BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
quarta-feira, setembro 21, 2005
A Foto que falta em Poiares
Apos a inauguração das escadas do Cristo na Cruz e da Rotunda dos Aviadores so falta este quadro nas escadas da Câmara.
terça-feira, setembro 20, 2005
Coisas com Sentido

(ou não, apenas parvas)
1. Para evitar filhos, faça amor com a cunhada. Só nascem sobrinhos...
2. Todos os cogumelos são comestiveis. Alguns só uma vez...
3. Seja porreiro com os seus filhos. São eles que vão escolher o seu asilo.
4. Nasci careca, nu e sem dentes. O que vier, é lucro!
5. Amigos vêm e vão, inimigos acumulam...
6. Se o amor é cego, o que é preciso é apalpar...
7. Se a mulher fosse boa, Deus tinha uma. E se fosse de confiança, o Diabo não tinha cornos...
8. Sabem porque que o pão se queima, o leite entorna, e a mulher engravida? Porque nao se tira a tempo...
9. Alguns homens amam tanto as suas mulheres, que para não as gastarem preferem usar as dos amigos...
10. Pior que uma pedra no sapato só um grão de areia no preservativo...
11. E se um dia te sentires inútil ou deprimido, lembra-te só disto: Já houve um dia em que foste o espermatozoide mais rápido do grupo!!!
12. Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia...
13. Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo...
14. O que leva os homens a perseguir mulheres com quem não tencionam casar? O mesmo impulso que leva os cães a perseguir carros que não tencionam conduzir...
15. É melhor abrir um e-mail com vírus, do que uma carta com antrax!
16. As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis!
17. O teu futuro depende dos teus sonhos. Não percas tempo... vai dormir!
18. O amor é como a gripe, apanha-se na rua, resolve-se na cama...
19. Os Homens mentiam bem menos, se as Mulheres nao perguntassem tanto!
segunda-feira, setembro 19, 2005
Cinco medidas para defender a floresta
Alterar lei fundiária

Jaime Soares, bombeiro e Presidente da Câmara de Poiares , quer mais competências para os comandantes.
1 Efectuar o cadastro da propriedade e alterar a lei fundiária.
2 Plantar nas zonas agora ocupadas por mato (1 milhão de hectares) espécies autóctones, como o sobreiro, nogueira e cerejeira, que são resistentes ao fogo.
3 Incentivos à pastorícia e criar zonas de caça e turismo.
4 Reequipamento dos corpos de bombeiros, consoante a zona.
5 Bombeiros deviam ser um subsector autónomo mas interligado com a Protecção Civil. Dar mais competências e responsabilidades aos comandantes e penalizá-los se não forem capazes de cumprir a sua missão.
Jaime Soares, bombeiro e Presidente da Câmara de Poiares , quer mais competências para os comandantes.
1 Efectuar o cadastro da propriedade e alterar a lei fundiária.
2 Plantar nas zonas agora ocupadas por mato (1 milhão de hectares) espécies autóctones, como o sobreiro, nogueira e cerejeira, que são resistentes ao fogo.
3 Incentivos à pastorícia e criar zonas de caça e turismo.
4 Reequipamento dos corpos de bombeiros, consoante a zona.
5 Bombeiros deviam ser um subsector autónomo mas interligado com a Protecção Civil. Dar mais competências e responsabilidades aos comandantes e penalizá-los se não forem capazes de cumprir a sua missão.
domingo, setembro 18, 2005
COIMBRA - Inaugurado Parque Campismo no Arieiro

A empresa que gere o parque quer ali instalar o melhor ginásio do concelho e outras estruturas de desporto e lazer.
O novo parque de campismo de Coimbra, ontem inaugurado no Areeiro, estende?se por seis hectares de terreno, com direito a infra?estruturas de lazer e a promessa de um ginásio de qualidade, a médio prazo.
Recordando o antigo parque, situado a norte do estádio municipal, uma estrutura ultrapassada no tempo, o presidente da câmara de Coimbra, salientou que a obra do Areeiro corresponde a uma longuíssima aspiração da cidade.
Carlos Encarnação aproveitou para lembrar que os três milhões e quinhentos mil euros que a obra exigiu resultam, na sua maioria, ?as contrapartidas do acordo do projecto Eurostadium. Ou seja, três milhões e duzentos mil euros foram financiados pelo Eurostadium, cabendo à câmara a fatia de 300 mil euros, gastos na reflorestação e preparação do terreno. Foram ali plantadas 700 árvores e 27 mil arbustos, que ainda pouco se vêem, mas que deverão pintar o espaço de verde e distribuir sombras pelo recinto. ?Finalmente, existe uma oferta de qualidade para o campismo e caravanismo, em Coimbra, sublinhou o autarca.
A exploração da estrutura foi concessionada à empresa Catarino e Associados, Lda., de Seia, que anunciou ontem as obras de beneficiação que ainda falta empreender e falou de uma ilha de excelência no campismo nacional.
Além da piscina e das estruturas sanitárias de apoio, o responsável pela empresa anunciou a construção de um campo de mini?golfe e de uma sala de festas para crianças, que, não só estarão ao dispôr dos campistas, como também serão serviços abertos à comunidade. Também os três circuitos de manutenção, que já existem no recinto, vão estar abertos à utilização pública.
A grande novidade é, porém, o projecto de construção de um ginásio de qualidade, que a empresa Catarino arrisca classificar como o melhor ginásio do concelho de Coimbra. Este será o primeiro parque de campismo do país com health club instalado.
quinta-feira, setembro 15, 2005
MIRANDA DO CORVO - Choque em cadeia de três camiões
Um choque em cadeia de três camiões militares, no Cabouco, resultou em três feridos e no atraso da operação de abastecimento de água pelas cisternas acidentadas.
Três camiões do Exército chocaram ontem em cadeia, no Cabouco, tendo um deles tombado na estrada, enquanto outro abalroou mesmo uma casa. Em consequência, um militar sofreu ferimentos de alguma gravidade, sobretudo no rosto, e dois outros resultaram levemente feridos, tendo sido transportados ao hospital.
A carambola de camiões aconteceu por volta do meio?dia e um quarto, à entrada do Cabouco, no sentido Miranda do Corvo?Coimbra, num local em que a estrada tem acentuada inclinação e sofre um súbito afunilamento, entre as primeiras casas da localidade.
Segundo foi possível apurar, os três pesados desciam, em fila indiana, quando o da frente foi forçado a encostar, para a passagem de um automóvel. Em consequência, o camião do meio não conseguiu travar e embateu, de esquina, com a parte direita da cabina, que ficou bastante danificada. Pior ficou o terceiro veículo, que bateu violentamente, inclinou?se, foi à berma e acabou por tombar de lado, atravessando?se na via.
Os três camiões?cisterna, cedidos pelo Exército português, estavam envolvidos numa vasta operação de abastecimento de água a populações do concelho de Miranda do Corvo, em localidades de zonas elevadas, onde a pressão de água nas condutas é insuficiente ? situação agravada com a seca prolongada. Esta missão militar, recorde?se, iniciou?se já na última semana de Agosto, estende?se às localidades mais altas e em locais escarpados do concelho ? diariamente a Cabouco, Canas, Lata, mas também esporadicamente à serra de Vila Nova. Curiosamente, o Exército preparava?se para dar por concluída a operação, no final desta semana.
Três camiões do Exército chocaram ontem em cadeia, no Cabouco, tendo um deles tombado na estrada, enquanto outro abalroou mesmo uma casa. Em consequência, um militar sofreu ferimentos de alguma gravidade, sobretudo no rosto, e dois outros resultaram levemente feridos, tendo sido transportados ao hospital.
A carambola de camiões aconteceu por volta do meio?dia e um quarto, à entrada do Cabouco, no sentido Miranda do Corvo?Coimbra, num local em que a estrada tem acentuada inclinação e sofre um súbito afunilamento, entre as primeiras casas da localidade.
Segundo foi possível apurar, os três pesados desciam, em fila indiana, quando o da frente foi forçado a encostar, para a passagem de um automóvel. Em consequência, o camião do meio não conseguiu travar e embateu, de esquina, com a parte direita da cabina, que ficou bastante danificada. Pior ficou o terceiro veículo, que bateu violentamente, inclinou?se, foi à berma e acabou por tombar de lado, atravessando?se na via.
Os três camiões?cisterna, cedidos pelo Exército português, estavam envolvidos numa vasta operação de abastecimento de água a populações do concelho de Miranda do Corvo, em localidades de zonas elevadas, onde a pressão de água nas condutas é insuficiente ? situação agravada com a seca prolongada. Esta missão militar, recorde?se, iniciou?se já na última semana de Agosto, estende?se às localidades mais altas e em locais escarpados do concelho ? diariamente a Cabouco, Canas, Lata, mas também esporadicamente à serra de Vila Nova. Curiosamente, o Exército preparava?se para dar por concluída a operação, no final desta semana.
terça-feira, setembro 13, 2005
Modernices na Campanha Eleitoral para as Autarquicas
Propostas de Temas a debater nas Autarquicas de Poiares.
Pelos conteudos já se sabe quem vai ganhar as Eleições. Agora com uma linguagem mais refinada, vamos ouvi-los.
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar "afro-americanos" aos pretos, com vista a acabar com as raças por via gramatical - isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a "empregadas" e preparam-se agora para receber menção de "auxiliares de apoio doméstico".
Aos vendedores de banha da cobra, chamam-se agora políticos atentos com dom de palavra e amantes do povo...por isso começam assim " Meu querido povo, sabeis que faço tudo por bossemecês....blablabla ".
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os contínuos; passaram todos a "auxiliares da acção educativa".
Os vendedores de medicamentos, inchados de prosápia, tratam-se de "delegados da propaganda médica".
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em "técnicos de vendas".
Os drogados transformaram-se em "toxicodependentes" (como se os consumos de cerveja e de cocaína se equivalessem!);
O aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez";
Os gangues étnicos de pretos e ciganos são "grupos de jovens desinceridos";
Os operários fizeram-se de repente "colaboradores";
As fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas" e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à "iliteracia" galopante.
Desapareceram outros sim dos comboios as classes 1.ª e 2.ª, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".
A Ágata, rainha do pimba e que ja veio a Poiares , cantava chorosa: «Sou mãe solteira...»;
agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e terroristas; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo".
Do mesmo modo, e para felicidade dos "encarregados de educação", os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável".
Ainda há cegos, infelizmente, como nota na sua crónica o Eurico. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual".
(O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-se para as regras gramaticais...)
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da nossa praça Poiarense desbocam-se em entrevistas com "implementações", "posturas pró-activas", "políticas fracturantes" e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a "correcção política" e o novo-riquismo javardo-linguístico.
À margem da revolução semântica ficaram as prostitutas para não dizer p*tas. As desgraçadas são ainda agora quem melhor cultiva a língua. Da porta do quarto para dentro, não há "politicamente correcto" que lhes dobre o modo de expressão ou lhes imponha a terminologia nova.
Os amantes do idioma pátrio, se o quiserem ouvir pleno de vernaculidade, que se dirijam ao bordel mais próximo. Aí sim, um pénis de 25 centímetros é um "car**** enorme" e nunca um "órgão sexual masculino sobredimensionado"; assim como dos impotentes, coitados, dizem elas castiçamente que "não levantam o pau", e não que sofrem de "disfunção eréctil".
Mais perto das eleições iremos contabilizar e fazer estatistica das sessões de esclarecimento que os candidatos a presidente irão fazer.
Preparem-se que vão aparecer novos conceitos e termos no linguarejar politico pleno de vernaculidade .
Pelos conteudos já se sabe quem vai ganhar as Eleições. Agora com uma linguagem mais refinada, vamos ouvi-los.
Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar "afro-americanos" aos pretos, com vista a acabar com as raças por via gramatical - isto tem sido um fartote pegado!
As criadas dos anos 70 passaram a "empregadas" e preparam-se agora para receber menção de "auxiliares de apoio doméstico".
Aos vendedores de banha da cobra, chamam-se agora políticos atentos com dom de palavra e amantes do povo...por isso começam assim " Meu querido povo, sabeis que faço tudo por bossemecês....blablabla ".
De igual modo, extinguiram-se nas escolas os contínuos; passaram todos a "auxiliares da acção educativa".
Os vendedores de medicamentos, inchados de prosápia, tratam-se de "delegados da propaganda médica".
E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em "técnicos de vendas".
Os drogados transformaram-se em "toxicodependentes" (como se os consumos de cerveja e de cocaína se equivalessem!);
O aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez";
Os gangues étnicos de pretos e ciganos são "grupos de jovens desinceridos";
Os operários fizeram-se de repente "colaboradores";
As fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas" e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à "iliteracia" galopante.
Desapareceram outros sim dos comboios as classes 1.ª e 2.ª, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".
A Ágata, rainha do pimba e que ja veio a Poiares , cantava chorosa: «Sou mãe solteira...»;
agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e terroristas; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo".
Do mesmo modo, e para felicidade dos "encarregados de educação", os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável".
Ainda há cegos, infelizmente, como nota na sua crónica o Eurico. Mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual".
(O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-se para as regras gramaticais...)
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da nossa praça Poiarense desbocam-se em entrevistas com "implementações", "posturas pró-activas", "políticas fracturantes" e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a "correcção política" e o novo-riquismo javardo-linguístico.
À margem da revolução semântica ficaram as prostitutas para não dizer p*tas. As desgraçadas são ainda agora quem melhor cultiva a língua. Da porta do quarto para dentro, não há "politicamente correcto" que lhes dobre o modo de expressão ou lhes imponha a terminologia nova.
Os amantes do idioma pátrio, se o quiserem ouvir pleno de vernaculidade, que se dirijam ao bordel mais próximo. Aí sim, um pénis de 25 centímetros é um "car**** enorme" e nunca um "órgão sexual masculino sobredimensionado"; assim como dos impotentes, coitados, dizem elas castiçamente que "não levantam o pau", e não que sofrem de "disfunção eréctil".
Mais perto das eleições iremos contabilizar e fazer estatistica das sessões de esclarecimento que os candidatos a presidente irão fazer.
Preparem-se que vão aparecer novos conceitos e termos no linguarejar politico pleno de vernaculidade .
segunda-feira, setembro 12, 2005
POIARES - Felicidade na feira com explicações no protocolo
Jaime Soares, presidente da Câmara de Poiares, confessou-se feliz após a inauguração da sua feira de artefactosque decorreu de 9 a 12 de. Depois como ja era de esperar, abriu fogo sobre o Governador Civil de Coimbra Henrique Fernandes.
A XVI Feira Nacional de Artesanato e a VI Mostra de Gastronomia de Poiares ( que é do povo da raça poiarense e não so do Jaime das Tamancas foram inauguradas ao início da noite de ontem só pelo presidente da autarquia, Jaime Soares. Após a visita ao Pavilhão Municipal, que encheu com a participação de artesãos de todo o país, o autarca sublinhou a grandeza de uma feira que, face ao número de solicitações,para irem comer e beber à borla, merece um espaço muito maior. A indústria e o comércio integram o projecto do presidente, que convida a região a saborear a gastronomia e arte de todos os artesãos presentes e especialmente dos artesãos de Poiares que ainda são poucos apesar dos 16 anos de feira.
Quanto à ausência de outras entidades oficiais na inauguração do certame,como o Governador Civil, os presidentes de outras camaras vizinhas, entidades militares e policiais, etc, Jaime Soares afirmou que não os convidou porque já sabia que não vinham.Por exemplo o Governador civil, que não tem nenhuma consideração por mim e diz que não me passa cartão nenhum, naturalmente não o ia convidar, para levar outra nega. Dando como exemplo a reunião realizada pelo Governador Henrique Fernandes, em que participaram alguns presidentes de câmara, para a entrada em funcionamento do plano de emergência distrital, numa altura em que o concelho de Poiares estava a arder e ele não teve a coragem de telefonar ao presidente da Câmara de Poiares.Talvez porque eu com tantos cargos e oficios , bombeiro chefe e a comandar as operações ate poderia nem atender. Não ia deixar de apagar fogos para atender uma conversa fiada. Quer ele quer o Antonio Costa ja me toparam de gingeira.
Jaime Soares com a profissão de bombeiro considera?se uma homem pacífico - sou um soldado da paz, disse , garantindo que trato bem quem me trata bem e, a quem me trata mal, fico com raiva e só não me vingo se não puder e não lhes dou confiança, pois misturo as minhas funções todas e baralho tudo.Já tem momentos em que realmente baralha as funções todas, umas em que foi nomeado outras em que o nomearam, outras em que se nomeou e ate outras donde ja foi desnomeado.Começa a ter falta de sentido de Estado e de responsabilidade.Já é um perigo. É o raio do PDI.
Confraria da Chanfana entronizou confrades
O seleccionador nacional foi uma das figuras do dia, ontem em Vila Nova de Poiares. Luís Felipe Scolari foi entronizado confrade de honra da Confraria da Chanfana, uma distinção partilhada por outras figuras ilustres da região e do país.
Decorreu ontem com toda a pompa e circunstância o IV Grande Capítulo da Confraria da Chanfana de Vila Nova de Poiares, a que se associaram centenas de confrades e confreiras das mais diversas Confrarias Nacionais e Estrangeiras. Uma verdadeira festa, que engalanou o programa da Poiartes ? XVI Feira Nacional de Artesanato e VI Mostra de Gastronomia, que hoje encerra.
O programa começou logo pelas 10 horas da manhã, com uma missa solene em São Miguel de Poiares, à qual se seguiu o tradicional desfile.
Depois de reunidos junto ao Pavilhão Polidesportivo Municipal, os confrades desfilaram pelas principais artérias da sede de concelho, tirando a tradicional ?foto de família? na monumental escadaria do Santuário a Cristo.
Posteriormente teve lugar a Cerimónia de Entronização de novos Confrades de Honra e Efectivos, com especial destaque para os primeiros, onde se encontravam algumas personalidades provenientes dos mais variados quadrantes da vida social, desportiva, económica, política e científica da região e do país.
Assim, foram entronizados como Confrades de Honra André Sardet, cantor e compositor, Diana Pereira, modelo/manequim, José Barros, responsável pelo Departamento Médico da Associação Académica de Coimbra / OAF, Luís Felipe Scolari, Seleccionador Nacional de Futebol, Luís Miguel Cunha, professor Universitário, Luís Fortes da Cunha, escritora, Manuel Antunes, Director do Centro de Cirurgia Cardiotorácia dos Hospitais da Universidade de Coimbra, Padre Vítor Melícias, presidente da União das Misericórdias, e Vítor Ribeiro, presidente do Conselho de Administração do Grupo Alves Ribeiro.
Como Confrades Efectivos, foram ainda entronizados António Silva Carvalho, Arnaldo Quaresma, Augusto Lima, Carlos Godinho, Eduardo Lima, Dr. Paulo Penedos, Henriques Jones, Luís Pinto, Dr. Nuno Campos, Restaurante ?As Medas? e Sérgio Nunes.
Durante esta cerimónia bastante participada (o salão estava a ?rebentar pelas costuras?), o eterno presidente dos presidentes de tudo e juiz da Confraria da Chanfana, Jaime Soares, voltou a referir o novo doce típico de Vila Nova de Poiares, o Poiarito, que perpetua na história a tradição do concelho na doçaria.
Para o ano deve promover o Emplastrozito.
Após a cerimónia de Entronização seguiu-se o banquete, que teve lugar no Pavilhão de Santa Maria, onde a chanfana pode ser degustada por todos os comensais, assim como o Poiarito.
Encomende para o proximo ano o Emplastrozito.
João Gouveia ? Candidato à Cam. Mun. Soure pelo PS por causa de Jaime Soares?
A sua mudança é a maior supresa das autárquicas. A região e o país estão atentos.
Por que mudou de partido?
Em primeiro lugar, eu não mudei de partido. Eu era, habitualmente, candidato pelo PSD, mas sempre com uma linguagem muito clara, dizendo aos munícipes que não deveriam eleger emblemas, mas tudo fazer para que a sua escolha recaísse em propostas programáticas e, acima de tudo, em pessoas que lhes incutissem confiança de terem capacidade para realizá-las. A esse nível, continuo igual a mim próprio. Aliás, as nossas bases programáticas continuam iguais e nós continuamos sociais-democratas?
Pelos vistos, essa social-democracia mora agora no PS?
Tal como expliquei, a 12 de Maio, aceitei ser candidato independente pelo PS, na sequência de um encontro entre a minha vontade pessoal e a de dirigentes distritais e nacionais do PS.
Como explica essa vontade pessoal?
É simples: não me revejo minimamente na orientação política e nos que têm a responsabilidade do partido, no pós-legislativas. Isto a nível nacional, porque, como é sabido, em momento algum tinha manifestado confiança na liderança distrital presidida por Jaime Soares de Poiares.
Por que mudou de partido?
Em primeiro lugar, eu não mudei de partido. Eu era, habitualmente, candidato pelo PSD, mas sempre com uma linguagem muito clara, dizendo aos munícipes que não deveriam eleger emblemas, mas tudo fazer para que a sua escolha recaísse em propostas programáticas e, acima de tudo, em pessoas que lhes incutissem confiança de terem capacidade para realizá-las. A esse nível, continuo igual a mim próprio. Aliás, as nossas bases programáticas continuam iguais e nós continuamos sociais-democratas?
Pelos vistos, essa social-democracia mora agora no PS?
Tal como expliquei, a 12 de Maio, aceitei ser candidato independente pelo PS, na sequência de um encontro entre a minha vontade pessoal e a de dirigentes distritais e nacionais do PS.
Como explica essa vontade pessoal?
É simples: não me revejo minimamente na orientação política e nos que têm a responsabilidade do partido, no pós-legislativas. Isto a nível nacional, porque, como é sabido, em momento algum tinha manifestado confiança na liderança distrital presidida por Jaime Soares de Poiares.
sexta-feira, setembro 09, 2005
Poiares é a "capital do artesanato"
A força do artesanato fez escola em Vila Nova de Poiares e exigiu um certame que fizesse justiça a esta pujança. Razão para o nascimento da POIARTES, que há 16 anos se afirma como uma mostra de excelência e uma referência incontornável na Região Centro e mesmo no País. O certame abre hoje as portas, mostrando, uma vez mais, Vila Nova de Poiares como Capital do Artesanato

Arranca hoje a XVI edição da POIARTES, Feira Nacional de Artesanato e Mostra de Gastronomia de Vila Nova de Poiares, prolongando-se até à próxima segunda-feira.
Este certame de grande importância no contexto nacional nasceu fruto da grande quantidade de artesãos que Vila Nova de Poiares possui, e aos quais deveria ser dado um espaço onde pudessem afirmar o seu valor, afirma o presidente do artesanato Jaime Soares.
Agora, 16 anos passados, o autarca acredita que se trata de uma aposta ganha. Criámos níveis de desenvolvimento e de adesão em todo o país que torna esta feira numa das mais credíveis a nível nacional.
Fruto deste desenvolvimento inegável, um dos grandes objectivos da Câmara Municipal é a criação de um Pavilhão Multiusos, «que poderá albergar a POIARTES assim como outras actividades. Poderá ainda potenciar a Mostra Gastronómica e simultaneamente acolher uma Feira Comercial e Industrial paralela à Feira de Artesanato.
Jaime Soares afirma que os poiarenses sãoambiciosos, mas têm que o ser em defesa dos interesses do nosso concelho. Mas acima de tudo, esta ambição está naquilo que sentimos com a participação de dezenas de artesãos, e que nos levam a que tenhamos de estar atentos criando infra-estruturas à dimensão do desenvolvimento que esta Feira de Artesanato está a ter.
Um dos grandes trunfos da POIARTES passa pela genuinidade do artesanato que é exposto durante os quatro dias do certame. É exactamente à genuinidade do artesanato que damos mais importância na nossa feira, refere o edil, acrescentando que não queremos uma feira comercial de venda de produtos artesanais. Queremos artesãos genuínos, e é por isso que a maior parte deles ? é mesmo uma imposição ? estão a trabalhar ao vivo. Pretendemos um artesanato puro e verdadeiro, e é por essa razão que apostamos na sua credibilidade e na sua certificação como artesanato popular, feito pelos próprios artesãos ao vivo, para que todas as pessoas que nos visitam possam constatar essa realidade.
Comércio e indústria de mãos dadas com o artesanato
Como já foi referido, um dos grandes projectos futuros passa pela criação do Pavilhão Multiusos que, paralelamente à Feira de Artesanato e Mostra de Gastronomia, poderá albergar uma Poiartes virada também para o Comércio e Indústria.
Jaime Soares refere que um dos objectivos é transformar Vila Nova de Poiares num dos vértices do triângulo de desenvolvimento do distrito: Coimbra tem a ACIC, Cantanhede a EXPOFACIC, e Vila Nova de Poiares a POIARTES. Estamos num local estratégico, na fronteira com o Alto Distrito, e com certeza poderemos fazer vir até nós muita gente do litoral e onde o interior se reveja.
É certo que a Feira de Artesanato deve manter as suas características de genuinidade em termos de artesanato, mas atendendo ao crescente impacto da Mostra de Gastronomia e à grande expansão que temos vindo a ter a nível nacional, mas também já a nível internacional, com o investimento que esta feira tem, a sua montra de produtos deve ser aumentada. Essa variedade poderá passar por produtos de âmbito comercial e industrial, como equipamentos, maquinarias, enfim, tudo o que estiver ligado ao desenvolvimento da região.
Jaime Soares lançou mesmo o desafio: Porque não criar uma sociedade anónima com os empresários que queiram aderir? Temos uma associação, a Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares (ADIP) que pode fazer convergir à sua volta um conjunto de empresários com sentido inovador.
Aliás, a ADIP é já uma das entidades responsáveis pela preservação do artesanato poiarense: A Câmara tomou a iniciativa da constituição e fundação da ADIP, que hoje tem toda a autonomia. É uma associação que tem vindo a fazer um trabalho fantástico na área da formação. Por exemplo, quando já começavam a ser poucas as pessoas que faziam os barros pretos ou os palitos em flor, a ADIP preocupou-se em fomentar e incrementar o nosso artesanato.
Jaime Soares não se coíbe de afirmar que Vila Nova de Poiares é, sem sombra de dúvida, a Capital Nacional de Artesanato. É uma afirmação que já existe há muitos anos. Nós vamos já na 16.ª edição e poucas feiras de artesanato havia no Distrito de Coimbra. Aliás, nem sei se houve alguma antes da nossa. Assumimo-lo conscientes do título que estávamos a querer ostentar, conscientes da nossa responsabilidade. É também por isso que estamos preocupados com a criação de infra-estruturas que permitam que isso não seja um slogan barato, mas antes uma afirmação inequívoca daquilo que é a realidade de Vila Nova de Poiares e do seu artesanato. As provas estão à vista, e para quem tiver dúvidas basta percorrer os locais e ver o que estamos a fazer pelo artesanato.
Arranca hoje a XVI edição da POIARTES, Feira Nacional de Artesanato e Mostra de Gastronomia de Vila Nova de Poiares, prolongando-se até à próxima segunda-feira.
Este certame de grande importância no contexto nacional nasceu fruto da grande quantidade de artesãos que Vila Nova de Poiares possui, e aos quais deveria ser dado um espaço onde pudessem afirmar o seu valor, afirma o presidente do artesanato Jaime Soares.
Agora, 16 anos passados, o autarca acredita que se trata de uma aposta ganha. Criámos níveis de desenvolvimento e de adesão em todo o país que torna esta feira numa das mais credíveis a nível nacional.
Fruto deste desenvolvimento inegável, um dos grandes objectivos da Câmara Municipal é a criação de um Pavilhão Multiusos, «que poderá albergar a POIARTES assim como outras actividades. Poderá ainda potenciar a Mostra Gastronómica e simultaneamente acolher uma Feira Comercial e Industrial paralela à Feira de Artesanato.
Jaime Soares afirma que os poiarenses sãoambiciosos, mas têm que o ser em defesa dos interesses do nosso concelho. Mas acima de tudo, esta ambição está naquilo que sentimos com a participação de dezenas de artesãos, e que nos levam a que tenhamos de estar atentos criando infra-estruturas à dimensão do desenvolvimento que esta Feira de Artesanato está a ter.
Um dos grandes trunfos da POIARTES passa pela genuinidade do artesanato que é exposto durante os quatro dias do certame. É exactamente à genuinidade do artesanato que damos mais importância na nossa feira, refere o edil, acrescentando que não queremos uma feira comercial de venda de produtos artesanais. Queremos artesãos genuínos, e é por isso que a maior parte deles ? é mesmo uma imposição ? estão a trabalhar ao vivo. Pretendemos um artesanato puro e verdadeiro, e é por essa razão que apostamos na sua credibilidade e na sua certificação como artesanato popular, feito pelos próprios artesãos ao vivo, para que todas as pessoas que nos visitam possam constatar essa realidade.
Comércio e indústria de mãos dadas com o artesanato
Como já foi referido, um dos grandes projectos futuros passa pela criação do Pavilhão Multiusos que, paralelamente à Feira de Artesanato e Mostra de Gastronomia, poderá albergar uma Poiartes virada também para o Comércio e Indústria.
Jaime Soares refere que um dos objectivos é transformar Vila Nova de Poiares num dos vértices do triângulo de desenvolvimento do distrito: Coimbra tem a ACIC, Cantanhede a EXPOFACIC, e Vila Nova de Poiares a POIARTES. Estamos num local estratégico, na fronteira com o Alto Distrito, e com certeza poderemos fazer vir até nós muita gente do litoral e onde o interior se reveja.
É certo que a Feira de Artesanato deve manter as suas características de genuinidade em termos de artesanato, mas atendendo ao crescente impacto da Mostra de Gastronomia e à grande expansão que temos vindo a ter a nível nacional, mas também já a nível internacional, com o investimento que esta feira tem, a sua montra de produtos deve ser aumentada. Essa variedade poderá passar por produtos de âmbito comercial e industrial, como equipamentos, maquinarias, enfim, tudo o que estiver ligado ao desenvolvimento da região.
Jaime Soares lançou mesmo o desafio: Porque não criar uma sociedade anónima com os empresários que queiram aderir? Temos uma associação, a Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares (ADIP) que pode fazer convergir à sua volta um conjunto de empresários com sentido inovador.
Aliás, a ADIP é já uma das entidades responsáveis pela preservação do artesanato poiarense: A Câmara tomou a iniciativa da constituição e fundação da ADIP, que hoje tem toda a autonomia. É uma associação que tem vindo a fazer um trabalho fantástico na área da formação. Por exemplo, quando já começavam a ser poucas as pessoas que faziam os barros pretos ou os palitos em flor, a ADIP preocupou-se em fomentar e incrementar o nosso artesanato.
Jaime Soares não se coíbe de afirmar que Vila Nova de Poiares é, sem sombra de dúvida, a Capital Nacional de Artesanato. É uma afirmação que já existe há muitos anos. Nós vamos já na 16.ª edição e poucas feiras de artesanato havia no Distrito de Coimbra. Aliás, nem sei se houve alguma antes da nossa. Assumimo-lo conscientes do título que estávamos a querer ostentar, conscientes da nossa responsabilidade. É também por isso que estamos preocupados com a criação de infra-estruturas que permitam que isso não seja um slogan barato, mas antes uma afirmação inequívoca daquilo que é a realidade de Vila Nova de Poiares e do seu artesanato. As provas estão à vista, e para quem tiver dúvidas basta percorrer os locais e ver o que estamos a fazer pelo artesanato.
quarta-feira, setembro 07, 2005
Arganil comemora Dia do Município
Em Arganil ?respira-se? festa desde sábado passado, altura em que abriu a 24.ª edição da FICABEIRA, Feira Industrial, Comercial e Agrícola da Beira Serra e da já secular Feira do Mont´Alto, que termina amanhã e que desde sempre arrastou muita gente, ou não fosse este certame considerado por muitos o ponto de encontro dos arganilenses. Integrado nesta quadra festiva, assinala-se hoje o Dia do Município
Nos Paços do Concelho realiza-se hoje a sessão solene comemorativa do Dia do Município, que contempla homenagens a seis individualidades, naturais do concelho que atingiram a cátedra universitária.
A título póstumo vai ser distinguido o Conselheiro Dias Ferreira, de Pombeiro da Beira, professor catedrático de Direito da Universidade de Coimbra e pai da ex-ministra Ferreira Leite e do sportinguista Dias Ferreira , e Aloísio Fernandes Costa. Em vida vão ser ainda consagrados o engenheiro José Eduardo Mendes Ferrão, José Baeta Cardoso do Vale, André Campos Neves e Adelino Abreu Marques.
Em causa uma forma de assinalar o Feriado Municipal em tudo semelhante à do ano transacto, altura em que foram homenageados os industriais, tendo sido atribuídas medalhas de mérito às duas empresas mais antigas do concelho e a uma empresa que se conseguiu afirmar no mercado nacional como empresa de vanguarda.
Como explicou Rui Silva ao nosso Jornal todos os anos as festas do concelho tem uma matriz e um ponto que se realça nessa matriz e no ano passado foram homenageados alguns industriais, referiu o presidente da Câmara Municipal de Arganil enumerando os motivos que levaram a autarquia a seleccionar este número de individualidades para serem alvo de homenagem.
Homenagensa catedráticos jubilados
Em causa estão, em seu entender, pessoas ilustres, personalidades do nosso concelho que se afirmaram na vida cultural e que adquiriram para além do doutoramento e do facto de serem professores o estatuto de jubilado. Sendo assim este ano o Dia do Município é dedicado a esses grandes nomes do concelho de Arganil. Para além disso, entendemos que ao trazer esses nomes, muitos deles certamente desconhecidos dos arganilenses, estamos a reproduzir memórias do concelho de Arganil, sublinhou o autarca acrescentando ainda que Arganil deve na sua história honrar-se das suas memórias e é essa a nossa intenção.
Seja como for as homenagens de hoje tem igualmente por finalidade, segundo o autarca, representar o concelho, dignificando-o. Estaremos sempre a honrar a população de Arganil e ao fim e ao cabo todos os arganilenses, considera o edil socialista.
Nos Paços do Concelho realiza-se hoje a sessão solene comemorativa do Dia do Município, que contempla homenagens a seis individualidades, naturais do concelho que atingiram a cátedra universitária.
A título póstumo vai ser distinguido o Conselheiro Dias Ferreira, de Pombeiro da Beira, professor catedrático de Direito da Universidade de Coimbra e pai da ex-ministra Ferreira Leite e do sportinguista Dias Ferreira , e Aloísio Fernandes Costa. Em vida vão ser ainda consagrados o engenheiro José Eduardo Mendes Ferrão, José Baeta Cardoso do Vale, André Campos Neves e Adelino Abreu Marques.
Em causa uma forma de assinalar o Feriado Municipal em tudo semelhante à do ano transacto, altura em que foram homenageados os industriais, tendo sido atribuídas medalhas de mérito às duas empresas mais antigas do concelho e a uma empresa que se conseguiu afirmar no mercado nacional como empresa de vanguarda.
Como explicou Rui Silva ao nosso Jornal todos os anos as festas do concelho tem uma matriz e um ponto que se realça nessa matriz e no ano passado foram homenageados alguns industriais, referiu o presidente da Câmara Municipal de Arganil enumerando os motivos que levaram a autarquia a seleccionar este número de individualidades para serem alvo de homenagem.
Homenagensa catedráticos jubilados
Em causa estão, em seu entender, pessoas ilustres, personalidades do nosso concelho que se afirmaram na vida cultural e que adquiriram para além do doutoramento e do facto de serem professores o estatuto de jubilado. Sendo assim este ano o Dia do Município é dedicado a esses grandes nomes do concelho de Arganil. Para além disso, entendemos que ao trazer esses nomes, muitos deles certamente desconhecidos dos arganilenses, estamos a reproduzir memórias do concelho de Arganil, sublinhou o autarca acrescentando ainda que Arganil deve na sua história honrar-se das suas memórias e é essa a nossa intenção.
Seja como for as homenagens de hoje tem igualmente por finalidade, segundo o autarca, representar o concelho, dignificando-o. Estaremos sempre a honrar a população de Arganil e ao fim e ao cabo todos os arganilenses, considera o edil socialista.
Motorista de S. Pedro de Alva representa Portugal
O Jovem Motorista 2005 é de S. Pedro de Alva e vai representar Portugal na Suécia, numa competição que vai juntar participantes de vários países. A prova tem lugar nos dias 16 e 17 e Jaime Brito promete dar o melhor.
Jaime Miguel Cordeiro Brito, de S. Pedro de Alva, Penacova, é o ?Jovem Motorista 2005? em Portugal e vai representar o nosso país na Suécia, na competição ?Jovem Motorista Europeu?. O concurso, promovido pela Scania, vai juntar os vencedores de todos os países da União Europeia e ainda da Noruega, Suiça e Turquia.
Depois de uma série de provas a nível nacional, que juntaram jovens motoristas de todo o país, Jaime Brito, da empresa Transportes Rodoviários de Mercadorias Aguieira, de S. Pedro de Alva, consagrou-se vencedor e este mês, orgulhosamente, vai representar o país em Södertälje, na Suécia, nos dias a 16 e 17. Vou representar Portugal e isso já significa muito. Não tenho medo porque também não tenho obrigação, mas certamente que vou dar o meu melhor», disse o Jovem Motorista português. E o melhor na Suécia significa dar o máximo nas provas de perícia na estrada, cumprindo o código, e em parque fazendo manobras, tudo isto com o camião carregado de mercadoria.
Em Portugal Jaime Brito foi sujeito a um primeiro teste, que juntou quase 600 motoristas, dos quais se classificaram 50 que foram, posteriormente divididos em duas provas regionais, cada uma com 25 participantes. Nesta prova o jovem motorista de S. Pedro de Alva mais uma vez saiu bem classificado e juntamente com os restantes 12 classificados (seis de cada regional) e o vencedor da edição de há dois anos participaram na grande final portuguesa, realizada na Companhia das Lezírias, de onde saiu vencedor, e onde os concorrentes foram sujeitos a provas práticas nas quais foi testada a destreza de cada participante relativamente a perícia, manobras, primeiros socorros, técnicas de segurança, normas de transportes de cargas perigosas e condução económica.
Jaime Miguel Cordeiro Brito, de S. Pedro de Alva, Penacova, é o ?Jovem Motorista 2005? em Portugal e vai representar o nosso país na Suécia, na competição ?Jovem Motorista Europeu?. O concurso, promovido pela Scania, vai juntar os vencedores de todos os países da União Europeia e ainda da Noruega, Suiça e Turquia.
Depois de uma série de provas a nível nacional, que juntaram jovens motoristas de todo o país, Jaime Brito, da empresa Transportes Rodoviários de Mercadorias Aguieira, de S. Pedro de Alva, consagrou-se vencedor e este mês, orgulhosamente, vai representar o país em Södertälje, na Suécia, nos dias a 16 e 17. Vou representar Portugal e isso já significa muito. Não tenho medo porque também não tenho obrigação, mas certamente que vou dar o meu melhor», disse o Jovem Motorista português. E o melhor na Suécia significa dar o máximo nas provas de perícia na estrada, cumprindo o código, e em parque fazendo manobras, tudo isto com o camião carregado de mercadoria.
Em Portugal Jaime Brito foi sujeito a um primeiro teste, que juntou quase 600 motoristas, dos quais se classificaram 50 que foram, posteriormente divididos em duas provas regionais, cada uma com 25 participantes. Nesta prova o jovem motorista de S. Pedro de Alva mais uma vez saiu bem classificado e juntamente com os restantes 12 classificados (seis de cada regional) e o vencedor da edição de há dois anos participaram na grande final portuguesa, realizada na Companhia das Lezírias, de onde saiu vencedor, e onde os concorrentes foram sujeitos a provas práticas nas quais foi testada a destreza de cada participante relativamente a perícia, manobras, primeiros socorros, técnicas de segurança, normas de transportes de cargas perigosas e condução económica.
quarta-feira, agosto 31, 2005
Município da Lousã viveu dia histórico
Foram ontem apresentados na Lousã os projectos de execução da variante a Foz de Arouce e da beneficiação da EN 342, entre Lousã e Arganil, cujas obras arrancam no segundo trimestre do próximo ano. A cerimónia foi presidida pelo secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações que anunciou a elaboração de um estudo prévio para a construção de uma nova EN 342 entre aqueles concelhos, de modo a criar uma alternativa de ligação entre o IC6 e o IC2 e IC3
O secretário de Estado das Obras Públicas e Comunicações, Paulo Campos, presidiu ontem à apresentação da variante a Foz de Arouce, uma velha aspiração do concelho da Lousã, cujo concurso público será lançado durante o mês de Setembro.
Este é o dia mais feliz do meu trajecto autárquico ao nível da realização pessoal, exclamou o presidente da Câmara Municipal da Lousã, Fernando Carvalho, ciente de que desta vez o processo vai mesmo avançar.
O contentamento do edil levou-o a afirmar que o governante vai ficar na história do concelho por ter resolvido uma questão que se arrasta há décadas e que ultimamente, em 2000, tinha sido alvo de um protocolo que acabou por não ter seguimento no anterior Governo, apesar das sucessivas promessas, segundo refere o autarca lousanense.
A variante a Foz de Arouce terá uma extensão de 6,8 quilómetros, sendo 5,7 correspondentes ao traçado da EN 236 entre a Lousã e a Estrada da Beira, na zona da Ponte Velha, e os restantes ao traçado de ligação à Lousã.
terça-feira, agosto 30, 2005
Variante de Foz de Arouce dá hoje primeiro passo
A Lousã dá mais um passo nas desejadas melhorias de acessibilidades. Hoje vai ser feita a apresentação dos projectos da EN236, a desejada variante de Foz de Arouce, e a beneficiação da EN342, entre Lousã, Góis e Arganil
O secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, está hoje na Lousã, presidindo à cerimónia de apresentação da Variante de Foz de Arouce (ligação da EN17 à Lousã) e da beneficiação da EN342, entre Lousã, Góis e Arganil.
Tratam-se de duas obras de grande importância, não só para a Lousã, mas, e o caso da EN342, para os concelhos de Góis e Arganil, na medida em que a actual via que serve estes concelhos (EN342) não oferece as necessárias condições de circulação.
Há muitos anos que o concelho luta por esta obra que finalmente é possível lançar a concurso, disse Fernando Carvalho, presidente da Câmara Municipal da Lousã, referindo-se à variante de Foz de Arouce, há mais de 20 anos reclamada. Uma via fundamental, na medida em que melhora as acessibilidades entre a Lousã e Coimbra, substituindo a actual via onde semáforos e ruas estreitas, onde em certos locais os veículos circulam de forma alternada, dificultam o acesso à vila. A nova via vai permitir um acesso mais rápido e seguro entre a Lousã e Coimbra, disse o autarca.
A variante de Foz de Arouce é hoje oficialmente apresentada, esperando o autarca que o concurso público possa ser lançado de imediato». Aliás, Fernando Carvalho acredita que o concurso só não é lançado hoje por razões de ordem administrativa».
A variante de Foz de Arouce vai partir da EN17, ligando a aldeia de Ponte Velha à Lousã, indo entroncar na Avenida do Brasil, em pleno centro da vila. Ao todo serão cerca de sete quilómetros de via totalmente nova, esclarece o edil, adiantando que a infra-estrutura vai passar sobre o rio Ceira (onde será construída uma ponte), Foz de Arouce, terminando na Lousã. Perspectivas do autarca apontam para um ano e meio de obra.
Na mesma cerimónia será apresentada a beneficiação da EN342, entre Lousã, Góis e Arganil, também esta uma infra-estrutura desejada pelos três concelhos, na medida em que a actual via não oferece as necessárias condições de circulação, salientou Fernando Carvalho. Recorde-se que a EN342 já foi alvo de beneficiação até à Lousã, tendo entrado em funcionamento em finais do ano passado. Agora a estrada vai continuar a ser alvo de beneficiação até Góis e Arganil.
A cerimónia de apresentação das vias vai ter lugar pelas 17h00, no salão nobre da Câmara Municipal da Lousã, contando com intervenções do presidente da Câmara e do secretário de Estado adjunto. Antes, porém, será feita uma apresentação das obras por Carlos Santinho da Horta, director de empreendimentos da Estradas de Portugal, e por José Gomes, director de estradas do distrito de Coimbra.
Lousã terá agora todas as condições para exigir e comandar a reivindicação da ligação a Coimbra. Nada de fanfarronices do alargamento da EN17 como foi preconizado pelo presidente de Poiares, que agora foge com o rabo à seringa dizendo que está tudo mal.
Uma ligação da Ponte Velha ás Torres do Mondego pela Serra do Carvalho era um tirinho.
O secretário de Estado adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, Paulo Campos, está hoje na Lousã, presidindo à cerimónia de apresentação da Variante de Foz de Arouce (ligação da EN17 à Lousã) e da beneficiação da EN342, entre Lousã, Góis e Arganil.
Tratam-se de duas obras de grande importância, não só para a Lousã, mas, e o caso da EN342, para os concelhos de Góis e Arganil, na medida em que a actual via que serve estes concelhos (EN342) não oferece as necessárias condições de circulação.
Há muitos anos que o concelho luta por esta obra que finalmente é possível lançar a concurso, disse Fernando Carvalho, presidente da Câmara Municipal da Lousã, referindo-se à variante de Foz de Arouce, há mais de 20 anos reclamada. Uma via fundamental, na medida em que melhora as acessibilidades entre a Lousã e Coimbra, substituindo a actual via onde semáforos e ruas estreitas, onde em certos locais os veículos circulam de forma alternada, dificultam o acesso à vila. A nova via vai permitir um acesso mais rápido e seguro entre a Lousã e Coimbra, disse o autarca.
A variante de Foz de Arouce é hoje oficialmente apresentada, esperando o autarca que o concurso público possa ser lançado de imediato». Aliás, Fernando Carvalho acredita que o concurso só não é lançado hoje por razões de ordem administrativa».
A variante de Foz de Arouce vai partir da EN17, ligando a aldeia de Ponte Velha à Lousã, indo entroncar na Avenida do Brasil, em pleno centro da vila. Ao todo serão cerca de sete quilómetros de via totalmente nova, esclarece o edil, adiantando que a infra-estrutura vai passar sobre o rio Ceira (onde será construída uma ponte), Foz de Arouce, terminando na Lousã. Perspectivas do autarca apontam para um ano e meio de obra.
Na mesma cerimónia será apresentada a beneficiação da EN342, entre Lousã, Góis e Arganil, também esta uma infra-estrutura desejada pelos três concelhos, na medida em que a actual via não oferece as necessárias condições de circulação, salientou Fernando Carvalho. Recorde-se que a EN342 já foi alvo de beneficiação até à Lousã, tendo entrado em funcionamento em finais do ano passado. Agora a estrada vai continuar a ser alvo de beneficiação até Góis e Arganil.
A cerimónia de apresentação das vias vai ter lugar pelas 17h00, no salão nobre da Câmara Municipal da Lousã, contando com intervenções do presidente da Câmara e do secretário de Estado adjunto. Antes, porém, será feita uma apresentação das obras por Carlos Santinho da Horta, director de empreendimentos da Estradas de Portugal, e por José Gomes, director de estradas do distrito de Coimbra.
Lousã terá agora todas as condições para exigir e comandar a reivindicação da ligação a Coimbra. Nada de fanfarronices do alargamento da EN17 como foi preconizado pelo presidente de Poiares, que agora foge com o rabo à seringa dizendo que está tudo mal.
Uma ligação da Ponte Velha ás Torres do Mondego pela Serra do Carvalho era um tirinho.
segunda-feira, agosto 29, 2005
Carta aberta de Manuel Miguel aos Poiarenses

Autárquicas 2005
Amigas e Amigos
Tenho a obrigação de informar os poiarenses e todos os que votam em Poiares das razões que me levam a aceitar o convite do Partido Socialista para me candidatar à presidência da Câmara de Poiares. E convidá-los a votarem em mim.
Sou natural de Poiares, filho de poiarenses, o António Miguel e a Benvinda Martins, bem conhecidos, onde me mantive até finais de 1966, mas nunca deixei de vir a Poiares e de ter cá os meus amigos e irmãos que todos bem conhecem.
Fui funcionário da Companhia Eléctrica das Beiras.
Como tantas centenas de poiarenses tive que sair de Poiares, procurando uma vida melhor. Estudei, fui empregado em várias empresas, procurando sempre um melhor nível de vida. Nunca fui despedido de qualquer lado. Tenho as maiores e melhores referências profissionais. Obtive uma vasta experiência em gestão que quero pôr ao serviço desta terra, que me viu nascer, gente boa que merece ser dignificada, tal como sempre tratei e fui tratado nas diversas funções que desempenhei.
Fui gestor e professor do ensino superior. Ainda exerço gratuitamente funções em organizações sociais. Tenho disponibilidade, competência e saúde. Sou e sempre fui um homem de rigor, de transparência dos meus actos, respeitado por toda a gente e respeitador de todos, quaisquer que sejam as suas convicções.
Sempre lutei pela verdade, porque só a verdade liberta as pessoas.
Quero ajudar os poiarenses a melhorar a sua qualidade de vida. Sempre respondi positivamente, quando fui contactado por Poiares para ajudar e/ou intervir, quer pessoalmente, quer no âmbito dos cargos que desempenhava.
Tenho uma equipa de pessoas com capacidade para dirigir os destinos de Poiares, com respeito por todos, com garantia de honestidade, justiça, rigor e competência.
Os Poiarenses, comigo, terão a garantia de serem ouvidos e de em conjunto construirmos um concelho onde os que criam riqueza sejam participativos, para podermos todos ocorrer aos mais necessitados.Termos melhor qualidade de vida tem que ser uma exigência constante.
Para nós as pessoas não serão apenas uma coisa, mas sim uma referência constante daqueles que servirão o concelho nas mais diversas funções, ao serviço da causa pública.
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