Em 2005 ainda havia um blog que falava tambem de Poiares.
http://nacruzdepoiares.blogspot.com/
Em Março de 2005, havia postagens deste genero. Para os mais distraidos ou que não tiveram oportunidade de conhecer esse blog, poderão assim consultar algumas postagens e comentarios efectuados.
Pois é, os ventos aqui para os meus lados não trouxeram saúde ao executivo camarário. Esta cruz, aqui mesmo ao lado da máquina do poder local poiarense, acabou por não trazer boas bênçãos e a Vice-Presidente da Câmara acabou por pedir a sua demissão. Verdade seja dita, pelo que vou conseguindo espreitar aqui pelo canto do olho, já era tempo demais a suportar os caprichos imensos de um homem só... Sem margem para dúvidas, a Dra. Teresa Carvalho fartou-se da concentração de poder instalada nas mãos do sr. Jaime Soares, um homem que além de se querer dividir entre a Câmara de Poiares e a Assembleia da República, não soube jogar quando a ora demissionária ocupava a presidência da Câmara. Post de 15 Março2005 .
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
quinta-feira, setembro 06, 2007
domingo, setembro 02, 2007
ARGANIL - XXVI edição da Ficabeira
Tem início a cinco de Setembro, a Feira Industrial, Comercial e Agrícola, da Beira-Serra, em Arganil. A XXVI edição da Ficabeira e da Feira do Mont’Alto 2007, que no seu conjunto são uma feira Industrial Comercial e Agrícola, que tem habitualmente artesanato e tasquinhas gastronómicas e um vasto programa de iniciativas musicais e desportivas, vai decorrer em Arganil, do dia cinco ao dia nove.
No dia cinco, depois da abertura solene, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, será inaugurada a Exposição Colectiva de Pintura e Arte Decorativa de Mário Vitória, Lurdes Ribeiro e Joana Espinho, patente no átrio da Câmara de Arganil. A feira abre às 19h00 e terá um espectáculo com, Quim Barreiros. No dia seis realizam-se torneios de Ténis e Mini Golfe, e o espectáculo, «Peso Certo», com Fernando Mendes. O dia sete, é o Dia do Concelho, com a solenidade própria destes dias, que conta também com a actuação de, «André Sardet». Dia oito, haverá Cicloturismo, Ténis e Fogo de Artifício. Dia nove, realiza-se um espectáculo com, a «Orxestra Pitagórica da Universidade de Coimbra» e uma serenata com, o Grupo de Fados Cancioneiro de Coimbra, na escadaria do edifício dos Paços do Concelho de Arganil.
No dia cinco, depois da abertura solene, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, será inaugurada a Exposição Colectiva de Pintura e Arte Decorativa de Mário Vitória, Lurdes Ribeiro e Joana Espinho, patente no átrio da Câmara de Arganil. A feira abre às 19h00 e terá um espectáculo com, Quim Barreiros. No dia seis realizam-se torneios de Ténis e Mini Golfe, e o espectáculo, «Peso Certo», com Fernando Mendes. O dia sete, é o Dia do Concelho, com a solenidade própria destes dias, que conta também com a actuação de, «André Sardet». Dia oito, haverá Cicloturismo, Ténis e Fogo de Artifício. Dia nove, realiza-se um espectáculo com, a «Orxestra Pitagórica da Universidade de Coimbra» e uma serenata com, o Grupo de Fados Cancioneiro de Coimbra, na escadaria do edifício dos Paços do Concelho de Arganil.
sábado, setembro 01, 2007
Fogo em SERPINS
O incêndio que lavrava no concelho de Góis desde o início da tarde de hoje, envolvendo 125 bombeiros, encontra-se em fase de rescaldo, disse a fonte do Centro Distrital de Operações de Coimbra.
As chamas, que eclodiram cerca das 14:00 horas em quatro locais distintos, consumiram uma área de mato e pinhal, entre Serpins (concelho da Lousã) e Góis, não tendo colocado povoações em perigo, adiantou a mesma fonte.
O segundo comandante Abreu, do Centro Distrital de Operações de Coimbra, declarou que o fogo foi circunscrito cerca das 16:15, estando neste momento na fase de rescaldo e vigilância.
No combate às chamas participaram 125 bombeiros, de 19 corporações, apoiados por 34 veículos.
As chamas, que eclodiram cerca das 14:00 horas em quatro locais distintos, consumiram uma área de mato e pinhal, entre Serpins (concelho da Lousã) e Góis, não tendo colocado povoações em perigo, adiantou a mesma fonte.
O segundo comandante Abreu, do Centro Distrital de Operações de Coimbra, declarou que o fogo foi circunscrito cerca das 16:15, estando neste momento na fase de rescaldo e vigilância.
No combate às chamas participaram 125 bombeiros, de 19 corporações, apoiados por 34 veículos.
sexta-feira, agosto 31, 2007
DUECEIRA - Comercio Local
Concurso dinamiza o comércio local e decorre nas freguesias do concelho de Penela, o concurso “O Comércio com a Tradição” envolve comerciantes e clientes na dinamização deste sector.Promovido pela Unidade de Acompanhamento e Coordenação (UAC) da Dueceira e pela Câmara Municipal de Penela, a iniciativa “O Comércio com a Tradição” é um concurso que visa a dinamização e apoio ao comércio local durante a Feira do Mel, no Espinhal, e a Feira de S. Miguel, em Penela. O objectivo do concurso é contribuir para dinamizar a actividade comercial no concelho, mobilizando os comerciantes e envolvendo os clientes, numa fase em que o pequeno comércio atravessa uma fase difícil, afirma Mariana Perdigão, coordenadora da Dueceira. Assim, o concurso propõe a elaboração de uma frase de promoção do comércio local que contenha pelo menos uma, ou mais, das seguintes palavras: comércio, tradição, mel, nozes, Sicó e queijo do Rabaçal. Podem concorrer todos os clientes do comércio local do concelho de Penela, mas apenas serão admitidas as candidaturas efectuadas através de uma ficha de inscrição, que pode ser recolhida e validada nas lojas aderentes.O concurso está a decorrer em todas as sedes de freguesia do concelho, mas é a primeira vez que uma iniciativa deste género chega ao Espinhal, localidade que este fim-de-semana acolhe a Feira do Mel. De resto, o evento foi alargado aos expositores da Feira do Mel, que receberam também as fichas de participação no concurso, que podem ser utilizadas pelos clientes que se desloquem ao certame.Neste momento, explicou Mariana Perdigão, contando com os expositores da Feira do Mel e de todas as freguesias, o concurso já conta com cerca de uma centena de lojas aderentes. De resto, a coordenadora da UAC Dueceira - que integra os municípios de Penela, Vila Nova de Poiares, Lousã e Miranda do Corvo - salienta a boa adesão à iniciativa. “Pelo menos 98 por cento das lojas aderiram ao concurso”, referiu Mariana Perdigão, sublinhando que na iniciativa participam lojas e estabelecimentos de restauração.O concurso, que tem como patrocinador oficial a Caixa de Crédito Agrícola, vai atribuir um total de mil euros em prémios a sete clientes do comércio local. Ao mesmo tempo, serão premiados os estabelecimentos comerciais onde forem entregues as frases vencedoras dos três primeiros prémios. O concurso decorre até 20 de Setembro e as frases serão apreciadas por um júri constituído por um elemento da UAC Dueceira, um elemento da Câmara Municipal de Penela, assim como um representante do patrocinador oficial.
A decisão final será divulgada a 27 de Setembro, nos órgãos de comunicação regional e no portal da Câmara Municipal de Penela, e a entrega dos prémios decorre no dia seguinte, pelas 22H00, durante a Feira de S. Miguel.Apoiar os comerciantesA UAC da Dueceira nasceu há menos de um ano, em Novembro de 2006, no âmbito de uma candidatura apresentada ao Programa URBCOM. Entre as suas funções de apoio ao comércio, a UAC Dueceira promove não só actividades de dinamização e animação, mas também apoio técnico especializado, formação profissional ou serviços de vitrinismo, entre outras acções. Serviços que são prestados de forma gratuita aos comerciantes. “O que distingue o comércio tradicional é o atendimento personalizado”, sublinha Mariana Perdigão, para acentuar a importância de apostar nesta vertente diferenciadora e na qualidade dos produtos para que o pequeno comércio se imponha.
A decisão final será divulgada a 27 de Setembro, nos órgãos de comunicação regional e no portal da Câmara Municipal de Penela, e a entrega dos prémios decorre no dia seguinte, pelas 22H00, durante a Feira de S. Miguel.Apoiar os comerciantesA UAC da Dueceira nasceu há menos de um ano, em Novembro de 2006, no âmbito de uma candidatura apresentada ao Programa URBCOM. Entre as suas funções de apoio ao comércio, a UAC Dueceira promove não só actividades de dinamização e animação, mas também apoio técnico especializado, formação profissional ou serviços de vitrinismo, entre outras acções. Serviços que são prestados de forma gratuita aos comerciantes. “O que distingue o comércio tradicional é o atendimento personalizado”, sublinha Mariana Perdigão, para acentuar a importância de apostar nesta vertente diferenciadora e na qualidade dos produtos para que o pequeno comércio se imponha.
Alqueve e a sua Liga de Melhoramentos
A Liga Regional Alquevense está preocupada com as obras necessárias na aldeia e pretende solicitar uma audiência à Câmara Municipal, com o objectivo de “fazer o ponto da situação das obras” que são mais urgentes na aldeia. A Liga Regional Alquevense, colectividade fundada em 28 de Agosto de 1927, continua a pugnar pela melhoria das condições de vida da população residente no Alqueve, aldeia da freguesia de Folques, concelho de Arganil. Deste modo, ao longo do ano a Liga Regional Alquevense tem promovido a realização de alguns convívios, bem como efectuado obras na sua sede e na própria povoação. No passado domingo, a direcção da Liga Regional Alquevense levou a efeito mais um almoço convívio que reuniu cerca de 120 pessoas, entre os quais habitantes da localidade e turistas que nesta altura do ano procuram o concelho de Arganil para passar férias. No tocante às obras, a colectividade tem vindo a efectuar obras de manutenção na sua sede, tendo também alguns projectos em mãos para a aldeia. De forma a obter alguns fundos para custear as obras, a Liga Regional Alquevense incluiu no almoço convívio um leilão de ofertas, que passaram sobretudo por garrafas de bebidas e também alguns bordados feitos à mão pelos participantes no convívio. O presidente de direcção da colectividade explicou que é habitual promoverem anualmente um convívio, levantando a hipótese de num futuro próximo passar a “existir outro tipo de festa”.“Junta-se o útil ao agradável”, sustentou João Alves, acrescentando que o objectivo de reunir estas pessoas é, para além da confraternização, a angariação de fundos. Este convívio decorre no Verão, já que nesta altura pode contar com a participação das pessoas que não residem no Alqueve durante o ano, mas estão de férias. “As pessoas têm as suas casas nas cidades, mas tentam confraternizar nesta quadra”.
quinta-feira, agosto 30, 2007
Rentabilização dos Ventos no Colcurinho
Oliveira do Hospital vai começar a “ rentabilizar os ventos”, prevendo-se que daqui a três anos esteja a produzir energia eólica. O parque deverá começar a ser instalado em 2009 no Monte do Colcurinho, o ponto mais alto da freguesia de Aldeia das Dez, representando um investimento de 10 milhões de euros. A empresa promotora é a ENEOP 2 – Exploração de Parques Eólicos, S.A., uma das sociedades criadas no âmbito da ENEOP – Eólicas de Portugal, S.A., constituída por promotores eólicos e pelo fabricante de aerogeradores vencedor da Fase A do concurso público promovido pelo Governo, em Julho de 2005, para atribuição de capacidade de injecção na rede para energia eléctrica produzida em centrais eólicas, e explora em todo o território nacional 48 parques eólicos. Segundo a ENEOP2, o Parque Eólico da Senhora das Necessidades, será instalado apenas parcialmente no concelho de Oliveira do Hospital, estando previstos quatro aerogeradores em duas zonas, lomba da Malhada Larga, na Gramaça, e no Barroqueiro.
Relativamente às contrapartidas para o município, aquele responsável reporta-se aos termos da lei (artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 33-A/2005, de 16 de Fevereiro), de acordo com o qual «é devido ao município que acolha um parque eólico um renda mensal de 2,5% sobre o valor da energia vendida à rede».
Relativamente às contrapartidas para o município, aquele responsável reporta-se aos termos da lei (artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 33-A/2005, de 16 de Fevereiro), de acordo com o qual «é devido ao município que acolha um parque eólico um renda mensal de 2,5% sobre o valor da energia vendida à rede».
quarta-feira, agosto 29, 2007
Rio Alva
http://www.cliparound.com/video/aeb-xpR-Tno/Penacova--Praias-fluviais-do-rio-Alva
Penacova - Praias fluviais do rio Alva
No concelho de Penacova existem , no rio Alva, pequenas praias,que são encantadoras para passeio de evasão.
São as praias do Cornicovo e Vimieiro.Tags: Rio Alva
Penacova - Praias fluviais do rio Alva
No concelho de Penacova existem , no rio Alva, pequenas praias,que são encantadoras para passeio de evasão.
São as praias do Cornicovo e Vimieiro.Tags: Rio Alva
terça-feira, agosto 28, 2007
jaime Soares diz que se deve pedir desculpa
O responsável da Protecção Civil na Associação de Municípios, Jaime Soares, afirmou esta terça-feira que o Executivo devia pedir desculpa aos portugueses por não ter cumprido o que prometeu para combater os incêndios florestais. Estas declarações surgem no mesmo dia em que o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, explica, na Comissão de Fogos Florestais, a forma como os meios aéreos têm sido utilizados no combate aos incêndios. O responsável de Poiares, Jaime Soares considera que a diminuição da área ardida não decorre da estratégia adoptada, mas, sim, das condições atmosféricas favoráveis. «O Governo devia pedir desculpa aos portugueses. Porque prometeu uma quantidade de equipamentos, nomeadamente meios aéreos, que ainda não estão a funcionar e que alguns deles estão desajustados com a realidade. Nós precisamos de meios aéreos, mas aqueles não são os adequados aos nossos terrenos», salientou. Já o presidente da Liga de Bombeiros, Duarte Caldeira, salientou a importância das condições atmosféricas favoráveis, mas destacou também a melhoria registada ao nível da estratégia e do dispositivo de combate: «mais organização do teatro de operações» e maior «reforço significativo na primeira intervenção».Este presidente da Liga de Bombeiros com uma postura ordeira e conhecedora frisou que está quase tudo por fazer ao nível do ordenamento florestal e da prevenção. Algumas câmaras não fizeram nem fazem absolutamente nada para ordenar a floresta e quase nada na prevenção.
sexta-feira, agosto 24, 2007
Polemica - Não ha fumo sem fogo

Bombeiros do distrito indignados
O "briefing" de 2006, para análise dos incêndios florestais continua a dar que falar. Bombeiros aguardavam um inquérito; saíu uma queixa crime. Em comunicado assinado por Jaime Soares, ainda presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra, está à vista "a indignação em relação ao que considera ser um verdadeiro abuso de autoridade para, desta forma, calar a preocupação desta federação". Em causa um comunicado que, segundo a federação, "é uma pura análise técnica e uma proposta sobre a política de incêndios a levar em consideração, pelo menos, no Distrito de Coimbra, nomeadamente no funcionamento das estruturas e das hierarquias dos bombeiros, que determinam que à chegada do comandante dos bombeiros, ou do bombeiro mais graduado da equipa, ao teatro de operações, todas as forças envolvidas no sinistro ficam imediatamente sob o seu comando operacional, conforme o disposto na directiva operacional". Ora, do briefing realizado em 2006 resultaram factos que a federação pretende ver esclarecidos tendo solicitado ao ministro da Administração Interna, na altura António Costa, "com carácter urgente", a instauração de um inquérito. Só que, "e quando esperavam que o caminho a percorrer fosse o apontado", os comandantes e os presidentes de direcção das associações que integram a Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra estão a ser ouvidos pela Polícia Judiciária (PJ) no âmbito de um processo de queixa crime.
O "briefing" de 2006, para análise dos incêndios florestais continua a dar que falar. Bombeiros aguardavam um inquérito; saíu uma queixa crime. Em comunicado assinado por Jaime Soares, ainda presidente da Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra, está à vista "a indignação em relação ao que considera ser um verdadeiro abuso de autoridade para, desta forma, calar a preocupação desta federação". Em causa um comunicado que, segundo a federação, "é uma pura análise técnica e uma proposta sobre a política de incêndios a levar em consideração, pelo menos, no Distrito de Coimbra, nomeadamente no funcionamento das estruturas e das hierarquias dos bombeiros, que determinam que à chegada do comandante dos bombeiros, ou do bombeiro mais graduado da equipa, ao teatro de operações, todas as forças envolvidas no sinistro ficam imediatamente sob o seu comando operacional, conforme o disposto na directiva operacional". Ora, do briefing realizado em 2006 resultaram factos que a federação pretende ver esclarecidos tendo solicitado ao ministro da Administração Interna, na altura António Costa, "com carácter urgente", a instauração de um inquérito. Só que, "e quando esperavam que o caminho a percorrer fosse o apontado", os comandantes e os presidentes de direcção das associações que integram a Federação dos Bombeiros do Distrito de Coimbra estão a ser ouvidos pela Polícia Judiciária (PJ) no âmbito de um processo de queixa crime.
Esta federação tentava culpabilizar o CDOS, "terem em Setembro último, solicitado a instauração pela forma apontada de um inquérito para apuramento dos factos ocorridos em sede de "briefing" levado a efeito no CDOS para análise dos incêndios florestais de 2006, esquecendo-se do que já tinha sido pedido".
No entanto nem sempre a melhor defesa é o ataque e assim " quando esperava que o caminho a percorrer fosse o apontado", Jaime Soares e outros vão ser ouvidos pela Polícia Judiciária (PJ) no âmbito de um processo de queixa crime.
Por outro lado, a federação "jamais admitirá que se coloque em causa a honorabilidade, a dignidade e a competência técnica e operacional daqueles que diariamente colocam a vida em risco na defesa na nossa pátria e que apenas quiseram apontar o caminho necessário e desejado para a solução dos incêndios".
quarta-feira, agosto 22, 2007
POIARES - Autarquia acusa FEDICOP de “análise falsa”
POIARES - Autarquia acusam FEDICOP de “análise falsa”
Coimbra e Poiares, identificadas como tendo pagamentos para efectuar às construtoras civis com atrasos superiores a 15 meses, consideraram a análise “falsa” e “desactualizada”.Segundo a Federação Portuguesa da Indústria de Construção e Obras Públicas (FEPICOP), as câmaras municipais de Aveiro, Coimbra, Figueira da Foz e Guarda têm dívidas a construtoras civis por liquidar há mais de 15 meses, quando a lei estabelece um prazo médio de pagamento de 40 dias. Além daquelas câmaras, a FEPICOP identificou ainda as autarquias de Ílhavo, Montemor-o-Novo, Santa Maria da Feira, São Pedro do Sul, Vila Nova de Poiares e Vouzela como as maiores incumpridoras do país, com facturas por liquidar há mais de 15 meses.
“Não corresponde à verdade. Não há qualquer situação de conflito ou de pressão”, afirmou o presidente da Câmara de Poiares, Jaime Soares, admitindo apenas “alguns atrasos com duas empresas”, mas sujeitos a acordos com planos de pagamento.
“Está absolutamente controlado, temos um bom entendimento com as empresas, não há qualquer situação de conflito nem de pressão”, sublinhou, por seu turno, Jaime Soares, ao lembrar que “os municípios têm dificuldades e quem não cumpre é o Estado”.De acordo com o autarca de Poiares, os pagamentos são feitos com um prazo de dois a quatro meses e os atrasos devem-se a factores como a demora do Estado a disponibilizar verbas no âmbito de contratos-programa ou ao processo de conferência de facturas.
E remata logo “A Federação [FEPICOP] está muito ávida para justificar a sua existência, com certeza está a precisar de afirmação, mas entra pelo caminho mais fácil e sinuoso”.
Coimbra e Poiares, identificadas como tendo pagamentos para efectuar às construtoras civis com atrasos superiores a 15 meses, consideraram a análise “falsa” e “desactualizada”.Segundo a Federação Portuguesa da Indústria de Construção e Obras Públicas (FEPICOP), as câmaras municipais de Aveiro, Coimbra, Figueira da Foz e Guarda têm dívidas a construtoras civis por liquidar há mais de 15 meses, quando a lei estabelece um prazo médio de pagamento de 40 dias. Além daquelas câmaras, a FEPICOP identificou ainda as autarquias de Ílhavo, Montemor-o-Novo, Santa Maria da Feira, São Pedro do Sul, Vila Nova de Poiares e Vouzela como as maiores incumpridoras do país, com facturas por liquidar há mais de 15 meses.
“Não corresponde à verdade. Não há qualquer situação de conflito ou de pressão”, afirmou o presidente da Câmara de Poiares, Jaime Soares, admitindo apenas “alguns atrasos com duas empresas”, mas sujeitos a acordos com planos de pagamento.
“Está absolutamente controlado, temos um bom entendimento com as empresas, não há qualquer situação de conflito nem de pressão”, sublinhou, por seu turno, Jaime Soares, ao lembrar que “os municípios têm dificuldades e quem não cumpre é o Estado”.De acordo com o autarca de Poiares, os pagamentos são feitos com um prazo de dois a quatro meses e os atrasos devem-se a factores como a demora do Estado a disponibilizar verbas no âmbito de contratos-programa ou ao processo de conferência de facturas.
E remata logo “A Federação [FEPICOP] está muito ávida para justificar a sua existência, com certeza está a precisar de afirmação, mas entra pelo caminho mais fácil e sinuoso”.
quinta-feira, agosto 16, 2007
PENACOVA - Incêndio em fábrica de Penacova
Cem bombeiros iniciam rescaldo de incêndio em fábrica de Penacova . Cem bombeiros de oito corporações, apoiados por 25 viaturas, iniciaram ao final da tarde as operações de rescaldo do incêndio que destruiu parcialmente uma fábrica de móveis em Penacova.
O alerta para o fogo foi dado às 16h00 e, hora e meia depois, os 102 bombeiros mobilizados para o combate tinham já circunscrito as chamas.De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários de Penacova, António Simões, o incêndio destruiu a zona de acabamentos de móveis da fábrica situada à entrada da povoação de Paredes.Cerca das 19h00, o comandante dos Bombeiros de Penacova disse que as operações de rescaldo devem prolongar-se durante mais duas horas.As causas do incêndio, que provocou apenas danos materiais de valor ainda por apurar, não são conhecidas.
O alerta para o fogo foi dado às 16h00 e, hora e meia depois, os 102 bombeiros mobilizados para o combate tinham já circunscrito as chamas.De acordo com o comandante dos Bombeiros Voluntários de Penacova, António Simões, o incêndio destruiu a zona de acabamentos de móveis da fábrica situada à entrada da povoação de Paredes.Cerca das 19h00, o comandante dos Bombeiros de Penacova disse que as operações de rescaldo devem prolongar-se durante mais duas horas.As causas do incêndio, que provocou apenas danos materiais de valor ainda por apurar, não são conhecidas.
Taxa municipal suporta equipas de intervenção
O funcionamento das Equipas de Primeira Intervenção (EPI) de bombeiros deverá ser parcialmente suportado pelos munícipes dos concelhos onde venham a ser criadas. Este é o entendimento da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP), que defende a aplicação de uma taxa por prestação de serviços de protecção civil - prevista na Lei nº 53-E/2006 desde Dezembro - nos concelhos que avancem com a constituição destas equipas profissionalizadas."Faz todo o sentido associar as duas coisas. Se vão suportar a 50% as equipas, os municípios têm de ter recursos para o respectivo financiamento", sustenta Jaime Soares, do conselho directivo da ANMP. Considera, contudo, que o enquadramento tem de ser feito pelos Governos e acusa as Secretarias de Estado da Administração Local (SEAL) de atrasos na elaboração de um regulamento-tipo, que era para estar já feito ha muitos anos.."Tem havido muito marketing pela parte dos Governos mas em concreto ainda não houve respostas". Talvez neste Governo se venha a fazer alguma coisa. "Da mesma forma que o protocolo para criação das EPI foi assinado há vários meses já por este Governo e há ja muitos candidatos.
"A ANMP pediu à secretaria de Estado ajuda para fazer um regulamento-tipo, mas nada impede os municípios de avançarem quando quiserem", explica fonte da SEAL.Além de assegurar que "não foi assumido qualquer prazo", a mesma fonte recorda que não será o Governo a fazer a associação entre a cobrança da taxa de protecção civil e a criação de EPI. "Naturalmente que o objectivo da taxa é compensar serviços que onerem directamente o município e é esse o caso das equipas profissionalizadas, mas o regulamento-tipo faz apenas um enquadramento jurídico geral, cabendo a decisão a cada autarquia". Vamos ver assim quando Poiares avança com a sua.
"A ANMP pediu à secretaria de Estado ajuda para fazer um regulamento-tipo, mas nada impede os municípios de avançarem quando quiserem", explica fonte da SEAL.Além de assegurar que "não foi assumido qualquer prazo", a mesma fonte recorda que não será o Governo a fazer a associação entre a cobrança da taxa de protecção civil e a criação de EPI. "Naturalmente que o objectivo da taxa é compensar serviços que onerem directamente o município e é esse o caso das equipas profissionalizadas, mas o regulamento-tipo faz apenas um enquadramento jurídico geral, cabendo a decisão a cada autarquia". Vamos ver assim quando Poiares avança com a sua.
terça-feira, agosto 14, 2007
LOUSÃ - Obras no Ramal da Lousã
As obras no Ramal da Lousã arrancarão em 2008 e a circulação ferroviária ficará cortada durante dois anos, para que tram-trains iniciem transporte em 2010. A garantia é de Álvaro Maia Seco que ontem conseguiu convencer a Câmara de Coimbra da importância das alterações ao projecto. Aprovação do executivo será formalizada dia 27. Álvaro Maia Seco garante que a Metro Mondego (MM) está a trabalhar para que «em meados do ano que vem» se iniciem as obras da primeira fase do Sistema de Mobilidade do Mondego, ou seja, que arranque em 2008 toda a intervenção prevista entre Serpins e a estação de Coimbra-Parque, incluindo as alterações que agora quer implementar no traçado. Lá para 2010 os tram-trains já estarão a circular em todo o Ramal da Lousã mas, para isso, a circulação ferroviária será interrompida entre a Lousã e Coimbra durante dois anos.
Ainda este ano, serão lançados os concursos de algumas empreitadas de modo a que este calendário possa ser totalmente cumprido e o processo não sofra substanciais atrasos.Que o projecto não tenha mais grandes entraves é aliás uma das principais preocupações da MM neste momento e foi isso mesmo que Álvaro Maia Seco foi dizer ontem ao executivo camarário ao apresentar todos os pormenores sobre as alterações que a administração da empresa pretende para o trajecto do metro e que, aliás, mereceram a concordância da Câmara de Coimbra, após várias horas de discussão, onde a MM deu a conhecer todo o trabalho que tem vindo a desenvolver para, respondendo a uma solicitação da Secretaria de Estado dos Transportes, melhorar todo o projecto, tornando-o mais eficiente técnica e financeiramente.
Ainda este ano, serão lançados os concursos de algumas empreitadas de modo a que este calendário possa ser totalmente cumprido e o processo não sofra substanciais atrasos.Que o projecto não tenha mais grandes entraves é aliás uma das principais preocupações da MM neste momento e foi isso mesmo que Álvaro Maia Seco foi dizer ontem ao executivo camarário ao apresentar todos os pormenores sobre as alterações que a administração da empresa pretende para o trajecto do metro e que, aliás, mereceram a concordância da Câmara de Coimbra, após várias horas de discussão, onde a MM deu a conhecer todo o trabalho que tem vindo a desenvolver para, respondendo a uma solicitação da Secretaria de Estado dos Transportes, melhorar todo o projecto, tornando-o mais eficiente técnica e financeiramente.
domingo, agosto 12, 2007
Já chegamos à Madeira ou quê.....?

Jaime Soares defende a substituição da semaforização actual de controle de velocidade por outra “tipo radar”, para baixar a velocidade de circulação para os 60 ou 70 quilómetros por hora em certas zonas do percurso.“Os condutores deixavam de ser obrigados a parar, deixavam de provocar filas de trânsito. Ate parece que nas varias povoações atravessadas pela EN17 os seus moradores não poderiam sair à rua nem atravessa-la de um lado para o outro nas passadeiras porque os carros estariam proibidos de parar. Fora das povoações, se excedessem o limite eram multados e recebiam a multa em casa, como acontece com os radares em Lisboa”, sustentou Jaime Soares . Ilustrou ainda o que disse ser uma “autêntica caça à multa” por parte da Brigada de Trânsito da GNR na EN 17, através da utilização de viaturas descaracterizadas “dissimuladas e escondidas em pontos estratégicos”.“Em vez de estarem à vista das pessoas, contribuindo para reduzir a sinistralidade, estão na caça à multa. A Estrada da Beira é um abono de família para a voracidade dos Governos em arranjarem dinheiro, quase como a Policia Municipal nos estacionamentos”, acusou. Caso o deixem ir com as suas reivindicações para a frente, Jaime Soares promete reeditar na EN 17 uma “marcha lenta” de protesto, a exemplo daquela que promoveu há cerca de seis anos, era António Guterres primeiro-ministro. “Há anos que ando a pedir uma audiência aos secretários de Estado das Obras Públicas e continuo sem resposta. Ainda junto 500 viaturas e paraliso a estrada da Beira até Coimbra”, mas tambem se estará sujeito a que essas 500 viaturas venham cercar Poiares e peçam responsabilidades a quem protagonizou remendos na EN 17 em vez de lutar por uma ligação nova a Coimbra pela Serra do Carvalho. As populações da Lousã de Gois da Pampilhosa e de Arganil estão mortinhas por isso e se calhar é o que acontecerá desta vez. Pode ser que o tiro saia pela culatra. O pessoal já não vai em folclore e em futebois. Está todo a pagar no pêlo as asneiras cometidas.
GOIS - Homenagens aos Exploradores de Volframio
A cerimónia incluiu o lançamento do livro, “ Góis, tempo de volfrâmio. Entre memória e historia”, de autoria de João Nogueira Ramos. Trata-se de uma obra que se debruça sobre a história de Góis incidindo nas décadas de trinta e quarenta do século passado, transcrevendo as memórias de Mitchell e dando conta de diversos testemunhos de antigos mineiros, dando assim a conhecer, a história do volfrâmio em Góis.Na apresentação, o autor começou por sublinhar que «é um livro que surge na defesa do nome da nossa terra, que ajuda a puxar pela memória e a sentir orgulho do nosso passado».O primeiro capítulo é dedicado à exploração do minério, enquanto que, no seguinte, foi dada “voz” aos mineiros, através de tendo dezenas de depoimentos ecolhidos. Mais adiante, há uma tentativa de fazer um balanço da actividade mineira e no final surge um capitulo mais técnico para quem se interessa por determinados dados históricos e pormenores relacionados com a actividade. A representar os mineiros estiveram presentes Júlia Almeida, natural de Liboreiro, Góis, e Luciano Reis, natural de Cadafaz, que partilharam com a plateia que encheu o auditório da Casa do Artista algumas das suas memórias e experiências. De acordo com Nogueira Ramos estes mineiros constituem mesmo «uma amostra representativa da vida de mineiro de então». Vida muito arriscadaJúlia Almeida recordou que «o primeiro filão foi descoberto na Senhora da Guia, depois começou-se a juntar pessoal e passaram-se a explorar-se outras minas», acrescentado que, da sua terra, o Liboreiro, quase toda a gente passou pelas minas a trabalhar.Indagada pelo autor sobre se o volfrâmio ajudou a desenvolver a região, a ex-mineira precisou que, pelo menos «no Liboreiro ainda ajudou bastante e quem soube poupar ainda hoje tem dinheiro dessa época».Por seu lado, Luciano Reis, que começou a trabalhar nas minas com apenas doze anos lembrou que a «vida de mineiro era muito arriscada», havendo muitas doenças inerentes a esse género de vida o que conduzia a que muitas vezes «fossem encontrados mortos muitos homens». Pese embora esses factores, o septuagenário afiança guardar «boas memórias desses tempos que vivi».A estes mineiros foi entregue uma edição do livro apresentado e também um certificado de “homenagem ao mineiro Goiense”, tarefa que ficou a cargo de Helena Moniz, vice-presidente da Câmara Municipal de Góis, e de José Carvalho, presidente da Assembleia Municipal de Góis.Também Elisabete Mitchell, filha mais velha do engenheiro Stanley Mitchell, que veio de propósito de Inglaterra, foi presenteada com dois exemplares (para ela e para a irmã) de uma edição única e especial da obra com a primeira página dedicada à sua família.Pessoas de importânciapara o concelho José Costa Barros, presidente do Movimento Cidadãos por Góis, justificou a cerimónia com a «a justa homenagem a duas entidades que foram importantes para este concelho, os mineiros, homens e mulheres que aqui exploraram o volfrâmio e o engenheiro Mitchell que foi, no seu tempo e para a exploração mineira, pessoa de real importância para este concelho».
Por outro lado, pela oportunidade de, «apresentar o trabalho do nosso sócio, engenheiro Nogueira Ramos que retratou com maestria os mineiros goienses e o engenheiro Mitchell».Helena Moniz também se regozijou por esta iniciativa, congratulando-se pelo lançamento daquele livro que «retrata um período da história de Góis que importa dar a conhecer à geração futura». A vice-presidente da autarquia Goiense lembrou que as minas «davam emprego remunerado a muita gente numa altura em que proliferava o desemprego», lembrando, porém, que «os menos escrupulosos aproveitavam essa época para negócios menos lícitos», fazendo, num cômputo geral, «um balanço fortemente positivo».
Por outro lado, pela oportunidade de, «apresentar o trabalho do nosso sócio, engenheiro Nogueira Ramos que retratou com maestria os mineiros goienses e o engenheiro Mitchell».Helena Moniz também se regozijou por esta iniciativa, congratulando-se pelo lançamento daquele livro que «retrata um período da história de Góis que importa dar a conhecer à geração futura». A vice-presidente da autarquia Goiense lembrou que as minas «davam emprego remunerado a muita gente numa altura em que proliferava o desemprego», lembrando, porém, que «os menos escrupulosos aproveitavam essa época para negócios menos lícitos», fazendo, num cômputo geral, «um balanço fortemente positivo».
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