terça-feira, agosto 17, 2010

Especial Debate Incêndios


Nas últimas semanas Portugal tem sido devastado pelos incêndios. Milhares e milhares de hectares de floresta e mato foram arrasados em poucas horas, em poucos dias. Santuários naturais como o Parque Nacional da Peneda-Gerês perderam o verde que os caracterizava.
No combate às chamas morreram bombeiros, vidas que se perderam a tentar travar a catástrofe. Foram feitas detenções de vários indivíduos suspeitos de fogo posto e tecidas críticas à coordenação no combate às chamas.
Esta terça-feira, ficou a saber-se que desde o início do ano e até domingo passado, Portugal registou 70 mil hectares de área ardida. Os números foram avançados pela Autoridade Florestal Nacional.
A Antena 1 debateu esta manhã a questão dos incêndios, o jornalista Ricardo Alexandre questionou Duarte Caldeira da Liga dos Bombeiros Portugueses,
o autarca Jaime Soares, Joaquim Sande Silva da Liga para a Protecção da Natureza, o geógrafo Raimundo Quintal, Hermínio Botelho do Grupo de Fogos Florestais da UTAD, Helder Perdigão, Porta-Voz do Estado Maior do Exército e António José Calinas da Associação Portuguesa de Técnicos de Segurança e Protecção Civil.

sábado, agosto 14, 2010

MAS QUE LATA .....

“Não podemos ficar quietos!”

POIS Não

Como Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, continuo muito preocupado, desgostoso e revoltado, perante o impasse na construção do Metro de Superfície entre Serpins e Coimbra, já que as notícias que têm vindo a público não são nada benéficas para que os milhares de cidadãos e utentes daquela infra-estrutura se sintam confortadas, ou minimamente esclarecidos.

Ai sim? pensei que os outros Presidentes não estivessem mais preocupados ainda. Mas o que é que este autarca tem a ver com o Ramal da Lousã? Os anos que esteve à frente da Distrital do PSD nunca se preocupou. Devia ter-se preocupado sim ha uns 10 anos quando as coisas ja tinham emperrado.

Poiares e ele nunca quiseram saber do comboio para nada e por ciumeira ate eram contra a que o Metro Mondego fosse para a frente. Vejam-se entrevistas ou intervenções dessa altura para ver o que dizia sobre o ramal da Lousã e o Metro Mondego. Nunca pugnou e isso ate seria possivel trazer o Metro nem que fosse ao Encontramento de Poiares. Era simples, não era?

Não há respostas concretas, antes alusões avulsas, e não há ninguém, neste caso por parte do Governo, que venha clara e inequivocamente dizer o que se passa.

Agora é que anda preocupado? O que é que ele quer esconder ou abafar? O ser causador da grande desgraça que é a Estrada da Beira como via rapida para o escoamento das gentes dos concelhos limitrofes? Ele que foi o arauto do alargamento do traçado tal como ele está.

Tanta gente que na devida altura lhe chamou a tenção para que fosse feita uma nova estrada pela Serra do Carvalho e a sair nas Torres do Mondego. Armado em tentilhão não quis ouvir os outros presidentes de Câmara de Arganil, Lousã, Pampilhosa, Gois e mesmo Miranda. Achou-se importante e deram importancia a um semi analfabeto.

Estoirou-se dinheiro a torto e a direito.

É uma situação gravíssima, que vai prejudicar os milhares de utilizadores do Metro de Superfície, e, em simultâneo, criar ainda mais problemas ao já caótico trânsito da Estrada da Beira (EN17), com as proibições de ultrapassagem e limites reduzidos de velocidade em muitos locais onde não eram necessárias estas restrições. Ao contrário do que pensam os experts na matéria, está cada vez mais perigosa, mais atreita a acidentes, e em nada viu a sua segurança melhorada

Pois é. Devia ter previsto isto há 20 anos. Para isso é que se candidatava à Câmara de Poiares ha mais de 30 anos. Infelizmente todos iam em cantigas.

Agora ate percebe de regras de transito e percebe de engenharia de estradas e de segurança rodoviaria.

Naturalmente que para segurança dos cidadãos das aldeias atravessadas pela EN 17 e a exemplo dos paises desenvolvidos, existem passeios para os peões. e em que a velocidade maxima será dos 50Kms/h .

Tambem a segurança nas estradas obriga a que com determinados valores de raios de giração e para determinadas bitolas de larguras e perfis de estradas, deve haver traços continuos . Isto é mesmo assim ou não havia nem fundos nem subsidios.

So um perturbado não entende ou quer entender isso. Os outros presidentes e municipes de outros concelhos que foram tanto ou mais prejudicados que os de Poiares, não se têm queixado e se o fizessem era simplesmente para se queixarem das atitudes tomadas durante tantos anos e nas 3 intervenções que a EN 17 teve ( sempre comandadas por Jaime Soares). Esses sim, têm muitas razões de queixa.

Se, antes do início das obras do Metro de Superfície, já se registavam infindáveis filas de trânsito, agora estas estão substancialmente aumentadas, fruto da transferência dos utentes daquela via ferroviária para a Estrada da Beira.

Como é natural e evidente, agora pagam-se as asneiras cometidas anteriormente.

A falta de visão do nosso autarca " topo de gama" levou a esta calamitosa situação. E agora antes que alguem lhe agarre pelos fundilhos, atira-se contra todos como o D. Quixote se atirava aos moinhos de vento. Quixotesco mesmo.

Tudo isto são verdades incontestáveis, situações gravosas a que é preciso pôr termo!

E qual o termo? Arranjar dinheiro para a obra ou mandar prender quem causou estes transtornos todos com intromissões nas decisões e quem não quis seguir a razoabilidade de outras decisões?

Relativamente ao Metro de Superfície, já por diversas vezes referi outras soluções com custos muito menores e que, ao mesmo tempo, serviriam com qualidade os utentes deste transporte, resolvendo-lhes perfeitamente os problemas do dia-a-dia, nomeadamente com a melhoria das Estações e Apeadeiros, e a electrificação da linha. Os senhores responsáveis por este país não quiseram ouvir… Tudo facilidades! Ou, como diz o povo, mais olhos que barriga…

Mas qual era a ideia milagrosa que teve para o Ramal da Lousã? Não quiseram ouvir um expert na materia?E o que disseram os presidentes da Lousã, Gois, Pampilhosa , Arganil, Miranda e Coimbra ? Não tinham voz na materia ou eram todos burros? Tantos anos ocupou cargos nas estruturas de decisão e não conseguiu parir nada? O que la esteve a fazer ? A ocupar espaço, a tirar o lugar a outros? A prejudicar gente capaz?

Foi demais. Tantos anos la e tantos anos para decidirem, foi OBRA.

So quando correram com ele da Distrital do PSD é que a coisa andou. Serìa coincidência?

Optaram por projectos que podem ser muito importantes – não tenho dúvida –, mas que não sendo concretizados – nem pensar que não o sejam! -, originam (às populações) problemas gravíssimos, não só pelo atraso na conclusão da obra, como pelas dúvidas que se levantam actualmente aos utentes da Via Ferroviária.

Pois, pois. Mais bla bla e banalidades.

Naturalmente, e como tenho vindo a referir, quem acaba por suportar estes desvarios é a Estrada da Beira, via comunicante e estruturante também para os Municípios servidos pela Ferrovia, mas ainda mais importante para aqueles que, não possuindo qualquer outra infra-estrutura, utilizam a Estrada Beira. É que, de um momento para o outro, vêem-se ainda mais prejudicados por toda esta situação. Refiro-me concretamente aos concelhos de Vila Nova de Poiares, Góis, Pampilhosa da Serra e parte sul do Concelho de Arganil.

Pois é. Deviam era apertar o pescoço ao grande impulsionador destas desgraças todas e não à via comunicante e estruturante e outras coisas terminadas em ante como desviante.Parece que ninguem tem duvidas de quem foi o causador deste imbroglio todo da Estrada da Beira.

Por exemplo, no que se refere à obrigatoriedade de circular a 50km/h em grande parte do traçado, seria possível, fora das povoações aumentar o limite de velocidade para 80 km/h, o que facilitava um mais rápido escoamento do tráfego, evitando as extensas filas.

Esta é mesmo de cabo de esquadra. Pois contas bem feitas , ganharia 3 minutos para chegar mais cedo " à bicha de Ceira". E agora ja se poderiam colocar os sinais luminosos nas povoações para protecção dos seus habitantes? ou que se lixem os moradores?

Ou como alguem dizia " Fujam que vem ai o azougado de Poiares". Que contestou as autoridades que estavam no desempenho das suas funções de vigilância e fiscalização contra energumenos e outros quejandos.

Por acaso pertenço aos outros quejandos que não cumpre limites de velocidade nas estradas mas cumpre a sinalização luminosa e os limites de velocidade nas povoações. Uma questão de cultura e de berço..

Sinto que esta realidade não tem sido devidamente analisada pelos municípios hoje agrupados nas Comunidades Intermunicipais.

Pois pois, como ja ninguem lhe liga e sabe que foi o grande causador destas "maledicencias todas", atira-se agora aos colegas dos outros municipios. Ah grande solidariedade politica e maçonica deste autarca que apareceu ao colo da LUAR. Com esta proveta idade ainda chama burros aos outros autarcas. Estes é que ainda têm dignidade, não lhes querendo apontar o dedo. Que já se demarcaram dele ha muito é uma realidade e so não vê quem diz que não quer ver.

É necessário fazer mais! É possível fazer muito mais! O que tem sido feito e dito é, na minha modesta opinião, muito pouco.

Ah sim...já o deviam era ter feito ha muito.Essencialmente, Lousã, Gois,Pampilhosa e mesmo Miranda, ja deviam ter tomado uma posição séria ha muitos anos. deviam ter corrido com ele de todos os poderes de decisão. Agora, tarde piaram.

Discordo da forma demasiado apática como tem sido feito o combate político e a reivindicação de todo este processo. Têm de ser tomadas atitudes coerentes e em força, reivindicações precisas em matérias onde o politicamente correcto não resulta. Com os direitos das populações não se brinca!

Como com os direitos das populações não se brinca, já o deviam ter calado ha uma boa duzia de anos.

Se não ha uma Estrada da Beira digna com outro trajecto e traçado a ele se deve. Agora ainda queria mais remendos com tuneis nas povoações. Poderia ser bom para os habitantes dessas aldeias de atravessamento, mas nunca para os utentes da EN17 que vêm da Lousã, Poiares, Gois Pampilhosa, Arganil e mesmo Miranda.

A Estrada da Beira a partir do antigo Ramal da Lousã é uma estrada panoramica e é uma rua de ligação entre bairros, ate chegar a Coimbra.Por isso ponto final

Agora trazer para aqui politica quando as situações são de grandes decisões tecnicas , foi no que deu, quer a Estrada da Beira quer agora o Metro Mondego. Com os politicos que tivemos no Distrito de Coimbra afundou-se o Distrito e a cidade de Coimbra. Não se esqueçam disoo. Coimbra passou da tal 3ª cidade para a 17ª. Uma vergonha mesmo para quem esteve à frente do PSD e para quem o deixou la estar.

Nenhum Governo, apesar da sua legitimidade, pode atrever-se a tomar tais atitudes como as que adopta com os utentes do Metro de Superfície e com os utentes da Estrada da Beira.

Mais bla bla para sacudir a agua do capote

É por estas razões que entendo ser a altura de dizer basta e de tomar uma atitude! Por isso, atrevo-me a sugerir que, no dia 4 de Setembro de 2010, sábado, ou em qualquer outra data mais adequada, se faça uma grande marcha lenta na Estrada da Beira, entre Vila Nova de Poiares e Coimbra, para manifestar todo o nosso repúdio por estas situações referentes ao Metro de Superfície e à Estrada da Beira.

Vais sozinho vais, mais alguns capangas. O outro pessoal ja se pirou e já não ha pão para malucos. Deve ser engraçado ver meia duzia de trauliteiros a acompanhar o grande causador destas confusões todas.

E ambas não se podem dissociar uma da outra!

Os utentes do Metro de Superfície e os da Estrada da Beira devem unir-se, sempre com o sentido primeiro de alerta e repúdio, contra a realidade insustentável que vive a Linha Ferroviária entre Serpins e Coimbra.

Estes utentes deviam era aponta-lo a dedo como o grande causador de não haver uma via rapida e estruturante entre a Ponte Velha e Coimbra cujo trajecto se faria em 10 minutos, sem traços continuos nem sinais luminosos. Tambem sem as decisões do seu Partido e quando era o supremo responsavel distrital, ja o Metro Mondego estaria a funcionar ha varios anos.

Estou convencido que desta forma, com uma grande manifestação popular, na afirmação dos direitos dos cidadãos e dos Municípios, ninguém poderá deixar de estar presente, e em conjunto levar por diante esta mega manifestação contra este estado de coisas.

Assim, lanço o repto aos Municípios que entendam aderir a esta iniciativa, para que o manifestem publicamente, pois caso o não façam, estarão a dar o seu acordo à situação actual.

Olha a lata dele, agora a continuar a querer ter o protagonismo de levar os outros municipios a reboque.

Vamos ouvir o que a Lousã e Gois têm a dizer sobre isto. E tambem Coimbra e Miranda. De certeza que não será pela tomada de posição do autarca de Poiares que as coisas vão para a frente agora. Não o foram quando o devia ter feito. agora ja ninguem lhe dá credito.

Parece que os jornalistas ainda lhe acham piada e dão-lhe antena. O pior é que depois se riem nas costas.

Eu não estou! Se for sozinho no meu carro, com uma bandeira, estou a cumprir o meu dever de cidadão e Autarca! Estou sempre presente em defesa destas duas vias estruturantes e de grande importância para o desenvolvimento do Distrito e da Região.

Ai vais sozinho vais.

Estas mesmo a adivinhar .É o preço da fama.


Portugal é fogo que arde sem se prever

No nosso país, aquela máxima sobre a plena realização pessoal foi ligeiramente adaptada. Aqui, ao que parece, só tem uma vida verdadeiramente completa o cidadão que tiver um filho, escrever um livro e queimar uma árvore

É todos os anos a mesma coisa: chega o verão e começam os incêndios, os jornalistas fazem reportagens em direto à frente das chamas, os bombeiros queixam-se da falta de meios, os comentadores perguntam como é possível que ninguém se tenha lembrado de limpar as florestas e há sempre um parvo que assinala que é todos os anos a mesma coisa. Cada um tem a sua função nesta farsa - e a minha, pelos vistos, é esta.

O aspecto mais intrigante dos incêndios de verão é a aparente surpresa com que acolhemos um fenómeno que é recorrente e pontual. Não há nada mais previsível do que os fogos em agosto, e no entanto continuam a abrir telejornais. Todos os anos Portugal escorrega na mesma casca de banana, e é sempre notícia. Trata-se de uma tradição que sobressalta.

Toda a gente está preparada para a Volta a Portugal em Bicicleta, mas ninguém espera a Volta a Portugal em Carro de Bombeiros, que decorre todos os verões exatamente na mesma altura. Imagino que, nas redações, os jornalistas tenham uma minuta com o modelo da reportagem e as questões que é preciso colocar a populares, bombeiros e ao ministro da Administração Interna. No final de julho, tiram a minuta da gaveta e dirigem-se para onde houver labaredas. O espetador tem a sensação de estar a ver sempre o mesmo jornalista, o mesmo bombeiro, e o mesmo ministro da Administração Interna. Não são reportagens, é uma peça de teatro. E está em cartaz há mais tempo que Te Mostrar em Londres.
JORNALISTA: Estamos aqui em [colocar nome da localidade], onde um violento incêndio está a consumir a floresta e começa a ameaçar algumas casas. Comigo tenho o comandante [nome do bombeiro]. Sr. comandante, qual é o ponto da situação?
BOMBEIRO EMPLASTRO: Olhe, com os meios que temos estamos a fazer o melhor possível. O batalhão é pequeno e, além disso, precisávamos de mais dois camiões cisterna, 3 jipes para controlar,um BMW para meu comando e dava-nos jeito um helicóptero assim topo de gama, como eu.
JORNALISTA: Aproveito então para falar com o ministro da tutela, que também tenho junto a mim. Sr. ministro, o que é que está a ser feito para prevenir este desastre?
MINISTRO: Disse desastre? Costuma ser flagelo.
JORNALISTA: Tem razão. Desastre é para as cheias. Peço desculpa. O que é que está a ser feito para prevenir este flagelo?
MINISTRO: Estamos a trabalhar no sentido de criar condições que permitam promover um esforço muito sério com vista a desenvolver mecanismos que conduzam ao reforço das infraestruturas. E recordo que a área ardida este ano é menor que a do ano passado.
JORNALISTA: Obrigado, sr. ministro. Adeus e até para o ano no mesmo sítio e à mesma hora.
E depois cai o pano. Os atores recolhem aos bastidores e a plateia boceja. O incêndio continua a queimar tudo, incluindo o papel onde os responsáveis apontaram que, para o ano, é mesmo necessário limpar as matas. Os únicos metros quadrados que não ardem são aqueles em que as estações de televisão montam o tripé para o jornalista entrevistar os bombeiros e o ministro. O resto costuma desaparecer, até porque Portugal parece ser um país que tem mais pirómanos por metro quadrado do que árvores. A vida também está difícil para eles. A quantidade de pirómanos residentes em território nacional sugere que, no nosso país, aquela máxima sobre a plena realização pessoal foi ligeiramente adaptada. Aqui, ao que parece, só tem uma vida verdadeiramente completa o cidadão que tiver um filho, escrever um livro e queimar uma árvore.

Adaptado da Visão-RAP

Aero Clube de Coimbra muda de presidente


Aero Clube muda de presidente e deixa cair festival Air Show


O Cor. José Oliveira foi destituído e substituído por Pinheiro de Castro. “Avultados prejuízos” e falta de apoios obrigam a interrupção do festival que atraía milhares de pessoas ao Aeródromo Bissaya Barreto
A vida do Aero Clube de Coimbra (ACC) deu, em poucos meses, uma grande volta. Desde Junho que Pinheiro de Castro é o novo presidente da Direcção, depois de ter ficado decidido em Assembleia-Geral a destituição de José Oliveira que era, já há algum tempo, quem dava a cara pelo clube e pelas iniciativas que se iam realizando no Aeródromo Bissaya Barreto, onde está sedeado.
Garante ao Diário de Coimbra a restante Direcção – apenas foi alterado o nome do presidente – que não foi uma saída «tumultuosa». «Digamos que houve alguns desentendimentos, que havia alguma dificuldade de diálogo», explicou, com algumas cautelas e sem querer entrar em polémicas, o novo presidente da Direcção, garantindo que a preocupação é, agora, tentar «com mais calma e diplomacia» levar por diante «os projectos e as intenções do Aero Clube».

sexta-feira, agosto 13, 2010

Festa de Nossa Senhora das Necessidades

Festa de Nossa Senhora das Necessidades
10 de Agosto de 2010

Todos os anos são milhares os que vêm a Vila Nova de Poiares por ocasião da Festa em Honra de Nossa Senhora das Necessidades. Este ano não foi diferente, e o sucesso repetiu-se, trazendo milhares de visitantes até Poiares para participarem na edição de 2010 das festas da padroeira do concelho.

Tem sido e continua a ser uma verdadeira multidão a que, ano após ano, invade o concelho, trazendo consigo um importante alento à economia poiarense. É que, naturalmente, a afluência dos milhares de visitantes faz sentir-se em todas as áreas, com particular destaque no artesanato e na gastronomia, fazendo disparar o consumo de chanfana que, acompanhada de outras iguarias e do célebre doce regional, o Poiarito, constituem as grandes atracções da gastronomia poiarense.

Ao longo dos três dias da festa que terminou ontem, as ruas de Poiares encheram-se não só de visitantes, mas também dos seus ‘filhos’ que todos os anos regressam à sua terra natal para celebrar e participar nas Festas da padroeira do concelho.

O forte cariz religioso dos festejos teve o seu ponto alto no Domingo, com a procissão da Padroeira, onde as instituições do concelho percorreram a pé as principais artérias da vila, acompanhados pelos muitos fiéis que, como sempre, fazem questão de participar activamente nos festejos religiosos.

Mas as festividades não são exclusivamente religiosas e a vertente profana, a cargo do Município de Vila Nova de Poiares, assume também muita importância, trazendo a Poiares os artistas que compõem o cartaz de espectáculos da Festa.

Assim, no sábado a animação da noite esteve a cargo de Dário, no Domingo foi a vez de Ana Rita subir ao Palco e ontem coube a José Malhoa encerrar as festas. E fê-lo com ‘chave de ouro’, proporcionando um grande espectáculo aos milhares de pessoas que encheram por completo o recinto, coroando de sucesso mais uma edição da Festa de Nossa Senhora das Necessidades.

NI Municipio de V. N. de Poiares

Sacado do Aqui Poiares

terça-feira, agosto 10, 2010

FOGOS FLORESTAIS - Um acidente

A viatura em que seguia com mais quatro outros “soldados da paz” capotou quando se deslocava de uma frente de fogo para outra Um bombeiro da corporação de Alcobaça morreu ontem à tarde e outro ficou gravemente ferido na localidade de Candal, durante o combate ao incêndio de São Pedro do Sul.

«A viatura, onde seguiam cinco homens da corporação, integrava uma coluna de bombeiros do distrito de Leiria que desde sábado dá apoio ao combate ao incêndio. Estes cinco bombeiros estavam desde as 20h00 de ontem [domingo] em São Pedro do Sul».

O presidente da autarquia, Paulo Inácio, disse que os bombeiros e o concelho estão de luto pela morte do «soldado da paz» que «era uma referência» da corporação.

domingo, agosto 01, 2010

Fogo cortou circulação no IP3 durante três horas

Chamas começaram junto à Livraria do Mondego, pouco antes das 16h00, e rapidamente galgaram a serra. Às 22h30, 208 “combatentes” estavam distribuídos pelas três frentes de fogo

Incêndio deflagrou às 15h45 e rapidamente se agigantou, tomando conta de toda a encosta e transformando a Serra da Atalhada num imenso inferno de chamas. Algumas povoações chegaram a estar sob ameaça, mas a concentração de esforços dos bombeiros conseguiu evitar que o pior acontecesse.
Ontem à noite, cerca das 22h00, António Simões, comandante dos Bombeiros de Penacova, assumia, com frontalidade, não haver prognóstico relativamente ao controle das chamas, que prosseguiram em duas frentes distintas, uma na zona de Miro, outra na zona de Laborins, Parede e Beco, depois de ter atravessado o rio Alva.
O incêndio começou junto à Livraria do Mondego, “paredes meias” com o IP3, obrigando ao corte quase imediato da via. Com efeito, o Destacamento de Trânsito da GNR de Coimbra interditou este itinerário à circulação a partir das 16h00 e só às 19h20 o tráfego foi restabelecido. Ao longo de três horas, o trânsito foi desviado, na zona da Espinheira, no sentido Coimbra – Viseu, enquanto quem vinha de Viseu em direcção a Coimbra se viu “obrigado” a dirigir-se para Mortágua.
Medidas de prevenção ditadas pela violência das chamas. «É uma encosta muito íngreme, com uma inclinação muito razoável», sublinha António Simões, que refere a “ajuda” do vento, bastante forte que se fazia sentir, e transformou a encosta num mar de chamas. António Simões considera que a situação que ontem se viveu na Serra da Atalhada «é semelhante à de 2003».
O fogo galgou a serra, prosseguindo em direcção às povoações de Ramiro, Vale Maior, atravessou o rio Alva e seguiu, com uma frente, em direcção às localidades de Beco, Parede e Laborins. A outra “desenvolveu-se para a zona de Miro. Ao final da tarde, de acordo com o comandante António Simões, as chamas chegaram a estar demasiado perto de algumas povoações, como Vale Maior e Outeiro, «localidades encravadas na serra», onde arderam mesmo «algumas casas velhas». Todavia, a barreira de defesa criada pelos bombeiros impediu que as chamas se propagassem em direcção às povoações.

segunda-feira, julho 12, 2010

Serra do Carvalho lembra heróis da FAP

A Associação de Especialistas da Força Aérea com a colaboração da Câmara de Poiares homenagearam os oito militares que morreram há 55 anos na Serra do Carvalho.
A emoção dominou todos os que, de alguma forma, viveram um dos mais tristes episódios da história já longa e heróica da Força Aérea Portuguesa (FAP). Ontem muitos se juntaram para recordar os oito militares que, há 55 anos, morreram quando os aviões que pilotavam embateram na Serra do Carvalho, em Vila Nova de Poiares.
Foi a 1 de Julho de 1955. Comemorava-se o Dia da Aviação, quando oito dos 12 aviões que compunham a formação comandada pelo capitão Rangel Lima, chocaram em plena serra.
Nesse dia, que até era de sol e boa visibilidade, havia apenas algumas nuvens baixas. Os 12 aviões vinham do lado da Lousã, em direcção a Coimbra, mas só os primeiros quatro passaram a serra. Os outros embateram na serra, diz o calino (a um velocidade de quatro mil quilómetros por hora.)????
No acidente perderam a vida o tenente António Albino Rocha Mós, os alferes Henrique Ferreira Pinto Howwell, Alfredo Fernandes Ventura Pinto, José Nobre Guerreiro Bispo, o Sargento Fernando da Silva Santos, e os furriéis Diniz Lopes Alves Martins, António Carvalho e Danilo Martins da Fonseca.

Glória e honra

“Sentimo-nos felizes por sabermos afirmar, todos os anos, o profundo respeito que temos por estes homens”, disse, no final da cerimónia, o presidente da Câmara . O concelho, aliás, nunca os esqueceu: há cinco anos, numa rotunda da vila, foi inaugurado o monumento “Voo dos Anjos”, constituído por oito colunas encimadas por asas representando cada um dos aviadores que pereceram no trágico acidente.
“Glória e honra à Força Aérea Portuguesa. Nesta comemoração, curvamo-nos religiosamente perante este monumento talhado em cruz, prestando homenagem àqueles que aqui perderam a vida”, acrescentou Jaime Soares.
Com a representação da Força Aérea Portuguesa , a cerimónia contou desta vez com a presença do vice-chefe do Estado-Maior, o tenente-general Luís Palma de Figueiredo na impossibilidade do chefe de estado Mair Luis Araujo.
“A cerimónia na Serra do Carvalho é, sobretudo, uma homenagem a quem morre a voar”, frisou. E é, também, uma forma de perpetuar a memória dos militares “que se entregaram totalmente com o sacrifício da própria vida”, referiu.
A tragédia foi recordada mais uma vez, agora como lição a tirar para o presente e para o futuro, mas também com apelos à colaboração, ao sacrifício e ao trabalho.
Na cerimónia – que incluiu a deposição de coroas de flores no cruzeiro erigido em memória dos militares e uma passagem de aeronaves da FAP –, estiveram também as autoridades concelhias, representantes da Associação de Especialistas, familiares dos pilotos vitimados e, como sempre, muitos populares que fizeram questão de se associarem à homenagem.

sexta-feira, julho 02, 2010

A reacção de um Poiarense......

Corre no Facebook um utilizador que é o "Vila Nova de Poiares & Arredores" que diz ...
É com profundo pesar que sendo eu um poiarense que vive longe da sua terra, continuo a denotar uma falta de interesse para com os novos meios de divulgação do nosso concelho, no caso concreto, na internet.
A página da Câmara Municipal é dissso um exemplo.
Continua parada no tempo e só recebe actualizações quando existem novidades no campo da chanfana ou do autarca....
Hoje em dia a internet assume-se como o principal meio de divougação turistica de um concelho e vendo os nossos concelhos vizinhos, Poiares e nomeadamente a edilidade responsável pelo seu desenvolvimento, muito tem que fazer.
Há anos que a página da Câmara Municipal não leva um refresh em termos de visual e/ou de notícias, mantendo-se inalterada sem qualquer tipo de informação útil para sua divulgação.
O email da própria edilidade não funciona, não é visivel qualquer outro tipo de contacto na home page, vários links estão off-line, etc...
Não acredito que seja uma questão de falta de verba, porque quase tenho a certeza que se fosse preciso e solicitado, rapidamente apareceria algum jovem poiarense com capacidade para fazer um upgrade na página e a custo "zero".
Eu próprio tive uma enorme dificuldade em arranjar informação concreta e precisa sobre as origens do nosso concelho, quando criei a página no Facebook, considerado hoje em dia o maior meio de divulgação on-line.
Fica aqui a sugestão para o autarca dessa Câmara para que olhe para as novas tecnologias e o que elas tem para oferecer a um concelho, que segundo ele próprio diz, encontra-se um pouco esquecido do poder local....
Há que lutar contra isso, Sr. Presidente...
Cumprimentos
 
Depois diz ainda ........

É claro que até à data de hoje, nem o email voltou para trás com a indicação de erro na entrega, nem me foi enviado aviso de recepção, nem aviso de leitura, NEM TÃO POUCO RESPOSTA!! Mas não esperava qualquer outra coisa da nossa edilidade e edil... Os meus parabéns por tão dignificante reacção...

quinta-feira, junho 17, 2010

Morto na garagem tinha familiares em Poiares

Morto na garagem na Rua Padre Estevão Cabral em CoimbraNinguém sabe explicar como ali foi parar, nem há quanto tempo o corpo permanecia naquele lugar. Porém, ontem alguém participou à PSP, pelas 09H40, que um homem estava deitado dentro de uma garagem, no parque de estacionamento subterrâneo da Segurança Social e Hotel D. Inês. As autoridades policiais deslocaram-se ao local, juntamente com o INEM que confirmou o óbito.
António de Almeida tinha 72 anos. Estava deitado numa garagem, propriedade da empresa Mota, Ferreira & Companhia Lda, sobre caixas de papelão. Junto dele foram encontrados os seus pertences. Segundo o DIÁRIO AS BEIRAS apurou, António de Almeida sofria de diabetes. Residente em França, tinha familiares em Vila Nova de Poiares, não tendo sido possível apurar como ali foi parar. Fonte policial assegurou que as circunstâncias da morte estão por apurar, descartando a possibilidade de tratar-se de um crime. “Pode ter-se sentido mal e morreu”, afirmou.
O corpo foi transportado para o Instituto Nacional de Medicina Legal, para se proceder à autopsia.

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terça-feira, junho 15, 2010

Em ARGANIL - Feira das Freguesias

feirafreguesias2010.jpg

Decorreu em Arganil a V edição da Feira das Freguesias – Mostra Gastronómica

de Arganil. Foram três dias de muita animação, alegria e convívio no coração da vila,

mais concretamente nas imediações da Praça Simões Dias (em frente à Câmara Municipal)

e Fonte de Amandos. As 18 freguesias marcaram presença neste certame mostrando o que

de melhor têm em termos gastronómicos culminando estas participações hoje com um

concurso gastronómico, em que é eleito o melhor prato e a melhor sobremesa.

Para além da presença dos dezoito presidentes de Junta do concelho estiveram

também sete presidentes de Câmara de concelhos vizinhos, a saber, Góis, Tábua,

Oliveira do Hospital, Penacova, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

Em declarações ao DIÁRIO DE COIMBRA, Ricardo Pereira Alves, presidente do Município

disse que "estes momentos são importantes para os nossos munícipes descontraírem,

porque durante estes dias de festa de alguma forma, libertam-se do peso da

crise e entendemos que mesmo em tempo de crise a Feira das Freguesias já assumiu

uma dimensão tal, que é um evento com que as pessoas se identificam e que valia a

pena continuar.".,

quarta-feira, junho 09, 2010

Mas Afinal onde fica ?

Recebemos este flyer de publicidade ao Museu da Chanfana.
Pelos vistos e pelo nº de telefone este Museu não fica no Concelho de Poiares.
Foi pena.
daqui a uns dias ainda aparece o Museu do Poiarito la para os lados da Lousã com o nome de Lousanita. Não nos admiramos nada

terça-feira, junho 08, 2010


Ontem foi um dia histórico. Estamos todos de parabéns. Portugal passou a ser um país "avançado"

segunda-feira, junho 07, 2010

Condecorações no 10 de Junho - Jaime Soares leva uma Medalha

Jaime Soares ao fim de tantos anos vai levar uma Medalha de Merito.
Cavaco Silva resolveu atribuir a Medalha de Merito uma das mais simples medalhas das comemorações a Jaime Soares.
Pensamos que merecia muito mais pois é uma pessoa que esta sempre disponivel para ser tudo.Talvez fosse por dizer sempre mal dos outros. Ha quem não se esqueça como Cavaco Silva foi tratado pelo edil de Poiares quer como Secretario de Estado, como 1º Ministro e por fim como Presidente da Republica.

Realmente é triste que ao fim de tantos anos receba uma simples medalha de bom comportamento. Se não tivessem lembrado Cavaco Silva, nunca mais recebia nada. Ate parece aquela ordenação dos Confrades da Chanfana em que daqui a uns tempos já não havera mais gente em Poiares para receber a fardamenta dos entronizados.

O Presidente da República vai condecorar no Dia de Portugal personalidades e instituições, entre as quais os ex-ministros Isabel Pires de Lima e Nunes Correia, o alpinista João Garcia e o banqueiro João Salgueiro.

A Presidência da República divulgou hoje a lista das condecorações a serem atribuídas no Dia de Portugal, Camões e das Comunidades Portuguesas, que este ano se comemora em Faro.

Ha realmente Condecorações importantes a atribuir

A Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

Ordem do Mérito Agrícola, Comercial e Industrial

Comendador da Ordem da Instrução Pública

Comendador da Ordem do Mérito Agrícola,

A Grã Cruz da Ordem de Avis

A Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.

Grande oficial da Ordem do Infante D. Henrique

Grande oficial da Ordem de Sant'Iago da Espada

Títulos de comendador da Ordem do Mérito