quarta-feira, junho 13, 2007

Jaime Soares na confusão

Na Câmara Municipal da Figueira da Foz arrasta-se um braço-de-ferro entre o presidente da autarquia, Duarte Silva, e o número dois, Paulo Pereira Coelho, ambos do PSD. Todas as estruturas do partido têm conhecimento da situação e dizem-se preocupadas com o que se passa, mas tanto a Comissão Política Concelhia, como a Distrital e até o líder nacional foram incapazes de acabar com o assunto.
O caso tem já bastante tempo, o suficiente para qualquer pessoa prevenida se aperceber de que iria agravar-se e poderia acabar mal. O primeiro grande facto ocorreu quando Duarte Silva retirou a confiança a Paulo Pereira Coelho, tirou-lhe a vice-presidência e este, como resposta, entregou-lhe os pelouros. A situação não está fácil para Jaime Soares, que também presidindo à autarquia de Poiares deveria manifestar solidariedade a Duarte Silva, mas tem, igualmente, contra si, uma certa lealdade e proximidade para com Paulo Pereira Coelho.
O “caldo” foi-se entornando e, mais recentemente, o copo transbordou quando Paulo Pereira Coelho votou com os vereadores do PS a retirada de competências ao presidente da Câmara. Ainda por cima, outro vereador social-democrata, com responsabilidades acrescidas por ser o presidente da Comissão Política Concelhia, faltou propositadamente àquela reunião da edilidade. José Elísio justificou que “do ponto de vista político era a melhor atitude a tomar”, mas a sua ausência mais pareceu que estava a “lavar as mãos” como Pilatos, ou, pior ainda, permitiu, assim, que houvesse votos suficientes para a proposta dos socialistas ser aprovada.
Eleitos todos na mesma lista, deveria imperar um sentimento de solidariedade, mas tal deixou de acontecer, com ninguém a ter a coragem de dizer basta! E isto não apenas pelo interesse do partido, mas, essencialmente, em nome da população da Figueira da Foz que os elegeu para governar (bem) o concelho.
Tal como veio a acontecer com a Câmara de Lisboa, não será de admirar que tenha de ser Marques Mendes, presidente nacional do partido, a intervir. Terá de colocar fim ao braço-de-ferro, tomando, naturalmente, uma posição por um dos lados.

4º Moto Rali Turístico do Pinhal Interior Norte

O 4º Moto Rali Turístico “Na Rota das Aldeias do Xisto II”, que se realiza nos dias 30/06 e 01/07 de 2007, pretende mostrar as mais belas aldeias e praias fluviais da Zona do Pinhal. Assim, num percurso de montanha, convidativo a excelentes curvas com bom piso, iremos visitar: Pessegueiro, uma vez que ficou a promessa de começar no final da 1ª ronda, Machio de Cima, Álvaro, Madeirã, Pedrógão Pequeno, Pedrógão Grande, onde irão almoçar as melhores iguarias da região, de onde seguirão para a praia fluvial do Mosteiro, Vila Facaia, Figueiró dos Vinhos, praia fluvial da Aldeia de Ana de Aviz, Fragas de S. Simão, Casal de S. Simão, Ferraria de S. João, S. João do Deserto, praia fluvial da Louçainha, Nossa Srª da Piedade de Tábuas, Gondramaz, Miranda do Corvo, Aldeias serranas da Lousã e a Vila da Lousã onde pernoitarão no espectacular Meliá Palácio da Lousã (*****).No Domingo irão partir em direcção a Góis passando pelas aldeias de xisto existentes neste concelho com o respectivo almoço de despedida tendo como pano de fundo as águas límpidas e cristalinas do Rio Ceira.Como vem sendo hábito irão ser brindados com alguma água. Não se esqueçam do fato de banho.A partida será na Praia Fluvial de Pessegueiro, no sábado dia 30 de Junho às 9:01 para a equipa nº1.Para mais informações podem contactar o Góis Moto Clube através de:Tel. / Fax: 235 778 913Telmv: 934 770 873/4E-mail: geral@goismotoclube.net e o www.goismotoclube.net

terça-feira, junho 12, 2007

POIARES - Marigold de portas abertas à comunidade

A empresa Marigold, situada na Zona Industrial , promove no próximo dia 16, uma manhã de "Portas Abertas à Comunidade" e no dia 18 realiza as II Jornadas do Ambiente e Segurança. São iniciativas que vêm no seguimento de trabalho iniciado há dois anos atrás, e um dos objectivos é criar maior empatia com a população e com as empresas e outras entidades, sedeadas ou não, no concelho de Vila Nova de Poiares. A empresa vai dar a conhecer o processo produtivo a todos os empresários e comunidade em geral, dado que na manhã de dia 16, algumas linhas de produção estão em plena actividade, tal como alguns departamentos. A administração pretende também dar a conhecer as preocupações da empresa e o seu envolvimento no âmbito da legislação Ambiental e de Higiene e Segurança do Trabalho, sobretudo através das palestras que irão decorrer na manhã de dia 18 de Junho, assim como procurar sensibilizar a comunidade empresarial, os parceiros, fornecedores, prestadores de serviços da Marigold para as Boas Praticas Ambientais e de Segurança. As II Jornadas Técnicas decorrem no Cine-Teatro dos Bombeiros . A Marigold Industrial é uma unidade industrial que está a laboral na Zona Industrial e é sinónimo de excelência, em termos de qualidade, rendimento, no assessoramento e no suporte técnico que é prestado aos clientes.Entre a gama de produtos, destacam-se as luvas de Resistência Química, luvas de Limpeza Industrial, luvas de Laboratório, luvas de Controlo de Contaminação Electrónica, luvas de Controlo de Contaminação Farmacêutica, luvas de Controlo de Contaminação Alimentar, luvas de Resistência Mecânica, luvas Térmicas. A Marigold Industrial POrtugal é a designação comercial da Comasec Internacional, uma companhia fundada por Francis Bèrend, depois da descoberta do PVC, em 1948. A Comasec foi a primeira empresa a introduzir luvas sintéticas no mercado europeu.

segunda-feira, junho 11, 2007

Omenagem à hortografia

A senhora menistra da Educação açegurou ao presidente da República que, em futuras provas de aferissão do 4.º e do 6.º anos de iscolaridade, os critérios vão ser difrentes dos que estão em vigor atualmente. Ou seja os erros hortográficos já vão contar para a avaliassão que esses testes pretendem efetuar. Vale a pena eisplicar o suçedido, depois de o responçável pelo gabinete de avaliassões do Menistério da Educação ter cido tão mal comprendido e, em alguns cazos, injustissado. Quando se trata de dar opiniões sobre educassão, todos estamos com vontade de meter o bedelho. Pelo menos. Como se sabe, as chamadas provas de aferissão não são izames propriamente ditos limitão-se a aferir, a avaliar - sem o rigôr de uma prova onde a nota conta para paçar ou para xumbar ao final desses ciclos de aprendizagem. Servem para que o menistério da Educação recolha dados sobre a qualidade do encino e das iscólas, sobre o trabalho dos profeçores e sobre as competênssias e deficiênçias dos alunos. Quando se soube que, na primeira parte da prova de Português, não eram levados em conta os erros hortográficos dados pelos alunos, logo houve algumas vozes excandalisadas que julgaram estar em curso mais uma das expriências de mudernização do encino, em que o Menistério tem cido tão prodigo. Não era o caso porque tudo isto vem desde 2001. Como foi eisplicado, havia patamares no primeiro deles, intereçava ver se os alunos comprendiam e interpetavam corretamente um teisto que lhes era fornessido. Portantos, na correção dessa parte da prova, não eram tidos em conta os erros hortográficos, os sinais gráficos e quaisqueres outros erros de português excrito. Valorisando a competenssia interpetativa na primeira parte, entendiasse que uma ipotetica competenssia hortográfica seria depois avaliada, quando fosse pedido ao aluno que escrevê-se uma compozição. Aí sim, os erros hortográficos seriam, digamos, contabilisados - embora, como se sabe, os alunos não sejam penalisados: á horas pra tudo, quer o Menistério dizer; nos primeiros cinco minutos, trata-se de interpetar; nos quinze minutos finais, trata-se da hortografia.Á, naturalmente, um prublema, que é o de comprender um teisto através de uma leitura com erros hortográficos. Nós julgáva-mos, na nossa inoçência, que escrever mal era pensar mal, interpetar mal, eisplicar mal. Abreviando e simplificando, a avaliassão entende que um aluno pode dar erros hortográficos desde que tenha perssebido o essencial do teisto que comenta (mesmo que o teisto fornessido não com tenha erros hortográficos). Numa fase posterior, pedesse-lhe "Então, criançinha, agora escreve aí um teisto sem erros hortográficos." E, emendando a mão, como já pedesse-lhe para não dar erros, a criancinha não dá erros. A questão é saber se as pessoas (os cidadões, os eleitores, os profeçores, "a comonidade educativa") querem que os alunos saião da iscóla a produzir abundãnssia de erros hortográficos, ou seja, se os erros hortográficos não téêm importânssia nenhuma - ou se tem. Não entendo como os alunos podem amostrar "que comprenderam" um teisto, eisplicando-o sem interesar a cantidade de erros hortográficos. Em primeiro lugar porque um erro hortográfico é um erro hortográfico, e não deve de haver desculpas. Em segundo lugar, porque obrigar um profeçor a deixar passar em branco os erros hortográficos é uma injustiça e um pressedente grave, além de uma desautorizassão do trabalho que fizeram nas aulas. Depois, porque se o gabinete de avaliassão do Menistério quer saber como vão os alunos em matéria de competenssias, que trate de as avaliar com os instromentos que tem há mão sem desautorisar ou humilhar os profeçores. Peçoalmente, comprendo a intensão. Sei que as provas de aferissão não contam para nota e hádem, mais tarde, ser modificadas. Paço a paço, a hortografia háde melhorar.

Escrito por:Fr.J. Viegas , às segundas-feiras

quarta-feira, junho 06, 2007

“Duarte Silva está a ter alguns descuidos”, diz Jaime Soares


O presidente da Distrital do PSD reagiu com “muita preocupação” à retirada de competências ao Prof. Engº Duarte Silva, que na sua opinião “tem tido alguns descuidos”. Jaime Soares manifesta “solidariedade a todos os eleitos do PSD e ao presidente da Concelhia”, José Elísio. Contudo, é com “muita preocupação” que encara a retirada de competências ao Duarte Silva Todavia, o líder distrital social-democrata acrescenta: “o presidente da câmara é um homem digno e sério, mas está a ter alguns descuidos”. Que, contudo, não especificou.Um dos “descuidos” do edil da Figueira, segundo Jaime Soares, será a “falta de diálogo” com todos os membros da vereação da maioria PSD. “A confirmar-se aquilo que me tem sido dito, é grave que não se realizem reuniões preparatórias, antes das reuniões de câmara, com todos os vereadores do partido, para se evitarem situações como as de segunda-feira”.O presidente da Distrital do PSD exige “respeito pelo partido e pelos figueirenses”. Enfatiza, por outro lado, que, “entre os eleitos nas listas do PSD, não podem existir projectos pessoais...”. Avançou ainda que “já disse ao presidente do partido (Marques Mendes) que a situação na Figueira não pode manter–se”.

"Monsenhor Nunes Pereira – O percurso de uma vida"

Até 17 de Junho, a Casa do Artista de Góis acolhe a exposição fotográfica "Monsenhor Nunes Pereira – O percurso de uma vida", da autoria de José Maria Pimentel. Criada com o apoio da Delegação Regional de Cultura do Centro, a mostra, integrada nas comemorações do centenário do nascimento do Monsenhor, segue depois para o concelho de Arganil, onde estará patente de 29 de Junho a 15 de Julho, com o apoio da Câmara Municipal e da Junta de Freguesia de Coja.
A Pampilhosa da Serra, no concelho natal do artista, recebe a exposição de 27 de Julho a 15 de Agosto, sendo Montemor-o-Velho o destino seguinte da sucessão de imagens sobre Nunes Pereira, que aí marcarão presença entre 1 e 16 de Setembro. Em Coimbra, a exposição estará aberta ao público de 27 de Setembro a 17 de Outubro. Em todos estes municípios, a iniciativa conta com o apoio das edilidades e do INATEL.
Na inauguração em Góis, a vice-presidente da autarquia, Helena Moniz, manifestou a satisfação do município pela "inclusão de Góis no roteiro definido para a homenagem a tão ilustra figura da nossa cultura regional, cujo génio ultrapassou fronteiras".
António Pedro Pita, director regional de Cultura do Centro lembrou que as imagens expostas "fazem parte de uma obra magnificamente editada há já alguns anos", acrescentando ter sido propósito dos promotores da iniciativa "construir com imagens publicadas uma exposição inédita".
Para José Maria Pimentel, o Monsenhor Nunes Pereira "continua vivo através disto" e "foi um exemplo para todos nós" pela forma de "viver até ao fim" e de "trabalhar por paixão a fazer o que gostava". Esse exemplo de vida está, na opinião do autor da exposição, nas imagens que agora podem ser vistas em Góis e que irão depois percorrer mais quatro concelhos.

terça-feira, junho 05, 2007

Poiares/Praxe: Escola investiga alunos feridos

O Conselho Executivo da Escola 2,3 Dr. Daniel de Matos, de Vila Nova de Poiares, vai reunir-se hoje com encarregados de educação, para esclarecer os casos de dois alunos feridos com gravidade numa «praxe» escolar.
Dois jovens, entre os 11 e os 12 anos, necessitaram de receber tratamento no Hospital Pediátrico de Coimbra vítimas de lesões graves nos órgãos genitais, depois de terem sido sujeitos a uma prática conhecida como «ida ao poste», que consiste em levar estudantes com as pernas abertas a embater contra postes ou árvores.
Um dos jovens foi submetido a intervenção cirúrgica e o outro é seguido pelos médicos por apresentar uma grave inflamação nos testículos. Um dos casos ocorreu no ano lectivo de 2006 e o outro em Janeiro deste ano.
A presidente do Conselho Executivo da Escola Dr. Daniel de Matos, Maria Eduarda Carvalho, esclarece que, o primeiro caso, ocorrido no ano lectivo 2005/2006, «foi devidamente esclarecido e sancionado de acordo com a lei».
No que respeita ao caso mais recente, registado no início de Janeiro, o documento adianta que ele só foi comunicado e dado a conhecer à direcção da escola no dia 22 de Maio.
«Atendendo à gravidade do sucedido, foram adoptadas medidas pelos órgãos competentes da escola para cabal esclarecimento dos factos, bem como para a sua erradicação», refere o documento.
Segundo o Conselho Executivo, «além das diligências imediatas para apuramento de responsabilidade de alunos, em contacto com os próprios e pessoalmente com os pais e encarregados de educação directamente interessados, foram também informadas dos procedimentos e factos apurados as entidades representativas dos encarregados de educação e as autoridades competentes (GNR/Ministério Público, Câmara Municipal de Poiares)», refere o documento.
Adianta ainda que, do incidente e dos procedimentos e medidas adoptadas, foi dado conhecimento à Direcção Regional de Educação do Centro.
Para além do apuramento das responsabilidades, a direcção da escola frisa também que «reuniu com os respectivos encarregados de educação e com os responsáveis da GNR/Escola Segura, tendo analisado e discutido o assunto nos órgãos próprios da escola (nalguns com a presença de representantes dos pais e alunos) e emitido aviso para toda a comunidade escolar, bem como reforçado medidas de vigilância no espaço escolar».
Para quarta-feira, o Conselho Executivo convocou entretanto uma Assembleia de Escola para «total esclarecimento da situação».
A propósito deste caso, o presidente da Câmara , Jaime Soares, quer exigir a abertura de um inquérito rigoroso na Escola 2,3 Dr. Daniel de Matos, para apurar os autores da «praxe» que provocou ferimentos graves em dois alunos. por forma a que não o acusem a ele de ter metido as suas cunhas nos vigilantes que não vigiaram nada do que se passou. Assim e antes que o ataquem, Jaime Soares considerou o caso «grave» e exigiu a abertura de um inquérito rigoroso que apure a identidade dos responsáveis, para que a escola aplique um castigo «à dimensão dos prejuízos físicos e morais infligidos aos dois alunos».
E numa tirada de mestre e com ela ja fisgada ,veio exigir também a revisão da legislação sobre a autonomia das escolas defendendo uma maior intervenção dos municípios na estrutura de funcionamento dos estabelecimentos de ensino, considerando que a sociedade civil não tem a representatividade que devia ter. Boa malha.

domingo, junho 03, 2007

POIARES - Brincadeiras de mau gosto


Uma brincadeira de mau gosto chamada ida ao poste causou ferimentos graves nos órgãos genitais a dois estudantes da Escola 2,3 Dr. Daniel de Matos, em Poiares.
O caso está a chocar as gentes de Poiares e Jaime Soares exigiu ontem a abertura de um inquérito rigoroso ao estabelecimento de ensino para identificar os autores desse acto. Já a vice-presidente do conselho executivo da escola, Maria de Fátima Coimbra, desvalorizou o assunto, considerando que “as notícias sobre agressões são de um alarmismo completamente infundamentado”. Na ida ao poste, os alunos agarram colegas – os do quinto e sexto anos são alvos preferenciais –, seguram-lhes pernas e braços, abrem-lhes as pernas e atiram-nos contra um poste ou árvore. O caso mais grave aconteceu com um rapaz de 16 anos no final do ano lectivo passado e o aluno teve de ser sujeito a uma intervenção cirúrgica. Em meados de Maio, a situação voltou a repetir-se com um aluno de 11 anos. A criança, que frequenta o sexto ano, apresenta uma inflamação grave nos testículos e está a ser seguida por médicos.“O meu filho começou a queixar-se com muitas dores nos testículos em Janeiro”, diz a mãe, garantindo que por “medo e vergonha” a criança escondeu a agressão. Só após muita insistência e algumas idas ao médico é que acabou por confessar. “Para ele foi um terror muito grande”, garante a mãe, salvaguardando que “nada tem contra a escola” e que só denunciou o caso para que “daqui a um ano ninguém em Poiares saiba o que é a ida ao poste”.O caso já levou à realização de várias reuniões na escola. Na última, os pais exigiram a tomada de medidas urgentes para “sanar este problema”, disse o presidente da associação de pais. Para terça-feira está marcada uma assembleia de escola para debater o assunto.
Jaime Soares, considerou o caso “grave” e exigiu a abertura de um inquérito rigoroso na escola para apurar os responsáveis. Que o inquérito deve ir “às últimas consequências” e apurar por que razão a escola “não agiu em conformidade” quando teve conhecimento da primeira ocorrência. “Tivemos conhecimento desta situação no dia 22 de Maio, pelo presidente da associação de pais, mas o que se terá passado ocorreu em Outubro”, disse ao CM a vice-presidente do conselho executivo da escola, Maria de Fátima Coimbra, explicando que “legalmente, em termos de prazos, agora não podemos actuar”. A 24 de Maio, a escola emitiu um comunicado, dizendo que “qualquer prática da vulgarmente chamada ida ao poste, responsável por graves problemas de saúde, será sujeita à medida disciplinar de suspensão de cinco dias ou outro procedimento de âmbito penal mais gravoso”.

sexta-feira, junho 01, 2007

PENACOVA - Novo lar para terceira idade exemplar em Figueira de Lorvão

Um novo lar recebe os primeiros moradores a partir de 1 de Junho. O Solar Billadonnes, situado na aldeia de Telhado, na freguesia de Figueira de Lorvão, no concelho de Penacova, é um sonho tornado realidade da economista Dora Marques, natural da terra.
“É sempre de enaltecer alguém que na sua terra natal faz um investimento desta grandiosidade”, disse o presidente da câmara referindo-se à empresária e ao arrojado empreendimento que, segundo disse, é, dentro do género, um dos melhores da região. Realçou também os novos postos de trabalho que vai proporcionar (cerca de 20).
A anfitriã fez questão de mostrar os trinta quartos, um a um; iguais entre si no conforto, mas diferentes na decoração. São climatizados e possuem instalações sanitarias privativas. A salas de jantar e de estar não deixaram os visitantes indiferentes. Destacam-se pelo bom gosto e também pela sensação de bem-estar. As poltronas em pele com sistema de massagem ficaram-lhes gravadas na retina.
Capela, sala de jogos, biblioteca, piscina coberta, ginásio e salão de beleza são outros mimos, podendo acrescentar-se também as varandas com vista para a paisagem e para o jardim. Três quartos para pessoas acamadas, no mesmo corredor do gabinete médico, foi outro aspecto que não passou despercebido.
O Solar Billadonnes é, ao contrário do que o nome pode sugerir, um edifício de linhas modernas, construído de raiz, pintado de amarelo, arejado e com áreas avantajadas. É, segundo Dora Marques, um lar dirigido para utentes da classe média-alta, sendo Coimbra o mercado-alvo. O de acesso rápido e fácil, pelo IP-3 (nó de Figueira da Lorvão).

Pampilhosa - Confraria do Maranho

O Casino da Figueira abriu as portas ao concelho da Pampilhosa Serra.
De 24 a 30 de Maio foi possível ver uma exposição no hall do Casino que representava a cultura da região, para além de um jantar da Real Confraria do Maranho, no dia 24 de Maio.Fundada em 1993, a Real Confraria do Maranho pretende "mostrar e defender a riqueza e a cultura da Pampilhosa, o que passa obviamente pela gastronomia" afirma José Espírito Santo, mordomo-mor, acrescentando que sendo "uma região muito pobre, pertencente à Beira Interior, o nosso objectivo é dar visibilidade".Produtos como o maranho, com carne de cabra, cabrito, pratos derivados destes animais, como o caso da chanfana, são as iguarias promovidas pela Confraria. Além deste evento, é comum os confrades reunirem-se num jantar de três em três meses, além de promoverem a Pampilhosa junto da Comunicação Social e para o ano será lançado um livro que descreve "a historia, a gastronomia, actividade, a cultura da Pampilhosa da serra" conclui o mordomo-mor.
Segundo maior concelho do distrito de Coimbra, a Pampilhosa da Serra tem uma paisagem de extraordinário contraste, em que a imponência de picos ora agrestes e rochosos, ora calmos e suaves, se alia a vales profundos e tranquilizantes sendo um óptimo local para os portugueses "usufruírem das paisagens deslumbrantes que temos" ao mesmo tempo que "podem também usufruir das nossa gastronomia como o cabrito, chanfana, tigelada e arroz doce, entre outras"

segunda-feira, maio 28, 2007

Confraria do Mar o que tem a ver com Poiares ?

Confraria Gastronómica do Mar comemorou VIII capítulo com mais uma geminação Peixe une-se ao vinho de Felgueiras. Porque “o peixe deve nadar três vezes: em água, em molho e em vinho”, a Confraria Gastronómica do Mar geminou-se com a congénere do vinho de Felgueiras.
E nada melhor que fazer a geminação com a confraria representativa de um dos melhores vinhos verdes nacionais: Felgueiras.
O Mestre Timoneiro da confraria referiu-se também ao papel da Câmara Municipal de Matosinhos “que tem estado atenta à nossa gastronomia e tem desenvolvido várias iniciativas” também no sentido de defender a gastronomia típica do concelho.
Uma das entronizadas foi Fátima Felgueiras. A mediática Presidente da Câmara de Felgueiras teve ao seu lado outras figuras ilustres, entre elas, Paulo Teixeira (Presidente da Câmara de Castelo de Paiva), Jaime Soares (Presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares.
No entanto, Fátima Felgueiras acabou por atrair para si grande parte da atenção mediática. Para além de ser nova confreira da Confraria Gastronómica do Mar, foi ela que assinou, na qualidade de Chanceler-mor da Confraria do Vinho de Felgueiras, a geminação com a confraria matosinhense.
Tudo culminou com o “Almoço do Mar” que teve lugar na Casa de Santiago, em Custóias.

sábado, maio 26, 2007

POIARES - Aerodromo do Bidoeiro

O Aeródromo das Lavegadas perfila-se como plataforma de apoio a toda a região. É um projecto que para muitos é «uma loucura», mas para Jaime Soares é concretizável e que vai transformar a face das Lavegadas e de S. Miguel e do próprio concelho. O Bidoeiro dentro de quatro anos deverá estar operacional. Se a Ota é possivel, porque não ha-de ser tambem o Bidoeiro?“O sonho comanda a vida. A maluqueira aconteceu e já está a tomar forma, com a construção da pista de 2.300 metros, uma operação que conta com o apoio do Regimento de Engenharia de Espinho. Jaime Soares que ao longo de tantos anos se encontra à frente de Poiares tinha que deixar obra feita se não parecia mal. Agora que não ha dinheiro e no fim da carreira, poderá vir com isto a entalar quem lhe suceder. «Não se consegue só num mandato, mas espera ainda a vir a acabá-lo, assim como o João Jardim. Quem vier que feche a porta. Em causa está um projecto que o próprio autarca considera gigantesco, mas que é passível de concretização se houver dinheiro. A prova está nos trabalhos que decorrem no terreno, que começaram com a desmatação do “plateau” da serra e que já se concentram na construção da pista. Alguem considerou o local como o ideal para um aeródromo. Pode ser uma ajuda no combate aos aos fogos florestais e com a pista a servir de grande extensão de corta fogo. Tambem pode ser um local de treinos nas prevenções aos fogos.
Voos charter.Trata-se do aproveitamento da infra-estrutura a criar para receber voos charter e desenvolver o turismo drural e de interior com o complexo da Serra de S.Pedro, outro sonho de Jaime Soares.
Uma pista que possa atingir cerca de 2.500 metros permite a aterragem de todo o tipo de aviões, com 100, 200 passageiros». Mas tendo «em conta que o país é pequeno», o afluxo previsto por Jaime Soares relativamente ao Bidueiro centra-se em voos charter com capacidade para entre 40 e 80 passageiros. «Uma situação agradável em termos de excursões, de equipas que se deslocam, para a região, para participarem em congressos ou fazerem turismo».«Aquela pista, depois de devidamente preparada e infraestruturada, pode constituir uma inquestionável plataforma de apoio para toda a região», apontando para as potencialidades, em termos de turismo e da gastronomia da chanfana e artesanato dos palitos.

sexta-feira, maio 25, 2007

A proposito da Biblioteca

A riqueza de um povo passa indubitavelmente pela sua cultura, quer seja esta erudita ou popular, quer seja esta restrita a uma minoria, supostamente instruída, ou consumida pelas massas populares.
Aliás, não se percebe muito bem os estereótipos que actualmente se criaram sobre o que é culturalmente aceitável ou, pelo contrário, o que é culturalmente reprovável.
Esta é, certamente, uma das principais razões que faz com que muitos dos equipamentos e infra-estruturas, vocacionadas e criadas para o "consumo de cultura" se encontrem hoje, literalmente, às moscas.
Estereótipos dessa natureza condicionam as ofertas, limitam as escolhas e afastam os cidadãos deste género de actividades de consumo, pois ao contrário do que se possa pensar a cultura é também um produto de consumo.
Por norma o primeiro a ser cortado da lista de prioridades dos cidadãos, quando a situação económica não é favorável, como é lógico e compreensível.
Não é por acaso que o senso comum diz, sem qualquer pejo, que as actividades relacionadas com a cultura dão prejuízo, não é por acaso que se atribui a grandes mecenas o papel de dinamizar actividades culturais, porque aos restantes cidadãos tal é limitado pela própria condição económica.
Na nossa região se fizermos uma análise detalhada da funcionalidade das salas, ou melhor das supostas salas, vocacionadas para eventos culturais, reparamos com muita facilidade ao que estas se reduziram.
Hoje, coloca-se ainda e de forma bastante clara a questão "de que modo se poderá garantir o acesso a actividades culturais, sem que estas representem um encargo demasiado expressivo nos orçamentos das autarquias"?
A resposta consiste na definição de ofertas conjuntas no campo cultural, partilhando espaços e recursos, quer sejam estes humanos quer sejam materiais.
É necessário ainda, que organização de eventos sejam comuns e transversais a vários Municípios, de modo a que seja possível e viável atrair a mais variada oferta cultural, capaz de satisfazer todos os estratos da população.
Não podemos esquecer na nossa memória colectiva, que grandes vultos da cultura nacional passaram por esta região, alguns deles por cá se radicaram e deixaram valioso espólio, outros partiram.

LOUSÃ - Um “clone” da Senhora da Piedade

A Nossa Senhora da Piedade está a dividir os religiosos da Lousã. Bem entendido, uma imagem da santa e a sua réplica. O que está em causa é a concorrência entre as duas figuras, estando a sósia a ganhar admiradores à verdadeira. A igreja e a Santa Casa da Misericórdia protagonizam a divergência. Uma réplica da imagem de Nossa Senhora da Piedade veio baralhar o culto à mais importante figura da religiosidade popular da Lousã, com a Virgem “verdadeira” a perder admiradores para a sósia. A polémica assume especial relevo público num momento em que a Senhora da Piedade, que passa 11 meses por ano na serra da Lousã, se encontra na vila, de onde sai hoje em procissão, regressando à pitoresca ermida junto ao castelo medieval.O pároco fala de “abuso” e considera que a Santa Casa da Misericórdia, ao promover o culto de uma nova imagem, sem previamente lhe pedir parecer, “comete um abuso”.Lamenta não ter sido informado da recente colocação da escultura de Nossa Senhora na capela da Misericórdia, a escassos 100 metros da igreja matriz, onde a imagem “oficial” permanece quatro semanas, por ocasião da festa católica da Ascenção.“Quem manda na capela da Misericórdia é o senhor provedor. Mas tudo o que se passa nas capelas e igrejas da Lousã tem que ser do conhecimento do pároco. Não deve ser nada mudado sem a sua autorização”, declara Luís Pinho à agência Lusa.José Martins, zelador da capela da Misericórdia, trabalha diariamente na manutenção do pequeno templo, erguido em 1566, procurando manter asseados todos os espaços, valências e bens patrimoniais religiosos.Orgulha-se da presença da réplica da Senhora da Piedade e tenta cumprir com rigor os deveres de anfitrião, empenhando-se em mostrar a imagem às pessoas que visitam o centro histórico da vila. Juiz da Irmandade admite “litígio”.Para o provedor da Santa Casa, João Franca, a cópia da padroeira tem mesmo “uma expressão mais doce, mais viva” do que a escultura que pertence à Irmandade de Nossa Senhora da Piedade, comprada em Braga, no século XIX, pela Viscondessa do Espinhal.A benemérita Maria da Piedade Salazar, que quis assim honrar a sua patrona, era dona do Palácio dos Salazares, convertido há dois anos em Hotel Meliá Palace da Lousã.A sósia da Senhora da Piedade foi esculpida por José Thedim, em São Mamede de Coronado, no século XX, por encomenda dos novos proprietários do Palácio dos Salazares, e chegou a estar no Brasil, na zona de S. Paulo, onde a família Mexia Santos e a própria Misericórdia têm ligações e interesses económicos.Em memória do casal Jorge Mexia Santos e Maria José Mascarenhas, os descendentes decidiram emprestar à Santa Casa da Misericórdia “a imagem da Senhora da Piedade réplica da que se encontra nas ermidas” da serra da Lousã.O empréstimo, por períodos de 10 anos automaticamente renováveis, visa a “exposição ao público na capela da Misericórdia”, na rua Viscondessa do Espinhal, junto da nova unidade hoteleira, segundo um acordo entre as partes, a que a agência Lusa teve acesso, celebrado a 13 de Outubro de 2005 (data de comemoração da última aparição de Fátima).

quinta-feira, maio 24, 2007

Ca temos o nosso doutor - Dr.


“A Concelhia tem que tomar uma atitude”
Na opinião do presidente da Distrital do PSD, a Concelhia da Figueira do mesmo partido deve actuar no sentido de pôr cobro à crise que se vive no seio da maioria da câmara. "A Concelhia tem que tomar uma atitude política sobre a situação", defendeu Jaime Soares.
Em certas alturas, a Concelhia deve reunir as pessoas para lhes indicar qual o caminho político que devem seguir", acrescentou o líder distrital. O facto de José Elísio acumular o cargo de vereador com o de presidente da estrutura local do partido não constituiu um constrangimento, na hora de tomar uma posição, segundo Jaime Soares: "acrescenta-lhe mais responsabilidades, mas não lhe retira legitimidade política".
Jaime Soares também mandou um "recado" ao presidente da câmara, Duarte Silva: "tudo isto se podia evitar se os assuntos [que o vereador Paulo Pereira Coelho tem vindo a debater] fossem tratados nas reuniões preparatórias entre os vereadores da maioria que devem anteceder as reuniões de câmara...". O presidente da Distrital do PSD reconhece que se sente "incomodado e preocupado com a mensagem que passa para a opinião pública".
No entanto, acredita que "tudo se vai resolver rapidamente". Quanto à iniciativa de Paulo Pereira Coelho apresentar requerimentos ao presidente da câmara, Jaime Soares sustentou:
"é para dar conhecimento público de que as coisas devem ser feitas com transparência, razão pela qual pede por escrito o esclarecimento de questões que entende que não são correctas"."Os drs. Jaime Soares e Marques Mendes já conhecem a minha posição acerca da crise.