quarta-feira, março 05, 2008

POIARES - inicia obras para ligação ao IP3

Poiares inicia obras para ligação ao IP3
A Câmara de Poiares anunciou ontem já ter iniciado a primeira fase das obras da estrada que pretende ligar a EN17 ao IP3, uma via que é considera fundamental para o desenvolvimento do concelho.
Nesta primeira fase, a estrada que agora está a ser construída ligará a zona industrial de Poiares a Santa Maria, na freguesia de Arrifana, pretendendo--se que depois possa ser continuada até junto de Penacova, tornando-se numa ligação rápida ao IP3.
A nova via constitui ainda uma variante importante ao tecido urbano da sede de concelho, sendo, na perspectiva dos responsaveis de Poiares, uma estrada de «extrema importância para o concelho».
Jaime Soares e os seus vereadores sustentam que «esta obra assume-se como fundamental, não só para Poiares, como também para os concelhos vizinhos, facilitando todo o tráfego que se realiza para Norte, Norte-Galiza, Navarra, França, Escocia, China, etc e também em direcção aos principais portos de mar, nomeadamente, Figueira da Foz, Aveiro, Leixões, Naval, Peniche, numa perspectiva de desenvolvimento industrial não só local, como regional, nacional e internacional».
O autarca recorda que «há largos anos que temos vindo a lutar pela concretização desta obra», havendo inclusivamente protocolos assinados pelo Governo, mostrando esperança que «o Estado se assuma como “pessoa de bem” e honre os seus compromissos».

terça-feira, março 04, 2008

POIARES - Investe na Educação

Considerado um dos pilares para o desenvolvimento estratégico do concelho, a Educação mereceu, na reunião de câmara de segunda-feira, particular atenção. Com efeito, o executivo procedeu à abertura das propostas referentes aos concursos de remodelação e ampliação das escolas do primeiro ciclo do ensino básico de Poiares – Santo André, S. Miguel e Santa Maria. Em causa está um investimento global na casa dos 3,5 milhões e euros.
Conhecidas as propostas, são agora encaminhadas para a comissão, que vai proceder à respectiva análise e indicar o concorrente melhor posicionado para avançar com as obras.
Em causa está, «a criação dos três futuros centros escolares, que já estavam previstos na Carta Educativa», que, enfatiza, foi uma das primeiras aprovadas a nível nacional. O objectivo é «criar condições cada vez melhores para as nossas escolas, adaptando-as à evolução do nosso sistema educativo, preparando-as para a modernidade e rentabilizando de igual forma os recursos humanos e físico». O presidente da autarquia adianta ainda que «com estes centros vamos aumentar a qualidade do parque escolar, promover o desenvolvimento sócio-pedagógico das crianças e continuar a assegurar o seu bem-estar e crescimento harmonioso, no âmbito de uma formação integral».
As crianças «são o nosso futuro», não se cansa de referir Jaime Soares, considerando, por isso mesmo, que «investir no seu bem-estar e educação significa também apostar na formação de cidadãos conscientes e responsáveis». Por outro lado, acrescenta, «estamos a garantir a continuidade de um crescimento económico, social e cultural que continue a guindar Poiares aos lugares cimeiros do desenvolvimento, transformando este concelho cada vez mais um município de futuro e com futuro», concluiu.

domingo, fevereiro 24, 2008

ARGANIL - “Se eu cresci na miséria, não me posso agora queixar da fartura”

“Se eu cresci na miséria, não me posso agora queixar da fartura”
Benvinda Matias tem 102 anos. Nasceu a 15 de Fevereiro de 1906 na localidade de Benfeita,
concelho de Arganil. É mais de um século de uma vida que diz ter sido “muito espinhosa” e que, tornada filme, “ninguém havia de querer perder”. Gazeta das Caldas esteve com ela na freguesia de Alfeizerão, dias depois de ter festejado o seu aniversário e ficou a saber um pouco da sua história.
Benvinda é a única sobrevivente de uma família com nove filhos e da sua infância pouco se lembra. “Comecei a trabalhar no campo ainda muito pequena, um trabalho que fiz durante muitos anos. Molhava a roupa e voltava a enxugá-la no corpo, e era assim dia após dia”. E hoje, quando as pernas já não têm força para mais que alguns passos, é precisamente dos campos que tem mais saudades. “Tenho pena de não poder sair, ir ver o verde que está lá fora, estar no meio da natureza”, lamenta.
O casamento chegou aos 23 anos, mas a vida de trabalho duro não acabou. Deu à luz dois filhos, um dos quais nado-morto. Aos 35 ficou viúva, com uma criança de seis anos completamente dependente de si. “Foi para o meu filho que trabalhei toda a vida”, afirma sem qualquer arrependimento, pois hoje é ele quem tenta dar-lhe todo o conforto. “Não quer que nada me falte e dá-me tudo quanto pode, com muito amor”, garante. Com este filho, aventurou-se além fronteiras. Esteve sete anos em Moçambique, um país que deixou na altura em que se tornou independente. “Fomos para lá com intenção de ficar, mas começaram os problemas e tivemos que voltar para Portugal”. Um regresso que não lamenta, pois “se lá é bom, cá é muito melhor”.
Se pudesse voltar atrás, “talvez não trabalhasse tanto e de certeza que havia de aprender a ler e a escrever, mas o que passou, passou”, e apesar do cansaço de toda uma vida de labuta orgulha-se de “não ter ficado a dever nada a ninguém, nem ao Governo. Vivi para trabalhar e trabalhei até poder”.
Com mais de um século de vida, é na Casa de Repouso Dona Florinda, na localidade de Sapeiros, em Alfeizerão, que passa os seus dias, há cerca de um ano, com mais dez idosos. Apesar de quem trata de Benvinda Matias garantir que “tem uma cabeça muito boa, ainda com muita genica”, a centenária lamenta que “agora se faz pouco, nem para falar dá... Não sou daqui, não conheço ninguém. Vou falar de quê?”. Além disso, “as mãos tremem, as pernas falham e os olhos já não vêem como dantes”, pelo que os dias vão passando, serenamente.
“A minha vida agora não é a melhor, mas também não é má. Tenho comer, e bom, e tenho quem olhe por mim. Se eu cresci na miséria, não me posso agora queixar da fartura”. Para a idosa, prova da forma como é bem tratada foi a sua festa de aniversário, “uma festa muito bonita e que me fez muito feliz”, afirmou ao nosso jornal.
Muito direita e de cabeça erguida no seu sofá, Benvinda Matias diz pesarosamente: “já fui muito jeitosa, como todas as jovens senhoras, agora estou toda enrugada”, mas é com os olhos cheios de esperança que acrescenta: “há uns anos, quando fui ao médico, ele disse-me que já não se faziam corações como o meu. Por isso, acho que ainda vou andar por aqui durante mais um ano”.

Jaime Soares no seu melhor

Acusando Vítor Baptista de «lavar as mãos como Pilates» com «a única preocupação de agradar ao chefe» do partido, Jaime Soares que quer agora agradar ao chefe, mas não sabe a qual deles, diz que lamenta que o presidente da Federação de Coimbra do PS «tenha chegado ao ponto de criticar» o vice-presidente da Assembleia da República, Manuel Alegre. Como defensor de causas justas, assim tipo chanfana, diz que «Nem o colega de partido consegue respeitar», frisando que Alegre, enquanto ex-candidato a Presidente da República, «foi sufragado por uma parcela importante do povo português» na eleição presidencial de 2006, ganha por Cavaco Silva. Jaime Soares parece recordar Cavaco Silva a quem nunca mais queria ver. Já nem sabemos porquê. Parece que Cavaco recusou em tempos alinhar na Confraria da Chanfana e do Grão de Bico. Vítor Baptista , uma abencerragem tambem como Soares, coveiros do Distrito de Coimbra e da sua cidade,demarcou-se hoje dos dirigentes socialistas que contestaram nos últimos anos a co-incineração em Souselas, em particular Manuel Alegre, acusando-o de ter cometido «erros políticos estratégicos».«Houve erros políticos estratégicos de alguns dirigentes do PS. Um deles foi Manuel Alegre, a quem Carlos Encarnação (presidente social-democrata da Câmara de Coimbra) até agradeceu com uma estátua», declarou este Vítor Baptista cheio de ciumes.
Frisando que ao longo do tempo teve «sempre a mesma posição» favorável à co-incineração dos resíduos industriais perigosos (RIP), recordou que o monumento em homenagem do poeta e ex-candidato independente à Presidência da República foi inaugurado, em Coimbra, «um mês antes das eleições autárquicas» de 2005.Nessas eleições, Vítor Baptista disputou a presidência da Câmara Municipal a Carlos Encarnação, que foi eleito para um segundo mandato.
O social-democrata Jaime Soares que é um estudioso das matérias, que passa noites a estudar e a ler, acusou hoje o seu homólogo do PS no distrito de «não dar qualquer guarida» aos direitos das populações nas áreas da saúde e do ambiente, ao apoiar a decisão do Governo de avançar com a co-incineração na cimenteira de Souselas, na área norte do concelho de Coimbra.
Carlos Encarnação disse, antes das acusações do deputado do PS, que só na segunda-feira tomará posição sobre o arranque da co-incineração em Souselas.
A Cimpor anunciou quinta-feira que a co-incineração arrancou já na fábrica de Souselas, depois de «verificadas todas as condições para o seu licenciamento».

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

PENACOVA - Semana da Lampreia

O Estado português poderá vir a ser accionado judicialmente, ainda este ano, caso não providencie na resolução do problema da subida da lampreia, no açude-ponte de Coimbra, afirmou ontem o líder da Confraria da Lampreia, Eustácio Flórido, durante a apresentação do XI Fim-de-semana da lampreia, que começa amanhã e termina no domingo, em Penacova.
Trata-se de uma antiga reivindicação das populações daquela região e dos apreciadores daquele prato sazonal, sem solução à vista, assunto que já andou pela Assembleia da República.
Este ano são 13 os restaurantes aderentes à iniciativa, à espera dos sete milhares de pessoas previstos para a referida data, provenientes de todo o país.
Cada lampreia terá um custo de 60 euros e a dose ficará pelos 20 euros.
Maurício Marques, presidente do município, destaca, uma vez mais, a importância da "escada da lampreia", em Coimbra, mas garante a qualidade e quantidade do produto, apesar de tudo.
Por outro lado, afirmou que foi graças ao festival que se recuperou a doçaria regional conventual.
A quem almoçar ou jantar em Penacova, durante este fim de semana, a Edilidade oferecerá um pastel de Lorvão ou Nevada, além da água de Penacova.
Como inovações, Maurício Marques apontou a junção do arroz carolino do Vale do Mondego com a lampreia e a oferta de ementas bilingues e personalizadas, com informação turística do concelho, aos restaurantes locais.
O comércio aderiu à iniciativa, praticando horários especiais, a par do lançamento da "Rota saberes & sabores", com a venda de produtos artesanais e tradicionais, ao longa das ruas da vila, sobretudo ligados ao rio Mondego, além de variada animação.
Simultaneamente, decorrerá na "Capital da Lampreia" o V Capítulo da Confraria da Lampreia, com a consequente reunião dos maiores gastrónomos do país, a fim de provarem o "prato nobre" de Penacova.

Eleições na Academica

Jaime Soares em bico de pes, lá se vai metendo sem ninguem dar por ele. Por isso ate já merece o epíteto de ilustre academico e notável da Briosa.
Depois da reunião em Lisboa, num jantar promovido pela Casa da Académica de Lisboa, notáveis da Briosa reuniram-se ontem à noite em Poiares. Castanheira Neves, José Belo, Luís Providência, Maló de Abreu, Álvaro Amaro, Mário Campos, Jaime Soares, Vasco Ribeiro, Manuel António e Mário Martins foram alguns dos ilustres academistas presentes no Restaurante “O Confrade”, em Poiares, cuja autarquia é presidida por Jaime Soares, que, à mesa, durante o jantar, aproveitaram para falar sobre a Académica, instituição que, de uma forma ou de outra, une todos os presentes. Em causa, encontra-se o acto eleitoral de Abril para a presidência da Briosa, numa corrida para a qual, para já, apenas José Eduardo Simões (que ainda não tornou oficial a sua vontade de se recandidatar) e Maló de Abreu parecem avançar. Ontem, a possível formação de uma lista para destronar Simões não chegou a ser um tema específico de conversa, mas tal como alguns dos académicos presentes já tinham revelado na véspera ao DIÁRIO AS BEIRAS, em Lisboa, a ideia de todos os ilustres que ontem se reuniram passa mesmo por encontrar uma alternativa ao mandato de José Eduardo Simões. “Não somos só estes [à mesa], somos mais do que isso, vale a pena mobilizar um grupo de pessoas”, sublinhou Castanheira Neves durante o jantar.
Uma das curiosidades inerentes ao encontro de ontem foi mesmo a presença de Maló de Abreu, candidato derrotado há três anos na corrida às urnas com Simões. O médico dentista encontra-se ainda a formar a sua lista e terá, junto dos restantes, procurado apoios para apresentar oficialmente a sua candidatura. Essa é mesmo a grande dúvida do momento nos bastidores da Briosa: avançará Maló com alguns dos académicos que ontem estiveram em Poiares ou haverá uma terceira lista, com um candidato que ainda não foi encontrado? Nenhuma dessas duas hipóteses está ainda confirmada, mesmo no seio dos próprios intervenientes, e os próximos dias, nesse particular, serão decisivos. As eleições ainda não têm data marcada e cabe ao presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Almeida Santos, definir essa data, algo que deverá acontecer até ao final do mês de Fevereiro.
Os académicos demonstraram algum incómodo, dando a entender que ainda não chegou o timing certo para publicamente assumirem qualquer posição.

Incêndios florestais em Miranda do Corvo e Arganil

Mais de 200 bombeiros combateram dois incêndios florestais de grandes proporções que atingiram hoje os concelhos de Miranda do Corvo e de Arganil, anunciou o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Coimbra.
Um dos sinistros deflagrou às 09h25 em Meãs, Miranda do Corvo, tendo sido combatido por 131 bombeiros de dez corporações, com o apoio de 28 viaturas, e ainda dois Grupos de Intervenção, Protecção e Socorro da GNR.
Segundo a fonte do CDOS de Coimbra, o fogo foi considerado circunscrito às 11h09.
Durante a noite, um outro incêndio deflagrou, às 03h03, no concelho de Arganil, na zona de Chãs Grandes, mobilizando 73 bombeiros, de dez corporações, com 17 viaturas.
Foi circunscrito às 06h18, mantendo-se no local os Bombeiros de Arganil, em operações de vigilância e rescaldo, adiantou o CDOS de Coimbra.

Arganil - a história é antiga de milénios,

Em Arganil, a história é antiga de milénios, como testemunha a necrópole megalítica da Lomba do Canho que uma guarnição Romana ocupou muitos séculos depois.Milenar quando falamos do Mosteiro de Arganil que, com segurança sabemos, existia em 1086, e que terá sido transferido para a Mata de Folques cerca de 1190. A riqueza territorial do Mosteiro não parará de aumentar pelo menos até à centúria de seiscentos. S. Goldorfe, o seu primeiro Prior, não será alheio a este facto. Generoso e humilde em vida, reconhecido pelos seus prodígios curativos, o seu culto atraía muita gente temente a Deus.Mas, em Arganil, a vida monacal não existiu apenas em Folques. O convento franciscano de Santo António de Vila Cova do Alva foi solenemente inaugurado em 1723. A extinção das Ordens Religiosas levou-o para mãos particulares e o tempo e o gosto trouxeram-lhe irremediáveis alterações. E é ainda a História que marca a paisagem em S. Pedro, lugar que deve o seu nome à Capela que desde os finais do século XIII nos conduz a Marinha Afonso e seu marido, D. Fernando Rodrigues Redondo, que mandaram edificar os Paços de Arganil e esta Capela que continua a ter S. Pedro como orago. E a História poderá continuar pelas palavras do Padre A. Carvalho da Costa porque "... tem esta villa pessoas nobres..." e deles nos ficaram Capelas, como a dos Mello na Matriz de Arganil mandada edificar por Pedro Fonseca, Capitão Mor da Vila e Administrador das Minas de Ouro de Folques. Em Arganil, são ainda as Capelas do Senhor da Agonia, do Senhor da Ladeira, da Santíssima Trindade e da Nossa Senhora do Mont'Alto que fundem a história com a devoção das Gentes.No final do Verão quando Setembro chega, a Senhora do Mont'Alto continua a ser lugar de devoção. Mas há também a Festa. E as bandas de Música. E o bem comer. Porque os enchidos, o arroz de miúdos à moda de Folques, o cabrito assado acompanhado de grelos fresquinhos e pão caseiro e a Tijelada, provavelmente criada no Mosteiro de Folques, no século XVII, continuam a alegrar os nossos dias.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Presidente de Poiares crê que outros municípios seguirão o modelo de Lisboa

Jaime Soares, que em Dezembro passado admitiu recorrer ao mesmo expediente que a Câmara de Lisboa viu agora chumbado pelo Tribunal de Contas, disse que ficou à espera para ver os contornos em que isso se iria processar.
"Vou esperar para ver que soluções são encontradas", declarou, manifestando-se convicto que a Câmara de Lisboa encontrará uma via para alterar o "chumbo" do Tribunal de Contas, e que o modelo irá "fazer jurisprudência".Aquele órgão de controlo dos actos da administração não autorizou que a Câmara de Lisboa contraísse um empréstimo na banca para satisfazer dívidas a fornecedores, por entender que o plano de saneamento financeiro não era suficientemente pormenorizado."Não vale a pena estarmos todos a fazer o mesmo", aludindo aos meios técnico-jurídicos disponíveis no município da capital, o que lhe confere outra capacidade para desbravar um caminho que poderá ser aproveitado por outros municípios também a viver quotidianamente com dificuldades em satisfazer os compromissos a curto prazo com fornecedores.


segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Floresta Unida planta mais árvores

Militares da GNR começaram ontem aplantar 7500 árvores em redor do aeródromo da Lousã. São as últimas de um conjunto de 20 mil destinadas àquela zona pelo projecto Floresta Unida, que quer, a seguir, reflorestar a Serra da Boa Viagem (Figueira da Foz), Piódão (Arganil) e Serra de Monchique (Algarve).
Nos próximos dois anos, o Floresta Unida, que tem o Banco Barclays como principal patrocinador e conta com o apoio de mais 40 empresas, pretende plantar 200 mil árvores naqueles três lugares, disse o coordenador do projecto, David Lopes. Presente na Lousã, o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, diria a um canal televisivo que a meta é um milhão de árvores, até 2010.Ainda segundo David Lopes, a prioridade é reflorestar terrenos públicos que tenham sido afectados por incêndios ou pragas. A escolha dos terrenos à volta do aeródromo da Lousã deveu-se ao facto de os pinheiros que ali existiam terem sido atacados pela doença dos anéis vermelhos.Carvalho, castanheiro, sobreiro, medronheiro e azevinho são algumas das espécies que ali vão crescer. Como no arranque da iniciativa, no final do ano passado, o Governo voltou a fazer representar-se, ontem, na plantação de árvores por militares do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro da GNR, através do ministro da Administração Interna e do secretário de Estado José Miguel Medeiros.

domingo, fevereiro 17, 2008

Poiares: Três tentativas lançam o medo

Uma menina de nove anos foi vitima de uma tentativa de rapto, na quinta-feira, em Vila Nova de Poiares. É pelo menos o terceiro caso registado no ultimo mês, embora apenas este tenha sido comunicado às autoridades policiais. A GNR já identificou dois indivíduos que poderão estar envolvidos nos crimes, mas a população continua preocupada.
A pequena Clarisse foi abordada por dois homens que usavam gorro e circulavam num veiculo ligeiro, pelas 10h30, quando se dirigia para a aula de Música, na Escola Básica n.º 1, onde frequenta o quarto ano. Anda cá, anda cà!, terá dito um dos individuos enquanto lhe fazia sinal para se dirigir ao carro.
Assustada, a menina começou a gritar e correu ao Centro de Saúde, onde pediu ajuda. Uma funcionária alertou a GNR e a mãe da menor.
Telefonaram-me a dizer que a minha filha tinha lá entrado em pânico, muito nervosa, porque estava alguem atràs dela, contou ontem a mãe da menor, Neide Ramos, de 35 anos.
As autoridades tomaram conta da ocorrência e no mesmo dia identificaram dois indivíduos, suspeitos da tentativa de rapto. A menina tambem foi ouvida no posto da GNR. Ela está traumatizada, ficou em pânico e estava muito confusa, disse um elemento policial.
O caso da Clarisse não é o único de que se fala na localidade. Há relato de mais duas tentativas de rapto. A última há três semanas, numa aldeia próxima, quando dois homens, num carro, tentaram agarrar uma menina de 13 anos, depois desta sair do autocarro que a levava da escola para casa. Valeu-lhe o facto da mãe estar por perto e ter gritado.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Afinal há um outro Jaime Soares

Por varias vezes se nos tem deparado um Jaime Soares com boas credenciais que nos baralha as consultas do Jaime Soaras bombeiro cá da terra.
Cá fica a anotação para que não haja duvidas.

Jaime Soares

Code: 990712093
Name: Jaime Manuel Pontes Soares
Program: Philosophy
Branch: General Studies
Ano Matrícula: 1999
Status: Concluído
Ano Conclusão: 2003/2004
Year: 4
Email: fil99093atletras.up.pt

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

LOUSÃ - Amor de Mel


“Amor de Mel” para promover os produtos e a região

A Lousãmel e a Região de Turismo do Centro apresentaram a campanha “Amor de Mel”, uma forma de promoção dos produtos endógenos da Serra da Lousã.
O Hotel Meliá Palace da Lousã foi ontem palco de uma conferência de imprensa promovida pela Lousãmel, com o apoio da região de Turismo do Centro, durante a qual foi apresentada a campanha “Amor de Mel”.
Com o intuito de promover o mel da Serra da Serra da Lousã – DOP, produto certificado, a campanha passa pela criação de 42 frases diferentes que são colocadas nos frascos de 30 gramas de mel. Embora a apresentação da “Amor de Mel” tenha decorrido ontem, a campanha não termina após o Dia dos Namorados. A acção de divulgação do mel da Lousãmel apenas aproveitou a data para realizar “um casamento perfeito entre o amor e o mel”, referiu Ana Paula Sançana.
Na conferência de imprensa participaram Luís Antunes, vice-presidente da Câmara da Lousã, António Carvalho, presidente de direcção da Lousãmel, Ana Paula Sançana, engenheira agrária da Lousãmel, Pedro Machado, presidente da Região de Turismo do Centro, José Brito, presidente da Câmara da Pampilhosa e presidente da Assembleia da Lousãmel, e de Jorge Cosme, representante do Governo Civil de Coimbra.

Divulgação estratégica

Com o romantismo ligado ao turismo, a campanha é promovida em restaurantes, de dez localidades, nomeadamente da Lousã, Poiares, Arganil, Figueiró dos Vinhos, Góis, Miranda do Corvo, Penela, Pedrógão Grande, Pampilhosa da Serra e Coimbra. Para além das unidades de restauração, a campanha também é abrangida pelo V Concurso Nacional de Moda, inserido no programa “Namorar Portugal 2008”, a decorrer em Vila Verde.
O desafio lançado aos restaurantes deve-se ao facto de haver nestes estabelecimentos pratos acompanhados ou elaborados à base de mel. Contudo, novas propostas serão efectuadas a restaurantes após esta primeira fase de divulgação do mel, tal como serão também reveladas frases novas, a acompanhar os frascos promocionais.
A roupagem especialmente idealizada para “Amor de Mel” serve de referência para quem pretende levar uma recordação da região Centro. A divulgação dos frascos de mel de 30 gramas nos restaurantes é uma estratégia de marketing e divulgação do mel da Lousã. “Colocar o nosso produto em sítios estratégicos é fundamental, porque nós queremos que as pessoas cheguem aos hotéis e sejam presenteados com o nosso mel”, afirma Ana Paula Sançana.

E viva a Academica

Grupo de notáveis académicos ??? volta a reunir para a semana
«Já não resta muito tempo para salvar os valores matricias da Académica». Quem o diz é Alfredo Castanheira Neves, advogado de Coimbra, ex-dirigente da Briosa e um dos académicos que anteontem à noite se reuniu em Santa Luzia no âmbito do momento pré-eleitoral que se vive na Académica.
O jantar, admitiu Castanheira Neves, marcou o início de uma «reflexão profunda sobre o presente mas essencialmente sobre o futuro da Académica». Estiveram ainda presentes Álvaro Amaro, João Bandeira, Manuel António, Dória Cortesão, José Belo, Lino Vinhal, Jaime Soares e Mário Campos.
Para a próxima semana, acrescenta Castanheira Neves, o grupo volta a reunir-se com mais meia dúzia de académicos e aí, admite o jurista, é possível que seja tomada uma posição de apoio a algum eventual candidato às próximas eleições (que se devem realizar na primeira quinzena de Abril). «Até lá cada um vai reflectir sobre o diagnóstico que foi feito», frisa, afirmando que, no seu entender, «é preciso refundar a Académica».
O antigo vice-presidente da Briosa diz que não é seu objectivo recriar a Académica dos anos 60, mas acredita que é possível «salvar os valores matriciais que ainda restam» e adaptá-los aos futebol dos nossos dias.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

Montaria aos Javalis - mais um Fracasso

Na montaria realizada no domingo no concelho de Poiares, os caçadores não conseguiram abater nenhum javali. Organizada pela Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, a Região de Turismo do Centro e o Clube de Caçadores de Vila Nova de Poiares, a montaria foi bastante participada, com monteiros vindos dos mais variados pontos do país, a que se juntaram também convidados e acompanhantes, distribuídos por uma “mancha” com cerca de 60 hectares e com 30 “portas” disponíveis. Uma montaria muito mal preparada em que já era previsivel o que iria acontecer.
Terminada a batida seguiu-se o almoço-convívio, no restaurante “O Confrade”, este sim ja bem preparado para o discurso já gasto do presidente, em que se juntaram organização, caçadores, convidados e acompanhantes, para se deliciarem com a gastronomia de Poiares, com destaque para a chanfana, o arroz de bucho e o “Poiarito”, uma especie de 2ª sessão da semana da chanfana.
O presidente da Câmara, Jaime Soares, que apareceu no almoço, sublinhou a importância da iniciativa, que, a par da vertente desportiva, também serviu para estabelecer e reforçar os laços de amizade e companheirismo que unem os caçadores, e que ficaram bem demonstrados no salutar convívio e sã confraternização”.
Dizem que foi prometido que no proximo ano como alternativa, poderá ser feita uma batida às cabras que parece que tambem não existem por estes montes fora, ou então aos saca-rabos que ha por aí em barda. Como não houve caça, não houve leilão. Para o ano há mais.