Jaime Soares naquilo que lhe compete aconselha o governador civil do distrito de Coimbra a “ser equilibrado, justo e rigoroso nas suas análises e posteriores declarações”.
O representante da AN Municípios na área da Protecção Civil não gostou de ouvir as declarações de Henrique Fernandes, em relação à aplicação de sanções no que concerne aos autos de contra-ordenação levantados pela GNR, em matéria de falta de limpeza dos espaços florestais, ou de queimadas proibidas”.Para Jaime Soares – que, recentemente, aconselhou o 2.º comandante da GNR nesse sentido –, não pode Henrique Fernandes esquecer de que os baixos números de ignições de fogos florestais se devem às “favoráveis condições climatéricas” e a duas entidades que têm contribuído, uns para a eliminação dos fogos florestais, outros para evitar a sua propagação – as autarquias, “na área de prevenção e planeamento (a maior parte das vezes em substituição do Estado)” e os bombeiros. De seguida, Jaime Soares adianta os números dos autos de contra-ordenação levantados e dos seus resultados, de acordo com informação recolhida em 207 municípios portugueses:
• Autos de contra-ordenação levantados pela GNR e entregues aos municípios – 4.382
• Sanções aplicadas / Admoestações – 1.182
• Coimas aplicadas – 713
• Processos em fase de instrução – 2.366
• Processos arquivados – 121
O autarca lembra, depois, que a admoestação é uma sanção prevista em lei e que as coimas aplicadas se “baseiam estritamente numa análise rigorosa, mas não como atitude repressiva”. Por outro lado, os processos em fase de instrução estão a ser “rigorosamente analisados, porque os relatórios dos autos de contra-ordenação, na esmagadora maioria dos casos, não são tão explícitos quanto se desejaria para que se possa fazer uma justiça conscienciosa”. Já no que concerne aos arquivamentos, sublinha o facto de os infractores “corrigirem em tempo, e como tal cumprindo a lei, os pressupostos que deram origem à contra-ordenação”.O dirigente da ANMP reafirma que os municípios “não querem, à custa de multas ou de coimas, angariar verbas para engordar os seus orçamentos”. E acrescenta que as sanções, “a serem aplicadas, deixariam muitos cidadãos do mundo rural à míngua de rendimentos”.Assim, Jaime Soares aconselha o governador civil a que, “antes de fazer declarações precipitadas e injustas, sobreponha os valores da solidariedade e humanismo à repressão e à aplicação de coimas a qualquer preço, não devendo esquecer que a floresta é também um bem social”. A concluir, recorda a proposta, que a ANMP subscreve, de criar um livro de instruções para que o agente de autoridade, ao preencher o auto de contra-ordenação, refira rigorosamente, ao momento, as razões objectivas da contra-ordenação, nomeadamente a situação climatérica, o local da queimada e os cuidados que estavam a ser tidos pelo infractor.
In Diário das Beiras
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
domingo, outubro 28, 2007
sexta-feira, outubro 26, 2007
Saúde, incêndios urbanos, florestais e prevenção
No 125º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Barcelos a palavra foi dada a Jaime Soares, comandante dos bombeiros voluntários de Poiares por ter faltado à ultima hora a drª Magda Almeida, médica adjunta do comando dos B.V. de Barcelos , acabando por palestrar sobre incêndios urbanos e florestais.
Segundo ele, que também é Presidente da Câmara, actualmente tem-se evoluído muito quanto ao tipo de construção urbana, no que concerne à segurança. Defende que a responsabilidade de futuros incêndios em habitações ou espaços comerciais deveria unicamente recair sobre o Arquitecto e os proprietários dos imóveis. Falando dos fogos florestais que representam unicamente 7% da actividade dos bombeiros, alertou para o facto de muitos políticos se terem aproveitado deles para se promoverem. Deu como exemplo o seu caso, que começou como bombeirito levado pela mão de um comendador e chegou aonde chegou levado ao colo pela mão do povo da sua terra, que lhe achou piada na altura.
Segundo ele, “fogos evitam-se, não se combatem” e falando do número de bombeiros “não há bombeiros a menos, tem havido incêndios a mais”, atacou vivamente todos os organismos criados para o combate aos incêndios florestais, desde a GNR aos comandos distritais e municipais. Para ele “os bombeiros são suficientes. É dentro das estruturas dos bombeiros que se devem recrutar as pessoas para coordenarem os trabalhos relacionados com os incêndios florestais”. Lamentou tambem alguma incapacidade das chefias dos bombeiros, pois aconteceu no seu concelho um dos maiores fogos que ha memoria na zona centro, foi ele que assumiu o comando das operações de tal maneira desastrada que Coimbra so não ardeu toda, por mero acaso. Houve quem discordasse veementemente destas declarações primárias, pois sendo o fogo uma consequencia da natureza, tem de ser tratado cientificamente e é hoje tema de grandes estudos de Universidades Internacionais.
São estas com os seus meios cientificos que hão-de produzir trabalho para o combate a fogos florestais e não meia duzia de curiosos já viciados que deverão tratar e abordar estes temas.
Segundo ele, que também é Presidente da Câmara, actualmente tem-se evoluído muito quanto ao tipo de construção urbana, no que concerne à segurança. Defende que a responsabilidade de futuros incêndios em habitações ou espaços comerciais deveria unicamente recair sobre o Arquitecto e os proprietários dos imóveis. Falando dos fogos florestais que representam unicamente 7% da actividade dos bombeiros, alertou para o facto de muitos políticos se terem aproveitado deles para se promoverem. Deu como exemplo o seu caso, que começou como bombeirito levado pela mão de um comendador e chegou aonde chegou levado ao colo pela mão do povo da sua terra, que lhe achou piada na altura.
Segundo ele, “fogos evitam-se, não se combatem” e falando do número de bombeiros “não há bombeiros a menos, tem havido incêndios a mais”, atacou vivamente todos os organismos criados para o combate aos incêndios florestais, desde a GNR aos comandos distritais e municipais. Para ele “os bombeiros são suficientes. É dentro das estruturas dos bombeiros que se devem recrutar as pessoas para coordenarem os trabalhos relacionados com os incêndios florestais”. Lamentou tambem alguma incapacidade das chefias dos bombeiros, pois aconteceu no seu concelho um dos maiores fogos que ha memoria na zona centro, foi ele que assumiu o comando das operações de tal maneira desastrada que Coimbra so não ardeu toda, por mero acaso. Houve quem discordasse veementemente destas declarações primárias, pois sendo o fogo uma consequencia da natureza, tem de ser tratado cientificamente e é hoje tema de grandes estudos de Universidades Internacionais.
São estas com os seus meios cientificos que hão-de produzir trabalho para o combate a fogos florestais e não meia duzia de curiosos já viciados que deverão tratar e abordar estes temas.
quinta-feira, outubro 25, 2007
POIARES - ETAR da Ribeira dos Moinhos
Águas do Mondego analisa nove propostas para ETAR da Ribeira dos Moinhos
noticia saida em 2007-03-20 no http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=4926
Leirislena/OH2 – Águas, Técnica e Serviços e Constrope/Águas em Processo/Nantaise des Eaux são dois dos consórcios que estão a disputar o concurso para concepção/construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Ribeira de Moinhos, lançado pela Águas do Mondego.
Em declarações ao AmbienteOnline, Joaquim Baptista, director do departamento de planeamento e obras da empresa, adiantou que «será construída uma ETAR e um emissário para tratar as águas residuais e domésticas da vila de Poiares, bem como de algumas povoações do concelho de Vila Nova de Poiares». A unidade tem capacidade para cerca de 6000 habitantes-equivalentes.
Entre as nove propostas em avaliação, encontram-se também os agrupamentos Lena/Aquino & Rodrigues/Ecotécnica, Marsilop/Construtora Abrantina, Britalar/Aurélio Martins Sobreiro & Filhos e Empreiteiros Casais de António Fernandes da Silva/Elite. A lista fica completa com Domingos da Silva Teixeira/Espina & Delfin, DHV FBO/José Coutinho/Obrecol/Sotecno-Gaio. A empresa Irmãos Cavaco concorre individualmente. As propostas variam entre 1,6 e 2,3 milhões de euros.
Com um prazo de execução de um ano, Joaquim Baptista estima que a obra possa avançar durante o mês de Agosto e que o contrato com o vencedor do concurso seja assinado até Julho.
noticia saida em 2007-03-20 no http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=4926
Leirislena/OH2 – Águas, Técnica e Serviços e Constrope/Águas em Processo/Nantaise des Eaux são dois dos consórcios que estão a disputar o concurso para concepção/construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Ribeira de Moinhos, lançado pela Águas do Mondego.
Em declarações ao AmbienteOnline, Joaquim Baptista, director do departamento de planeamento e obras da empresa, adiantou que «será construída uma ETAR e um emissário para tratar as águas residuais e domésticas da vila de Poiares, bem como de algumas povoações do concelho de Vila Nova de Poiares». A unidade tem capacidade para cerca de 6000 habitantes-equivalentes.
Entre as nove propostas em avaliação, encontram-se também os agrupamentos Lena/Aquino & Rodrigues/Ecotécnica, Marsilop/Construtora Abrantina, Britalar/Aurélio Martins Sobreiro & Filhos e Empreiteiros Casais de António Fernandes da Silva/Elite. A lista fica completa com Domingos da Silva Teixeira/Espina & Delfin, DHV FBO/José Coutinho/Obrecol/Sotecno-Gaio. A empresa Irmãos Cavaco concorre individualmente. As propostas variam entre 1,6 e 2,3 milhões de euros.
Com um prazo de execução de um ano, Joaquim Baptista estima que a obra possa avançar durante o mês de Agosto e que o contrato com o vencedor do concurso seja assinado até Julho.
FUTEBOL - Campeonato Distrital de Infantis
Série A - 5.ª Jornada
Nogueirense 7-1 Brasfemes
Poiares 5-0 Atl. Arganil
Lousanense B 2-4 Tabuense
Tourizense 4-2 Lousanense A
Poiares B 1-2 Góis
Classificação
1. Tourizense 15 pontos
2. Poiares A 12 (-1 jogo)
3. Lousanense A 9 (- jogo)
4. Tabuense 9 (-1 jogo)
5. Lousanense B 7
6. Góis 6 (-1 jogo)
7. Atl. Arganil 4 (-1 jogo)
8. A. Gândaras 3 (-2 jogos)
9. Brasfemes 3 (-1 jogo)
10. Poiares B 3
11. Nogueirense 3 (-1 jogo)
Próxima Jornada (27/10)
Atl. Arganil - Nogueirense
Tabuense - Poiares A
Lousanense A - Lousanense B
Góis - TourizenseA.
Gândaras - Poiares B
Nogueirense 7-1 Brasfemes
Poiares 5-0 Atl. Arganil
Lousanense B 2-4 Tabuense
Tourizense 4-2 Lousanense A
Poiares B 1-2 Góis
Classificação
1. Tourizense 15 pontos
2. Poiares A 12 (-1 jogo)
3. Lousanense A 9 (- jogo)
4. Tabuense 9 (-1 jogo)
5. Lousanense B 7
6. Góis 6 (-1 jogo)
7. Atl. Arganil 4 (-1 jogo)
8. A. Gândaras 3 (-2 jogos)
9. Brasfemes 3 (-1 jogo)
10. Poiares B 3
11. Nogueirense 3 (-1 jogo)
Próxima Jornada (27/10)
Atl. Arganil - Nogueirense
Tabuense - Poiares A
Lousanense A - Lousanense B
Góis - TourizenseA.
Gândaras - Poiares B
POIARES - Estores C. Carvalho, Lda

A Estores C. Carvalho Lda: Aposta contínua na qualidade e formação.
Implementada no mercado desde Janeiro de 1989 e a laborar em na zona Industrial de S. Miguel de Poiares há cerca de 13 anos, a empresa Estores C. Carvalho, Lda tem vindo a apostar continuamente na modernização, no incremento da qualidade e na formação dos seus colaboradores.
Face à exigência crescente do mercado e também pelo facto de desempenhar já um importante papel no seu sector de actividade, a empresa sediada na Zona Industrial procedeu recentemente à implementação do Sistema de Gestão de Qualidade, em conformidade com as normas de referência NP EN ISO 9001: 2000 e NP EN ISO 9000: 2005, processos validados em Fevereiro último por entidade certificadora independente.
Este importante passo na actividade da empresa surgiu a partir da intenção dos seus responsáveis em procurar uma melhoria contínua, assente em três vectores de relações privilegiadas e mutuamente benéficas, designadamente, com os clientes, por forma a manter uma boa imagem (cumprindo as suas exigências e superando as suas expectativas); com os fornecedores (considerando-os parte integrante do sucesso e garantia de qualidade); e com os colaboradores (zelando pela sua integração, formação e motivação, garantindo-lhes um ambiente de trabalho adequado quer ao nível de exigência quer aos objectivos definidos pela empresa).
Tendo como principal actividade o fabrico e a montagem de caixilharias em alumínio, estores e tectos falsos, a Estores C. Carvalho, Lda. tem como lema, desde a sua fundação, proporcionar resposta às necessidades do mercado no mais curto espaço de tempo, aliando a prontidão e a experiência à elevada qualidade quer dos produtos quer dos serviços que disponibiliza.
Para Carlos Alberto Carvalho, sócio-gerente da empresa, entre as claras vantagens da implementação do Sistema de Gestão de Qualidade está “a simplificação e organização das componentes de produção e logística, tornando a empresa mais eficaz e melhor preparada para prestar ao cliente um melhor serviço”.
Tendo por base “uma boa carteira de clientes” e como mercado alvo todo distrito de Coimbra, Carlos Alberto reconhece que, apesar das dificuldades de que toda a gente fala, não se pode queixar de falta de trabalho: “As encomendas não baixaram, mas é na cobrança que as coisas se tornaram mais complicadas”, remata.
Fundação: 1989
Ramo: Fabrico e montagem de caixilharias em alumínio, estores e tectos falsos
Morada: Zona Industrial de Poiares, 3350-214 São Miguel de Poiares
quarta-feira, outubro 24, 2007
Futebol Jovem
Proximo fim de semana
Agenda
Escolas: jornada 4:
Pedrulha vs ADP, dia 27 ,11h
Pedrulha vs ADP, dia 27 ,11h
Infantis A: jornada 6:
Tabuense vs ADP,dia 27,11h
Infantis B: jornada 6:
Gandaras vs ADP, dia 27,11h
Gandaras vs ADP, dia 27,11h
Iniciados: Jornada 6
ADP vs NDS Guarda, dia 28 , 11h
ADP vs NDS Guarda, dia 28 , 11h
Juvenis: jornada 4 :
Tabuense vs ADP, dia 28, 11h
Tabuense vs ADP, dia 28, 11h
Nota : Consulta o site http://futefive.com.sapo.pt/
Feira da Arvore em Semide

Mais de três milhões de árvores para plantação produzidas anualmente no distrito de Coimbra.
Cerca de 80 por cento da produção de árvores para plantação saem de viveiros de Miranda do Corvo, Coimbra e Lousã, representando mais de três milhões de unidades e oito milhões de euros de volume de negócios anuais.
"A comercialização tem sido normal. Este é um sector onde não tem existido crise", disse Eduardo Batista, presidente da Associação dos Viveiristas do Distrito de Coimbra (AVDC), que representa 60 dos cerca de 200 produtores credenciados.
De acordo com dados daquela associação, em 2006/2007 foram vendidos 3,3 milhões de unidades, das quais 80 mil eram critrinos e 2,5 milhões eram espécies pomóideas (pereiras e macieiras) e prunóideas (cerejeiras, pessegueiros e ameixieiras), sem contar com as plantas ornamentais.
Para divulgar e promover a actividade dos viveiros, a Junta de Freguesia de Semide, no concelho de Miranda do Corvo, promove no próximo fim-de-semana a oitava edição da Feira da Árvore, na Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.
Arménio Luís, presidente da Junta de Semide, afirmou que na freguesia "se encontra a maioria das pessoas que desenvolve esta actividade no país, sendo por isso uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver".
Além de Semide, esta actividade assume também grande relevância nas freguesias de Ceira (Coimbra) e Lousã.
Integrada na Feira da Árvore, realizam-se as Jornadas Técnicas dos Viveiristas, sábado, a partir das 09:30, subordinadas ao tema "Exigências de qualidade são a base de produção".
A iniciativa inclui uma visita ao campo de multiplicação de plantas-mãe de citrinos da AVDC, que começou este ano a produzir material certificado para os seus associados.
Flávio Pereira, técnico da associação, disse que este ano foram retiradas 80 mil "borbulhas certificadas para enxertias", adiantando que o campo terá capacidade para, em 2009/2010, produzir acima das 600 mil.
Durante a Feira da Árvore, a organização promove a primeira prova gastronómica de chanfana, prático típico da freguesia de Semide, confeccionado a partir de carne de cabra não importada e assada em vinho tinto.
Cerca de 80 por cento da produção de árvores para plantação saem de viveiros de Miranda do Corvo, Coimbra e Lousã, representando mais de três milhões de unidades e oito milhões de euros de volume de negócios anuais.
"A comercialização tem sido normal. Este é um sector onde não tem existido crise", disse Eduardo Batista, presidente da Associação dos Viveiristas do Distrito de Coimbra (AVDC), que representa 60 dos cerca de 200 produtores credenciados.
De acordo com dados daquela associação, em 2006/2007 foram vendidos 3,3 milhões de unidades, das quais 80 mil eram critrinos e 2,5 milhões eram espécies pomóideas (pereiras e macieiras) e prunóideas (cerejeiras, pessegueiros e ameixieiras), sem contar com as plantas ornamentais.
Para divulgar e promover a actividade dos viveiros, a Junta de Freguesia de Semide, no concelho de Miranda do Corvo, promove no próximo fim-de-semana a oitava edição da Feira da Árvore, na Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.
Arménio Luís, presidente da Junta de Semide, afirmou que na freguesia "se encontra a maioria das pessoas que desenvolve esta actividade no país, sendo por isso uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver".
Além de Semide, esta actividade assume também grande relevância nas freguesias de Ceira (Coimbra) e Lousã.
Integrada na Feira da Árvore, realizam-se as Jornadas Técnicas dos Viveiristas, sábado, a partir das 09:30, subordinadas ao tema "Exigências de qualidade são a base de produção".
A iniciativa inclui uma visita ao campo de multiplicação de plantas-mãe de citrinos da AVDC, que começou este ano a produzir material certificado para os seus associados.
Flávio Pereira, técnico da associação, disse que este ano foram retiradas 80 mil "borbulhas certificadas para enxertias", adiantando que o campo terá capacidade para, em 2009/2010, produzir acima das 600 mil.
Durante a Feira da Árvore, a organização promove a primeira prova gastronómica de chanfana, prático típico da freguesia de Semide, confeccionado a partir de carne de cabra não importada e assada em vinho tinto.
terça-feira, outubro 23, 2007
" ENTÃO PROVE "
Cada vez que alguém aparece na comunicação social a fazer uma denúncia relevante há sempre um bando de picuinhas que exprime imediatamente a sua indignação com vozinha de contratenor: "Se assim é, então prove."
Escondida atrás de um suposto rigor legalista e confundindo as regras do espaço público com as leis dos tribunais, a brigada do "então prove" é perigosamente conservadora e gosta do cheiro a pântano, crescendo à sombra da nossa falta de cultura democrática. Alguém resmunga sobre a corrupção nas câmaras? Então prove. Uma alminha aponta o dedo à incompetência na função pública? Então prove. Um desgraçado queixa-se das falhas no sistema judicial? Então prove. Como se cada vez que uma pessoa abrisse a boca para protestar tivesse obrigatoriamente de estar munido de dossiês e documentação em papel timbrado. Nove em dez vezes, o "então prove" é apenas uma forma mais ou menos elaborada de proteger o estado das coisas e tapar a boca a quem se queixa. Certamente por causa deste exagerado calor de Outono, que sobreaquece as cabecinhas, quatro ou cinco pessoas importantes lembraram-se de ir para os jornais dizer o que lhes vai na alma. Não é normal. O normal é que as pessoas importantes dêem entrevistas mastigadas, soltando um recadito ali, uma frase cabalística acolá, num português remoído que depois é decifrado por meia dúzia de entendidos que peroram sobre o assunto durante dois ou três dias. Mas não foi isso que aconteceu com as últimas entrevistas de Catalina Pestana ou Pinto Monteiro, só para dar dois exemplos. Estes decidiram, por uma vez, dizer coisas relevantes e denunciar o que vai mal. Resultado: uma carga violenta da brigada do "então prove". Catalina Pestana apontou o dedo à Casa Pia e apanhou traulitada dos antigos estudantes, que a mandaram ir-se queixar à polícia. Pinto Monteiro acusou o Ministério Público de feudalismo e imediatamente o sindicato dos magistrados pediu a sua cabeça; depois disse não saber se tinha o telefone sob escuta e a Ordem dos Advogados exigiu esclarecimentos "urgentes". É claro que convém a gente com responsabilidades não se passar da cabeça e vir para a praça pública ter conversas de café. Mas não é isso que tem acontecido. A ex-provedora da Casa Pia e o procurador-geral da República deram entrevistas valiosas e nomearam fragilidades inadmissíveis no nosso sistema. E, como de costume, o monstro do statu quo acordou para exigir que não o incomodem. Triste sociedade esta, que devota tanto amor à lei da rolha. E assim vamos andando aos caídos, muito caladinhos e compostinhos.
in DN
Escondida atrás de um suposto rigor legalista e confundindo as regras do espaço público com as leis dos tribunais, a brigada do "então prove" é perigosamente conservadora e gosta do cheiro a pântano, crescendo à sombra da nossa falta de cultura democrática. Alguém resmunga sobre a corrupção nas câmaras? Então prove. Uma alminha aponta o dedo à incompetência na função pública? Então prove. Um desgraçado queixa-se das falhas no sistema judicial? Então prove. Como se cada vez que uma pessoa abrisse a boca para protestar tivesse obrigatoriamente de estar munido de dossiês e documentação em papel timbrado. Nove em dez vezes, o "então prove" é apenas uma forma mais ou menos elaborada de proteger o estado das coisas e tapar a boca a quem se queixa. Certamente por causa deste exagerado calor de Outono, que sobreaquece as cabecinhas, quatro ou cinco pessoas importantes lembraram-se de ir para os jornais dizer o que lhes vai na alma. Não é normal. O normal é que as pessoas importantes dêem entrevistas mastigadas, soltando um recadito ali, uma frase cabalística acolá, num português remoído que depois é decifrado por meia dúzia de entendidos que peroram sobre o assunto durante dois ou três dias. Mas não foi isso que aconteceu com as últimas entrevistas de Catalina Pestana ou Pinto Monteiro, só para dar dois exemplos. Estes decidiram, por uma vez, dizer coisas relevantes e denunciar o que vai mal. Resultado: uma carga violenta da brigada do "então prove". Catalina Pestana apontou o dedo à Casa Pia e apanhou traulitada dos antigos estudantes, que a mandaram ir-se queixar à polícia. Pinto Monteiro acusou o Ministério Público de feudalismo e imediatamente o sindicato dos magistrados pediu a sua cabeça; depois disse não saber se tinha o telefone sob escuta e a Ordem dos Advogados exigiu esclarecimentos "urgentes". É claro que convém a gente com responsabilidades não se passar da cabeça e vir para a praça pública ter conversas de café. Mas não é isso que tem acontecido. A ex-provedora da Casa Pia e o procurador-geral da República deram entrevistas valiosas e nomearam fragilidades inadmissíveis no nosso sistema. E, como de costume, o monstro do statu quo acordou para exigir que não o incomodem. Triste sociedade esta, que devota tanto amor à lei da rolha. E assim vamos andando aos caídos, muito caladinhos e compostinhos.
in DN
domingo, outubro 21, 2007
Se o Governo pagasse o que nos deve Poiares não tinha dívida
Poiares ultrapassou os limites do endividamento. Uma verba «curta», no entender de Jaime Soares, que encara esta situação como um juro a pagar pelos custos do desenvolvimento do concelho. Todavia, o presidente da autarquia não deixa de sublinhar que se o Governo «pagasse o que deve», Poiares não estava na “lista negra”. Vila Nova de Poiares integra «por “uma unha negra”», de acordo com Jaime Soares, a lista das 22 câmaras que ultrapassaram os limites de endividamento. «O valor é insignificante», afirma o presidente da autarquia, sublinhando que «se analisarmos o valor do endividamento em relação ao crescimento do concelho, temos uma diferença, para mais, superior a 7000 por cento».Significa que, «apesar de preferir não estar na lista» e «fazer uma gestão controlada» dos recursos do município, o edil poiarense entende que estes são os custos do progresso. «Sempre geri a Câmara nos limites do endividamento», afirma o autarca, que não deixa de sublinhar que «as regras do jogo foram alteradas a meio do mandato», o que põe em causa «todo o planeamento efectuado». Soares sublinha, ainda, os “dados viciados”, uma vez que os valores são obtidos por comparação com o ano de 2005. Significa que «os municípios que se endividaram muito em 2005, não aumentaram a dívida em 2006».«Apanharam-nos por muito pouco, o valor é residual e o custo é absolutamente compensado pelo aumento de 5 por cento deste ano», diz ainda, tendo em conta a “ameaça” de redução das verbas do FEF (Fundo de Regularização Municipal). Para além disso, «e muito mais importante» é, no entender do presidente da Câmara que há 33 anos gere os destinos de Vila Nova de Poiares, a obra feita. «A obra é altamente compensadora e o património do município – não falo de estradas ou escolas, mas de património que o município podia, se quisesse, alienar – dava para pagar todas as dívidas».A dívida deve-se à obra feita, ao facto de Poiares «fazer um esforço enorme para que os poiarenses sejam cidadãos de primeira, como são os dos grandes centros urbanos», que beneficiam de um conjunto de regalias que não chegam a Poiares. «Se tivesse de fazer uma gestão de merceeiro (com todo o respeito pelos merceeiros), de deve e haver, éramos ainda hoje um município como há 33 anos, que tinha 22 casas em volta da Igreja. E, felizmente, Poiares cresceu, desenvolveu-se», afirma, satisfeito Jaime Soares, apontando para os indicadores de poder de compra e de qualidade de vida, que colocam Poiares «a meio da tabela».«Terei de equilibrar as contas, para cumprir a Lei, mas não vamos limitar o ritmo do crescimento», afirma, tranquilo. Mais cáustico, aponta o dedo acusador ao Governo, «que não cumpre». «Se o Governo nos pagasse o que deve, Poiares não tinha qualquer dívida», afirma o autarca, referindo o protocolo estabelecido com o Ministério da Cultura para a construção da Biblioteca. «O Ministério da Cultura deve-nos milhões de contos e não paga», garante, acrescentando que no «PIDDAC só estão 26 mil euros para a Biblioteca, quando o Ministério nos deve na casa dos 250 mil euros». A «dívida» do Governo avoluma-se somando as contas do Ministério da Administração Interna, referentes à Polícia Municipal, «que nos deve 100 mil euros». «Se tivéssemos essas verbas, não tínhamos ultrapassado o limite do endividamento», remata Jaime Soares, afirmando que, apesar de tudo «estamos a pedir a correcção, porque há valores com os quais não concordamos».
quinta-feira, outubro 18, 2007
PSD- Vice-presidência conquistada à custa de deputada por Coimbra
Vice-presidência do PSD conquistada à custa de deputada por Coimbra
Zita Seabra, a cabeça de lista de deputados eleitos por Coimbra, foi o nome que os social-democratas do distrito conseguiram ver incluído numa das seis vice-presidências da Comissão Política Nacional do partido, liderada por Luís Filipe Menezes, na eleição realizada no Congresso do passado fim-de-semana.
Anteriormente, com Marques Mendes à frente do PSD, foram vice-presidentes Calvão da Silva e Carlos Encarnação, cargo ocupado por Paulo Pereira Coelho na liderança de Durão Barroso, enquanto que na de Pedro Santana Lopes coube apenas um lugar de vogal a um militante de Coimbra, tendo sido Nuno Freitas o escolhido.
Nos novos órgãos eleitos neste Congresso, entrou como vogal da Comissão Política José Manuel Canavarro, pró-reitor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado adjunto da ministra da Educação, assim como Paulo Pereira Coelho, deputado e vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Do distrito de Coimbra foram eleitos para o Conselho Nacional Marcelo Nuno, vereador da Câmara de Coimbra (pela lista proposta por Luís Filipe Menezes), João Moura, presidente da Câmara de Cantanhede (pela lista B), o jurista Gonçalo Capitão e Cláudia Feteira, vereadora da Câmara de Poiares (ambos pela lista G). No Conselho de Jurisdição Nacional entrou Filipa Guadalupe, que encabeçou uma das listas concorrentes.
Em termos de número de eleitos para órgãos nacionais o distrito de Coimbra terá ficado a perder, comparativamente com a situação anterior, com fontes partidárias a estranharem que elementos como os presidentes de Câmara de Arganil, Penela e Penacova não tenham sido convidados.
Zita Seabra, a cabeça de lista de deputados eleitos por Coimbra, foi o nome que os social-democratas do distrito conseguiram ver incluído numa das seis vice-presidências da Comissão Política Nacional do partido, liderada por Luís Filipe Menezes, na eleição realizada no Congresso do passado fim-de-semana.
Anteriormente, com Marques Mendes à frente do PSD, foram vice-presidentes Calvão da Silva e Carlos Encarnação, cargo ocupado por Paulo Pereira Coelho na liderança de Durão Barroso, enquanto que na de Pedro Santana Lopes coube apenas um lugar de vogal a um militante de Coimbra, tendo sido Nuno Freitas o escolhido.
Nos novos órgãos eleitos neste Congresso, entrou como vogal da Comissão Política José Manuel Canavarro, pró-reitor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado adjunto da ministra da Educação, assim como Paulo Pereira Coelho, deputado e vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Do distrito de Coimbra foram eleitos para o Conselho Nacional Marcelo Nuno, vereador da Câmara de Coimbra (pela lista proposta por Luís Filipe Menezes), João Moura, presidente da Câmara de Cantanhede (pela lista B), o jurista Gonçalo Capitão e Cláudia Feteira, vereadora da Câmara de Poiares (ambos pela lista G). No Conselho de Jurisdição Nacional entrou Filipa Guadalupe, que encabeçou uma das listas concorrentes.
Em termos de número de eleitos para órgãos nacionais o distrito de Coimbra terá ficado a perder, comparativamente com a situação anterior, com fontes partidárias a estranharem que elementos como os presidentes de Câmara de Arganil, Penela e Penacova não tenham sido convidados.
FOGOS FLORESTAIS - Autarcas e GNR trocam críticas
A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) reagiu ontem com dureza às críticas feitas pela GNR sobre a forma como as autarquias punem a falta de limpeza das matas e de prevenção aos incêndios florestais. À denúncia da falta de seguimento dado aos autos levantados pelos militares da Guarda, Jaime Soares responde com números e adianta que a ANMP é a favor da dissuasão e não da repressão.
Este ano, de acordo com a informação de 210 municípios, foram levantados 4382 autos. Destes, 1182 resultaram em admoestações, 2366 estão em fase de instrução e 713 em coimas. Houve ainda 121 autos arquivados. Jaime Soares lembra que a lei não prevê apenas o pagamento de uma coima mas outras formas de sanção como a admoestação.
"A multa nem sempre faz sentido. Até porque há autos que são cegos. Por exemplo, deve-se punir alguém que estava a fazer uma queimada em dia de chuva?" questiona o responsável da ANMP com a pasta dos fogos. Jaime Soares garante que todos os autos são investigados mas que, nalguns casos, se justifica mais enviar uma carta a explicar ao notificado que não deve repetir o seu comportamento de risco do que multá-lo.
A ANMP defende até que seja criado um manual que dê instruções ao agente que preenche o auto, de modo a que este contenha mais informação que contextualize e ajude os presidentes de câmara a decidir como actuar e punir. Por exemplo, se a queimada foi feita num dia de chuva essa informação é relevante e deve constar do auto levantado.
"Aplicar a lei não passa só por multar toda a gente que é notificado. Há que ter um papel pedagógico nesta fase em que se opera uma mudança cultural deste tipo e tendo em conta que a lei ainda é recente", afirma.
A resposta dos autarcas vem na sequência das críticas feitas pelo segundo comandante da Guarda, Mário Cabrita. Na terça-feira, no balanço da época de fogos, o responsável da GNR acusou os autarcas de não aplicarem a lei, muitas vezes por questões eleitoralistas.
Jaime Soares responde no mesmo tom. "A GNR que faça o que tem a fazer, que nós, autarcas, fazemos a nossa parte. E deixem-nos em paz", afirmou, acrescentando que os autarcas não querem governar com o dinheiro das multas.
Este ano, de acordo com a informação de 210 municípios, foram levantados 4382 autos. Destes, 1182 resultaram em admoestações, 2366 estão em fase de instrução e 713 em coimas. Houve ainda 121 autos arquivados. Jaime Soares lembra que a lei não prevê apenas o pagamento de uma coima mas outras formas de sanção como a admoestação.
"A multa nem sempre faz sentido. Até porque há autos que são cegos. Por exemplo, deve-se punir alguém que estava a fazer uma queimada em dia de chuva?" questiona o responsável da ANMP com a pasta dos fogos. Jaime Soares garante que todos os autos são investigados mas que, nalguns casos, se justifica mais enviar uma carta a explicar ao notificado que não deve repetir o seu comportamento de risco do que multá-lo.
A ANMP defende até que seja criado um manual que dê instruções ao agente que preenche o auto, de modo a que este contenha mais informação que contextualize e ajude os presidentes de câmara a decidir como actuar e punir. Por exemplo, se a queimada foi feita num dia de chuva essa informação é relevante e deve constar do auto levantado.
"Aplicar a lei não passa só por multar toda a gente que é notificado. Há que ter um papel pedagógico nesta fase em que se opera uma mudança cultural deste tipo e tendo em conta que a lei ainda é recente", afirma.
A resposta dos autarcas vem na sequência das críticas feitas pelo segundo comandante da Guarda, Mário Cabrita. Na terça-feira, no balanço da época de fogos, o responsável da GNR acusou os autarcas de não aplicarem a lei, muitas vezes por questões eleitoralistas.
Jaime Soares responde no mesmo tom. "A GNR que faça o que tem a fazer, que nós, autarcas, fazemos a nossa parte. E deixem-nos em paz", afirmou, acrescentando que os autarcas não querem governar com o dinheiro das multas.
terça-feira, outubro 16, 2007
No PSD Carlos Encarnação já em pré-campanha
A fotografia de Carlos Encarnação a dançar com uma dançarina, em Trouxemil, acabou com todas as dúvidas: ele já está em pré-campanha.
O presidente da Câmara de Coimbra percebeu depressa que a mudança no PSD vai ter consequências. E que a sua ambição europeia feneceu de vez. Por isso, vamos voltar a vê-lo dançar com outros dançarinos e, quiçá, recuperar mesmo aquela imagem inconfundível do avô com a netinha ao colo. Carlos Encarnação é, apesar de tudo, um homem de sorte, no contexto da nova ordem instituída no PSD. O próprio Marcelo Nuno, hoje por hoje um dos novos homens-fortes do partido, deixou claro o regime de excepção que está em aberto, para o edil, nas primeiras declarações públicas após as eleições de 28 de Setembro... as mesmas em que tratava de começar a empurrar Jaime Soares borda fora. A questão interna fica, então, resolvida - mais a mais com a inesperada ascensão do filho a líder concelhio -, pelo que a única coisa, mesmo, que Encarnação vai ter que manter sob controlo é o crescendo de oposição, feroz, determinada e imprevisível, que vai ter, de quinze em quinze dias, por parte do seu ex-número dois, Horácio Pina Prata.
O presidente da Câmara de Coimbra percebeu depressa que a mudança no PSD vai ter consequências. E que a sua ambição europeia feneceu de vez. Por isso, vamos voltar a vê-lo dançar com outros dançarinos e, quiçá, recuperar mesmo aquela imagem inconfundível do avô com a netinha ao colo. Carlos Encarnação é, apesar de tudo, um homem de sorte, no contexto da nova ordem instituída no PSD. O próprio Marcelo Nuno, hoje por hoje um dos novos homens-fortes do partido, deixou claro o regime de excepção que está em aberto, para o edil, nas primeiras declarações públicas após as eleições de 28 de Setembro... as mesmas em que tratava de começar a empurrar Jaime Soares borda fora. A questão interna fica, então, resolvida - mais a mais com a inesperada ascensão do filho a líder concelhio -, pelo que a única coisa, mesmo, que Encarnação vai ter que manter sob controlo é o crescendo de oposição, feroz, determinada e imprevisível, que vai ter, de quinze em quinze dias, por parte do seu ex-número dois, Horácio Pina Prata.
segunda-feira, outubro 15, 2007
Orçamento de Estado beneficia Penacova no PIDDAC
Orçamento de Estado beneficia Penacova mas esquece “reivindicações antigas”. Mais de um milhão de euros é quanto o município de Penacova viu inscritos no PIDDAC. Do lado oposto, Cantanhede, Mira e Soure ficaram a “zero”, enquanto que Góis conseguiu pouco mais do que isso.
De entre os municípios com menor dotação orçamental, destaque para Pampilhosa da Serra, também este um concelho de interior, com 22.623 euros que vão ser investidos na construção do Centro Social e de Cultura e Recreio de Trinhão. Nos restantes concelhos, as verbas inscritas são de 113 mil euros para Arganil, 24.084 euros para Condeixa-a-Nova, 53 mil euros para Miranda do Corvo, 38.416 euros para Montemor-o-Velho, 31.417 para Oliveira do Hospital, 31.548 para Penela, 78.930 para Tábua e 56.969 para Vila Nova de Poiares, para além de Coimbra e Figueira da Foz com uma dotação de, respectivamente, 44.080.952 e 7.419.000 euros.
De entre os municípios com menor dotação orçamental, destaque para Pampilhosa da Serra, também este um concelho de interior, com 22.623 euros que vão ser investidos na construção do Centro Social e de Cultura e Recreio de Trinhão. Nos restantes concelhos, as verbas inscritas são de 113 mil euros para Arganil, 24.084 euros para Condeixa-a-Nova, 53 mil euros para Miranda do Corvo, 38.416 euros para Montemor-o-Velho, 31.417 para Oliveira do Hospital, 31.548 para Penela, 78.930 para Tábua e 56.969 para Vila Nova de Poiares, para além de Coimbra e Figueira da Foz com uma dotação de, respectivamente, 44.080.952 e 7.419.000 euros.
quinta-feira, outubro 11, 2007
PSD eleições no Distrito - Figueira da Foz
Mas que pouca vergonha reina no Distrito de Coimbra com este PSD. Jaime Soares afundou e continua a insistir em afunda-lo.
O presidente demissionário da concelhia da Figueira da Foz, José Elísio Oliveira, apoiante de Pereira Coelho e vários elementos afectos à candidatura marcaram presença na sede, a qual apresentava a porta aberta com uma chave na fechadura.
José Elísio Oliveira disse que a decisão do Conselho de Jurisdição Distrital - em anular a repetição das eleições - «repôs a legalidade democrática» no partido, não indicando a origem da chave.
Já Guilherme Silva, presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD, afirmou não entender «a confusão» instalada na Figueira da Foz.
«Não percebo a confusão. As decisões dos conselhos de jurisdição não têm efeitos suspensivos. A situação não faz sentido nenhum», declarou.
Já fonte da candidatura de Lídio Lopes acusou a concelhia cessante de ter arrombado a porta da sede, para onde está marcado o acto de posse, pelas 21:30 de hoje, com a presença de Jaime Soares, presidente da Comissão Política Distrital.
Ninguem se entende.
O presidente demissionário da concelhia da Figueira da Foz, José Elísio Oliveira, apoiante de Pereira Coelho e vários elementos afectos à candidatura marcaram presença na sede, a qual apresentava a porta aberta com uma chave na fechadura.
José Elísio Oliveira disse que a decisão do Conselho de Jurisdição Distrital - em anular a repetição das eleições - «repôs a legalidade democrática» no partido, não indicando a origem da chave.
Já Guilherme Silva, presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do PSD, afirmou não entender «a confusão» instalada na Figueira da Foz.
«Não percebo a confusão. As decisões dos conselhos de jurisdição não têm efeitos suspensivos. A situação não faz sentido nenhum», declarou.
Já fonte da candidatura de Lídio Lopes acusou a concelhia cessante de ter arrombado a porta da sede, para onde está marcado o acto de posse, pelas 21:30 de hoje, com a presença de Jaime Soares, presidente da Comissão Política Distrital.
Ninguem se entende.
quarta-feira, outubro 10, 2007
Fausto Correia faleceu em Bruxelas
O eurodeputado socialista Fausto Correia, 55 anos, faleceu esta terça-feira em Bruxelas, vítima de ataque cardíaco.
Natural de Coimbra, Fausto Correia, foi deputado socialista, secretário de Estado da Administração Pública, dos Assuntos Parlamentares, Adjunto do Ministro de Estado e Adjunto do Primeiro-ministro.O eurodeputado, eleito em 2004, repartiu a sua vida pela política e pelo jornalismo, integrando os quadros do ‘República’, e tendo sido fundador do diário ‘A Luta’. Além de eurodeputado, Fausto Correia era actualmente deputado da Assembleia Municipal de Miranda do Corvo. No Parlamento Europeu, era membro da Comissão Parlamentar das Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos. Era uma pessoa muito estimada e admirada em Poiares.
Natural de Coimbra, Fausto Correia, foi deputado socialista, secretário de Estado da Administração Pública, dos Assuntos Parlamentares, Adjunto do Ministro de Estado e Adjunto do Primeiro-ministro.O eurodeputado, eleito em 2004, repartiu a sua vida pela política e pelo jornalismo, integrando os quadros do ‘República’, e tendo sido fundador do diário ‘A Luta’. Além de eurodeputado, Fausto Correia era actualmente deputado da Assembleia Municipal de Miranda do Corvo. No Parlamento Europeu, era membro da Comissão Parlamentar das Liberdades Cívicas, Justiça e Assuntos Internos. Era uma pessoa muito estimada e admirada em Poiares.
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