Frases
"O que seria de um partido político e de um concelho se algumas pessoas conseguissem chegar ao poder?"
Jaime Soares, Presidente da Comissão Política Distrital do PSD
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
"O que seria de um partido político e de um concelho se algumas pessoas conseguissem chegar ao poder?"
Jaime Soares, Presidente da Comissão Política Distrital do PSD
Uma infra-estrutura «muito importante para o futuro», foi como Jaime Soares definiu o Jardim à Raça Poiarense, que ontem foi inaugurado junto à vila, numa zona que se pretende, venha a constituir uma nova centralidade.
O edil de Poiares salientou que se trata de uma obra «para os nossos netos», frisando, perante algumas dezenas de munícipes, que «esta obra é vossa e para utilizarem e chamarem de vossa, mas no entanto terei de ser eu a preserva-la». foi pensado para todas as idades devido às várias valências que possui.
Com apoio do terceiro Quadro Comunitário de Apoio, ergueu um jardim multifacetado, com áreas verdes e passeios que rodeiam uma fonte central, ornamentada com uma escultura de grandes dimensões e jactos de água.
O espaço contempla ainda um anfiteatro, jardim infantil, bancos para repouso e três enormes jactos de água, que ganham grande visibilidade à noite, com a iluminação. A sombra ainda é pouca porque foram plantadas palmeiras jovens que parece que vinham contaminadas e que originou um comunicado sobre a doença das palmeiras.
Jaime Soares sabe que o projecto «é alvo de críticas por não terem sido usadas árvores mais tradicionais», mas sublinhou que «isso todos fazem» aoplantarem oliveiras, castanheiros, carvalhos,lodãos, olaias, platanos, amoreiras, faias, choupos, ibiscos, mas optou-se pelas arvores de que os macacos gostam de trepar e que são proprias para o jardim. «Também aqui pretendemos marcar a diferença», disse, defendendo que, «quando as palmeiras forem adultas este será um sítio magnífico para ver os macacos a subirem e a descerem».
Voltou a sublinhar que "o município não é de qualquer presidente, é de todos».
Assim o jardim é uma obra que se assume pela cumplicidade dos que vivem da política e dos cidadãos pagadores de impostos.
A construção do jardim ficou orçada em cerca de 1,5 milhões de euros, comparticipados a 65% pelo FEDER, ( ???? e o resto????) factor que não é alheio o facto de a honra de descerrar a lápide inaugural ter cabido a Alfredo Marques.
Alfredo Marques, que por inerência gere os fundos comunitários na área da CCDRC mostrou-se feliz com o resultado final «desta obra belíssima», manifestando «satisfação por partilhar este momento grande». O responsável da CCDRC afirmou ainda que «não poderia imaginar que iria surgir um jardim tão bonito» com o dinheiro que foi gasto
O responsável da CCDRC referiu ainda o trabalho de Jaime Soares nos esforços que tem feito para encontrar projectos multimunicipais, um dos paradigmas dos apoios do QREN. Alfredo Marques associou-se ainda «à luta quase ingloria da autarquia de Poiares para melhorar as acessibilidades», garantindo que tem tentado ajudar no que pode para melhorar a situação.
Jaime Soares deu um sonoro «que Deus o oiça!» , porque sabe como Poiares tem sido ultimamente posto de parte com as arruaças de que tem sido protagonista.
O anúncio feito por Soares de que a Comissão Nacional já decidiu recandidatar todos os presidentes de câmara que se mostrem disponíveis para o efeito - o autarca oliveirense já o fez - e que, por conseguinte, as estruturas nacional e distrital apoiam Mário Alves, não caiu bem na Concelhia, liderada por José Carlos Mendes, que já se tinha antecipado no anúncio de ele próprio se candidatar à Câmara de Oliveira do Hospital.
Numa nota de imprensa, Mendes não poupa Soares a quem diz não reconhecer "legitimidade, nem idoneidade moral e muito menos autoridade política".
Recorrendo à "legitimidade" que as duas vitórias consecutivas nas eleições internas do partido lhe conferem, a equipa de Mendes garante não permitir que "elementos estranhos à interna, queiram interferir com as suas decisões". "Recusamo-nos a aceitar lições de democracia, por parte de quem tem uma visão tão estreita e unilateral das regras que devem presidir ao normal relacionamento entre instituições e pessoas", adianta no comunicado.
"Só me ofende quem eu quero", reagiu Jaime Soares, ao mesmo tempo que recusou as acusações que lhe foram dirigidas, sublinhando que "as acções ficam com quem as pratica". O líder distrital do PSD considerou ainda "inadmissível que os assuntos internos do partido se discutam na praça pública, quando deveriam ser tratados dentro do partido".
Deixou bem claro que "as orientações do partido são de recandidatar todos os actuais presidentes de câmara, logo que não recaia sobre eles suspeitas de ilegalidades, nem máculas de qualquer género".
Autarcas do PSD contra estratégia de Manuela
Embora não «morra de amores» por Carlos Encarnação, o líder distrital do PSD/Coimbra, Jaime Soares, veio dizer que a eventual candidatura de Pina Prata à principal cadeira da praça de 08 de Maio só pode ocorrer assumindo ele o estatuto de independente. “Ninguém o quer mandar embora; não gostaria que ele saísse, mas, se decidir afrontar a candidatura de Carlos Encarnação, não lhe resta outro caminho”, declarou o autarca de Poiares, citado pelo Público. Era desnecessário alguém ter de lembrar a Pina Prata aquilo de que ele parece esquecer-se... De resto, a falta de lucidez de Horácio, nesta matéria, começou com a falta de comparência à recente disputa pela liderança da Comissão Concelhia de Coimbra do PSD.
O Governo percebeu que não podia olhar para a floresta sem uma abordagem integrada»,
afirmou José Miguel Medeiros na Lousã, durante uma visita ao Centro de Meios Aéreos, no aeródromo da Chã do Freixo, no âmbito da Semana Distrital da Defesa da Floresta Contra Incêndios.José Miguel Medeiros, natural de Ansião, recordou que na sua infância, neste concelho do Pinhal Norte, distrito de Leiria, “havia uma economia em torno da floresta e a floresta estava limpa”.
«Se o território estivesse ocupado como quando eu era miúdo, não havia fogos», disse.
O secretário de Estado da Protecção Civil, ex-governador civil de Leiria, salientou que a «sangria populacional» das áreas florestais do Centro, nas últimas décadas, potenciaram a deflagração e propagação dos incêndios.
«Conheço hoje mais gente de Pampilhosa da Serra em Lisboa do que a viver no seu concelho, onde vai de vez em quando de visita ou para passar férias, chegando a organizar as festas das suas aldeias», afirmou.
Há algumas décadas, na Pampilhosa e noutros municípios da região, «havia toda uma economia de subsistência que permitia acudir à floresta»
«Houve clarividência do ministro António Costa», sublinhou, lembrando que o antigo titular do MAI, actual presidente da Câmara de Lisboa, decidiu então que «não podia continuar» a anterior atitude do Estado perante os problemas da floresta.
O Governo Civil de Coimbra, em colaboração com o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS), promoveu hoje, na Lousã, a terceira e última sessão distrital de Defesa da Floresta Contra Incêndios, visando «a sensibilização para a necessidade de coordenação intermunicipal e a troca de informação entre agentes de protecção civil e entidades com responsabilidades nestas áreas»
«Aprende-se com a experiência dos outros, com o que corre bem e com o que corre mal»,
Na fase Bravo, de 15 de Maio e 30 de Junho, o dispositivo operacional de combate a incêndios no distrito de Coimbra compreende seis equipas de intervenção permanente (30 elementos).
Inclui ainda 17 equipas de combate a incêndios (85 elementos), 12 equipas logísticas de apoio ao combate (24 elementos), um grupo de reforço a incêndios florestais (32) e três comandantes às operações de socorro.
Quanto a meios aéreos, a fase Bravo no distrito dispõe de um helicóptero ligeiro e um avião «Dromadair», no Centro de Meios Aéreos da Lousã.
Mais dois «Dromadair» estão também em Cernache (Coimbra) e Coja (Arganil), além de um helicóptero na Pampilhosa da Serra. disse o governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, ao intervir na sessão, ao início da tarde, no auditório do Centro de Operações e Técnicas Florestais (COTF) da Lousã.
- 1ª. etapa, hoje, partida às 12 horas: ANADIA /TORREIRA 168,7 Kms., com chegada prevista para as 15,30 horas. Passagem Águeda, Bolfiar, Caramulo, Campo de Besteiros, Vouzela, Oliveira de Frades, Albergaria, Estarreja e Torreira.
- 2ª etapa, 6ª. feira, 12,30 horas: MURTOSA/MONTEMOR-O-VELHO 145,6 Kms. Chegada prevista para as 15,30 horas. Passagem por Murtosa, Estarreja, Mira, Tocha, Quiaios, Serra da Boa Viagem, Rotunda E. Leclerc, Gala/Lavos, Paião, Azenha, Fig. Campo, Ponte Rio Mondego e Montemor.