BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
sábado, janeiro 13, 2007
POIARES a reboque das dificuldades
Jaime Soares aproveitou as comemorações do Dia do Município de Poiares para lançar duras críticas ao Governo, o que ja vem sendo habito, sobretudo no que respeita à nova Lei das Finanças Locais.O presidente garantiu, no passado sábado, que o município não vai deixar de lutar e de mostrar as suas convicções, apesar prever que em 2009 muitas autarquias - inclusive aquela a que preside - possam passar por momentos difíceis. Já se parece com Alberto João Jardim .Em causa está a Lei das Finanças Locais, uma lei “cega e autista que visa a desertificação do espaço interior para transportar as pessoas para os grandes centros” e que representa a “descaracterização total de um país que se orgulha da pátria que é”, sustentoue perguntou o que quer dizer autista?. Para Jaime Soares, a nova lei “é um crime de lesa-pátria que vai começar a funcionar na plenitude total em 2009” . O que é lesa-patria?. “Mas isso não nos fará deixar de sentir cada vez mais a força das nossas convicções”, o que são convulsões?, prometeu. Durante a sessão solene comemorativa dos 109 anos da restauração definitiva do concelho de Poiares, o autarca lembrou que a nova lei vai colocar em causa os pequenos municípios, “funcionalizando o sistema e esmagando os municípios portugueses”. Ao aludir aos 30 anos do poder local -”um dos valores da revolução” - Jaime Soares mostrou ainda a sua mágoa pelo facto do 25 de Abril não ter trazido “o sentido da responsabilidade por aquilo que é, efectivamente, a vontade do povo”. Qual é a vontade do povo?. “Temos que acompanhar o ritmo e ver o que é mais importante para as populações, construindo uma pátria melhor e com progresso”, disse o autarca. Para tal, voltou a defender uma reforma administrativa que extinga as juntas de freguesia, de forma a conferir mais poder aos municípios. “Temos que ver que tipos de autarquias queremos para o futuro de Portugal”, referiu, ao lembrar que o poder local - “o maior valor de Abril de 74” - está a ser “destruído pela megalomania e pelo autismo de alguma governação”. Exemplos disso são, nas palavras do presidente de Poiares, o encerramento das urgências do Centro de Saúde, das escolas, das maternidades ou a redução dos “dinheiros dos municípios”. “Tirem-nos tudo, que não nos tirarão a força de lutar”, garantiu. Porque - acrescentou - “a raça poiarense é uma raça forte de pessoas que souberem construir um município que hoje atinge índices de desenvolvimento que é dos maiores há na região Centro e até no país”. Jaime Soares não deixou, então, de referir as muitas obras que estão em curso no concelho como a remodelação total do Paços do Concelho (que deve começar dentro de poucos dias), a ampliação para Norte do parque industrial, a intervenção no Mercado Municipal de Poaires, tornado-o polivalente, aberto a novas actividades culturais e gastronómicas, a reconversão do actual quartel dos bombeiros na futura biblioteca municipal, museu, salão de festas e cine-teatro ou a intervenção em Louredo, junto ao rio Mondego, onde serão instalados o Açude, a praia fluvial e o parque de campismo, que será para fazer pirraça a Penacova. “Poiares é uma autêntica locomotiva no reboque das dificuldades para as ultrapassar em crescimento, em progresso, em riqueza”, disse, por fim, o autarca. No entanto ha quem tenha outras opiniões, sendo que Poiares com Jaime Soares já é uma carroça com as rodas todas podres.
quarta-feira, janeiro 10, 2007
Miranda do Corvo - Montaria ao veado lança polémica
Um praticamente de downhill terá sido alegadamente agredido por um responsável da caçada ao veado, realizada sábado na Serra da Lousã. A organização nega qualquer agressão e fala em atitudes provocatórias.
Tudo poderá não passar de um mal-entendido, mas a verdade é que um atleta do MCV Bike Clube, de Miranda do Corvo, afirma que, na tarde de sábado, entre as 15h30 e as 16h00, se encontrava na pista de downhill localizada junto ao parque eólico de Vila Nova e foi «insultado e agredido por um membro da organização da caçada ao veado». O membro do clube, que prefere manter o anonimato, afirma que «a pista não estava guardada e a um/dois quilómetros decorria a caçada». Sublinhando a não existência de elementos da GNR ou da polícia florestal no local, o atleta diz que se dirigiu para a pista, onde foi «abordado por um elemento da organização» que o «insultou e agrediu fisicamente».
Uma situação que já foi apresentada à GNR, refere, muito embora ainda não tenha sido formalizada queixa, na medida em que, afirma o betetista, ainda está a diligenciar no sentido de obter a identificação do alegado agressor, cumprindo um conselho da autoridade policial. Afirmando nada ter contra as caçadas, que afirma serem legais, o atleta, de Miranda do Corvo, critica, isso sim, a organização, que reputa de «menos boa», na medida e que não tomou as devidas providências em termos de segurança. O presidente da Associação de Caçadores do Vale do Arinto, entidade promotora da caçada de sábado, em parceria com a Federação Portuguesa de Caçadores, nega a existência de quaisquer insultos ou agressões e admite, ao invés, uma atitude provocatória por parte daquele membro do MCV Bike Clube. Com efeito, de acordo com José João Jesus, «o senhor que afirma isso fez circular, no dia 5, via Internet informação a alertar os praticantes para não irem para a serra, pois iam para lá os “matadores”».
Depois disto, no dia seguinte, data da caçada «foi para lá com uma viatura de tracção às quatro rodas e quis entrar dentro da mancha». Aquele responsável garante que elementos da organização o «aconselharam a não entrar na mancha, porque estavam ali pessoas armadas com carabinas, cujos tiros atingem uma distância de dois quilómetros». Uma advertência relativamente à qual o desportista não terá reagido da melhor forma. «Quem é o senhor para me impedir de entrar?», terá questionado, de acordo com o presidente da associação.
in Diario de Coimbra
Tudo poderá não passar de um mal-entendido, mas a verdade é que um atleta do MCV Bike Clube, de Miranda do Corvo, afirma que, na tarde de sábado, entre as 15h30 e as 16h00, se encontrava na pista de downhill localizada junto ao parque eólico de Vila Nova e foi «insultado e agredido por um membro da organização da caçada ao veado». O membro do clube, que prefere manter o anonimato, afirma que «a pista não estava guardada e a um/dois quilómetros decorria a caçada». Sublinhando a não existência de elementos da GNR ou da polícia florestal no local, o atleta diz que se dirigiu para a pista, onde foi «abordado por um elemento da organização» que o «insultou e agrediu fisicamente».
Uma situação que já foi apresentada à GNR, refere, muito embora ainda não tenha sido formalizada queixa, na medida em que, afirma o betetista, ainda está a diligenciar no sentido de obter a identificação do alegado agressor, cumprindo um conselho da autoridade policial. Afirmando nada ter contra as caçadas, que afirma serem legais, o atleta, de Miranda do Corvo, critica, isso sim, a organização, que reputa de «menos boa», na medida e que não tomou as devidas providências em termos de segurança. O presidente da Associação de Caçadores do Vale do Arinto, entidade promotora da caçada de sábado, em parceria com a Federação Portuguesa de Caçadores, nega a existência de quaisquer insultos ou agressões e admite, ao invés, uma atitude provocatória por parte daquele membro do MCV Bike Clube. Com efeito, de acordo com José João Jesus, «o senhor que afirma isso fez circular, no dia 5, via Internet informação a alertar os praticantes para não irem para a serra, pois iam para lá os “matadores”».
Depois disto, no dia seguinte, data da caçada «foi para lá com uma viatura de tracção às quatro rodas e quis entrar dentro da mancha». Aquele responsável garante que elementos da organização o «aconselharam a não entrar na mancha, porque estavam ali pessoas armadas com carabinas, cujos tiros atingem uma distância de dois quilómetros». Uma advertência relativamente à qual o desportista não terá reagido da melhor forma. «Quem é o senhor para me impedir de entrar?», terá questionado, de acordo com o presidente da associação.
in Diario de Coimbra
SEMANA DA CHANFANA
Semana da Chanfana de 12 a 21 de Janeiro
Poiares prepara-se para receber nos próximos dias milhares de amantes da boa mesa e da gastronomia tradicional. Com a adesão de seis restaurantes do concelho, a Semana da Chanfana começa amanhã e prolonga-se até ao dia 21, conjugando na perfeição com as comemorações da restauração em definito do concelho, que se assinala a 13 de Janeiro, feriado municipal.O dinamismo da Confraria da Chanfana com a drª Madalena Carrito à frente, está imparável.
Vai haver chanfana para todos.
segunda-feira, janeiro 08, 2007
MIRANDA DO CORVO - Águas do Mondego na Casa do Gaiato
A Casa do Gaiato faz 67 anos. Sábado recebeu a solidariedade da empresa Águas do Mondego. Ontem assinalou a efeméride em festa.Cerca de 160 pessoas juntaram-se ao almoço, na Casa do Gaiato de Miranda do Corvo. A iniciativa foi da empresa Águas do Mondego. Para os rapazes da instituição, o momento de calor humano foi uma surpresa agradável. Para a obra do Padre Américo, lembranças como esta são sempre bem-vindas. Para a administração, funcionários e prestadores de serviços da empresa, a solidariedade natalícia é já um hábito, depois de, há um ano, terem decidido escolher a Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis, em Coimbra.
Os gaiatos eram, naturalmente, o alvo de todas as atenções. À timidez dos mais pequenos, que ali vivem e se formam para a vida, contrapôs-se a felicidade dos antigos internos, que, um por outro, não perdem oportunidade para voltar à casa.
Os gaiatos eram, naturalmente, o alvo de todas as atenções. À timidez dos mais pequenos, que ali vivem e se formam para a vida, contrapôs-se a felicidade dos antigos internos, que, um por outro, não perdem oportunidade para voltar à casa.
quarta-feira, dezembro 27, 2006
Estrada que une concelhos divide autarcas do PSD
Como não podia deixar de ser e que este blog ha anos que alertava, zangaram-se os compadres.Mais do que evidente que o caos que se gerou na Estrada da Beira se deveu à actuação de Jaime Soares, que com a mania dos protagonismos e de pato-bravismo que comprometeu por muitos anos uma ligação condigna do interior a Coimbra.
Bastava saber ler e escrever para entender que as melhorias propostas e exigidas por Jaime Soares à antiga JAE, seria um desperdicio de dinheiros publicos e ficaria uma javardice sem eficiencia nenhuma. Hoje em dia em que um autarca de outro concelho propõe uma solução, lá aparece o carcassinha a mandar vircom asneiredo e má criação, com medo que lhe roubem o protagonismo. A ligação a Coimbra pela Serra do Carvalho é mais do que evidente uma solução inteligente que já no Sec. XIX era defendida pela Engenharia Militar.Em pleno Sec. XXI aparece ainda um artista, a mandar vir com as soluções inteligentes. A Estrada da Beira, que une Coimbra ao interior do distrito, está a dividir autarcas do PSD, por causa da apresentação de uma proposta de construção de uma via alternativa, anunciada esta semana pelos vereadores PSD da Lousã. Os vereadores do PSD da Lousã defenderam esta semana uma via alternativa à Estrada da Beira, a entroncar no futuro traçado do IC3, entre Tomar e Coimbra, cujo trajecto definitivo será conhecido no final do primeiro trimestre de 2007.
«A construção do IC3 com passagem nas Torres do Mondego será fundamental para se poder viabilizar uma alternativa à Estrada da Beira, que se encontra estrangulada», disse o vereador social-democrata Pedro Curvelo, que, enquanto candidato à autarquia da Lousã, já tinha defendido esta solução.O autarca social-democrata defendeu que «esta alternativa é uma via estruturante para resolver os problemas de acessibilidade rodoviária a Coimbra, não só da Lousã mas também de todo o interior do distrito, incluindo Góis, Arganil e Pampilhosa da Serra».«Consideramos que a construção do IC3 associada à variante de Foz de Arouce e o seu prolongamento com a via alternativa da Estrada da Beira poderá alavancar definitivamente o nosso desenvolvimento», sustentou. Segundo Pedro Curvelo, o projecto que propõe permitirá um trajecto com cerca de 21 quilómetros (desde as rotundas da Lousã à da Portela) «rápido, seguro e sem atravessamento de povoações até Coimbra, a uma velocidade de 90 quilómetros por hora que se fará em cerca de 14 minutos». Para isso, acrescentou, basta que o novo traçado do IC3 contemple um nó de ligação na margem esquerda do Mondego, «que permita posteriormente ligar uma nova via alternativa da Estrada da Beira, entre o final da futura Variante de Foz de Arouce (Lousã) e as Torres do Mondego».
O presidente da Câmara de Poiares, Jaime Soares (PSD), lamentou que o autarca social-democrata da Lousã tenha avançado com uma proposta alternativa sem debater o assunto com a autarquia.«Não conheço a proposta, mas entendo que é uma atitude pouco ética o PSD da Lousã não ter tido previamente uma conversa com quem tem procurado soluções e feito propostas sobre a Estrada da Beira», disse Jaime Soares, presidente da Câmara de Poiares e da Distrital do PSD de Coimbra.
O presidente da autarquia de Poiares afirmou que, «se a proposta tiver viabilidade e valor», não terá problemas de a «apreciar e apoiar», mas não deixou de criticar a atitude dos seus companheiros de partido.«O PSD da Lousã não descobriu nada. Todos sabemos que a actual estrada está esgotada e não tem hipóteses, mas é uma atitude inqualificável divulgar uma proposta sem, no mínimo, termos conversado, já que somos altamente interessados», criticou Jaime Soares.Na opinião do autarca de Poiares, as soluções deveriam ser discutidas entre as autarquias atravessadas pela Estrada da Beira, mas Jaime Soares reconhece «liberdade aos vereadores social-democratas da Lousã para apresentarem projectos». «Este é o pior caminho para procurar protagonismos partidários e pessoais e esgrimir argumentos políticos», considerou no entanto Jaime Soares. Já o presidente da Câmara Municipal da Lousã, o socialista Fernando Carvalho, referiu que «é desfasado estar a discutir a proposta do PSD, quando se está ainda a discutir o novo traçado do IC3». «Esse é um assunto de interesse para a Lousã», disse, por seu turno, a presidente da autarquia de Miranda do Corvo, a social-democrata Fátima Ramos, instada a comentar a proposta dos companheiros de partido do concelho vizinho. Para a autarca, que é também vice-presidente da distrital do PSD de Coimbra, «o que interessa neste momento é a construção do IC3, porque vai permitir melhor acesso à auto-estrada, a Coimbra e ao IP3». «O importante é que o Governo opte pelo novo IC3, com o traçado previsto entre Penela e Miranda do Corvo, e avance com a sua concretização o mais rapidamente possível», acrescentou.
Para o que estamos guardados? Para aturar velhos rabugentos, mal encarados e com esgares de doença?
Fatima Campos Ferreira tinha razão quando o mandou calar no Pros e Contras e não de deu hipotese de meter o bico, apesar de se ter posto em bicos de pes na 1º fila. Foi uma vergonha e desonra para a raça poiarense.
sábado, dezembro 23, 2006
Novo dispositivo operacional na Circunscrição Florestal do Centro
A Circunscrição Florestal do Centro, que reuniu os directores de departamento da Direcção Geral dos Recursos Florestais – Centro, reforçou o dispositivo operacional de prevenção integrada, com seis novas viaturas 4x4 e três tractores-carros.
A reunião com os directores de departamento realizou-se ontem, na Figueira da Foz, finda a qual o director da Circunscrição Florestal do Centro (CFC), António Gravato, apresentou as viaturas à comunicação social e falou das directrizes a pôr em curso já no próximo ano.Com a aquisição de seis viaturas e três tractores-carros, a CFC reforçou o seu dispositivo operacional de prevenção integrada. Os seis Mitsubishi Strakar L200 surgem com um equipamento de primeira intervenção e que integra um kit de material de sapadores, enquanto que os três tractores-carros destinam-se a operar em parques florestais com maior intensidade de utilização nas áreas de recreio e lazer, com o objectivo de prevenir, sensibilizar e dissuadir comportamentos de risco.Estes três veículos, distribuídos para as serras da Boa Viagem (Figueira da Foz), Buçaco e Crasto (Viseu), permitem operar nos cerca de 200 mil hectares em que o Estado intervém na área de jurisdição do CFC.Por outro lado, o CFC viu reforçada a sua área de intervenção com a integração de mais 16 equipas de sapadores florestais, que compreende mais 80 pessoas a operar no terreno, enquadradas por organizações de produtores florestais, conselhos directivos de baldios e câmaras municipais, para efectuar trabalhos de prevenção, detecção e primeira intervenção de fogos florestais nas áreas privadas. Com este novo reforço, a região centro passa a ter 117 equipas de sapadores florestais que totalizam cerca de 550 postos de trabalho especializados. Os elementos que integram estas equipas receberam recentemente formação específica em silvicultura preventiva, maquinaria e equipamento de roça de mato, condução TT, detecção, vigilância, primeira intervenção e apoio aos bombeiros, tanto no combate como no rescaldo aos incêndios florestais. Pretende-se que este reforço conjugado possa contribuir para a redução do fenómeno dos incêndios com a consequente valorização do património florestal. Refira-se que o CFC passa a ter 57 equipas AGRIS privadas, 106 equipas de sapadores florestais, 10 AGRIS da DGRF e 22 equipas de Sapadores da DGRF – Centro. Trata-se de uma estratégia conjugada, com meios privados e públicos e que tem como comum objectivo a defesa da floresta contra incêndios.
A reunião com os directores de departamento realizou-se ontem, na Figueira da Foz, finda a qual o director da Circunscrição Florestal do Centro (CFC), António Gravato, apresentou as viaturas à comunicação social e falou das directrizes a pôr em curso já no próximo ano.Com a aquisição de seis viaturas e três tractores-carros, a CFC reforçou o seu dispositivo operacional de prevenção integrada. Os seis Mitsubishi Strakar L200 surgem com um equipamento de primeira intervenção e que integra um kit de material de sapadores, enquanto que os três tractores-carros destinam-se a operar em parques florestais com maior intensidade de utilização nas áreas de recreio e lazer, com o objectivo de prevenir, sensibilizar e dissuadir comportamentos de risco.Estes três veículos, distribuídos para as serras da Boa Viagem (Figueira da Foz), Buçaco e Crasto (Viseu), permitem operar nos cerca de 200 mil hectares em que o Estado intervém na área de jurisdição do CFC.Por outro lado, o CFC viu reforçada a sua área de intervenção com a integração de mais 16 equipas de sapadores florestais, que compreende mais 80 pessoas a operar no terreno, enquadradas por organizações de produtores florestais, conselhos directivos de baldios e câmaras municipais, para efectuar trabalhos de prevenção, detecção e primeira intervenção de fogos florestais nas áreas privadas. Com este novo reforço, a região centro passa a ter 117 equipas de sapadores florestais que totalizam cerca de 550 postos de trabalho especializados. Os elementos que integram estas equipas receberam recentemente formação específica em silvicultura preventiva, maquinaria e equipamento de roça de mato, condução TT, detecção, vigilância, primeira intervenção e apoio aos bombeiros, tanto no combate como no rescaldo aos incêndios florestais. Pretende-se que este reforço conjugado possa contribuir para a redução do fenómeno dos incêndios com a consequente valorização do património florestal. Refira-se que o CFC passa a ter 57 equipas AGRIS privadas, 106 equipas de sapadores florestais, 10 AGRIS da DGRF e 22 equipas de Sapadores da DGRF – Centro. Trata-se de uma estratégia conjugada, com meios privados e públicos e que tem como comum objectivo a defesa da floresta contra incêndios.
quarta-feira, dezembro 13, 2006
Ecomarche de Poiares
Temos recebido alguns mails de leitores deste blog, lamentando a ausencia de produtos conceituados de produzidos na nossa região ou nas proximidades.
Esses produtos foram aceites , aprovados e ( pagos e bem pagos em dinheiros e especie) para aparecerem nas prateleiras dos Ecos e dos Interes.
Não se sabe porquê, é raro haver a Agua de Penacova nas prateleiras do Eco de Poiares ou se a há, está escondida atras de outras aguas ou com os rótulos propositadamente virados ao contrário.
Na mira do lucro e sem interesse em defender os seus clientes poiarenses, os donos-gerentes da loja de poiares resolvem a seu bel prazer meter os produtos que mais lhe convem em detrimento dos acordos de cedencia de posição na Rede Mosqueteiros que se obrigavam com as autarquias a promover os produtos da região para compensar a quebra do comercio tradicional.
Dizia-se na altura: As pessoas que se candidataram e a quem foi entregue o Eco de Poiares, são humildes, boas pessoas e trabalhadoras que vão ajudar as pessoas cá da zona. Não são de Poiares, mas é como se fossem. Têm cá bons amigos. Se as batatas, os feijões, as couves, os nabos, o grão de bico etc forem de boa qualidade e cumprirem as normas da qualidade exigida pelos Mosqueteiros vão ajudar a desenvolver Poiares.
Ao fim de uns anitos, a cevada começou a picar na barriga. Não ha nenhum produto da região que lá seja promovido. Os enchidos de Vilarinho? Há-os em todo o país e é bastante procurado em todas as grandes superficies.
As promessas para que fosse autorizada a abertura desta superficie comercial em Poiares, começaram a ir por agua abaixo.
E a pergunta é:
Porque se escondem propositadamente nas prateleiras a Agua de Penacova? A quem aproveita?À gerência vai-lhe competir dizer que não é verdade. estamos a vêr que daqui para a frente vai aparecer muitos garrafões e garrafas das Aguas de Penacova, nas prateleiras e bem à vista.
Isso é mesmo o que se quer, que os nossos produtos regionais e de proximidade sejam comercializados e consumidos por todos nós, já que são bons e dão emprego ao nosso pessoal.
Esses produtos foram aceites , aprovados e ( pagos e bem pagos em dinheiros e especie) para aparecerem nas prateleiras dos Ecos e dos Interes.
Não se sabe porquê, é raro haver a Agua de Penacova nas prateleiras do Eco de Poiares ou se a há, está escondida atras de outras aguas ou com os rótulos propositadamente virados ao contrário.
Na mira do lucro e sem interesse em defender os seus clientes poiarenses, os donos-gerentes da loja de poiares resolvem a seu bel prazer meter os produtos que mais lhe convem em detrimento dos acordos de cedencia de posição na Rede Mosqueteiros que se obrigavam com as autarquias a promover os produtos da região para compensar a quebra do comercio tradicional.
Dizia-se na altura: As pessoas que se candidataram e a quem foi entregue o Eco de Poiares, são humildes, boas pessoas e trabalhadoras que vão ajudar as pessoas cá da zona. Não são de Poiares, mas é como se fossem. Têm cá bons amigos. Se as batatas, os feijões, as couves, os nabos, o grão de bico etc forem de boa qualidade e cumprirem as normas da qualidade exigida pelos Mosqueteiros vão ajudar a desenvolver Poiares.
Ao fim de uns anitos, a cevada começou a picar na barriga. Não ha nenhum produto da região que lá seja promovido. Os enchidos de Vilarinho? Há-os em todo o país e é bastante procurado em todas as grandes superficies.
As promessas para que fosse autorizada a abertura desta superficie comercial em Poiares, começaram a ir por agua abaixo.
E a pergunta é:
Porque se escondem propositadamente nas prateleiras a Agua de Penacova? A quem aproveita?À gerência vai-lhe competir dizer que não é verdade. estamos a vêr que daqui para a frente vai aparecer muitos garrafões e garrafas das Aguas de Penacova, nas prateleiras e bem à vista.
Isso é mesmo o que se quer, que os nossos produtos regionais e de proximidade sejam comercializados e consumidos por todos nós, já que são bons e dão emprego ao nosso pessoal.
terça-feira, dezembro 12, 2006
ARGANIL - O primeiro ano foi de planeamento
Ao fim do primeiro ano de mandato o presidente da Câmara de Arganil não terá muita obra feita, mas tem definida uma estratégia para o desenvolvimento do concelho. Ricardo Pereira Alves considera que este foi, fundamentalmente, um ano de planeamento e preparação de projectos, que começam a tomar forma em 2007.
O primeiro ano de qualquer executivo, particularmente para quem entra de novo, é fundamentalmente para fazer o diagnóstico e a situação não dava perspectivas muito animadoras para o futuro.
Hoje a câmara tem a situação financeira controlada e credibilidade externa. Foi feita a restruturação orgânica da câmara e no final de Abril foi aprovado o novo organigrama, um novo quadro de pessoal e um quadro específico do contrato individual de trabalho.
Não existia uma carteira de projectos que permitisse a sua execução imediata. Havia sim uma estratégia, com três objectivos fundamentais: promoção da melhoria da qualidade de vida, desenvolvimento de produtos turísticos competitivos e fortalecimento da estrutura económica para a partir daí desenvolver linhas de acção e realizar iniciativas.
O primeiro ano de qualquer executivo, particularmente para quem entra de novo, é fundamentalmente para fazer o diagnóstico e a situação não dava perspectivas muito animadoras para o futuro.
Hoje a câmara tem a situação financeira controlada e credibilidade externa. Foi feita a restruturação orgânica da câmara e no final de Abril foi aprovado o novo organigrama, um novo quadro de pessoal e um quadro específico do contrato individual de trabalho.
Não existia uma carteira de projectos que permitisse a sua execução imediata. Havia sim uma estratégia, com três objectivos fundamentais: promoção da melhoria da qualidade de vida, desenvolvimento de produtos turísticos competitivos e fortalecimento da estrutura económica para a partir daí desenvolver linhas de acção e realizar iniciativas.
domingo, dezembro 10, 2006
Zona de Intervenção Florestal - exemplo para o país
O ministro da Agricultura, Jaime Silva, presidiu ontem no concelho de Oliveira do Hospital à apresentação da primeira Zona de Intervenção Florestal, considerando-a um exemplo a seguir no país.
Constituída oficialmente desde o passado dia 30 de Novembro, a ZIF do Alva e Alvoco localiza-se numa das principais manchas verdes do concelho e é uma espécie de “condomínio” florestal.Convencido da importância deste modelo de gestão da floresta, Jaime Silva garante que são iniciativas como esta que «vão levar o grosso» dos dinheiros públicos. «É um dia de orgulho para a floresta portuguesa», afirmou o ministro aos inúmeros proprietários florestais que ontem assistiam, no refeitório da EBI da Ponte das Três Entradas, à apresentação da primeira Zona de Intervenção Florestal do país, acrescentando que «são estes exemplos que o Governo tem a obrigação de apoiar, porque estão a fazer um trabalho que cria riqueza e desenvolvimento local».
Lamentando o estado a que «todos deixámos chegar a floresta», o governante julga que «todos temos a obrigação de deixar aos nossos filhos uma floresta sustentável», e a fórmula melhor para o fazer deverá passar, necessariamente, pelas ZIF. «Um dos sectores prioritários, não tenham dúvidas, é a floresta, mas se organizada em ZIF’s», referiu o ministro da Agricultura, adiantando que a reestruturação no seu ministério passa exactamente por diminuir as despesas de «funcionamento», em detrimento do financiamento de projectos capazes de gerar riqueza, como é o caso das ZIF, que irão funcionar como uma espécie de “condomínio”, onde os proprietários florestais deverão ver assegurada a gestão das suas parcelas. Criada com o objectivo de permitir uma gestão sustentada da propriedade florestal, esta Zona de Intervenção terá como principal preocupação a diminuição do risco de incêndio, e como passos seguintes a valorização de toda a fileira, garantiu o director executivo da CAULE - a entidade promotora da ZIF do Alva e Alvoco. A trabalhar neste processo desde Outubro de 2005, José Vasco de Campos cedo percebeu que esta era a melhor forma de resolver os problemas dos proprietários, numa zona muito “pulverizada”, como é esta em que incide a ZIF, conseguindo reunir ao fim de um ano 459 proprietários num total de 4741 hectares. Aproveitando a presença do ministro da Agricultura e também do secretário de Estado do Desenvolvimento Rural na cerimónia de apresentação pública do projecto, o director da CAULE – Associação Florestal da Beira Serra – pediu mais “celeridade” nos processos, nomeadamente na questão do cadastro dos terrenos. Na “linha da frente” em matéria de ZIF’s, José Vasco de Campos aproveitou ainda para solicitar à tutela que facilite os negócios jurídicos dentro destas áreas, de modo a pôr ordem neste “caos” de registos. «É impensável que uma propriedade pague mais de registo do que aquilo que ela vale», considerou o engenheiro técnico florestal, que além da pulverização da propriedade, elege como “inimigo” número um da floresta as acácias – também conhecidas por mimosas – para quem pediu mais atenção por parte do Governo, pois se não forem atacadas «podem trazer graves danos à floresta e à biodiversidade». Depois de um ano de trabalho intenso, que levou à criação da primeira ZIF do país, José Vasco julga agora que o sucesso desta Zona de Intervenção passa também pelo «envolvimento das autoridades locais».l
Constituída oficialmente desde o passado dia 30 de Novembro, a ZIF do Alva e Alvoco localiza-se numa das principais manchas verdes do concelho e é uma espécie de “condomínio” florestal.Convencido da importância deste modelo de gestão da floresta, Jaime Silva garante que são iniciativas como esta que «vão levar o grosso» dos dinheiros públicos. «É um dia de orgulho para a floresta portuguesa», afirmou o ministro aos inúmeros proprietários florestais que ontem assistiam, no refeitório da EBI da Ponte das Três Entradas, à apresentação da primeira Zona de Intervenção Florestal do país, acrescentando que «são estes exemplos que o Governo tem a obrigação de apoiar, porque estão a fazer um trabalho que cria riqueza e desenvolvimento local».
Lamentando o estado a que «todos deixámos chegar a floresta», o governante julga que «todos temos a obrigação de deixar aos nossos filhos uma floresta sustentável», e a fórmula melhor para o fazer deverá passar, necessariamente, pelas ZIF. «Um dos sectores prioritários, não tenham dúvidas, é a floresta, mas se organizada em ZIF’s», referiu o ministro da Agricultura, adiantando que a reestruturação no seu ministério passa exactamente por diminuir as despesas de «funcionamento», em detrimento do financiamento de projectos capazes de gerar riqueza, como é o caso das ZIF, que irão funcionar como uma espécie de “condomínio”, onde os proprietários florestais deverão ver assegurada a gestão das suas parcelas. Criada com o objectivo de permitir uma gestão sustentada da propriedade florestal, esta Zona de Intervenção terá como principal preocupação a diminuição do risco de incêndio, e como passos seguintes a valorização de toda a fileira, garantiu o director executivo da CAULE - a entidade promotora da ZIF do Alva e Alvoco. A trabalhar neste processo desde Outubro de 2005, José Vasco de Campos cedo percebeu que esta era a melhor forma de resolver os problemas dos proprietários, numa zona muito “pulverizada”, como é esta em que incide a ZIF, conseguindo reunir ao fim de um ano 459 proprietários num total de 4741 hectares. Aproveitando a presença do ministro da Agricultura e também do secretário de Estado do Desenvolvimento Rural na cerimónia de apresentação pública do projecto, o director da CAULE – Associação Florestal da Beira Serra – pediu mais “celeridade” nos processos, nomeadamente na questão do cadastro dos terrenos. Na “linha da frente” em matéria de ZIF’s, José Vasco de Campos aproveitou ainda para solicitar à tutela que facilite os negócios jurídicos dentro destas áreas, de modo a pôr ordem neste “caos” de registos. «É impensável que uma propriedade pague mais de registo do que aquilo que ela vale», considerou o engenheiro técnico florestal, que além da pulverização da propriedade, elege como “inimigo” número um da floresta as acácias – também conhecidas por mimosas – para quem pediu mais atenção por parte do Governo, pois se não forem atacadas «podem trazer graves danos à floresta e à biodiversidade». Depois de um ano de trabalho intenso, que levou à criação da primeira ZIF do país, José Vasco julga agora que o sucesso desta Zona de Intervenção passa também pelo «envolvimento das autoridades locais».l
GOIS - promove inclusão social de 150 jovens
O município de Góis viu aprovada a sua candidatura ao Programa Escolhas. Os trabalhos de preparação começaram este mês e em Janeiro o projecto “Escolhas de Futuro” deverá arrancar em grande. Depois da aprovação, por parte do Governo, da candidatura do município de Góis ao Programa Escolhas, a Câmara Municipal já está a trabalhar no terreno para, a partir de Janeiro, fazer chegar o projecto “Escolhas de Futuro” a 150 crianças e jovens do concelho. As oportunidades que este projecto permite são muitas, sempre tendo em vista áreas fundamentais – a promoção da inclusão social e formação profissional, a ocupação dos tempos livres e participação comunitária, a plena integração na sociedade e a inclusão digital – quatro áreas que, de resto, são as apostas de intervenção do “Escolhas de futuro”, um programa que visa promover a inclusão social de crianças e jovens provenientes de contextos sócio-económicos mais vulneráveis. Promovido pela Câmara Municipal de Góis e gerido pela Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER), o projecto “Escolhas de Futuro” pretende «responder a um conjunto de problemas que foram encontrados no diagnóstico social», afirmou Helena Moniz, vice-presidente da autarquia, explicando que os problemas encontrados são os que já se conhecem: a população envelhecida, com baixo nível de escolaridade e pais com reduzida preocupação com a vida escolar dos filhos. Um cenário que levou a autarquia a fazer a candidatura ao programa Escolhas para «aproveitar cada uma das medidas e adaptá-las à nossa realidade», explicou a vereadora que, recentemente se deslocou a Lisboa para a assinatura dos protocolos de cooperação do programa nacional Escolhas que, no município de Góis, assume a denominação de “Escolhas de Futuro”.
Neste ponto privilegia-se o «envolvimento dos jovens nos movimentos associativos e na própria comunidade», explica a vereadora, que enfatiza a prioridade que será dada aos jovens imigrantes, de modo a que eles possam mais facilmente se sentirem inseridos na comunidade. E porque Góis é um concelho com baixo nível de escolaridade, o trabalho no programa “Escolhas de Futuro” passa também pela inclusão escolar, «combatendo o abandono e apoiando o sucesso escolar», diz a vereadora, que para isso aposta no estudo acompanhado e na criação de um gabinete de apoio psicossocial, este último uma «lacuna» no concelho.
Neste ponto privilegia-se o «envolvimento dos jovens nos movimentos associativos e na própria comunidade», explica a vereadora, que enfatiza a prioridade que será dada aos jovens imigrantes, de modo a que eles possam mais facilmente se sentirem inseridos na comunidade. E porque Góis é um concelho com baixo nível de escolaridade, o trabalho no programa “Escolhas de Futuro” passa também pela inclusão escolar, «combatendo o abandono e apoiando o sucesso escolar», diz a vereadora, que para isso aposta no estudo acompanhado e na criação de um gabinete de apoio psicossocial, este último uma «lacuna» no concelho.
quarta-feira, novembro 29, 2006
Poiares - Continua a saga dos cães
Como em Poiares parece que não ha mais nada a fazer ou para fazer obra de legislatura, mantem-se o braço-de-ferro entre o mandatado da Câmara e a Agir .A autarquia de Poiares alargou o prazo, mas deu um segundo ultimato à Associação Agir Pelos Animais. Na véspera do dia “D”, tudo se mantém na mesma. Aguarda-se assim pelo 3º ultimato....Parece a guerra do Solnado.Os animais estão na Quinta da Moenda e a autarquia vai recorrer aos tribunais . Jaime Soares mantém-se intransigente e vai cumprir a deliberação que fez aprovar no executivo municipal, tomada por unanimidade, no passado dia 20. Ou seja, se a Agir não retirar os animais da Quinta da Moenda até amanhã, a Câmara vai «solicitar ao tribunal um mandado judicial para poder entrar nas instalações, cumprindo a lei, e retirar os animais». O presidente de Poiares afirmou ontem no meio da rua que não recua um passo relativamente à posição assumida pelos seus pupilos e, se amanhã os animais se mantiverem no local, «imediatamente a seguir vamos fazer o pedido ao tribunal». Afirmando que pretende agir em conformidade com o que lhe vai na cabeça e com os termos da lei, Soares defende a retirada dos animais da Quinta da Moenda, mantendo-os, de seguida, de quarentena durante o período recomendado num quintal. O autarca não vê quaisquer problemas na retirada dos animais e na sua transferência para o futuro canil municipal, que, afirma, está finalmente a ser restruturado para resolver o problema. Aliás, para Jaime Soares o “problema” reside sim nos animais, que «estão sem condições e sem licença» e representam uma ameaça em termos de saúde pública, pois estão numa «situação caótica» e se ficarem mais uns dias no quintal não virá mal ao mundo. Acusando a Agir de «prepotência», Soares reafirma que a associação transformou Poiares no «caixote do lixo», canalizando para ali cães vindos dos mais variados pontos do distrito, em particular de Coimbra. Relativamente à necessidade de dar tempo à associação para conseguir um espaço onde possa instalar os animais, o autarca Poiares, é taxativo: «não tenho nada a ver com isso. Poiares já sofreu demasiado com os meus caprichos e com os da Agir. Poiares já pagou uma factura que não deve», afirmam os incredulos poiarenses. «Em Poiares, os poiarenses tratam bem as pessoas e os animais, mas há situações que ultrapassam todos os limites», adiantam, apontando o “dedo” crítico aos responsáveis da autarquia e da associação, que «não souberam ter uma convivência salutar com os poiarenses».Por isso Jaime Soares afirma que irá «até às últimas consequências», dentro das suas competências e das competencias dos outros», o que passa, não apenas pelo mandado judicial que autorize a retirada dos animais, mas também pela queixa-crime e cível contra o presidente da autarquia e da Agir - também aprovada pelos poiarenses, «por tentativa de agressão entre funcionarios das duas entidades, insultos, enxovalhos e monstruosas mentiras.
“Saímos quando tivermos condições”. Se Jaime Soares não cede um milímetro, a Agir assume idêntica posição. «Saímos quando tivermos condições para sair e neste momento não temos», disse Samuel Vieira. Segundo aquele responsável, a associação recebeu várias ofertas de pessoas que, alertadas para a situação, disponibilizaram espaços, na zona de Coimbra e também de Condeixa. Todavia, «não conseguimos criar as condições de um dia para o outro», esclarece, sublinhando a necessidade de começar pela limpeza do terreno, uma operação que em termos logísticos é complicada, tendo em conta que «a Agir não tem funcionários». Actualmente, de acordo com Samuel Vieira, estarão cerca de duas dezenas de animais na Quinta da Moenda e, satisfeito, refere que no último mês, graças ao mediatismo do “braço-de-ferro” entre a associação e a autarquia, «demos mais cães» que nos últimos meses. Tambem já ofereceram alguns cães ao presidente, para ele mandar guardar as cabras para a chanfana, o que ele agradeceu, mandando-os amarrar no jardim em frente à Camara, para morderem tambem nas canelas dos tipos que lá vão fazer filmagens para o Portugal no Coração.Samuel Vieira explica que não existe nenhuma “birra” por parte da associação, afirma a legalidade da presença na Quinta da Moenda e sublinha que desde 1998 (a associação foi constituída em 1995) manifestam vontade de mudar para outro local. Reconhece os incómodos e queixas dos vizinhos e refere as muitas diligências feitas nesse sentido ao longo dos últimos anos, algumas das quais envolveram a própria autarquia. A “mudança” praticamente estava concluída, com a transferência para Montemor, «mas nunca deixaram de deixar cães na Quinta da Moenda», recorda, apontando para um número já muito inferior às duas centenas que ali conviveram noutros tempos.Todavia, na véspera do dia “D” Samuel Vieira é inflexível: «Não vamos sair quando o presidente quer, mas quando tivermos condições para o fazer», o que, acrescenta, «até pode acontecer muito em breve», mas «não vou fugir», diz, sublinhando que «não é uma questão de dar ou não dar o braço a torcer», mas de «reunir condições». Por isso vai aguardar, esperando que se a câmara for buscar os animais tenha condições para os recolher e manter em boas condições e afirma que o canil do município não reúne esses requisitos.
Assim, aguarda-se para ver onde Jaime Soares vai guardar agora os seus cães. Os cães como bem ele chama, de raça poiarense.
“Saímos quando tivermos condições”. Se Jaime Soares não cede um milímetro, a Agir assume idêntica posição. «Saímos quando tivermos condições para sair e neste momento não temos», disse Samuel Vieira. Segundo aquele responsável, a associação recebeu várias ofertas de pessoas que, alertadas para a situação, disponibilizaram espaços, na zona de Coimbra e também de Condeixa. Todavia, «não conseguimos criar as condições de um dia para o outro», esclarece, sublinhando a necessidade de começar pela limpeza do terreno, uma operação que em termos logísticos é complicada, tendo em conta que «a Agir não tem funcionários». Actualmente, de acordo com Samuel Vieira, estarão cerca de duas dezenas de animais na Quinta da Moenda e, satisfeito, refere que no último mês, graças ao mediatismo do “braço-de-ferro” entre a associação e a autarquia, «demos mais cães» que nos últimos meses. Tambem já ofereceram alguns cães ao presidente, para ele mandar guardar as cabras para a chanfana, o que ele agradeceu, mandando-os amarrar no jardim em frente à Camara, para morderem tambem nas canelas dos tipos que lá vão fazer filmagens para o Portugal no Coração.Samuel Vieira explica que não existe nenhuma “birra” por parte da associação, afirma a legalidade da presença na Quinta da Moenda e sublinha que desde 1998 (a associação foi constituída em 1995) manifestam vontade de mudar para outro local. Reconhece os incómodos e queixas dos vizinhos e refere as muitas diligências feitas nesse sentido ao longo dos últimos anos, algumas das quais envolveram a própria autarquia. A “mudança” praticamente estava concluída, com a transferência para Montemor, «mas nunca deixaram de deixar cães na Quinta da Moenda», recorda, apontando para um número já muito inferior às duas centenas que ali conviveram noutros tempos.Todavia, na véspera do dia “D” Samuel Vieira é inflexível: «Não vamos sair quando o presidente quer, mas quando tivermos condições para o fazer», o que, acrescenta, «até pode acontecer muito em breve», mas «não vou fugir», diz, sublinhando que «não é uma questão de dar ou não dar o braço a torcer», mas de «reunir condições». Por isso vai aguardar, esperando que se a câmara for buscar os animais tenha condições para os recolher e manter em boas condições e afirma que o canil do município não reúne esses requisitos.
Assim, aguarda-se para ver onde Jaime Soares vai guardar agora os seus cães. Os cães como bem ele chama, de raça poiarense.
quinta-feira, novembro 23, 2006
LOUSÃ - Eleições na Misericordia
Antigos autarcas do PSD e PS disputam Misericórdia da Lousã
As eleições para os corpos gerentes da Misericórdia da Lousã vão ser disputadas amanhã pelo deputado do PS Horácio Antunes e o actual provedor, o social-democrata João da Franca, num sufrágio que irá decorrer entre as 21 e as 23h00
A disputa promete ser uma das mais renhidas de sempre, numa instituição com 937 «irmãos» (associados), reeditando um confronto entre PS e PSD, num município governado pelos socialistas desde 1983.
Em 1991, João da Franca, que chegou a ser candidato do PSD à Câmara Municipal, conquistou a provedoria da Santa Casa da Misericórdia, derrotando o socialista Luís Gonçalves, presidente da Assembleia Municipal desde 1983.
Ao longo dos últimos 15 anos, João da Franca foi sempre reeleito para o cargo, ganhando as sucessivas eleições aos adversários.
Concorro à Santa Casa da Misericórdia porque entendo que há muito a melhorar ao nível das respostas sociais e é preciso quem saiba organizar, projectar e realizar», disse Horácio Antunes, candidato da lista B.
Encabeçando a lista A, João da Franca, planeia ampliar o Lar de idosos, com a construção de um edifício com capacidade para 32 pessoas, cujo projecto está aprovado pelo Instituto da Segurança Social.
Horácio Antunes, ex-governador civil de Coimbra e
presidente da Câmara entre 1983 e 1999, foi eleito deputado à Assembleia da República em 2005.
Membro da Assembleia Municipal da Lousã, eleito pelo PSD, João da Franca cumpriu dois mandatos como presidente da Junta de Freguesia de Foz de Arouce, de onde saiu
derrotado pelo PS nas autárquicas de 2005.
Os dois candidatos vão ter pela frente uma lista de espera com cerca de 90 idosos e 170 crianças que aguardam por vaga nas valências da instituição.
A Santa Casa construiu um bloco para idosos há 25 anos e nunca mais conseguiu realizar obras. Há 25 anos que a lotação é praticamente a mesma, dando resposta muito fraca às solicitações, criticou Horácio Antunes.
O deputado socialista prometeu ainda a construção de uma Unidade de Cuidados Continuados que, na sua opinião, «já poderia estar concluída há sete ou oito anos atrás se tivessem sido apresentados projectos credíveis aos Ministérios da Saúde e Segurança Social».
Horácio Antunes adiantou ainda que, se for eleito, irá avançar com projectos até ao final de Dezembro para apresentar candidaturas que possibilitem a concretização dos seus objectivos.
Por seu turno, João da Franca adiantou que a ampliação do lar de idosos, orçada em 400 mil euros, «é o seu grande projecto para o próximo triénio».
«No entanto, não iremos descurar a aquisição de um espaço para a instalação de um serviço de Unidade de Cuidados Continuados e acamados e melhoria de todos os serviços», acrescentou o actual provedor.
Como obra marcante do seu último mandato, João da Franca destaca a construção da nova creche, inaugurada há cerca de ano e meio, com capacidade para 68 crianças.
A actual falta de respostas sociais da Santa Casa, que lhe é imputada pelo adversário, deve-se, na sua opinião, à explosão demográfica do concelho, «que se transformou num dormitório de Coimbra, sem que a Lousã estivesse preparada».
«Vai ser muito difícil nos próximos anos terminar com as listas de espera, a não ser que o Governo disponibilize verbas, o que actualmente não se vislumbra com os cortes orçamentais», referiu João da Franca.
As eleições para os corpos gerentes da Misericórdia da Lousã vão ser disputadas amanhã pelo deputado do PS Horácio Antunes e o actual provedor, o social-democrata João da Franca, num sufrágio que irá decorrer entre as 21 e as 23h00
A disputa promete ser uma das mais renhidas de sempre, numa instituição com 937 «irmãos» (associados), reeditando um confronto entre PS e PSD, num município governado pelos socialistas desde 1983.
Em 1991, João da Franca, que chegou a ser candidato do PSD à Câmara Municipal, conquistou a provedoria da Santa Casa da Misericórdia, derrotando o socialista Luís Gonçalves, presidente da Assembleia Municipal desde 1983.
Ao longo dos últimos 15 anos, João da Franca foi sempre reeleito para o cargo, ganhando as sucessivas eleições aos adversários.
Concorro à Santa Casa da Misericórdia porque entendo que há muito a melhorar ao nível das respostas sociais e é preciso quem saiba organizar, projectar e realizar», disse Horácio Antunes, candidato da lista B.
Encabeçando a lista A, João da Franca, planeia ampliar o Lar de idosos, com a construção de um edifício com capacidade para 32 pessoas, cujo projecto está aprovado pelo Instituto da Segurança Social.
Horácio Antunes, ex-governador civil de Coimbra e
presidente da Câmara entre 1983 e 1999, foi eleito deputado à Assembleia da República em 2005.
Membro da Assembleia Municipal da Lousã, eleito pelo PSD, João da Franca cumpriu dois mandatos como presidente da Junta de Freguesia de Foz de Arouce, de onde saiu
derrotado pelo PS nas autárquicas de 2005.
Os dois candidatos vão ter pela frente uma lista de espera com cerca de 90 idosos e 170 crianças que aguardam por vaga nas valências da instituição.
A Santa Casa construiu um bloco para idosos há 25 anos e nunca mais conseguiu realizar obras. Há 25 anos que a lotação é praticamente a mesma, dando resposta muito fraca às solicitações, criticou Horácio Antunes.
O deputado socialista prometeu ainda a construção de uma Unidade de Cuidados Continuados que, na sua opinião, «já poderia estar concluída há sete ou oito anos atrás se tivessem sido apresentados projectos credíveis aos Ministérios da Saúde e Segurança Social».
Horácio Antunes adiantou ainda que, se for eleito, irá avançar com projectos até ao final de Dezembro para apresentar candidaturas que possibilitem a concretização dos seus objectivos.
Por seu turno, João da Franca adiantou que a ampliação do lar de idosos, orçada em 400 mil euros, «é o seu grande projecto para o próximo triénio».
«No entanto, não iremos descurar a aquisição de um espaço para a instalação de um serviço de Unidade de Cuidados Continuados e acamados e melhoria de todos os serviços», acrescentou o actual provedor.
Como obra marcante do seu último mandato, João da Franca destaca a construção da nova creche, inaugurada há cerca de ano e meio, com capacidade para 68 crianças.
A actual falta de respostas sociais da Santa Casa, que lhe é imputada pelo adversário, deve-se, na sua opinião, à explosão demográfica do concelho, «que se transformou num dormitório de Coimbra, sem que a Lousã estivesse preparada».
«Vai ser muito difícil nos próximos anos terminar com as listas de espera, a não ser que o Governo disponibilize verbas, o que actualmente não se vislumbra com os cortes orçamentais», referiu João da Franca.
quarta-feira, novembro 22, 2006
SERPINS - ganha jardim-de-infância
A Câmara Municipal da Lousã consignou ontem a construção do Jardim-de-
-infância de Casal de Santo António, em Serpins, numa cerimónia presidida pelo Director Regional de Educação do Centro.
A empreitada foi consignada à empresa Armando Rodrigues Lda. por 174.832 euros, dos quais 98.370,51 são comparticipados pela edilidade e 76.461,49 euros pelos fundos comunitários do FEDER.
A educação é uma aposta muito grande deste executivo, que, feitas as contas, investiu nos últimos anos cerca de 1,5 milhões de euros (300 mil contos) no sector sublinhou o presidente da autarquia, Fernando Carvalho.
Na sua intervenção, Fernando Carvalho criticou ainda aqueles que, na oposição, «fizerem política» com o encerramento de algumas escolas sem condições, dizendo que «hoje podemos oferecer melhores equipamentos e com maior capacidade”.
Com capacidade para 25 crianças, o Jardim-de-infância de Casal de Santo António sala de actividade, de prolongamento de apoio, gabinete, arrumos, instalações sanitárias, recreio coberto, parque de equipamentos de recreio e arranjos exteriores.
O Director Regional de Educação do Centro, Carlos Jorge Gomes, salientou a aposta educativa do executivo de Fernando Carvalho na qualificação e construção de espaços com qualidade para as crianças.
A Lousã é concelho que aposta de forma significativa na educação, dando condições para que as populações se fixem e as crianças tenham meios e instalações de qualidade. Segundo vereador Jorge Alves, responsável pelo pelouro da Educação da autarquia lousanense, o jardim-de-infância de Casal de Santo António, que vai ser construído em anexo à escola básica do 1.º ciclo, deverá entrar em funcionamento no próximo ano lectivo.
-infância de Casal de Santo António, em Serpins, numa cerimónia presidida pelo Director Regional de Educação do Centro.
A empreitada foi consignada à empresa Armando Rodrigues Lda. por 174.832 euros, dos quais 98.370,51 são comparticipados pela edilidade e 76.461,49 euros pelos fundos comunitários do FEDER.
A educação é uma aposta muito grande deste executivo, que, feitas as contas, investiu nos últimos anos cerca de 1,5 milhões de euros (300 mil contos) no sector sublinhou o presidente da autarquia, Fernando Carvalho.
Na sua intervenção, Fernando Carvalho criticou ainda aqueles que, na oposição, «fizerem política» com o encerramento de algumas escolas sem condições, dizendo que «hoje podemos oferecer melhores equipamentos e com maior capacidade”.
Com capacidade para 25 crianças, o Jardim-de-infância de Casal de Santo António sala de actividade, de prolongamento de apoio, gabinete, arrumos, instalações sanitárias, recreio coberto, parque de equipamentos de recreio e arranjos exteriores.
O Director Regional de Educação do Centro, Carlos Jorge Gomes, salientou a aposta educativa do executivo de Fernando Carvalho na qualificação e construção de espaços com qualidade para as crianças.
A Lousã é concelho que aposta de forma significativa na educação, dando condições para que as populações se fixem e as crianças tenham meios e instalações de qualidade. Segundo vereador Jorge Alves, responsável pelo pelouro da Educação da autarquia lousanense, o jardim-de-infância de Casal de Santo António, que vai ser construído em anexo à escola básica do 1.º ciclo, deverá entrar em funcionamento no próximo ano lectivo.
terça-feira, novembro 21, 2006
LOUSÃ - Associação de Turismo Sustentável muda-se para a Lousã

Associação de Turismo Sustentável muda-se de Lisboa para a Lousã
A Associação Portuguesa de Turismo Sustentável e Ecoturismo (ATECO) vai transferir a sua sede de Lisboa para a Lousã, anunciou hoje em Coimbra o presidente da autarquia, Fernando Carvalho.
Esta mudança é para nós um grande motivo de satisfação e o reconhecimento pelo trabalho que temos feito nestas áreas, disse o autarca na apresentação do Fórum de Turismo e Montanha, que vai decorrer na Lousã no dia 25 de Novembro, no salão maior do Hotel Mélia Palácio.
Segundo Fernando Carvalho, a ATECO vai dar apoio no programa do Ecomuseu da Serra da Lousã, que é uma das nossas bandeiras do turismo cultural, para além de trazer outras mais-valias ao ecoturismo e ao turismo sustentável.
O autarca mostrou-se bastante satisfeito com esta conquista, frisando que não é normal uma instituição deslocalizar a sua sede de Lisboa para outra parte do país.
O protocolo de transferência da sede, que será assinado no decorrer do evento pela ATECO e pela Câmara da Lousã, coloca um conjunto de obrigações aos dois outorgantes.
A presidente da ATECO, Maria João Burnay, explicouque uma das razões para a mudança se deveu «à centralidade» da Lousã no território nacional, que permite projectar as questões do turismo sustentável para todo o país.
Podemos considerar a Lousã o berço do turismo e do ecoturismo. Quem não se lembra dos cidadãos estrangeiros com preocupações ambientais que há várias décadas se começaram a fixar na serra da Lousã», frisou Maria João Burnay, salientando a abertura e sensibilidade da autarquia para aquelas questões e a existência de uma massa crítica muito interessante ao nível do turismo rural.
No decorrer do Fórum de Turismo e Montanha será também lançado o número seis da Revista Turismo e Desenvolvimento, sob o título “Turismo de Montanha”, editado pela Universidade de Aveiro, com base no I Congresso de Turismo de Montanha, que se realizou em 2005 na Lousã.
«Trata-se de uma revista científica, cujo projecto editorial tem três anos, dedicada exclusivamente ao turismo de montanha, com reflexões críticas sobre o desenvolvimento sustentável e o turismo», explicou Paula Mata, da Universidade de Aveiro, instituição que tem colaborado activamente com a autarquia lousanense em áreas como a ecologia, o ambiente e o turismo.
O Fórum de Turismo e Montanha vai contar com intervenções do governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Alfredo Marques, do presidente da Região de Turismo do Centro e da Associação de Turismo do Centro, Pedro Machado, entre outros responsáveis ligados ao sector.
Durante o evento será também anunciada a data do II Congresso de Turismo de Montanha, a realizar em 2007.
Ainda relacionado com o turismo, o autarca Fernando Carvalho informou que dentro de quatro ou cinco meses deverá estar concluída a Pousada da Juventude da Lousã, que irá disponibilizar 60 camas.
A Associação Portuguesa de Turismo Sustentável e Ecoturismo (ATECO) vai transferir a sua sede de Lisboa para a Lousã, anunciou hoje em Coimbra o presidente da autarquia, Fernando Carvalho.
Esta mudança é para nós um grande motivo de satisfação e o reconhecimento pelo trabalho que temos feito nestas áreas, disse o autarca na apresentação do Fórum de Turismo e Montanha, que vai decorrer na Lousã no dia 25 de Novembro, no salão maior do Hotel Mélia Palácio.
Segundo Fernando Carvalho, a ATECO vai dar apoio no programa do Ecomuseu da Serra da Lousã, que é uma das nossas bandeiras do turismo cultural, para além de trazer outras mais-valias ao ecoturismo e ao turismo sustentável.
O autarca mostrou-se bastante satisfeito com esta conquista, frisando que não é normal uma instituição deslocalizar a sua sede de Lisboa para outra parte do país.
O protocolo de transferência da sede, que será assinado no decorrer do evento pela ATECO e pela Câmara da Lousã, coloca um conjunto de obrigações aos dois outorgantes.
A presidente da ATECO, Maria João Burnay, explicouque uma das razões para a mudança se deveu «à centralidade» da Lousã no território nacional, que permite projectar as questões do turismo sustentável para todo o país.
Podemos considerar a Lousã o berço do turismo e do ecoturismo. Quem não se lembra dos cidadãos estrangeiros com preocupações ambientais que há várias décadas se começaram a fixar na serra da Lousã», frisou Maria João Burnay, salientando a abertura e sensibilidade da autarquia para aquelas questões e a existência de uma massa crítica muito interessante ao nível do turismo rural.
No decorrer do Fórum de Turismo e Montanha será também lançado o número seis da Revista Turismo e Desenvolvimento, sob o título “Turismo de Montanha”, editado pela Universidade de Aveiro, com base no I Congresso de Turismo de Montanha, que se realizou em 2005 na Lousã.
«Trata-se de uma revista científica, cujo projecto editorial tem três anos, dedicada exclusivamente ao turismo de montanha, com reflexões críticas sobre o desenvolvimento sustentável e o turismo», explicou Paula Mata, da Universidade de Aveiro, instituição que tem colaborado activamente com a autarquia lousanense em áreas como a ecologia, o ambiente e o turismo.
O Fórum de Turismo e Montanha vai contar com intervenções do governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Alfredo Marques, do presidente da Região de Turismo do Centro e da Associação de Turismo do Centro, Pedro Machado, entre outros responsáveis ligados ao sector.
Durante o evento será também anunciada a data do II Congresso de Turismo de Montanha, a realizar em 2007.
Ainda relacionado com o turismo, o autarca Fernando Carvalho informou que dentro de quatro ou cinco meses deverá estar concluída a Pousada da Juventude da Lousã, que irá disponibilizar 60 camas.
MIRANDA DO CORVO - Doença vitimou Emídio Simões
O empresário mirandense Emídio da Costa Simões, de 69 anos, faleceu ontem de madrugada, vítima de doença prolongada, realizando-se hoje o seu funeral, às 11h00, para o cemitério de Miranda do Corvo.
Emídio da Costa Simões era sócio-gerente da empresa António Simões e Filhos L.da, uma fábrica de produção de abobadilhas cerâmicas, situada na Pisca, próximo de Vidual, na freguesia de Rio de Vide, que utiliza as mais avançadas tecnologias e exporta para Espanha.
Ao longo da sua vida foi um empresário e cidadão preocupado com o concelho de Miranda do Corvo, cujos problemas vivia com intensidade, tendo sido dirigente de várias colectividades, onde se destaca a sua paixão pelo Clube Atlético Mirandense, de que foi presidente por várias vezes, a primeira delas aos 18 anos de idade.
Foi um homem bairrista que ajudou as colectividades e participou na gestão de muitas delas, recordou o seu amigo Augusto dos Santos Paulo, antigo director do jornal Mirante.
Emídio Simões soube acompanhar as evoluções técnicas e aplicá-las à indústria, conntribuindo imenso para o progresso e desenvolvimento de Miranda do Corvo.
Emídio da Costa Simões era sócio-gerente da empresa António Simões e Filhos L.da, uma fábrica de produção de abobadilhas cerâmicas, situada na Pisca, próximo de Vidual, na freguesia de Rio de Vide, que utiliza as mais avançadas tecnologias e exporta para Espanha.
Ao longo da sua vida foi um empresário e cidadão preocupado com o concelho de Miranda do Corvo, cujos problemas vivia com intensidade, tendo sido dirigente de várias colectividades, onde se destaca a sua paixão pelo Clube Atlético Mirandense, de que foi presidente por várias vezes, a primeira delas aos 18 anos de idade.
Foi um homem bairrista que ajudou as colectividades e participou na gestão de muitas delas, recordou o seu amigo Augusto dos Santos Paulo, antigo director do jornal Mirante.
Emídio Simões soube acompanhar as evoluções técnicas e aplicá-las à indústria, conntribuindo imenso para o progresso e desenvolvimento de Miranda do Corvo.
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