O Ministro da Agricultura lamenta os 50 por cento de taxa de execução dos projectos
Reflorestação a meio gás. Cerca de metade dos projectos de reflorestação aprovados em Portugal não está a ser posta em marcha, comprometendo as verbas destinadas a apoiar aquele tipo de acções. O ministro da Agricultura pediu que “façam o favor de plantar, porque a verba está lá”. O ministro da Agricultura alertou ontem para o facto de apenas 50 por cento dos projectos aprovados de reflorestação estarem executados, durante o arranque de uma acção de plantação de 20 mil árvores na Lousã. “Quando fui à Assembleia da República apresentar os resultados da época de incêndios dei um grito de alerta, dizendo que tinha algumas acções no programa Agris com projectos aprovados, a verba comprometida, e estavam com percentagens de execução de 50 por cento”, referiu Jaime Silva, frisando que “mantém o alerta” e pedindo a quem tem projectos aprovados que, “a partir do momento em que houver condições propícias, façam o favor de começar a plantar, porque a verba está lá”.
De acordo com o governante, “depois do projecto aprovado temos de gastar as verbas no prazo de dois anos, e apenas temos 50 por cento de execução”. Afirmou ainda que o novo quadro comunitário de apoio, em vigor até 2013, vai disponibilizar 100 milhões de euros por ano para a floresta, “assim haja projectos”. O ministro da Agricultura falava na Lousã, distrito de Coimbra, onde ontem um grupo de cerca de 150 pessoas oriundas de várias zonas do País, que incluía pais e filhos, deu início ao processo de reflorestação de uma área de nove hectares, junto à serra. Os 150 voluntários concentraram-se no Centro de Técnicas e Operações Especializadas da Lousã, e depois da cerimónia de abertura, que foi presidida pelo ministro da Administração Interna, Rui Pereira, lançaram mãos ao trabalho, com a supervisão de técnicos especializados. Até final do mês 500 voluntários pretendem plantar 20 mil espécies folhosas numa área de pinhal, paredes-meias com o aeródromo da Lousã, ameaçada pela doença vulgarmente conhecida por anéis vermelhos e pela proliferação de acácias, árvores invasoras. No âmbito do projecto «Floresta Unida», que aposta na intervenção em zonas infestadas por pragas, doenças ou espécies infestantes e na dinamização de acções de prevenção, formação e apoio no combate aos incêndios, a iniciativa é financiada pelo Barclays Portugal, banco que oferece as árvores e as ferramentas necessárias. “A Zona Barclays Verde será um espaço propício ao desenvolvimento do ecossistema local, numa aposta de floresta sustentável a longo prazo”, referiu o presidente da instituição bancária em Portugal, Peter Mottek. Neste e nos próximos dois fins-de-semana, os voluntários plantarão cinco mil sobreiros, seis mil carvalhos, duas mil cerejeiras bravas, cinco mil castanheiros e dois mil cedros do Buçaco. Com o sol forte e o pó fino a entranhar-se no corpo, entregam-se à tarefa de plantar árvores em valas previamente abertas. Pais e filhos participam na iniciativa, porque estão preocupados com as alterações climáticas, e também para terem um dia diferente.
Espécies invasoras. Sustentabilidade florestal. O responsável pelo projecto Floresta Unida, David Lopes, explicou à Agência Lusa que a reflorestação pretende “criar uma zona de compasso apertado entre as árvores, permitindo que, depois, a sua sombra incida sobre as espécies invasoras, e evite a sua propagação”.
Explicou igualmente que, “durante os primeiros três ou quatro anos, iremos proceder a uma acção mecânica (abate) das acácias que não prejudique as árvores plantadas, para que mais tarde a sombra resultante do crescimento das novas espécies não permita o crescimento das invasoras”. O projecto conta com o apoio técnico da Direcção-Geral de Recursos Florestais, da empresa Fire Paradox e do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro da GNR, entidades consideradas como os “os três pilares para a sustentabilidade florestal”.
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
domingo, novembro 11, 2007
sábado, novembro 10, 2007
Condições para haver emprego
(post sacado do http://acorda-vnpoiares.blogspot.com/ )
Num país em constante luta por emprego vivemos num concelho onde se tenta fomentar a fixação de empresas que aumentem o número de pessoas empregadas. A própria Câmara tem permissivas para atrair novos investidores. No site da Câmara pode-se mesmo ler que esta tem conseguido "chamar até si muitos investidores, devido às excelentes condições postas aos industriais." Se as condições são as que estão no respectivo site, certamente não serão as únicas que são impostas. Antes o fossem!! E digo impostas, pois as histórias que se ouvem, são a de um presidente de câmara que além de dar as condições coloca imposições, e por isso os empresários fogem com as suas empresas para concelhos vizinhos.
Minipreço e Lidl tentaram-se instalar em Poiares, mas tiriam de ser construidos onde o presidente quissesse e não onde pretendiam. Ou outra tipo de empresa que quase já teria uma forma de organização pensada pelo autarca. E assim vemos as coisas a passarem cada vez mais ao lado deste concelho que não tem os acessos necessários para aumentar os seus números de empregados. Será que o "quero, posso e mando" não tem limites? Quanto mais tempo se irá pactoar com este tipo de liderança que prejudica mais do que beneficia!?!
http://acorda-vnpoiares.blogspot.com/
Que venha o Lidl ou o Minipreço. O Ecomarche ja engordou demasiado e tem comportamentos menos dignos para os seus clientes. Engordaram demais e já estão é bons para a matança.
Num país em constante luta por emprego vivemos num concelho onde se tenta fomentar a fixação de empresas que aumentem o número de pessoas empregadas. A própria Câmara tem permissivas para atrair novos investidores. No site da Câmara pode-se mesmo ler que esta tem conseguido "chamar até si muitos investidores, devido às excelentes condições postas aos industriais." Se as condições são as que estão no respectivo site, certamente não serão as únicas que são impostas. Antes o fossem!! E digo impostas, pois as histórias que se ouvem, são a de um presidente de câmara que além de dar as condições coloca imposições, e por isso os empresários fogem com as suas empresas para concelhos vizinhos.
Minipreço e Lidl tentaram-se instalar em Poiares, mas tiriam de ser construidos onde o presidente quissesse e não onde pretendiam. Ou outra tipo de empresa que quase já teria uma forma de organização pensada pelo autarca. E assim vemos as coisas a passarem cada vez mais ao lado deste concelho que não tem os acessos necessários para aumentar os seus números de empregados. Será que o "quero, posso e mando" não tem limites? Quanto mais tempo se irá pactoar com este tipo de liderança que prejudica mais do que beneficia!?!
http://acorda-vnpoiares.blogspot.com/
Que venha o Lidl ou o Minipreço. O Ecomarche ja engordou demasiado e tem comportamentos menos dignos para os seus clientes. Engordaram demais e já estão é bons para a matança.
quinta-feira, novembro 08, 2007
POIARES - Acima da média em quase tudo
Perguntaram a Jaime Soares - Que obras da primeira metade do mandato tem para apresentar?
Este jardim [à Raça Poiarense], com piscinas, pavilhões, corte de ténis ao lado. E não esquecer a transformação do quartel de bombeiros em centro cultural! Poiares está acima da média em quase tudo. Estamos a fazer um novo quartel, a entregar dois bairros sociais, a recuperar o edifício da Câmara...
Poiares aparece na lista de câmaras acima do limite legal de endividamento. E os seus críticos dizem que a autarquia está falida... O que os meus críticos dizem não me preocupa, porque Poiares tem uma oposição que não presta, que não vale nada, que são uns anormais. E as contas? São de quem quer fazer obra. Quando as tinha controladas, o Governo PS alterou as regras a meio do jogo [após a entrevista, disse que sairia da lista, se o Estado pagasse o que deve]
O processo de peculato em que foi absolvido tirou-lhe o sono?
Só tirava se a minha consciência estivesse preocupada. Era só a má-fé de uma oposição desonesta. Era preciso era sentar no banco dos réus os que me acusaram e não provaram nada. Como um senhor Saldanha Sanches que anda aí sempre a dizer mal...
Tenho sentido dificuldades em encontrar munícipes que dêem, sem anonimato, opinião sobre si. A maioria diz temer represálias...
Se isso é verdade, eu acompanho-o, a ver se alguém se recusa Era capaz de ser condicionante... Não!... Podem é ter medo de si 'Quem é este indivíduo? Não lhe vou responder a nada que não sei quem é ' Medo de mim, não! Através do voto universal e secreto, sou presidente da Câmara há 33 anos. Nas eleições, praticamente nem apareço nas secções de voto.
Este jardim [à Raça Poiarense], com piscinas, pavilhões, corte de ténis ao lado. E não esquecer a transformação do quartel de bombeiros em centro cultural! Poiares está acima da média em quase tudo. Estamos a fazer um novo quartel, a entregar dois bairros sociais, a recuperar o edifício da Câmara...
Poiares aparece na lista de câmaras acima do limite legal de endividamento. E os seus críticos dizem que a autarquia está falida... O que os meus críticos dizem não me preocupa, porque Poiares tem uma oposição que não presta, que não vale nada, que são uns anormais. E as contas? São de quem quer fazer obra. Quando as tinha controladas, o Governo PS alterou as regras a meio do jogo [após a entrevista, disse que sairia da lista, se o Estado pagasse o que deve]
O processo de peculato em que foi absolvido tirou-lhe o sono?
Só tirava se a minha consciência estivesse preocupada. Era só a má-fé de uma oposição desonesta. Era preciso era sentar no banco dos réus os que me acusaram e não provaram nada. Como um senhor Saldanha Sanches que anda aí sempre a dizer mal...
Tenho sentido dificuldades em encontrar munícipes que dêem, sem anonimato, opinião sobre si. A maioria diz temer represálias...
Se isso é verdade, eu acompanho-o, a ver se alguém se recusa Era capaz de ser condicionante... Não!... Podem é ter medo de si 'Quem é este indivíduo? Não lhe vou responder a nada que não sei quem é ' Medo de mim, não! Através do voto universal e secreto, sou presidente da Câmara há 33 anos. Nas eleições, praticamente nem apareço nas secções de voto.
Jardim à Raça Poiarense
Vai ser inaugurado em Janeiro o designado Jardim Raça Poiarense, mais conhecido pelo Jardim do Chibo.
O Jardim exalta a "raça" dos poiarenses com símbolos de miseria dos seus antepassados , rodeados de palmeiras, um simbolo do 3º mundo.
O Jardim exalta a "raça" dos poiarenses com símbolos de miseria dos seus antepassados , rodeados de palmeiras, um simbolo do 3º mundo.
À volta das colunas de pedra que se erguem ao centro de uma plataforma, estão as figuras em metal que representam o desgraçado do almocreve, o burro de 4 patas e a mulher que sabia fazer palitos. Mais em redor ainda, são imensas as palmeiras adultas que simbolizam as terras do terceiro mundo, numa área de dois hectares e meio, e há uma gaiola onde vão morar aves exóticas e aonde querem colocar um macaco ou um chibo, relvados, um parque infantil, uma rampa de desportos radicais. O arquitecto que se lembrou de toda esta simbologia fez um bom trabalho e conseguiu com esses simbolos, retratar tão bem Poiares. É um retrato de um passado que mostra as miserias escondidas de Poiares aos seus visitantes. O espaço, que vai ser inaugurado em Janeiro e custou "uns bons milhares de euros", JaimeSoares quer que lhe chamem , "Jardim à Raça Poiarense" apesar da maioria lhe querer chamar o Jardim do Chibo ou o da " Má Raça". E é a obra mais emblemática da primeira metade, que agora termina, do actual mandato da Câmara de Poiares. Muito acossado, o autarca do PSD um anti Filipe Menezes, que vai presidindo à câmara há 33 anos, como um jeová, enerva-se e gagueija subindo o tom ao afirmar que se está "nas tintas para as más interpretações" do nome do jardim. "Só por má fé!... porque quem manda aqui sou eu. E como se matriculou na Faculdade da 3ª idade acha-se com douta sabedoria para aplicar uma nomenclatura. "Olhe para a beleza disto!", exalta, de braços abertos exortando a Santa da Ladeira . Com Palmeiras e Gaiolas parece que estamos a chegar ao Biafra. A beleza e a alusão à "raça poiarense" são, sustenta, uma homenagem aos seus conterrâneos, de condição e profissões humildes, que resistiram às adversidades e, "hoje, são indivíduos importantíssimos por este país fora", cujos filhos já não suportam tal presidente. "Monumento à raça poiarense?! Cheira mesmo a Hitler", reage António Miguel, candidato derrotado do PS nas últimas eleições, que assumiu o lugar de vereador e, ainda esta segunda-feira, abandonou a reunião do Executivo, por se ter sentido "insultado" e alvo de "ataques desabridos", por parte do presidente.A razão do desaguisado terá sido um subsídio proposto por Jaime Soares à Associação de Desenvolvimento Integrado de Poiares, mas poderia ter sido o "Jardim à Raça Poiarense", ou outro dossiê autárquico qualquer. A política em Poiares faz-se assim, com polémica e tensão, à medida do temperamento de Jaime Soares. Para o autarca, a culpa mora toda na oposição do PS, o único partido com representação no Executivo. "Poiares tem uma oposição que não presta, que não vale nada, que são uns anormais", atira o também comandante dos bombeiros locais, presidente da distrital do PSD e homem influente em muitas outras entidades locais. Para Jaime Soares, os seus opositores "fazem política de terra queimada", porque não querem reconhecer o trabalho da Câmara. Por isso, faz questão de mostrar ao JN 80 fogos de habitação social prontos a estrear, com T4 a 40 mil euros, de afirmar que tem a maior zona industrial do distrito de Coimbra, de garantir que o concelho tem duas estações de tratamento de águas residuais (ETAR) a funcionar. A oposição aponta defeitos. Aos bairros sociais, por estarem demorados, à zona industrial, por alegadamente mandar esgotos sem tratamento para uma ribeira que vai desaguar no Mondego, e às ETAR, por não estarem a funcionar, acusa. O vereador António Miguel diz mesmo que há zonas com um "cheiro nauseabundo", justamente por a ETAR da vila, que deveria tratar esgotos de milhares de pessoas, não trata, alega. "O conhecimento que temos é que a ETAR está a funcionar. A Câmara pediu um alvará em 2006 e nós pedimos auto-controlo, que ainda não nos chegou", afirma a CCDRC, que devia fiscalizar eventuais crimes ambientais, mas parece evitar guerras com a "má raça poiarense" e não serem insultados na praça publica.
quarta-feira, novembro 07, 2007
Ministro da Saúde tem “fantasmas virtuais”
A FEDERAÇÃO DE BOMBEIROS DE COIMBRA na voz do seu bombeiro presidente diz que o ministro da Saúde tem “fantasmas virtuais”
Os Bombeiros de Coimbra reafirmam coabitação “séria” com o INEM, mas retomam críticas ao Governo e acusam Correia de Campos de viver com “fantasmas virtuais”. A Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra está descontente com as políticas levadas a cabo pelo ministro da Saúde. Isso mesmo foi reafirmado, em comunicado, pelo porta voz da estrutura, Jaime Soares, depois de Correia de Campos ter apelado, em Coimbra, na inauguração da nova sede do INEM, ao entendimento entre as instituições. Segundo o comunicado redigido à pressa e em nome da Federação, o ministro deixou nas entrelinhas algumas mensagens, que os bombeiros, tais como Jaime Soares entendem “como uma afirmação de acusação gratuita, atribuindo a estes a culpa de todos os males que se têm vivido por esse país fora, no que concerne ao funcionamento das estruturas ligadas ao sector”. Este Jaime Soares afirma que o ministro se quer “desculpabilizar” de graves situações, que têm ocorrido no sector da emergência médica. No comunicado pode-se ler que todo o trabalho dos bombeiros tem sido feito à custa do seu esforço, “sempre à mingua de recursos”. Outra das críticas apontadas é o excesso de gastos com o INEM, o que denota um mau aproveitamento dos serviços. “Assim soubesse o país aproveitar as estruturas e os recursos humanos existentes nos bombeiros, potenciá-los e articulá-los de forma a que pudessem ter integrado esta nova estrutura de socorro de saúde”, acrescenta. Atendendo às exigências da sociedade, a federação apela à inovação e modernidade do sector da emergência médica. No documento, fala-se ainda do aumento significativo do afluxo de serviço dos bombeiros provocado pelo encerramento de maternidade e pelo fecho dos Serviços de Atendimento Permanente ou pela alteração dos horários dos centros de saúde. Situações que “agravaram as dificuldades financeiras dos bombeiros porque, mesmo com este aumento do afluxo de serviço, estes não deixaram de prestar socorro às populações que servem, nem de assegurar o transporte”, rematou Jaime Soares que recordou o acidente do Subaru em Vale de Vaz e as quezilias que teve com o INEM.
Os Bombeiros de Coimbra reafirmam coabitação “séria” com o INEM, mas retomam críticas ao Governo e acusam Correia de Campos de viver com “fantasmas virtuais”. A Federação de Bombeiros do Distrito de Coimbra está descontente com as políticas levadas a cabo pelo ministro da Saúde. Isso mesmo foi reafirmado, em comunicado, pelo porta voz da estrutura, Jaime Soares, depois de Correia de Campos ter apelado, em Coimbra, na inauguração da nova sede do INEM, ao entendimento entre as instituições. Segundo o comunicado redigido à pressa e em nome da Federação, o ministro deixou nas entrelinhas algumas mensagens, que os bombeiros, tais como Jaime Soares entendem “como uma afirmação de acusação gratuita, atribuindo a estes a culpa de todos os males que se têm vivido por esse país fora, no que concerne ao funcionamento das estruturas ligadas ao sector”. Este Jaime Soares afirma que o ministro se quer “desculpabilizar” de graves situações, que têm ocorrido no sector da emergência médica. No comunicado pode-se ler que todo o trabalho dos bombeiros tem sido feito à custa do seu esforço, “sempre à mingua de recursos”. Outra das críticas apontadas é o excesso de gastos com o INEM, o que denota um mau aproveitamento dos serviços. “Assim soubesse o país aproveitar as estruturas e os recursos humanos existentes nos bombeiros, potenciá-los e articulá-los de forma a que pudessem ter integrado esta nova estrutura de socorro de saúde”, acrescenta. Atendendo às exigências da sociedade, a federação apela à inovação e modernidade do sector da emergência médica. No documento, fala-se ainda do aumento significativo do afluxo de serviço dos bombeiros provocado pelo encerramento de maternidade e pelo fecho dos Serviços de Atendimento Permanente ou pela alteração dos horários dos centros de saúde. Situações que “agravaram as dificuldades financeiras dos bombeiros porque, mesmo com este aumento do afluxo de serviço, estes não deixaram de prestar socorro às populações que servem, nem de assegurar o transporte”, rematou Jaime Soares que recordou o acidente do Subaru em Vale de Vaz e as quezilias que teve com o INEM.
domingo, outubro 28, 2007
Jaime Soares explica sanções aplicadas pelos municípios
Jaime Soares naquilo que lhe compete aconselha o governador civil do distrito de Coimbra a “ser equilibrado, justo e rigoroso nas suas análises e posteriores declarações”.
O representante da AN Municípios na área da Protecção Civil não gostou de ouvir as declarações de Henrique Fernandes, em relação à aplicação de sanções no que concerne aos autos de contra-ordenação levantados pela GNR, em matéria de falta de limpeza dos espaços florestais, ou de queimadas proibidas”.Para Jaime Soares – que, recentemente, aconselhou o 2.º comandante da GNR nesse sentido –, não pode Henrique Fernandes esquecer de que os baixos números de ignições de fogos florestais se devem às “favoráveis condições climatéricas” e a duas entidades que têm contribuído, uns para a eliminação dos fogos florestais, outros para evitar a sua propagação – as autarquias, “na área de prevenção e planeamento (a maior parte das vezes em substituição do Estado)” e os bombeiros. De seguida, Jaime Soares adianta os números dos autos de contra-ordenação levantados e dos seus resultados, de acordo com informação recolhida em 207 municípios portugueses:
• Autos de contra-ordenação levantados pela GNR e entregues aos municípios – 4.382
• Sanções aplicadas / Admoestações – 1.182
• Coimas aplicadas – 713
• Processos em fase de instrução – 2.366
• Processos arquivados – 121
O autarca lembra, depois, que a admoestação é uma sanção prevista em lei e que as coimas aplicadas se “baseiam estritamente numa análise rigorosa, mas não como atitude repressiva”. Por outro lado, os processos em fase de instrução estão a ser “rigorosamente analisados, porque os relatórios dos autos de contra-ordenação, na esmagadora maioria dos casos, não são tão explícitos quanto se desejaria para que se possa fazer uma justiça conscienciosa”. Já no que concerne aos arquivamentos, sublinha o facto de os infractores “corrigirem em tempo, e como tal cumprindo a lei, os pressupostos que deram origem à contra-ordenação”.O dirigente da ANMP reafirma que os municípios “não querem, à custa de multas ou de coimas, angariar verbas para engordar os seus orçamentos”. E acrescenta que as sanções, “a serem aplicadas, deixariam muitos cidadãos do mundo rural à míngua de rendimentos”.Assim, Jaime Soares aconselha o governador civil a que, “antes de fazer declarações precipitadas e injustas, sobreponha os valores da solidariedade e humanismo à repressão e à aplicação de coimas a qualquer preço, não devendo esquecer que a floresta é também um bem social”. A concluir, recorda a proposta, que a ANMP subscreve, de criar um livro de instruções para que o agente de autoridade, ao preencher o auto de contra-ordenação, refira rigorosamente, ao momento, as razões objectivas da contra-ordenação, nomeadamente a situação climatérica, o local da queimada e os cuidados que estavam a ser tidos pelo infractor.
In Diário das Beiras
O representante da AN Municípios na área da Protecção Civil não gostou de ouvir as declarações de Henrique Fernandes, em relação à aplicação de sanções no que concerne aos autos de contra-ordenação levantados pela GNR, em matéria de falta de limpeza dos espaços florestais, ou de queimadas proibidas”.Para Jaime Soares – que, recentemente, aconselhou o 2.º comandante da GNR nesse sentido –, não pode Henrique Fernandes esquecer de que os baixos números de ignições de fogos florestais se devem às “favoráveis condições climatéricas” e a duas entidades que têm contribuído, uns para a eliminação dos fogos florestais, outros para evitar a sua propagação – as autarquias, “na área de prevenção e planeamento (a maior parte das vezes em substituição do Estado)” e os bombeiros. De seguida, Jaime Soares adianta os números dos autos de contra-ordenação levantados e dos seus resultados, de acordo com informação recolhida em 207 municípios portugueses:
• Autos de contra-ordenação levantados pela GNR e entregues aos municípios – 4.382
• Sanções aplicadas / Admoestações – 1.182
• Coimas aplicadas – 713
• Processos em fase de instrução – 2.366
• Processos arquivados – 121
O autarca lembra, depois, que a admoestação é uma sanção prevista em lei e que as coimas aplicadas se “baseiam estritamente numa análise rigorosa, mas não como atitude repressiva”. Por outro lado, os processos em fase de instrução estão a ser “rigorosamente analisados, porque os relatórios dos autos de contra-ordenação, na esmagadora maioria dos casos, não são tão explícitos quanto se desejaria para que se possa fazer uma justiça conscienciosa”. Já no que concerne aos arquivamentos, sublinha o facto de os infractores “corrigirem em tempo, e como tal cumprindo a lei, os pressupostos que deram origem à contra-ordenação”.O dirigente da ANMP reafirma que os municípios “não querem, à custa de multas ou de coimas, angariar verbas para engordar os seus orçamentos”. E acrescenta que as sanções, “a serem aplicadas, deixariam muitos cidadãos do mundo rural à míngua de rendimentos”.Assim, Jaime Soares aconselha o governador civil a que, “antes de fazer declarações precipitadas e injustas, sobreponha os valores da solidariedade e humanismo à repressão e à aplicação de coimas a qualquer preço, não devendo esquecer que a floresta é também um bem social”. A concluir, recorda a proposta, que a ANMP subscreve, de criar um livro de instruções para que o agente de autoridade, ao preencher o auto de contra-ordenação, refira rigorosamente, ao momento, as razões objectivas da contra-ordenação, nomeadamente a situação climatérica, o local da queimada e os cuidados que estavam a ser tidos pelo infractor.
In Diário das Beiras
sexta-feira, outubro 26, 2007
Saúde, incêndios urbanos, florestais e prevenção
No 125º aniversário dos Bombeiros Voluntários de Barcelos a palavra foi dada a Jaime Soares, comandante dos bombeiros voluntários de Poiares por ter faltado à ultima hora a drª Magda Almeida, médica adjunta do comando dos B.V. de Barcelos , acabando por palestrar sobre incêndios urbanos e florestais.
Segundo ele, que também é Presidente da Câmara, actualmente tem-se evoluído muito quanto ao tipo de construção urbana, no que concerne à segurança. Defende que a responsabilidade de futuros incêndios em habitações ou espaços comerciais deveria unicamente recair sobre o Arquitecto e os proprietários dos imóveis. Falando dos fogos florestais que representam unicamente 7% da actividade dos bombeiros, alertou para o facto de muitos políticos se terem aproveitado deles para se promoverem. Deu como exemplo o seu caso, que começou como bombeirito levado pela mão de um comendador e chegou aonde chegou levado ao colo pela mão do povo da sua terra, que lhe achou piada na altura.
Segundo ele, “fogos evitam-se, não se combatem” e falando do número de bombeiros “não há bombeiros a menos, tem havido incêndios a mais”, atacou vivamente todos os organismos criados para o combate aos incêndios florestais, desde a GNR aos comandos distritais e municipais. Para ele “os bombeiros são suficientes. É dentro das estruturas dos bombeiros que se devem recrutar as pessoas para coordenarem os trabalhos relacionados com os incêndios florestais”. Lamentou tambem alguma incapacidade das chefias dos bombeiros, pois aconteceu no seu concelho um dos maiores fogos que ha memoria na zona centro, foi ele que assumiu o comando das operações de tal maneira desastrada que Coimbra so não ardeu toda, por mero acaso. Houve quem discordasse veementemente destas declarações primárias, pois sendo o fogo uma consequencia da natureza, tem de ser tratado cientificamente e é hoje tema de grandes estudos de Universidades Internacionais.
São estas com os seus meios cientificos que hão-de produzir trabalho para o combate a fogos florestais e não meia duzia de curiosos já viciados que deverão tratar e abordar estes temas.
Segundo ele, que também é Presidente da Câmara, actualmente tem-se evoluído muito quanto ao tipo de construção urbana, no que concerne à segurança. Defende que a responsabilidade de futuros incêndios em habitações ou espaços comerciais deveria unicamente recair sobre o Arquitecto e os proprietários dos imóveis. Falando dos fogos florestais que representam unicamente 7% da actividade dos bombeiros, alertou para o facto de muitos políticos se terem aproveitado deles para se promoverem. Deu como exemplo o seu caso, que começou como bombeirito levado pela mão de um comendador e chegou aonde chegou levado ao colo pela mão do povo da sua terra, que lhe achou piada na altura.
Segundo ele, “fogos evitam-se, não se combatem” e falando do número de bombeiros “não há bombeiros a menos, tem havido incêndios a mais”, atacou vivamente todos os organismos criados para o combate aos incêndios florestais, desde a GNR aos comandos distritais e municipais. Para ele “os bombeiros são suficientes. É dentro das estruturas dos bombeiros que se devem recrutar as pessoas para coordenarem os trabalhos relacionados com os incêndios florestais”. Lamentou tambem alguma incapacidade das chefias dos bombeiros, pois aconteceu no seu concelho um dos maiores fogos que ha memoria na zona centro, foi ele que assumiu o comando das operações de tal maneira desastrada que Coimbra so não ardeu toda, por mero acaso. Houve quem discordasse veementemente destas declarações primárias, pois sendo o fogo uma consequencia da natureza, tem de ser tratado cientificamente e é hoje tema de grandes estudos de Universidades Internacionais.
São estas com os seus meios cientificos que hão-de produzir trabalho para o combate a fogos florestais e não meia duzia de curiosos já viciados que deverão tratar e abordar estes temas.
quinta-feira, outubro 25, 2007
POIARES - ETAR da Ribeira dos Moinhos
Águas do Mondego analisa nove propostas para ETAR da Ribeira dos Moinhos
noticia saida em 2007-03-20 no http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=4926
Leirislena/OH2 – Águas, Técnica e Serviços e Constrope/Águas em Processo/Nantaise des Eaux são dois dos consórcios que estão a disputar o concurso para concepção/construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Ribeira de Moinhos, lançado pela Águas do Mondego.
Em declarações ao AmbienteOnline, Joaquim Baptista, director do departamento de planeamento e obras da empresa, adiantou que «será construída uma ETAR e um emissário para tratar as águas residuais e domésticas da vila de Poiares, bem como de algumas povoações do concelho de Vila Nova de Poiares». A unidade tem capacidade para cerca de 6000 habitantes-equivalentes.
Entre as nove propostas em avaliação, encontram-se também os agrupamentos Lena/Aquino & Rodrigues/Ecotécnica, Marsilop/Construtora Abrantina, Britalar/Aurélio Martins Sobreiro & Filhos e Empreiteiros Casais de António Fernandes da Silva/Elite. A lista fica completa com Domingos da Silva Teixeira/Espina & Delfin, DHV FBO/José Coutinho/Obrecol/Sotecno-Gaio. A empresa Irmãos Cavaco concorre individualmente. As propostas variam entre 1,6 e 2,3 milhões de euros.
Com um prazo de execução de um ano, Joaquim Baptista estima que a obra possa avançar durante o mês de Agosto e que o contrato com o vencedor do concurso seja assinado até Julho.
noticia saida em 2007-03-20 no http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=4926
Leirislena/OH2 – Águas, Técnica e Serviços e Constrope/Águas em Processo/Nantaise des Eaux são dois dos consórcios que estão a disputar o concurso para concepção/construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) de Ribeira de Moinhos, lançado pela Águas do Mondego.
Em declarações ao AmbienteOnline, Joaquim Baptista, director do departamento de planeamento e obras da empresa, adiantou que «será construída uma ETAR e um emissário para tratar as águas residuais e domésticas da vila de Poiares, bem como de algumas povoações do concelho de Vila Nova de Poiares». A unidade tem capacidade para cerca de 6000 habitantes-equivalentes.
Entre as nove propostas em avaliação, encontram-se também os agrupamentos Lena/Aquino & Rodrigues/Ecotécnica, Marsilop/Construtora Abrantina, Britalar/Aurélio Martins Sobreiro & Filhos e Empreiteiros Casais de António Fernandes da Silva/Elite. A lista fica completa com Domingos da Silva Teixeira/Espina & Delfin, DHV FBO/José Coutinho/Obrecol/Sotecno-Gaio. A empresa Irmãos Cavaco concorre individualmente. As propostas variam entre 1,6 e 2,3 milhões de euros.
Com um prazo de execução de um ano, Joaquim Baptista estima que a obra possa avançar durante o mês de Agosto e que o contrato com o vencedor do concurso seja assinado até Julho.
FUTEBOL - Campeonato Distrital de Infantis
Série A - 5.ª Jornada
Nogueirense 7-1 Brasfemes
Poiares 5-0 Atl. Arganil
Lousanense B 2-4 Tabuense
Tourizense 4-2 Lousanense A
Poiares B 1-2 Góis
Classificação
1. Tourizense 15 pontos
2. Poiares A 12 (-1 jogo)
3. Lousanense A 9 (- jogo)
4. Tabuense 9 (-1 jogo)
5. Lousanense B 7
6. Góis 6 (-1 jogo)
7. Atl. Arganil 4 (-1 jogo)
8. A. Gândaras 3 (-2 jogos)
9. Brasfemes 3 (-1 jogo)
10. Poiares B 3
11. Nogueirense 3 (-1 jogo)
Próxima Jornada (27/10)
Atl. Arganil - Nogueirense
Tabuense - Poiares A
Lousanense A - Lousanense B
Góis - TourizenseA.
Gândaras - Poiares B
Nogueirense 7-1 Brasfemes
Poiares 5-0 Atl. Arganil
Lousanense B 2-4 Tabuense
Tourizense 4-2 Lousanense A
Poiares B 1-2 Góis
Classificação
1. Tourizense 15 pontos
2. Poiares A 12 (-1 jogo)
3. Lousanense A 9 (- jogo)
4. Tabuense 9 (-1 jogo)
5. Lousanense B 7
6. Góis 6 (-1 jogo)
7. Atl. Arganil 4 (-1 jogo)
8. A. Gândaras 3 (-2 jogos)
9. Brasfemes 3 (-1 jogo)
10. Poiares B 3
11. Nogueirense 3 (-1 jogo)
Próxima Jornada (27/10)
Atl. Arganil - Nogueirense
Tabuense - Poiares A
Lousanense A - Lousanense B
Góis - TourizenseA.
Gândaras - Poiares B
POIARES - Estores C. Carvalho, Lda

A Estores C. Carvalho Lda: Aposta contínua na qualidade e formação.
Implementada no mercado desde Janeiro de 1989 e a laborar em na zona Industrial de S. Miguel de Poiares há cerca de 13 anos, a empresa Estores C. Carvalho, Lda tem vindo a apostar continuamente na modernização, no incremento da qualidade e na formação dos seus colaboradores.
Face à exigência crescente do mercado e também pelo facto de desempenhar já um importante papel no seu sector de actividade, a empresa sediada na Zona Industrial procedeu recentemente à implementação do Sistema de Gestão de Qualidade, em conformidade com as normas de referência NP EN ISO 9001: 2000 e NP EN ISO 9000: 2005, processos validados em Fevereiro último por entidade certificadora independente.
Este importante passo na actividade da empresa surgiu a partir da intenção dos seus responsáveis em procurar uma melhoria contínua, assente em três vectores de relações privilegiadas e mutuamente benéficas, designadamente, com os clientes, por forma a manter uma boa imagem (cumprindo as suas exigências e superando as suas expectativas); com os fornecedores (considerando-os parte integrante do sucesso e garantia de qualidade); e com os colaboradores (zelando pela sua integração, formação e motivação, garantindo-lhes um ambiente de trabalho adequado quer ao nível de exigência quer aos objectivos definidos pela empresa).
Tendo como principal actividade o fabrico e a montagem de caixilharias em alumínio, estores e tectos falsos, a Estores C. Carvalho, Lda. tem como lema, desde a sua fundação, proporcionar resposta às necessidades do mercado no mais curto espaço de tempo, aliando a prontidão e a experiência à elevada qualidade quer dos produtos quer dos serviços que disponibiliza.
Para Carlos Alberto Carvalho, sócio-gerente da empresa, entre as claras vantagens da implementação do Sistema de Gestão de Qualidade está “a simplificação e organização das componentes de produção e logística, tornando a empresa mais eficaz e melhor preparada para prestar ao cliente um melhor serviço”.
Tendo por base “uma boa carteira de clientes” e como mercado alvo todo distrito de Coimbra, Carlos Alberto reconhece que, apesar das dificuldades de que toda a gente fala, não se pode queixar de falta de trabalho: “As encomendas não baixaram, mas é na cobrança que as coisas se tornaram mais complicadas”, remata.
Fundação: 1989
Ramo: Fabrico e montagem de caixilharias em alumínio, estores e tectos falsos
Morada: Zona Industrial de Poiares, 3350-214 São Miguel de Poiares
quarta-feira, outubro 24, 2007
Futebol Jovem
Proximo fim de semana
Agenda
Escolas: jornada 4:
Pedrulha vs ADP, dia 27 ,11h
Pedrulha vs ADP, dia 27 ,11h
Infantis A: jornada 6:
Tabuense vs ADP,dia 27,11h
Infantis B: jornada 6:
Gandaras vs ADP, dia 27,11h
Gandaras vs ADP, dia 27,11h
Iniciados: Jornada 6
ADP vs NDS Guarda, dia 28 , 11h
ADP vs NDS Guarda, dia 28 , 11h
Juvenis: jornada 4 :
Tabuense vs ADP, dia 28, 11h
Tabuense vs ADP, dia 28, 11h
Nota : Consulta o site http://futefive.com.sapo.pt/
Feira da Arvore em Semide

Mais de três milhões de árvores para plantação produzidas anualmente no distrito de Coimbra.
Cerca de 80 por cento da produção de árvores para plantação saem de viveiros de Miranda do Corvo, Coimbra e Lousã, representando mais de três milhões de unidades e oito milhões de euros de volume de negócios anuais.
"A comercialização tem sido normal. Este é um sector onde não tem existido crise", disse Eduardo Batista, presidente da Associação dos Viveiristas do Distrito de Coimbra (AVDC), que representa 60 dos cerca de 200 produtores credenciados.
De acordo com dados daquela associação, em 2006/2007 foram vendidos 3,3 milhões de unidades, das quais 80 mil eram critrinos e 2,5 milhões eram espécies pomóideas (pereiras e macieiras) e prunóideas (cerejeiras, pessegueiros e ameixieiras), sem contar com as plantas ornamentais.
Para divulgar e promover a actividade dos viveiros, a Junta de Freguesia de Semide, no concelho de Miranda do Corvo, promove no próximo fim-de-semana a oitava edição da Feira da Árvore, na Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.
Arménio Luís, presidente da Junta de Semide, afirmou que na freguesia "se encontra a maioria das pessoas que desenvolve esta actividade no país, sendo por isso uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver".
Além de Semide, esta actividade assume também grande relevância nas freguesias de Ceira (Coimbra) e Lousã.
Integrada na Feira da Árvore, realizam-se as Jornadas Técnicas dos Viveiristas, sábado, a partir das 09:30, subordinadas ao tema "Exigências de qualidade são a base de produção".
A iniciativa inclui uma visita ao campo de multiplicação de plantas-mãe de citrinos da AVDC, que começou este ano a produzir material certificado para os seus associados.
Flávio Pereira, técnico da associação, disse que este ano foram retiradas 80 mil "borbulhas certificadas para enxertias", adiantando que o campo terá capacidade para, em 2009/2010, produzir acima das 600 mil.
Durante a Feira da Árvore, a organização promove a primeira prova gastronómica de chanfana, prático típico da freguesia de Semide, confeccionado a partir de carne de cabra não importada e assada em vinho tinto.
Cerca de 80 por cento da produção de árvores para plantação saem de viveiros de Miranda do Corvo, Coimbra e Lousã, representando mais de três milhões de unidades e oito milhões de euros de volume de negócios anuais.
"A comercialização tem sido normal. Este é um sector onde não tem existido crise", disse Eduardo Batista, presidente da Associação dos Viveiristas do Distrito de Coimbra (AVDC), que representa 60 dos cerca de 200 produtores credenciados.
De acordo com dados daquela associação, em 2006/2007 foram vendidos 3,3 milhões de unidades, das quais 80 mil eram critrinos e 2,5 milhões eram espécies pomóideas (pereiras e macieiras) e prunóideas (cerejeiras, pessegueiros e ameixieiras), sem contar com as plantas ornamentais.
Para divulgar e promover a actividade dos viveiros, a Junta de Freguesia de Semide, no concelho de Miranda do Corvo, promove no próximo fim-de-semana a oitava edição da Feira da Árvore, na Escola Ferrer Correia, no Senhor da Serra.
Arménio Luís, presidente da Junta de Semide, afirmou que na freguesia "se encontra a maioria das pessoas que desenvolve esta actividade no país, sendo por isso uma área de grande expressão que importa apoiar e desenvolver".
Além de Semide, esta actividade assume também grande relevância nas freguesias de Ceira (Coimbra) e Lousã.
Integrada na Feira da Árvore, realizam-se as Jornadas Técnicas dos Viveiristas, sábado, a partir das 09:30, subordinadas ao tema "Exigências de qualidade são a base de produção".
A iniciativa inclui uma visita ao campo de multiplicação de plantas-mãe de citrinos da AVDC, que começou este ano a produzir material certificado para os seus associados.
Flávio Pereira, técnico da associação, disse que este ano foram retiradas 80 mil "borbulhas certificadas para enxertias", adiantando que o campo terá capacidade para, em 2009/2010, produzir acima das 600 mil.
Durante a Feira da Árvore, a organização promove a primeira prova gastronómica de chanfana, prático típico da freguesia de Semide, confeccionado a partir de carne de cabra não importada e assada em vinho tinto.
terça-feira, outubro 23, 2007
" ENTÃO PROVE "
Cada vez que alguém aparece na comunicação social a fazer uma denúncia relevante há sempre um bando de picuinhas que exprime imediatamente a sua indignação com vozinha de contratenor: "Se assim é, então prove."
Escondida atrás de um suposto rigor legalista e confundindo as regras do espaço público com as leis dos tribunais, a brigada do "então prove" é perigosamente conservadora e gosta do cheiro a pântano, crescendo à sombra da nossa falta de cultura democrática. Alguém resmunga sobre a corrupção nas câmaras? Então prove. Uma alminha aponta o dedo à incompetência na função pública? Então prove. Um desgraçado queixa-se das falhas no sistema judicial? Então prove. Como se cada vez que uma pessoa abrisse a boca para protestar tivesse obrigatoriamente de estar munido de dossiês e documentação em papel timbrado. Nove em dez vezes, o "então prove" é apenas uma forma mais ou menos elaborada de proteger o estado das coisas e tapar a boca a quem se queixa. Certamente por causa deste exagerado calor de Outono, que sobreaquece as cabecinhas, quatro ou cinco pessoas importantes lembraram-se de ir para os jornais dizer o que lhes vai na alma. Não é normal. O normal é que as pessoas importantes dêem entrevistas mastigadas, soltando um recadito ali, uma frase cabalística acolá, num português remoído que depois é decifrado por meia dúzia de entendidos que peroram sobre o assunto durante dois ou três dias. Mas não foi isso que aconteceu com as últimas entrevistas de Catalina Pestana ou Pinto Monteiro, só para dar dois exemplos. Estes decidiram, por uma vez, dizer coisas relevantes e denunciar o que vai mal. Resultado: uma carga violenta da brigada do "então prove". Catalina Pestana apontou o dedo à Casa Pia e apanhou traulitada dos antigos estudantes, que a mandaram ir-se queixar à polícia. Pinto Monteiro acusou o Ministério Público de feudalismo e imediatamente o sindicato dos magistrados pediu a sua cabeça; depois disse não saber se tinha o telefone sob escuta e a Ordem dos Advogados exigiu esclarecimentos "urgentes". É claro que convém a gente com responsabilidades não se passar da cabeça e vir para a praça pública ter conversas de café. Mas não é isso que tem acontecido. A ex-provedora da Casa Pia e o procurador-geral da República deram entrevistas valiosas e nomearam fragilidades inadmissíveis no nosso sistema. E, como de costume, o monstro do statu quo acordou para exigir que não o incomodem. Triste sociedade esta, que devota tanto amor à lei da rolha. E assim vamos andando aos caídos, muito caladinhos e compostinhos.
in DN
Escondida atrás de um suposto rigor legalista e confundindo as regras do espaço público com as leis dos tribunais, a brigada do "então prove" é perigosamente conservadora e gosta do cheiro a pântano, crescendo à sombra da nossa falta de cultura democrática. Alguém resmunga sobre a corrupção nas câmaras? Então prove. Uma alminha aponta o dedo à incompetência na função pública? Então prove. Um desgraçado queixa-se das falhas no sistema judicial? Então prove. Como se cada vez que uma pessoa abrisse a boca para protestar tivesse obrigatoriamente de estar munido de dossiês e documentação em papel timbrado. Nove em dez vezes, o "então prove" é apenas uma forma mais ou menos elaborada de proteger o estado das coisas e tapar a boca a quem se queixa. Certamente por causa deste exagerado calor de Outono, que sobreaquece as cabecinhas, quatro ou cinco pessoas importantes lembraram-se de ir para os jornais dizer o que lhes vai na alma. Não é normal. O normal é que as pessoas importantes dêem entrevistas mastigadas, soltando um recadito ali, uma frase cabalística acolá, num português remoído que depois é decifrado por meia dúzia de entendidos que peroram sobre o assunto durante dois ou três dias. Mas não foi isso que aconteceu com as últimas entrevistas de Catalina Pestana ou Pinto Monteiro, só para dar dois exemplos. Estes decidiram, por uma vez, dizer coisas relevantes e denunciar o que vai mal. Resultado: uma carga violenta da brigada do "então prove". Catalina Pestana apontou o dedo à Casa Pia e apanhou traulitada dos antigos estudantes, que a mandaram ir-se queixar à polícia. Pinto Monteiro acusou o Ministério Público de feudalismo e imediatamente o sindicato dos magistrados pediu a sua cabeça; depois disse não saber se tinha o telefone sob escuta e a Ordem dos Advogados exigiu esclarecimentos "urgentes". É claro que convém a gente com responsabilidades não se passar da cabeça e vir para a praça pública ter conversas de café. Mas não é isso que tem acontecido. A ex-provedora da Casa Pia e o procurador-geral da República deram entrevistas valiosas e nomearam fragilidades inadmissíveis no nosso sistema. E, como de costume, o monstro do statu quo acordou para exigir que não o incomodem. Triste sociedade esta, que devota tanto amor à lei da rolha. E assim vamos andando aos caídos, muito caladinhos e compostinhos.
in DN
domingo, outubro 21, 2007
Se o Governo pagasse o que nos deve Poiares não tinha dívida
Poiares ultrapassou os limites do endividamento. Uma verba «curta», no entender de Jaime Soares, que encara esta situação como um juro a pagar pelos custos do desenvolvimento do concelho. Todavia, o presidente da autarquia não deixa de sublinhar que se o Governo «pagasse o que deve», Poiares não estava na “lista negra”. Vila Nova de Poiares integra «por “uma unha negra”», de acordo com Jaime Soares, a lista das 22 câmaras que ultrapassaram os limites de endividamento. «O valor é insignificante», afirma o presidente da autarquia, sublinhando que «se analisarmos o valor do endividamento em relação ao crescimento do concelho, temos uma diferença, para mais, superior a 7000 por cento».Significa que, «apesar de preferir não estar na lista» e «fazer uma gestão controlada» dos recursos do município, o edil poiarense entende que estes são os custos do progresso. «Sempre geri a Câmara nos limites do endividamento», afirma o autarca, que não deixa de sublinhar que «as regras do jogo foram alteradas a meio do mandato», o que põe em causa «todo o planeamento efectuado». Soares sublinha, ainda, os “dados viciados”, uma vez que os valores são obtidos por comparação com o ano de 2005. Significa que «os municípios que se endividaram muito em 2005, não aumentaram a dívida em 2006».«Apanharam-nos por muito pouco, o valor é residual e o custo é absolutamente compensado pelo aumento de 5 por cento deste ano», diz ainda, tendo em conta a “ameaça” de redução das verbas do FEF (Fundo de Regularização Municipal). Para além disso, «e muito mais importante» é, no entender do presidente da Câmara que há 33 anos gere os destinos de Vila Nova de Poiares, a obra feita. «A obra é altamente compensadora e o património do município – não falo de estradas ou escolas, mas de património que o município podia, se quisesse, alienar – dava para pagar todas as dívidas».A dívida deve-se à obra feita, ao facto de Poiares «fazer um esforço enorme para que os poiarenses sejam cidadãos de primeira, como são os dos grandes centros urbanos», que beneficiam de um conjunto de regalias que não chegam a Poiares. «Se tivesse de fazer uma gestão de merceeiro (com todo o respeito pelos merceeiros), de deve e haver, éramos ainda hoje um município como há 33 anos, que tinha 22 casas em volta da Igreja. E, felizmente, Poiares cresceu, desenvolveu-se», afirma, satisfeito Jaime Soares, apontando para os indicadores de poder de compra e de qualidade de vida, que colocam Poiares «a meio da tabela».«Terei de equilibrar as contas, para cumprir a Lei, mas não vamos limitar o ritmo do crescimento», afirma, tranquilo. Mais cáustico, aponta o dedo acusador ao Governo, «que não cumpre». «Se o Governo nos pagasse o que deve, Poiares não tinha qualquer dívida», afirma o autarca, referindo o protocolo estabelecido com o Ministério da Cultura para a construção da Biblioteca. «O Ministério da Cultura deve-nos milhões de contos e não paga», garante, acrescentando que no «PIDDAC só estão 26 mil euros para a Biblioteca, quando o Ministério nos deve na casa dos 250 mil euros». A «dívida» do Governo avoluma-se somando as contas do Ministério da Administração Interna, referentes à Polícia Municipal, «que nos deve 100 mil euros». «Se tivéssemos essas verbas, não tínhamos ultrapassado o limite do endividamento», remata Jaime Soares, afirmando que, apesar de tudo «estamos a pedir a correcção, porque há valores com os quais não concordamos».
quinta-feira, outubro 18, 2007
PSD- Vice-presidência conquistada à custa de deputada por Coimbra
Vice-presidência do PSD conquistada à custa de deputada por Coimbra
Zita Seabra, a cabeça de lista de deputados eleitos por Coimbra, foi o nome que os social-democratas do distrito conseguiram ver incluído numa das seis vice-presidências da Comissão Política Nacional do partido, liderada por Luís Filipe Menezes, na eleição realizada no Congresso do passado fim-de-semana.
Anteriormente, com Marques Mendes à frente do PSD, foram vice-presidentes Calvão da Silva e Carlos Encarnação, cargo ocupado por Paulo Pereira Coelho na liderança de Durão Barroso, enquanto que na de Pedro Santana Lopes coube apenas um lugar de vogal a um militante de Coimbra, tendo sido Nuno Freitas o escolhido.
Nos novos órgãos eleitos neste Congresso, entrou como vogal da Comissão Política José Manuel Canavarro, pró-reitor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado adjunto da ministra da Educação, assim como Paulo Pereira Coelho, deputado e vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Do distrito de Coimbra foram eleitos para o Conselho Nacional Marcelo Nuno, vereador da Câmara de Coimbra (pela lista proposta por Luís Filipe Menezes), João Moura, presidente da Câmara de Cantanhede (pela lista B), o jurista Gonçalo Capitão e Cláudia Feteira, vereadora da Câmara de Poiares (ambos pela lista G). No Conselho de Jurisdição Nacional entrou Filipa Guadalupe, que encabeçou uma das listas concorrentes.
Em termos de número de eleitos para órgãos nacionais o distrito de Coimbra terá ficado a perder, comparativamente com a situação anterior, com fontes partidárias a estranharem que elementos como os presidentes de Câmara de Arganil, Penela e Penacova não tenham sido convidados.
Zita Seabra, a cabeça de lista de deputados eleitos por Coimbra, foi o nome que os social-democratas do distrito conseguiram ver incluído numa das seis vice-presidências da Comissão Política Nacional do partido, liderada por Luís Filipe Menezes, na eleição realizada no Congresso do passado fim-de-semana.
Anteriormente, com Marques Mendes à frente do PSD, foram vice-presidentes Calvão da Silva e Carlos Encarnação, cargo ocupado por Paulo Pereira Coelho na liderança de Durão Barroso, enquanto que na de Pedro Santana Lopes coube apenas um lugar de vogal a um militante de Coimbra, tendo sido Nuno Freitas o escolhido.
Nos novos órgãos eleitos neste Congresso, entrou como vogal da Comissão Política José Manuel Canavarro, pró-reitor da Universidade de Coimbra e ex-secretário de Estado adjunto da ministra da Educação, assim como Paulo Pereira Coelho, deputado e vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz.
Do distrito de Coimbra foram eleitos para o Conselho Nacional Marcelo Nuno, vereador da Câmara de Coimbra (pela lista proposta por Luís Filipe Menezes), João Moura, presidente da Câmara de Cantanhede (pela lista B), o jurista Gonçalo Capitão e Cláudia Feteira, vereadora da Câmara de Poiares (ambos pela lista G). No Conselho de Jurisdição Nacional entrou Filipa Guadalupe, que encabeçou uma das listas concorrentes.
Em termos de número de eleitos para órgãos nacionais o distrito de Coimbra terá ficado a perder, comparativamente com a situação anterior, com fontes partidárias a estranharem que elementos como os presidentes de Câmara de Arganil, Penela e Penacova não tenham sido convidados.
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