado adjunto e das Obras Públicas sobre o IC7 (Vendas de Galizes?Celorico da Beira), IC6 (Covilhã?Coimbra) e IC37 (Seia?Viseu).
Jorge Costa revelou na semana passada em Gouveia que o Governo está a reanalisar os projectos destes itinerários. Aquele membro do Governo foi mesmo mais longe e disse que estes IC?s se encontram "muito próximos uns dos outros e têm que ser revistos" no âmbito do Plano Rodoviário Nacional.
No entender do secretário de Estado, "parece?nos que para uma região tão pequena, em termos de dimensão de território, são IC?s a mais". Acrescentando que estas acessibilidades têm que ser reequacionadas, para definir os traçados que melhor servem os interesses da região e avançar para os projectos definitivos, porque os meios financeiros à nossa disposição são escassos, há estudos ambientais a ter em conta, assim como a A23 e o facto da A25 ficar pronta em 2006.
Para os autarcas desta região, isto poderá significar que o governo se prepara para colocar na gaveta estas vias que têm vindo a reivindicar há muito tempo.
Para além destes autarcas, também o presidente da Câmara da Covilhã, Carlos Pinto (PSD), deixou claro que o IC6 tem que avançar o mais rapidamente possível. O edil da outra margem da Serra da Estrela está com os autarcas do lado de cá da montanha e quer até o IC6 com perfil de auto?estrada. Isso mesmo já reivindicou junto do primeiro?ministro, Santana Lopes a quem enviou recentemente uma carta solicitando a abertura do concurso público para a construção desta via.
Tentou-se ouvir o presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, mas Mário Alves (PSD), que tem sido também um dos mais reivindicativos na questão do IC6, tendo inclusive já ameaçado com uma marcha lenta na EN 17 se o troço do itinerário não fosse construído entre Catraia dos Poço (Arganil) e Vendas de Galizes (Oliveira do Hospital), não quis fazer comentários sobre as declarações do secretário de estado.O autarca não terá ficado muito contente com a opinião apontada.
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