sábado, julho 05, 2008

Calado que nem um rato...

Autarcas do PSD contra estratégia de Manuela


FRANCISCO ALMEIDA LEITE
Vários autarcas do PSD estiveram na última semana ao lado do secretário de Estado Adjunto das Obras Públicas e das Comunicações, na apresentação do IC3 e do IC8, e mostraram-se desagradados com as declarações de Manuela Ferreira Leite sobre a necessidade de cortes no investimento público. Ao DN, o secretário de Estado Paulo Campos confirma os encontros e diz que se destinaram a "dar a conhecer a Concessão do Litoral Interior, a que melhor encarna o espírito da reforma rodoviária deste Governo".
Da recepção que teve de autarcas como os de Pampilhosa da Serra, Arganil, Penela, Alvaiázere, Figueiró dos Vinhos, Ansião ou Tomar - todos concelhos com presidentes de câmara do PSD -, Paulo Campos destaca "uma boa recepção onde houve de tudo: muitos disseram que era o dia mais importante para o concelho, outros falaram em obras que esperavam há 30 anos". Ao DN, José Brito Dias, presidente da Câmara de Pampilhosa da Serra, eleito pelo PSD, resume o espírito: "Este concelho tem sido sempre indicado por todos os governos como uma prioridades nas acessibilidades e depois não se vê nada".
Agora, diz, "há a perpectiva de construções que interessam à Pampilhosa da Serra. A partir do momento em que sou eleito, tenho isso em conta e não é admissível que alguém venha dizer para pararem os investimentos rodoviários".
Na mesma linha, Álvaro Henriques Gonçalves, vice-presidente de Figueiró dos Vinhos, diz que as obras do IC3 e do IC correspondem "a uma velha aspiração do concelho". Sobre as palavras de Manuela Ferreira Leite, adianta: "Estamos contra um recuo neste tipo de decisões, porque nós temos que tratar do que está à nossa porta". José Ribau Esteves, antigo secretário-geral do PSD e presidente da Câmara de Ílhavo explica ao DN que até concorda "genericamente com as afirmações produzidas, o TGV de Lisboa ao Porto é absurdo porque só poupa 15 minutos e custa cerca de sete mil milhões de euros, mas é preciso ir ao pormenor. No pormenor ainda não conhecemos todo o alcance das declarações, nem sei se já é tempo de conhecermos".
O secretário de Estado Paulo Campos considera que a líder do PSD "não conhece bem os dossiers ou então está muito mal assessorada". E garante que das onze novas concessões (nove lançadas por este Governo), "não há afectação de verbas ao OE e as receitas, num período de vida útil de 70 anos, são superiores aos custos de construção, manutenção, financiamento e operação". Paulo Campos lembra que as estradas fazem parte do Plano Rodoviário Nacional, aprovado em 2000, com o apoio do PSD. |

Onde anda o Jaime Soares? Sumiu....
Deve andar a preparar a estrategia ou a sua retirada.

terça-feira, julho 01, 2008

Dispositivo de combate aos incêndios “está em prontidão”

O dispositivo de combate aos incêndios “está em prontidão” e “é maior do que em qualquer ano anterior”, garantiu esta terça-feira o ministro da Administração Interna no primeiro dia da fase Charlie.
Rui Pereira revelou que para esta fase, que se prolonga até 30 de Setembro, estão envolvidos “mais de 9.600 homens e mulheres, incluindo bombeiros profissionais e voluntários, membros das forças de segurança, SEPNA, GIPS, Forças Armadas, sapadores florestais e vigilantes”.
Em Viseu, o governante garantiu que para o combate aos incêndios está pronto “um conjunto de pessoas decididas e empenhadas para trabalhar em clima de coordenação e cooperação muito estreito”.
Rui Pereira alertou para o facto de “a grande maioria dos fogos florestais ter origem em comportamentos humanos, mais de 90 por cento”, pelo que “a sensibilização das pessoas continua a ser algo de essencial”.

O Nematodo arrasa os nossos Pinhais.

Todo o território português passou a ser considerado afectado pelo nemátodo do pinheiro. Legislação agora publicada a nível nacional e europeia dá conta desta classificação, que obriga ao tratamento a altas temperaturas de toda a madeira de pinho bruta que sair do país. Face a isto, os produtores questionam se o pinhal ainda tem futuro em Portugal.
A decisão foi tomada, como explica o próprio preâmbulo da portaria publicada na sexta-feira em Diário da República, porque "foi confirmada a presença deste organismo em alguns concelhos exteriores às actuais zonas de restrição". Entre as mais de 1600 amostras de pinheiros que estão a ser analisadas em laboratórios do Estado e de universidades, 26 já deram positivo como contendo o organismo. Entre estas, 22 foram no Centro e quatro no Sul. E os testes ainda decorrem.
A decisão de declarar todo o território afectado tem, segundo os proprietários, a vantagem de acabar com a especulação nos preços da madeira. João Soveral, da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), explica que os industriais lidavam com os produtores das zonas afectadas impondo-lhes preços mais baixos com o argumento de que, se não quisessem aceitá-los, iriam comprar noutra parte do país. Agora, já não será possível.
Na portaria aprovada, o Governo toma novas medidas aplaudidas pelos produtores, como a decisão de fazer um programa de erradicação contínuo, em vez de ser apenas em algumas épocas do ano. O envolvimento dos produtores e o facto de mencionar que o Plano de Desenvolvimento Rural vai ter em conta esta nova situação, antevendo apoios aos proprietários, são outras das decisões consideradas positivas. Ao mesmo tempo mantém medidas já em vigor, como é o caso da obrigação de erradicar as árvores afectadas. "Mas tudo dependerá da sua implementação", salvaguarda Luís Dias, da CAP.
A classificação de todo o território não deixa, no entanto, de ser mais uma machadada no ânimo daqueles que vivem do pinhal, que ocupa 23 por cento do total da floresta nacional. Já foi a espécie que mais povoou o país, tendo perdido essa posição para o sobreiro segundo o último inventário florestal, que dá conta da perda, em dez anos, de 265 mil hectares de pinheiro, muito devido aos incêndios. "Vem adensar o sentimento depressivo que se vive na fileira do pinho", diz João Soveral. "É um sector que já está economicamente de rastos e isto só vem desvalorizar mais o produto, o que terá impactos na gestão destas áreas, não se reinvestindo e deixando-as à mercê do fogo", receia.
Um problema antigo
Tudo começou em 1999, quando o organismo foi detectado na península de Setúbal. Nessa altura, a região foi considerada de restrição e tomaram-se medidas para tentar confiná-lo a esta área. Tudo culminou o ano passado, com a implementação de uma faixa de contenção fitossanitária, com três quilómetros de largura e mais de 430 de comprimento, que obrigou à remoção de todos os pinheiros bravos numa área total de 130 mil hectares.
O objectivo era tentar garantir que o insecto que transporta o nemátodo não voaria para fora da zona afectada. Mas, este ano, foram detectados novos focos em Arganil e Lousã, criando-se aí mais duas zonas de restrição. Nessa altura, o Governo decidiu proibir a exportação de madeira não tratada.
No entanto, os produtos em madeira bruta são os que menos pesam na balança comercial já que a maioria do que vai para fora são painéis e mobiliário que, no processo de fabrico, já são tratados. Põe em causa as paletes, que têm pouco valor acrescentado.
A Comissão Europeia, numa decisão de sexta-feira, considera que "as medidas adoptadas até agora são inadequadas e que não se pode continuar a excluir o risco imediato de propagação do nemátodo para fora de Portugal devido ao transporte de madeira, casca e vegetais susceptíveis". E diz que não há dados suficientes para confirmar que, em Portugal, há zonas isentas de nemátodo, salientando que "as medidas comunitárias e nacionais não são inteiramente aplicadas".
"O problema foi mal tratado desde o início", diz Luís Dias. "Nunca se devia ter permitido que circulasse madeira para fora da zona afectada, tendo sido preferível que se tivesse tratado sempre os materiais no local, sobretudo porque a zona, na altura, ainda era limitada", explica.
E agora? "Agora é uma tragédia, sobretudo porque isto evoluiu para uma região do país onde a propriedade é pequena, não se sabe quem são os donos porque não há cadastro, quem lá está depende do pinhal para viver e, em termos de relevo, é tudo muito mais complicado para as acções de erradicação", acrescenta Dias.
"Como é que eu vou dizer aos meus associados, a maioria de pequena dimensão, que vão ter de destruir o pouco que têm? As aldeias por esse país fora não têm voz, temos de chamar a opinião pública para o nosso lado porque, como povo, não podemos deixar que a nossa floresta continue por este caminho de autodestruição - são dois terços do nosso território que estão em causa", revolta-se Carvalho Guerra, presidente da federação Forestis.


quinta-feira, junho 26, 2008

POIARES cada vez mais isolado

Benefícios da Concessão de Estradas do Pinhal Interior são hoje e amanhã dados a conhecer
O secretário de Estado das Obras Públicas efectua hoje e amanhã um périplo pela região Centro para apresentação da Concessão de Estradas do Pinhal Interior. Paulo Campos passa hoje pelos concelhos da Sertã, Castanheira de Pêra, Pampilhosa da Serra e Arganil, onde vai dar a conhecer, detalhadamente, os benefícios que as obras – cujo concurso público internacional para a concessão foi recentemente lançado pelo primeiro-ministro – trarão a cada um dos municípios envolvidos. Amanhã a visita do governante prossegue pelos concelhos de Penela, Ansião, Alvaiázere e Figueiró dos Vinhos, com a mesma finalidade.
A concessão em causa terá uma extensão total de 567 quilómetros, entre lanços para construção (173 quilómetros), para requalificação (135 quilómetros) e para exploração (229 quilómetros), representando um investimento de 772 milhões de euros. Será «o empreendimento rodoviário mais ambicioso deste mandato», referiu, na altura da apresentação pelo primeiro-ministro, comunicado do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações.
O desenvolvimento da região Centro, rasgando o território no eixo Tomar/Coimbra é o objectivo desta concessão que tem ainda em vista ligar o Centro ao futuro Aeroporto Internacional de Lisboa. Mas para os concelhos que vão ser beneficiados significa o desejado desenvolvimento económico.
Para Arganil, por exemplo, as vias em causa representam o culminar de anos de espera e o passo fundamental para o desenvolvimento do concelho. «São obras há muito ansiadas pelos arganilenses», diz o presidente da Câmara de Arganil, considerando que as vias que Paulo Campos hoje apresenta – a nova EN342, entre Lousã, Góis, Arganil, Coja e IC6 e o troço do IC6, entre Catraia dos Poços e o nó de Tábua – permitem «o desenvolvimento de toda a região». Mais, considera Ricardo Pereira Alves, a obra da EN342 vai até mais longe do que seria de esperar inicialmente (terminaria em Coja), estando prevista uma ligação ao IC6, que assume «um papel essencial do ponto de vista da mobilidade da região Centro». Foi, de resto, uma das reivindicações do concelho de Arganil junto do Governo.

Poiares recebe prova - PENTATLO MODERNO


O Clube Pentajovem, a Federação Portuguesa do Pentatlo Moderno e a Câmara de Poiares levam a cabo, no próximo dia 28 de Junho, a realização do XV Challenge PentaJovem/ Finais do Circuito SuperJovem 2008.
Trata-se de uma prova internacional de Pentatlo Moderno, onde são esperadas as participações não só de clubes portugueses, mas também de federações e clubes de Pentatlo Moderno vindos de Espanha, França e Itália.
A prova decorrerá no Complexo Desportivo de Poiares, juntamente com as Finais do Circuito Superjovem 2008 para os escalões de Aprendizes Benjamins, Infantis, Iniciados, Juvenis e Juniores 'A' da Federação Portuguesa do Pentatlo Moderno.
Programa da Competição:
28 de Junho (Sábado )- Pavilhão Municipal de Poiares 08h30 - Reunião Técnica 09h00 - Prova de Tiro 13h00 - Prova de Natação 14h30 - Prova de Esgrima 17h30 - Prova de Corrida 19h00 - Cerimónia e entrega dos Prémios.

A escolha de Poiares para a realização desta iniciativa não surgiu, obviamente ao acaso.
Além de ser já, em termos regionais e nacionais, uma referência em termos de beleza paisagística, com um artesanato invejável e um rio invejavel para a Pesca Desportiva - ou não tivesse a Capital Universal da Truta
- Poiares mostra que também em termos desportivos está ao mais alto nível, demonstrando capacidade de resposta para acolher iniciativas, tanto de âmbito nacional como Internacional, nas mais variadas modalidades, de que é exemplo este XV Challenge Pentajovem e os Campeonatos de Pesca Desportiva.

sexta-feira, junho 20, 2008

Onde houver um fotografo


Onde houver um fotografo, lá o temos

Não morre de amores

Embora não «morra de amores» por Carlos Encarnação, o líder distrital do PSD/Coimbra, Jaime Soares, veio dizer que a eventual candidatura de Pina Prata à principal cadeira da praça de 08 de Maio só pode ocorrer assumindo ele o estatuto de independente. “Ninguém o quer mandar embora; não gostaria que ele saísse, mas, se decidir afrontar a candidatura de Carlos Encarnação, não lhe resta outro caminho”, declarou o autarca de Poiares, citado pelo Público. Era desnecessário alguém ter de lembrar a Pina Prata aquilo de que ele parece esquecer-se... De resto, a falta de lucidez de Horácio, nesta matéria, começou com a falta de comparência à recente disputa pela liderança da Comissão Concelhia de Coimbra do PSD.

O Governo percebeu

O Governo percebeu que não podia olhar para a floresta sem uma abordagem integrada»,
afirmou José Miguel Medeiros na Lousã, durante uma visita ao Centro de Meios Aéreos, no aeródromo da Chã do Freixo, no âmbito da Semana Distrital da Defesa da Floresta Contra Incêndios.
José Miguel Medeiros, natural de Ansião, recordou que na sua infância, neste concelho do Pinhal Norte, distrito de Leiria, “havia uma economia em torno da floresta e a floresta estava limpa”.
«Se o território estivesse ocupado como quando eu era miúdo, não havia fogos», disse.
O secretário de Estado da Protecção Civil, ex-governador civil de Leiria, salientou que a «sangria populacional» das áreas florestais do Centro, nas últimas décadas, potenciaram a deflagração e propagação dos incêndios.
«Conheço hoje mais gente de Pampilhosa da Serra em Lisboa do que a viver no seu concelho, onde vai de vez em quando de visita ou para passar férias, chegando a organizar as festas das suas aldeias», afirmou.
Há algumas décadas, na Pampilhosa e noutros municípios da região, «havia toda uma economia de subsistência que permitia acudir à floresta»
«Houve clarividência do ministro António Costa», sublinhou, lembrando que o antigo titular do MAI, actual presidente da Câmara de Lisboa, decidiu então que «não podia continuar» a anterior atitude do Estado perante os problemas da floresta.
O Governo Civil de Coimbra, em colaboração com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), promoveu hoje, na Lousã, a terceira e última sessão distrital de Defesa da Floresta Contra Incêndios, visando «a sensibilização para a necessidade de coordenação intermunicipal e a troca de informação entre agentes de protecção civil e entidades com responsabilidades nestas áreas»
«Aprende-se com a experiência dos outros, com o que corre bem e com o que corre mal»,

Na fase Bravo, de 15 de Maio e 30 de Junho, o dispositivo operacional de combate a incêndios no distrito de Coimbra compreende seis equipas de intervenção permanente (30 elementos).
Inclui ainda 17 equipas de combate a incêndios (85 elementos), 12 equipas logísticas de apoio ao combate (24 elementos), um grupo de reforço a incêndios florestais (32) e três comandantes às operações de socorro.
Quanto a meios aéreos, a fase Bravo no distrito dispõe de um helicóptero ligeiro e um avião «Dromadair», no Centro de Meios Aéreos da Lousã.
Mais dois «Dromadair» estão também em Cernache (Coimbra) e Coja (Arganil), além de um helicóptero na Pampilhosa da Serra.
disse o governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, ao intervir na sessão, ao início da tarde, no auditório do Centro de Operações e Técnicas Florestais (COTF) da Lousã.

quinta-feira, junho 19, 2008

Projectos do IC6, IC7 e IC37 estarão prontos em Abril de 2009

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Governo anunciou as escolhas dos traçados que sempre foram defendidos pela Câmara de Seia, excluindo definitivamente a construção de grandes túneis na travessia da Serra da Estrela.
O Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, acaba de anunciar a escolha dos traçados que constituirão a Rede Rodoviária da Serra da Estrela, adjudicando o estudo prévio necessário para o lançamento daquela concessão, constituída pelos IC6, IC7 e IC37.
A assinatura do documento, que é um «grande acontecimento para Seia e [para a] Serra da Estrela», referiu fonte da Câmara Municipal de Seia, teve lugar no dia 14 de Junho, em Conímbriga, Condeixa-a-Nova, durante a cerimónia de apresentação da concessão de estradas “Pinhal Interior”.
Com o objectivo de encontrar o cenário «mais favorável» para o desenvolvimento da Rede Rodoviária na zona da Serra da Estrela, «tendo em conta a sustentabilidade do território – atendendo, pois, a critérios não só de natureza rodoviária, mas também social, ambiental e de desenvolvimento económico» –, o Governo lançou um Estudo de Avaliação Ambiental Estratégica para o Desenvolvimento da Rede Rodoviária Nacional na Região do Centro Interior que teve em conta três cenários, refere uma nota do Ministério.
O “Cenário A” era a interpretação restrita do preconizado no Plano Rodoviário Nacional (PRN) 2000 (IC6 - Coimbra/Venda de Galizes (IC7)/Covilhã (IP2); IC7 - Venda de Galizes (IC6)/Celorico da Beira (IP5); IC37 - Viseu (IP5)/Nelas/Seia (IC7)). No “Cenário B” estava contemplada a opção de atravessamento do maciço central da Estrela com o recurso a túnel, ligando de forma mais directa Coimbra e Viseu à Covilhã. Por fim, o “Cenário C” constituiria a optimização dos traçados preconizados do PRN 2000, não os sobrepondo obrigatoriamente à rede viária existente (EN17, EN230 e EN231) e daí resultando uma menor extensão global.
Depois de realizados todos os estudos – Relatório do Plano e Relatório Ambiental –, seguidos das respectivas consultas públicas, o Relatório Final «apontou o “Cenário C” como preferencial». «O Governo acolheu esta recomendação, optando pelo traçado optimizado do IC6, IC7 e IC37», refere o gabinete do Ministro Mário Lino.
A decisão do Governo foi, recorde-se, aquela que sempre foi defendida pela maioria dos autarcas e das “forças vivas” do Concelho de Seia, considerando-a o Município «a proposta mais coerente e sustentável para o Concelho e para a região».
O estudo prévio foi adjudicado à Projectope - Gabinete de Topografia e Projectos, SA, pelo montante de 985.990 euros, e deverá estar concluído dentro de 300 dias. Este estudo debruçar-se-á sobre uma zona com uma extensão aproximada de 150 quilómetros, com o objectivo de «encontrar uma solução segura, rápida e cómoda para “abrir as portas” à Serra da Estrela». A sua conclusão, prevista para Abril de 2009, tornará possível o lançamento da concessão prevista para a região.
Com a construção do IC6, IC7 e IC37, o Governo «pretende aproximar as sedes de concelho das redes viárias de elevada qualidade, reduzindo em cerca de 60 por cento o tempo de percurso na região», refere aquela mesma nota. A futura concessão beneficiará directamente os seguintes concelhos: Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Gouveia, Manteigas, Seia, Guarda, Oliveira do Hospital, Tábua, Viseu, Mangualde, Nelas e Covilhã.

quarta-feira, junho 11, 2008

Greve de camionistas

Ao segundo dia de greve a paralisação das empresas de transporte de mercadorias está suspensa em alguns pontos do centro do país. Mas, em Lisboa e no Algarve os piquetes mantêm-se.Esta madrugada de terça-feira a paralisação chegou a ser suspensa, mas por pouco tempo. Por volta das duas da manhã, a comissão organizadora do protesto dava o dito pelo não dito e cumpria a vontade manifestada pela maioria dos piquetes que ia contra a desmobilização.Já na região Centro, os camionistas começaram a fazer-se à estrada aos primeiros sinais do dia. Na zona de Coimbra, Figueira da Foz e Pombal a paralisação não resistiu à segunda noite passada ao relento. Mas em Souselas e no IP3, junto à Portela do Mondego ainda resistiam vários grupos de piquetes.Também em Aveiras, perto de Lisboa, patrões e empregados mantiveram-se firmes durante a noite e todos os camiões que por aqui passaram tiveram de parar. No Sul e em alguns postos da região centro mantém-se a paralisação e ainda se vêm muitos camiões encostados na beira da estrada.

quinta-feira, junho 05, 2008

Grande Prémio ABIMOTA

Ciclismo: Grande Prémio ABIMOTA vai hoje para a estrada

30ª. edição do Grande Prémio ABIMOTA, em ciclismo, começa hoje, com partida de Anadia. Termina domingo, em Águeda, às 16 horas, frente a SP.

Até domingo estará, assim, na estrada mais uma edição desta prestigiada prova do calendário nacional de ciclismo, com espumante S. Domingos, na hora da vitória.

- 1ª. etapa, hoje, partida às 12 horas: ANADIA /TORREIRA 168,7 Kms., com chegada prevista para as 15,30 horas. Passagem Águeda, Bolfiar, Caramulo, Campo de Besteiros, Vouzela, Oliveira de Frades, Albergaria, Estarreja e Torreira.

- 2ª etapa, 6ª. feira, 12,30 horas: MURTOSA/MONTEMOR-O-VELHO 145,6 Kms. Chegada prevista para as 15,30 horas. Passagem por Murtosa, Estarreja, Mira, Tocha, Quiaios, Serra da Boa Viagem, Rotunda E. Leclerc, Gala/Lavos, Paião, Azenha, Fig. Campo, Ponte Rio Mondego e Montemor.
- 3ª etapa, sábado, às 14 horas: MONTEMOR-O-VELHO/COIMBRA 103,5 Kms . Chegada prevista para as 16. Passagem por
Montemor, Alfarelos, Miranda do Corvo, Lousã, Poiares, Torres do Mondego e Coimbra.

quarta-feira, maio 21, 2008

La está ele. Como era previsivel.

Manuela Ferreira Leite vem a Oliveira do Hospital

A candidata à liderança do PSD nacional, Manuela Ferreira Leite, vai estar em Oliveira do Hospital, no hotel S. Paulo, no próximo dia 26 deste mês, a partir das 21h30.
Imagem vazia padrãoDe acordo com o mandatário concelhio de Ferreira Leite, Paulo Rocha, a candidata social-democrata participa numa “sessão de
esclarecimento/dinamização” na secção de Oliveira do Hospital”.
A mesma nota refere ainda que esta sessão de campanha eleitoral para as eleições directas do PSD, marcadas para 31 de Maio, vai contar com a presença dos mandatários nacional e distrital, Paulo Mota Pinto e Calvão da Silva, respectivamente, e ainda com o director de campanha distrital, Nuno Encarnação, bem como com “alguns apoiantes de referência no distrito”, como Carlos Encarnação, Jaime Soares e Ricardo Pereira Alves.
Já aqui se tinha dito que Jaime Soares se iria colar a quem estivesse em melhor osição de ganhar. Ultimamente as mumias encostam-se umas às outras.
Quais dinossauros quais carapuças. Agora só Mumias.

domingo, maio 11, 2008

Ferreira Leite conta com Jaime Soares

A poucos dias de o PSD de Oliveira do Hospital tomar posse – o acto está agendado para a próxima terça-feira, dia 13 – a facção do partido ligada a Mário Alves antecipou-se e já se infiltrou no seio da candidatura de Manuela Ferreira Leite. Segundo já foi tornado público pelo director de campanha distrital da candidata à liderança do PSD nacional, Nuno Encarnação, Ferreira Leite tem o apoio político do presidente da Câmara de Oliveira do Hospital e o seu vice-presidente, Paulo Rocha, é o mandatário concelhio da candidatura da antiga ministra.

Este facto, poderá vir a gerar uma nova polémica no seio do PSD local, uma vez que a nova comissão política concelhia nem sequer foi sondada pelos responsáveis da candidatura de Ferreira Leite no distrito.
Como se previa, a Distrital de Coimbra com Jaime Soares ainda à frente, vai apoiar a previsivel vencedora. Coimbra ja não será uma surpresa. Vai para o lado de donde sopra o vento. Aqui ha uns dias dias seria Santana, mas agora......Em Oliveira do Hospital o líder reeleito do PSD, José Carlos Mendes, voltou a sublinhar que só após a tomada de posse da nova concelhia é que será anunciada a posição oficial do partido, mas confirmou a inexistência de qualquer contacto por parte da candidatura de Ferreira Leite, que também conta com o apoio do presidente da distrital do PSD, Jaime Soares.
Sublinhe-se que, relativamente aos candidatos que estão no terreno pela disputa das eleições de 31 de Maio, o próprio líder do PSD local já admitiu a existência de “várias sensibilidades” entre os elementos que na próxima terça-feira vão ser empossados na nova concelhia social-democrata.

Isto está bonito está.

quinta-feira, maio 08, 2008

Ainda não foi desta que prenderam o Pinto da Costa

Segundo notícia hoje publicada no Correio da Manhã, o Boavista vai descer de divisão, o presidente do FC Porto, Pinto da Costa, vai ser suspenso por dois anos e os «dragões» perderão seis pontos na conclusão do processo disciplinar conhecido como «Apito Final», resultante do processo judicial «Apito Dourado», por corrupção no futebol.
Segundo O Correio da Manhã, a Comissão Disciplinar da Liga de Clubes vai castigar Pinto da Costa com dois anos de suspensão enquanto que o FC Porto vai perder seis pontos, a aplicar já nesta época, além de uma multa que deverá ir de 25 aos 100 mil euros. O FC Porto é acusado de tentativa de corrupção em dois jogos da época 2003/04: no jogo com o Estrela da Amadora, apitado por Jacinto Paixão, e no jogo com o Beira-Mar, dirigido por Augusto Duarte.

Quanto ao Boavista e ao seu ex-presidente Valentim Loureiro, o jornal avança que o clube será penalizado com a descida de divisão por coacção a árbitros em três jogos dos axadrezados.

De acordo com o jornal diário, esta será a decisão que constará no acórdão da Comissão Disciplinar da Liga relativo ao «Apito Final», o qual deverá ser divulgado na sexta-feira, embora na quarta-feira à noite a Liga tenha comunicado que aquele seu órgão tem uma reunião marcada para terça-feira, na qual serão discutidas questões relacionadas com o processo.

Entretanto, Pinto da Costa e o Boavista deverão recorrer desta decisão para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol.

ARGANIL - Comissão Política do PS toma posse dia 11 de Maio

Está marcada para domingo, 11 de Maio a tomada de posse na nova Comissão Política Concelhia de Arganil liderada por Eugénio Tavares Fróis, reconduzido no cargo na sequência das eleições realizadas a 19 de Abril.
Segundo nota de imprensa, o acto deverá ser participado por Vítor Baptista, presidente da Federação Distrital de Coimbra do PS e outros dirigentes políticos.

A equipa de Eugénio Fróis – “onde a experiência e a juventude marcam presença”, conforme a mesma nota – pretende dar continuidade ao trabalho iniciado em 2006, reforçando o PS a nível local e mobilizando os seus militantes e simpatizantes para os desafios que se avizinham.