segunda-feira, agosto 08, 2005

LOUSÃ - fez a festa da Volta a Portugal



A Lousã foi o ponto de partida de uma das etapas mais duras da edição deste ano da Volta a Portugal. A azáfama começou bem cedo e foram muitas as pessoas que não deixaram escapar a oportunidade para darem uma vista de olhos aos bastidores de uma prova que, pelas suas características, assume contornos de uma verdadeira festa popular

Não foi preciso esperar muito tempo para que as ruas da Lousã começassem a registar um fluxo de movimento fora do comum. Camiões, veículos de apoio e dezenas de carros e motorizadas da organização invadiram aquela pacata vila do distrito de Coimbra, que há muito ansiava por receber a principal prova velocipédica que se disputa em solo da Volta a Portugal foi montado num ápice e rapidamente os mirones foram-se acercando da fun zone e dos expositores das entidades patrocinadoras da prova. Os mais novos deleitaram-se com os insufláveis que tinham ao seu dispor e também com as brincadeiras dos palhaços, que não deixaram ninguém indiferente.
Na zona vip, os convidados foram-se aglomerando, com as mediáticas Cinha Jardim, Ana Maria Lucas e Paula Coelho a cumprirem na perfeição o papel de relações públicas da prova. Também os ciclistas, não tardaram em surgir no horizonte, preparando-se da melhor forma, física e mentalmente, para a sempre difícil passagem pela Torre. Depois de assinarem o livro de presença, ritual que antecede cada etapa, alguns aproveitaram para dar um curto passeio (de bicicleta, naturalmente) pela localidade, enquanto que outros procuraram manter a leitura em dia, passando os olhos pelos jornais diários.
As atenções incidiram particularmente no camisola amarela, o colombiano Fidel Chácon, e no português Cândido Barbosa, mas nem por isso os restantes bravos do pelotão deixaram de receber palavras de apoio dos lousanenses, que mesmo com o intensificar do calor não arredaram pé, aguardando pacientemente o momento da partida.
A saída dos ciclistas foi consumada cerca das 13h15, com Fernando Carvalho, edil lousanense, a cortar simbolicamente a fita, logo após ter recebido uma lembrança, pelas mãos de Paula Coelho, da empresa que organiza o evento (PAD). O pelotão percorreu ainda algumas artérias da Lousã, sempre acompanhado por uma considerável moldura humana, que não poupou nas palavras de incentivo aos heróis que poucas horas mais tarde iriam subir ao ponto mais elevado de Portugal Continental.

quinta-feira, agosto 04, 2005

A Raça Poiarense..............




Por muitas vezes o Presidente evoca o espirito da raça poiarense e enalte-se-lhe os seguintes atributos.

Fracamente discordamos, pois nem todos os poiarenses viveram sempre em Poiares e já deixaram de:

Levar arroz de frango para a praia.
Comer chanfana na festa da aldeia.
Guardar aquelas cuecas velhas para polir o carro.
Ter tido a última grande vitória militar em 1385 e na Batalha do Buçaco.
Guiar como um maníaco na recta de S.Miguel e ninguém se importar com isso.
Levar a vida mais relaxada do Distrito, mesmo sendo dos últimos de todas as listas.
Ter sempre marisco, tabaco e álcool a preços de saldo.
Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.
Por os máximos para avisar os outros condutores da polícia adiante.
Ter o resto do mundo a pensar que Portugal é uma província espanhola.
Exigir que lhe chamem "Doutor" mesmo sendo um Zé Ninguém.
Passar o domingo no "shopping"em Coimbra.
Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.
Axaxinar o Portuguex ao eskrever.
Ir comer o frango das Medas.
Ir à aldeia todos os fins-de-semana visitar os pais ou avós.
Gravar os "donos da bola" e ser do Sporting.
Ter diariamente pelo menos 8 telenovelas brasileiras na tv.
Já ter "ido à bruxa".
Filhos baptizados e de catecismo na mão mas nunca por os pés na igreja.
Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer.
Ter evacuado o Pavilhão no 11 de Setembro 2001.
Viver mal, e dizer que o Presidente da Camara é bom.
Gracas a Deus, não ser espanhol.
Lavar o carro no chafariz ou na fonte ao domingo.
Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos e com os pretos.
Levar com as piadas dos brasileiros, mas só contar anedotas dos alentejanos.
Ainda ter uma mãe ou avó que se veste de luto.
Viver em casa dos pais até aos 30.
Acender o cigarro a qualquer hora e em qualquer lugar sem quaisquer preocupações.
Ter bigode e ser baixinho(a).
Conduzir quase sempre pela faixa da esquerda.
Ter três telemóveis.
Jurar não comprar azeite Espanhol nem morto, apesar da maioria do azeite fabricado
em Poiares ser feito com oleo Espanhol.
Deixar a telenovela a gravar.
Organizar jogos de futebol solteiros e casados.
Ir à bola, comprar "pro pião" e saltar "prá central".
Gastar uma fortuna no telemóvel mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.
Super-bock, tremoços, caracóis e bifanas.
Cometer 3 infracções ao código da estrada em 5 segundos.
Gracas a Deus, não ser brasileiro.
Algarve em Agosto.
Ir passear de carro ao domingo até Coimbra.
Não conseguir fazer uma torrada na torradeira.
Dizer "prontos" no fim de cada frase, com os "há-des", os "há-dem" e os
"fizestes" pelo meio.

Para ser mais exacto, podes acrescentar.... e passar ao próximo...

segunda-feira, agosto 01, 2005

A política deixou de ser a já de si cínica arte do possível, para ser a arte do engano.



Os mais recentes actos eleitorais em Portugal estão repletos de provas disso: promessas não cumpridas, garantias desmentidas. A demagogia instalou-se e faz parte dos métodos de acção de todos os quadrantes políticos.

É cada vez mais evidente que um dos factores mais imobilistas e com maiores responsabilidades na incapacidade de funcionamento do sistema vem da ausência de uma reforma profunda na Administração Pública.
A função pública vale votos demais para poder ser tocada. A incapacidade em a reformar está directamente ligada à incapacidade em governar o país e em provocar mudanças estruturais.
Enquanto não se mudar a administração pública a despesa dificilmente diminuirá e o país não conseguirá progredir. Este ano teremos eleições autárquicas, o que é um outro mundo acrescido de clientelismo, o da administração local e todos os seus anexos.
Os autarcas gostam de se considerar os alicerces do regime, mas um estudo cuidado à realidade da gestão autárquica a nível nacional mostraria muito desperdício, muita obra feita para as feiras de vaidades pessoais dos presidentes de câmaras, provavelmente pouca obra social e demasiadas rotundas e construção civil. Os autarcas ? salvo raras e honrosas excepções - transformaram-se em loteadores, são sobretudo o apoio estratégico de construtores civis e especuladores imobiliários.
O retrato desenfreado da nova construção no país é prova disso mesmo. Confunde-se desenvolvimento com construção ? é a expressão da política do betão a nível autárquico. Em 35 anos o número de habitações em Portugal mais que duplicou. Teoricamente temos uma casa para cada duas pessoas e preferimos demolir e construir, a recuperar e conservar. O resultado está à vista na paisagem e não é bonito de se ver.
Nas autarquias os serviços prestados aos cidadãos são chocantemente maus e caros.
A burocracia é maior que na administração central, a ineficácia é gigantesca, o tráfico de influências e as alianças espúrias são correntes e as suspeitas de corrupção persistem. Não acredito na bondade dos políticos nem dos aspirantes a políticos. As obras públicas e as decisões urbanísticas são em grande parte o pagamento das campanhas eleitorais.

E, agora digam-me: com um quadro destes acham que os partidos e o sistema político, tal como hoje existem, podem alterar alguma coisa?
Cada vez mais a intervenção cívica apenas faz sentido fora dos partidos ? e frequentemente contra eles.
E por este andar a participação cívica faz mais sentido fora do quadro das eleições.
Vamos a eles.

sábado, julho 30, 2005

Mário Soares já lançou a sua campanha



Enquanto vai ouvindo os partidos, personalidades, associações, sindicatos e cientistas Mário Soares já lançou a sua campanha, contrariando a malícia dos cavaquistas que tentam passar a ideia de que Soares já está fora do prazo; com o outdoor que vai a ser lançado Mário Soares quer dizer que ainda está em condições para mais um par de meias-solas e que na próxima presidência o Palácio de Belém vai abandonar as presidências abertas para escancarar as portas às "boas abertas".

Pacheco Pereira ficou um bocadinho danado:

Soares concorre porque não lhe passa pela cabeça qualquer partilha do poder socialista. Ele é um homem de partido, com uma cultura jacobina do poder, quer no estado, quer no partido, e pouco propício a partilhá-la com quem acha que não é da família ou da tribo. Nesta pulsão, reconhece-se o mesmo Soares que empurrou o grupo socialista do Parlamento Europeu para uma estratégia do "tudo ou nada", e que o levou ao "nada".
Depois, quando perdeu, chamou com despeito "dona de casa" à sua concorrente, que ainda por cima era uma mulher. O mesmo tipo de atitude existe para um Cavaco que ele achará sempre que é um parvenu na "sua" democracia. Para ele seria uma quase afronta que Cavaco fosse Presidente, no lugar que foi o seu, e "mandasse" no PS. Irritava-o o que achava ser uma complacência dos socialistas perante a inevitabilidade de Cavaco. Convenceu-se de que só ele o pode impedir, e não desdenha mostrar essa capacidade salvífica combatendo para o evitar, o que aliás é mérito seu, porque combativo será sempre.

quinta-feira, julho 28, 2005

Crise de ciumes entre a GNR e a PM local

Isto está mesmo para durar.

Com a chegada da Policia Municipal a Poiares tem vindo ao de cima o nivel da postura de alguns elementos da GNR que por cá andavam.

Se eram elementos mal queridos pela população em geral, por serem arrogantes, semi analfabetos, desataviados , mal cheirosos e mal educados, pensava-se que começassem a arredar pé da Vila e começassem a trabalhar como deve ser, nas zonas rurais e a calcorrear os caminhos entre as aldeias, para conhecer o concelho profundo.

Mas não. Ainda não aprenderam nem querem aprender com a jovialidade, limpeza, educação e prestimo que apresentam os elementos da Policia Municipal.
É um encanto abordar e falar com estes novos elementos. São colaborantes, ajudam quem precisa, são preventivos ajudando a resolver situações pontuais.

Precisamente e do lado oposto está a GNR com elementos com quem nem apetece falar, que mal sabem o que dizem, com uma falta de cultura assustadora, inclusivamente com mau aspecto e mal cuidados, que desacreditam a farda e a instituição que representam.
Tambem andam com o caderno debaixo do braço, mas cuidado que é um caderno mesmo sebento.

E tudo isto vem a proposito de aqui ha uns dias, um par da GNR, vulgo parelha resolver ir chatear as pessoas que tinham estacionado os carros na descida do acesso ao Ecomarche....ou melhor, não foram chatear, foram logo multar.

Como se pôde verificar, foi uma atitude digna de uma autoridade colaborante, dialogante, esclarecedora e bem disposta.

No meio daquela palhaçada toda, que foi assim que as pessoas apelidaram aquele " arrastão", uma senhora veraneante, daquelas que ainda Vêm de vez em quando à sua terra natal, ficou estupefacta porque estacionou o carro nessa tal descida e um artista daqueles, mal a apanhou de costas começou a passar o papelinho.

Com educação e paciencia a referida senhora dirigiu-se ao referido artista, a perguntar porque a estavam a multar.À sua boa maneira, o artista não falou, continuou a preencher o papelito, virou-lhe as costas e foi-se embora....continuando a prencher papeis de todas as viaturas que lá estavam ate meio da rua.

Como é natural, juntou-se muita gente que apreciou o indecoro daqueles elementos e que ninguem conseguiu perceber porque se estavam a deixar estacionar as viaturas e depois a ir multa-las.Não seria mais bonito aqueles artistas estarem la pelo menos para avisar a não estacionar e naturalmente não deixar estacionar?

Mas então o que se passa ou passou naquela rua do Ecomarche?
- Não ha sinalização nenhuma nem vertical, nem horizontal que proiba estacionamentos.
- Não há marcações provisorias no pavimento que proibam o estacionamento junto ao passeio.
- Não ha marcação continua no eixo da via que dificulte a livre circulação de viaturas
- As viaturas estacionadas estavam a distancias superiores ao regulamentado, na proximidade do cruzamento com a Est. Municipal.

Nestas situações de duvida, que toda a gente naquele momento teve, a douta autoridade dum semi-analfabeto não se dignou explicar porque estava a actuar daquela maneira.
Será que não se saberia expressar para justificar o procedimento? Será que não entendeu bem o Codigo da Estrada? Será que interpretou mal alguma Postura Municipal esquisita? Será que foi actuar a mando do gerente do ECO ?

Francamente ninguem ficou a saber porque a GNR andava a multar.

Ninguem ficou a saber porque não anda a GNR no concelho a patrulhar as matas em acções preventivas contra os fogos e não anda tambem a patrulhar os rios.

Todos estão fartos deles a ve-los, só a patrulhar os carros mal estacionados com os tais cadernos todos sebentos de baixo do braço...e andam logo aos pares, advindo logo daí o tal termo de parelha.

Para esse serviço deixem ao menos a simpatia e a higiene dos elementos da Policia Municipal.

Com o passar dos tempos já é raro encontra as tais outras parelhas, que essas sim eram para trabalhar.

Já o povo está farto de gente mal cheirosa.

Mas que raio de racismo é este...........

Tiroteio agitou noite no Bairro do Ingote

Ha uns dias foram os pretos em Carcavelos, houve o cuidado de nos quererem impingir que não houve arrastão.Ate parece que as fotos e as imagens na TV foram fotomontagens.
Agora foram os ciganos no Ingote. Haja Deus ou haja Jaime Soares.

Jaime Soares ha uns anos encheu-se de coragem e resolveu o problema dos roubos, assaltos e dos meninos mal cheirosos que proliferavam em Poiares.
Parece que os GNR nem mexeram uma palha, ou por cagufa ou por excesso de zelo democratico.

Tudo foi provocado por um cigano forasteiro que se dirigiu a este bairro de habitação social para disparar sobre o prédio onde moram vendedores ambulantes com banca no Bota Abaixo. A PSP não efectuou detenções, como sempre nestes casos de racismo. Lutas entre raças da mesma raça,ora nem mais....
Rebentou um tiroteio no Ingote e uma bala extraviada perfurou o vidro de uma janela.
Há muitos anos que Maria não assistia a uma cena tão violenta como a de anteontem. Testemunhas pediram o anonimato, por receio de represálias.
Será que ainda temos um País livre ou será melhor livrarem-nos destas situações?


Ontem, no Ingote, falava-se em terror, para descrever a alegada troca de mais de uma dezena tiros de caçadeira e pistola, que terá durado uns 15 minutos. Segundo a Polícia de Segurança Pública (PSP), o rastilho da contenda terá sido a disputa de lugares de venda ambulante no Bota Abaixo.
Quando a PSP chegou ao local, tarde e a màs horas como convinha,já tudo terminara e, supostamente, sem feridos a registar. Foram recolhidos cartuxos de espingarda vazios e feitos interrogatórios a dois suspeitos, mas não houve detenções,como é da praxe.

Foi uma surpresa

O presidente da Associação Cigana sedeada no Ingote, Joaquim Barbosa, pede que «não escondam os problemas do bairro».

Mas não é à PSP que se refere, pois considera que esta força de segurança tem ali feito um bom trabalho. Que se saiba nunca lá houve rusgas para descobrir verdadeiros arsenais de armamento nas mãos de elementos das etnias.
Como possivel haver nestePaís tanto armamento clandestino?
Se encontrarem um pacifico cidadão com uma arma de defesa em casa ou no carro será o bom e o bonito. Será considerado pelas autoridades um verdadeiro malfeitor e é maltratado pelas policias. Tal como quem estaciona mal as viaturas, ou é malfeitor ou é bandido e é logo multado.
Se apanharem alguem das tais etnias, pois são uns coitadinhos que andavm a dar milho aos pombos e podem ir para casa retemperar forças, para virem fazer desordens.

Maria, porém, não perdeu tempo e com razão , ontem mesmo, pediu uma audiência ao presidente da Câmara de Coimbra, Carlos Encarnação.
Haja alguém que ponha mão nisto», reclamou a moradora, que já entregou à PSP a bala que lhe entrou em casa.

Só uma solução à Jaime Soares seria um bom exemplo para medir forças.Não contem com as forças policiais para resolver estes problemas.
Eles internamente não se entendem e nem os problemas deles sabem resolver.

sexta-feira, julho 22, 2005

FOGOOOO.......AFLIÇÃO



Mais de sete dezenas de pessoas ficaram ontem alojadas no Polivalente de Coja. Vindas de várias localidades da freguesia, foram evacuadas devido à intensidade do fumo, durante a noite e dia de ontem. Também ontem foi accionado o Plano Municipal de Emergência de Arganil.


Apesar da intensidade das chamas que continuarem a lavrar em diversas frentes na zona do Piódão, o ambiente serenou, durante o dia de ontem, na freguesia de Coja, depois de uma noite atormentada. Mário Vale, vice-presidente da autarquia de Arganil, explicou que, devido à intensidade do fumo e não tanto pela proximidade das chamas, foi necessário proceder à evacuação de algumas dezenas de pessoas, nomeadamente das localidades de Piódão, Chãs de Égua, Foz da Égua, Tojo, Foz Pirreiro e Covica. A estes, sobretudo pessoas de idade avançada, mas também alguns jovens, juntaram-se, durante o dia de ontem, habitantes de Sobral Gordo, Soito da Ruiva, Mourisia e Tojo.
No total, estavam, ontem ao princípio da noite, 73 pessoas alojadas no Polivalente de Coja, de acordo com Mário Vale, que sublinhou o facto da autarquia ter accionado o Plano de Emergência, não tanto pelas chamas, mas sobretudo devido aos efeitos do fumo.
Preocupado com o desenvolvimento do fogo, que transformou a Serra de Açor num verdadeiro pasto de chamas, Mário Vale sublinha a forma eficaz como todo o processo de alojamento das populações evacuadas - algumas da quais com a roupa que tinham no corpo - foi conduzido, bem como o apoio prestado, mormente ao nível de assistência.
Apesar da imensidão das chamas, que chegaram ao concelho de Arganil, vindas de Seia, na tarde de quarta-feira, não há registo de destruição a não ser da floresta. Ardeu uma escola em Souto da Ruiva, afirmou Mário Vale, adiantando que se trata de uma antiga escola primária, desactivada há muito, que a autarquia cedeu à comissão de melhoramentos local. Tirando isso, segundo o autarca, há apenas registo da destruição de alguns barracões.


Coordenação eficaz

O governador civil que acompanhou de perto, ao longo de todo o dia ,as operações de combate às chamas, deslocou-se ontem à tarde ao centro de comando, instalado na Serra do Açor, onde de resto também esteve, ontem por volta das 17h00, o ministro da Administração Interna.
Henrique Fernandes exalta a boa articulação dos diferentes organismos em prol da eficácia, nomeadamente forças de segurança, bombeiros, serviços com responsabilidade na gestão da floresta, dispositivos que trabalham na área da prevenção e serviços municipais. A propósito, refere-se ao facto de terem sido accionados os planos de emergência de Oliveira do Hospital (quarta-feira à noite) e Arganil (ontem), considerando que funcionaram perfeitamente.
Foi possível evacuar, com segurança e tranquilidade, de forma preventiva, cerca de 200 pessoas», afirmou, referindo-se a todo o apoio, em termos de alimentação e alojamento, que rapidamente foi operacionalizado, quer em Coja, quer em Oliveira do Hospital, onde foram evacuadas pessoas das povoações de Parente e Chãs de Égua.
No terreno estavam, ontem ao princípio da noite, com as chamas mais calmas mas ainda longe de serem consideradas sob controlo, após 57 horas sem tréguas, como sublinha o governador civil, 210 bombeiros, 60 viaturas e três máquinas de arrasto, consideradas fundamentais nas operações. De importância significativa, sobretudo para retardar as chamas, estiveram, também, os meios aéreos, nomeadamente, segundo o governante, dois helicópteros, um cannadair e um dromadair, cujas descargas com uma precisão cirúrgica» são fundamentais no entender de Henrique Fernandes.



Aflição em Oliveira do Hospital

Em Oliveira do Hospital ontem ao princípio da noite a situação era de quase desespero, com os bombeiros, exaustos, a lutarem contra as chamas. Parece gasolina a arder, disse o comandante da corporação, que há três dias consecutivos se defronta numa guerra sem tréguas com o fogo. Depois de, na noite de quarta-feira, ter sido accionado o Plano de Emergência e terem sido evacuadas algumas povoações, a manhã de ontem acabou por se revelar mais calma. Segundo aquele responsável, o incêndio foi praticamente extinto ao final da manhã, mas, por volta das 14h00, o aumento da temperatura, do vento e a baixa humidade, provocaram o reacendimento, na zona de S. Sobral, com as chamas a ganharam terreno ao longo da encosta.
Ao princípio da noite, segundo fonte dos bombeiros, o incêndio lavrava em direcção a Parente, Alvoco de Várzeas e Avelar, localidades sobre as quais recaíam as atenções dos bombeiros, que procuravam evitar a aproximação das chamas. Ainda durante a tarde de ontem, e segundo a mesma fonte, foi necessário proceder à evacuação da pequena povoação da Malhada.
Exaustos, sem perspectivas de verem o fogo controlado, os bombeiros de Oliveira do Hospital mantinham-se no terreno, contando com a colaboração da corporação de Vila Nova de Oliveirinha.

quinta-feira, julho 21, 2005

ARGANIL - Aldeia do Piódão evacuada à noite




A aldeia do Piódão, Arganil, foi evacuada ontem à noite, por precaução, uma vez que o fogo que lavra há dois dias na Serra da Estrela, nos concelhos de Seia e Oliveira do Hospital, distrito da Guarda, alastrou para aquela zona. A decisão, segundo fonte do Centro Nacional de Operações de Socorro, foi tomada pelo presidente da Câmara de Arganil, por precaução, uma vez que as chamas avançavam em direcção à aldeia.
O mesmo incêndio florestal avançou, noutra frente, também para o concelho da Covilhã, na zona de Trigais, revelou fonte dos bombeiros. A mesma fonte indicou que, devido a este fogo, que lavra desde segunda?feira, foram evacuadas por precaução crianças e idosos das localidades de Vide, Baviosa, Cid, Fontão, Fradigas, Povoa e Bailão.Segundo Seara Pires, Comandante dos Bombeiros de Vila Nova de Tazem, ?o fogo dividiu?se em muitas frentes, cuja intervenção é difícil de coordenar devido à noite, ao terreno, que é íngreme e aos difíceis acessos?.
O Centro Nacional de Operações de Socorro não confirmou, à hora de fecho desta edição, que a aldeia de Torno, que fora evacuada, tivesse sido atingida pelas chamas.

terça-feira, julho 19, 2005

As Vereadoras do PSD não se dão bem com os Presidentes.....



Em Coimbra Teresa Violante renuncia com críticas a Encarnação .

Em Poiares, Teresa Carvalho e Deolinda Gonçalves tambem foram postas a mexer.

Teresa Violante acusou Carlos Encarnação de ter tido um comportamento indecoroso, ofensivo e danoso para com a sua pessoa e renunciou ao cargo de vereadora.
Presente na reunião do executivo camarário para usufruir do direito de resposta, ao contraditório, rejeitou a acusação de falta de lealdade e garantiu que sai convicta de que respeitou os padrões legais, éticos e morais. Encarnação diz que o contrato com a Bioevent não foi cumprido.

segunda-feira, julho 18, 2005

Novos caminhos para o Turismo

Para uns, o Centro de Portugal pode ser apenas o Sul do Norte ou o Norte do Sul do país. Para outros, a sorte está no Centro. É um caso único, regado pela água que aqui nasce e semeado pela diversidade que brotou em tão pequeno território.
O turismo pode dar um novo sentido a este pedaço de terra e o nome Centro de Portugal vai começar a ser vendido lá fora.

Procuram-se aliados para se associarem a um projecto de promoção turística do Centro de Portugal. A Associação para o Desenvolvimento do Turismo na Região Centro já desencalhou a Agência de Promoção Turística, nascida para promover o Centro de Portugal no mercado externo. Há dinheiro disponível para a tarefa e a garantia de que o ICEP financia 66% desse investimento.
Resta preencher os restantes 33%, com verbas das regiões de turismo e investimento privado, para que se totalize um milhão de euros, ou 200 mil contos e, finalmente, tornar possível levar a diversidade e singularidade desta região ao mercado externo, promovendo-se o Centro de Portugal lá fora.
Foi isto que ficou decidido num dia histórico para a região Centro, quando a assembleia geral e extraordinária da Associação para o Desenvolvimento do Turismo da Região Centro aprovou a alteração de estatutos. A marca Centro de Portugal nasceu nesse dia e com a aprovação de autarcas, regiões de turismo, universidades, empresários e associações. Os interesses caminharam para o Centro, que agora vai ser vendido e promovido como um produto único.



«Em termos de turismo, a região Centro tem sido vista um pouco como o Sul do Norte ou o Norte do Sul do país. Vamos dar outra perspectiva e a secção de promoção turística, que agora abriu na Associação, vai aliciar as empresas de turismo para ocuparam um lugar de sócios aliados». José Manuel Alves, presidente da Região de Turismo do Centro e da Associação para o Desenvolvimento do Turismo da Região Centro, há muito que insiste em provar esta diferença que o Centro de Portugal pode proporcionar. Os actores acreditaram e dá-se agora início a uma nova cultura regional.

E onde é que Poiares fica no meio disto tudo?

É aqui, neste pequeno território, que se juntam recursos tão diferentes e isto é uma sorte, mas também um caso único em Portugal. Poiares não pode escapar a uma liderança que lhe deve caber, porque as diferenças que caracterizam cada um dos espaços acabam por ser um sinal de complementaridade. É uma notoriedade esta diferença e precisamos de tirar partido dela.

Poiares fica num centro e rodeada de toda a diversidade.
Serras a poucos minutos: Lousã, Bucaço, Caramulo, Açor e Estrela.
Rios a delimita-la : Mondego, Alva e Ceira e as suas Barragens da Aguieira e Fronhas.
..até em Poiares ha a chanfana dos astronautas.

e para quem não saiba a ELSA da TMN do parque de Campismo é de Poiares e o Jaime dos Bombeiros tambem.

Ninguém fica de fora e se antes se olhava especialmente para a vertente Sol e Mar, hoje há desvios para novos segmentos de mercado. O mar da região Centro continua a ser o que está mais perto de quem mora em Salamanca (Espanha), mas há novas centralidades que se podem criar.
Cada concelho já sabe os pontos fortes e fracos da oferta turística. A Associação para o Desenvolvimento do Turismo da Região Centro concluiu esse trabalho. Falta que nasçam decisões e obras que apaguem os pontos fracos que subsistem.

quarta-feira, julho 13, 2005

Alívio em Penacova




Depois de mais de 48 horas de aflição e duas noites sem dormir, as localidades afectadas pelo incêndio que deflagrou domingo em Vale da Formiga, Penacova, regressaram ontem a um clima de normalidade relativa, interrompida, a espaços, por diversos reacendimentos

Muitos moradores de várias localidades do concelho de Penacova só ontem conseguiram dormir pela primeira vez em cerca de dois dias, depois de mais de 48 horas desde que deflagrou o incêndio em Vale da Formiga. Contudo, apesar de alguma acalmia, os reacendimentos foram ontem uma constante em plena Serra do Buçaco, fazendo regressar os temores dos dois dias anteriores.
A localidade de Chã, ameaçada pelas chamas na segunda-feira à noite, altura em que chegou a ser ordenada a evacuação, voltou ontem a sofrer o ataque do fogo, combatido por extenuados bombeiros de corporações das mais diversas proveniências, com o apoio de meios aéreos.
Não muito longe, em Carvalhal de Mançores e Mont?Alto, são visíveis as marcas da des- truição, com hectares de floresta ardida até onde a vista alcança, tendo apenas sobrado uma pequena capela onde muita gente pratica a sua devoção.
A mesma situação verifica-se numa extensa área que vai desde a localidade de Palmazes, perto da Espinheira, até quase à Raiva, existindo muito poucas manchas que ficaram incólumes.
Na noite de domingo, o fogo atacou a encosta junto ao IP3 tendo obrigado ao seu corte durante toda a madrugada, ficando a situação controlada pela manhã, com a chegada dos meios aéreos.
Seria sol de pouca dura, uma vez que uma das frentes avançou na direcção de Penacova, queimando a zona do Mont?Alto e Selgã, chegando mesmo a ameaçar os arvoredos vizinho da fábrica das Águas de Penacova e obrigando à evacuação do parque de campismo municipal e novo corte da via rápida, com gigantes engarrafamentos na estrada nacional.
Com o cair da noite, a encosta junto ao IP3 voltou a ser preocupação. O vento empurrou chamas com várias dezenas de metros de altura, que consumiram a pouca floresta que restava nesta zona. Valeu a existência de aceiros e a pertinácia dos bombeiros, que impediram que o fogo ultrapassasse a via rápida, colocando em perigo as povoações de Casalito e Casal de Santo Amaro.
Nas bocas dos populares e de muitos bombeiros, este grande incêndio só pode ter sido provocado por mão criminosa, especialmente pela ocorrência simultânea de outros focos em locais onde seria impossível haver projecção de detritos incandescente.
Um dos exemplos ocorreu na madrugada de ontem, por volta das 0h00. Numa altura em que a frente sul do principal fogo ardia com intensidade, começou a arder numa zona distante, por obra e graça de Nossa Senhora, logo após terem sido avistados faróis de automóvel. Os bombeiros conseguiram apagar este foco, fizeram rescaldo, mas ontem voltou a verificar-se um reacendimento neste local.
Ao final da tarde, o grande incêndio de que Penacova tinha escapado durante vários anos, ainda ardia em vários locais onde as chamas reapareceram depois de terem sido apagadas.
Para complicar, as preocupações dos bombeiros tiveram que se virar para a margem esquerda do Mondego, onde surgiu um novo foco de incêndio, perto da Ronqueira, que se dirigia para o concelho de Poiares.
No incêndio de Penacova arderam cerca de mil hectares, tendo o combate sido feito por centenas de bombeiros e mais de uma dezena de meios aéreos, desde helicópteros a aviões ligeiros e pesados.

Tribunal da Lousã condenou maquinista


O Tribunal da Lousã condenou ontem a três anos de prisão, com pena suspensa por igual período, um maquinista da CP que em 2002 esteve envolvido num choque de comboios que provocou cinco mortos e três feridos

O arguido, considerado culpado de cinco crimes de homicídio por negligência e mais três crimes de ofensas à integridade física por negligência, foi ainda condenado a pagar, solidariamente com a REFER e a CP, um total de cerca de 700 mil euros de indemnizações aos familiares das vítimas falecidas e às sobreviventes.
O acidente deu-se em Abril de 2002 a 800 metros da estação da CP na Lousã alegadamente por o comboio conduzido por Ilídio Pinto não ter respeitado a ordem de paragem para permitir o cruzamento excepcional de outra composição que dava formação a maquinistas.
No acidente morreram quatro ocupantes do comboio de instrução e ainda Ambrósio Ascensão, chefe do comboio conduzido por Ilídio Pinto, que seria também responsabilizado caso tivesse sobrevivido ao acidente, visto ser o responsável pela ordem de avanço e paragem das composições.
O tribunal apurou que competia a Ambrósio Ascensão ordenar a marcha do comboio e que este não accionou o freio de emergência, o que deveria ter acontecido se tivesse detectado um desrespeito da determinação por Ilídio, mas valorizou o facto de o maquinista ter recebido uma informação escrita do chefe da estação de Miranda do Corvo a determinar a paragem na Lousã até à chegada da composição de instrução.
O advogado de Ilídio Pinto escusou-se a comentar a decisão do tribunal, frisando que só após a análise do acórdão decidirá se avança ou não com recurso para o Tribunal da Relação.
No entanto, António Medeiros, presidente do Sindicato dos Maquinistas, admitiu a hipótese de o seu advogado recorrer da decisão, por entender que o colega é vítima de um sistema de circulação obsoleto, um sistema simplificado da primeira parte do século passado.«Ele já foi vítima em termos físicos», frisou o dirigente em alusão às graves lesões sofridas por Ilídio Pinto, que o impossibilitam de exercer a actividade e hoje justificaram a sua ausência na leitura da sentença no Tribunal da Lousã.
No final a juíza titular do processo apelou à CP e à REFER para que consigam ultrapassar as insuficiências existentes no ramal ferroviário Coimbra-Lousã, para que acidentes destes não se voltem a repetir.

terça-feira, julho 12, 2005

OS TRABALHADORES

  

O RUSSO


Levanta-se às 5 da manhã
come um bife de veado
pôe uma garrafa de vodka debaixo do braço
e vai trabalhar até às 6 da tarde.

O ALEMÃO

Levanta-se às 6 da manhã
come um bife e duas salsichas
põe uma garrafa de cerveja debaixo do braço
e vai trabalhar até às 8 da tarde.

O FRANCÊS

Levanta-se às 7 da manhã
come um bife com dois ovos a cavalo
põe uma garrafa de "rouge" debaixo do braço
e vai trabalhar até às 6 da tarde.

 O PORTUGUÊS DE POIARES

Levanta-se às 10 da manhã
toma um galão e um queque
põe uma garrafa de mijo debaixo do braço
e vai à Segurança Social pedir baixa

Florestas: Governo cria fundo de apoio

E avança com Plano Nacional em 2006 com orientações estratégicas nesta área para um horizonte entre 15 a 20 anos

O Governo anunciou hoje a criação de um fundo de apoio à floresta e que em 2006 tenciona por em prática um plano nacional com orientações estratégicas nesta área para um horizonte entre 15 a 20 anos.

Ao intervir hoje, na Universidade de Coimbra, no encerramento da Conferência Internacional Investir nas Florestas Portuguesas, o ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, adiantou que a criação desse fundo apenas aguarda "luz verde" da União Europeia, o que deverá acontecer em breve.

Para o denominado Fundo Imobiliário Florestal - segundo adiantou Jaime Silva - o Governo já reservou 20 milhões de euros para co-financiamento, deixando também uma parcela para a comparticipação dos agentes privados.

Segundo o governante, os recursos desse fundo cobrirão "todo o investimento na floresta", sejam novas plantações, reflorestação das áreas queimadas ou gestão activa da floresta.
No entanto, advertiu que os incentivos ao investimento vão privilegiar a gestão activa da floresta em regime de associativismo, uma forma de contornar a reduzida dimensão fundiária (80 por cento das explorações com menos de três hectares) e introduzir rentabilidade e competitividade.

Perante as cerca de oito dezenas de participantes na conferência, e em face do teor das recomendações feitas nos quatro painéis de discussão, Jaime Silva salientou que o diagnóstico da realidade suscita unanimidade.

Mas perante a recomendação de reforço dos incentivos, o ministro observou que se depara com "um paradoxo", em que os elevados investimentos feitos ao longo dos anos não contribuíram, na maioria dos casos, para a modernização das explorações florestais.

"Não podemos reservar para a floresta um importante orçamento se não formos capazes de ultrapassar esse paradoxo", sublinhou, apelando à responsabilidade dos agentes privados, ao mesmo tempo que afirmava ser a floresta uma das prioridades do seu ministério.

Reportando-se à recomendação para criar incentivos fiscais e penalizações para os detentores de explorações, o ministro Jaime Silva admitiu essa possibilidade, embora tenha dito que o ambiente de rigor orçamental imposto pelo Governo não é favorável a tais medidas no imediato.

Este ano o Governo tenciona ter concluído o Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios e ainda o Plano Nacional da Floresta, este último para vigorar num horizonte temporal de 10 a 15 anos.

Após a conclusão do Plano Nacional da Floresta, o governante tenciona coloca-lo à discussão pública, para entrar em vigor em 2006.
Vamos ver o que se irá fazer em Poiares.Se se põe ou não à discussão publica., Se nem o PDM se pos à discussão quanto mais uma coisa destas que só dá chatices.Os autarcas deste concelho já estão velhos e não têm idade para se andarem a chatear no meio do mato.Poiares já não quer ser um concelho rural. Urbano é que está a dar.

O documento enquadrará os apoios existentes, o envolvimento das autarquias e do exército, entre outros domínios, acrescentou.

Miguel Cadilhe, presidente da Agência Portuguesa para o Investimento (API), realçou que a aposta nos recursos endógenos, em que se enquadra a floresta, é a via para introduzir competitividade à economia portuguesa face às exigências macroeconómicas da União Europeia.

Para este economista, que interveio na sessão de encerramento, em Portugal "não há um regime florestal digno desse nome e é preciso cria-lo".

As florestas portuguesas fazem lembrar aquele homem que morreu de sede ao pé da fonte, referiu o presidente da API, entidade que hoje levou a cabo a Conferência Internacional Investir nas Florestas Portuguesas, em conjunto com a Universidade de Coimbra.

Fogos na Região Centro - O que é feito de Jaime Soares .?..




O Candidato a presidente da Liga dos Bombeiros tem andado desaparecido das Televisões, das Radios e dos Jornais.
O que se terá passado ? Andará doente? ou anda a preparar alguma caldeirada ou peixeirada? Ele que se pelava para se meter à frente das camaras como o Emplastro, não tem dado sinal de si.
Depois de terem corrido com ele, vamos ver no que isto vai dar.
Ainda vai dizer que se fosse Presidente da Liga mandava chover para que não houvesse tanto fogo...bla..bla...bla.
Cinco bombeiros feridos em combate às chamas.
Desde domingo passado que a região Centro está a ser fustigada pelos incêndios. Penacova, Soure, Castro Daire, Tondela, Pedrógão Grande, Seia têm sido, nos últimos dias, os concelhos mais afectados. Além dos muitos bens consumidos pelas chamas, há a lamentar ferimentos em cinco bombeiros

O incêndio florestal que domingo deflagrou em Vale Formiga, no concelho de Penacova, continuava ontem activo, segundo o comandante do Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra. A maior preocupação dos bombeiros durante o dia de ontem era evitar que as chamas atingissem a Serra do Buçaco.
Segundo a mesma fonte, mantiveram-se durante toda a tarde e princípio da noite em Vale Formiga 25 corporações de bombeiros, num total de 192 elementos apoiados por 47 viaturas, bem como quatro helicópteros e dois aviões.

IP3 fechado e parque de campismo evacuado

Um reacendimento durante a tarde de ontem obrigou a que os bombeiros de várias corporações se mantivessem em Vale Formiga, Penacova, durante toda a noite. O fogo andou muito perto da vila e, inclusive, obrigou ao corte do IP3, nos nós da Espinheira e Miro. Segundo uma fonte da Brigada de Trânsito (BT) de Coimbra, esta via foi fechada nos dois sentidos às 17h50, e o Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS), disse ao nosso Jornal ao fim da tarde (perto das 20h00) não saber quando a via seria aberta ao trânsito, uma vez que as chamas e o fumo intenso cobriu aquela rodovia. A mesma fonte (CDOS), disse ás 20h00, que no teatro de operações estavam ainda 23 corporações dos bombeiros, 40 viaturas, 148 bombeiros, três helicópteros e dois aviões, bem como um contingente de militares de vários aquartelamentos.
Entretanto, cerca das 22h00, o CDOS avançava com a informação de que, por medida de precaução, o parque de campismo fora evacuado. Também Aldeia das Chãs foi evacuada, embora, frisou a mesma fonte, não houvesse casas em perigo.