terça-feira, janeiro 24, 2006

PERIGO AMARELO


 
O Perigo Amarelo chegou e com a cumplicidade do Governo Português e da falta de planeamento das Câmaras, prepara-se para destruir o pouco que resta do comércio tradicional e afundar a já precária economia nacional.

Não fosse a habitual falta de conhecimentos da população e o que esperaria seria um total boicote a estas lojas por parte da população, mas como gostamos de embarcar de olhos fechados em tudo o que seja novidade, aí estamos nós a contribuir para o afundamento do país. Aqui ficam alguns dados sobre as lojas chinesas e a pergunta:

O que andam as associações de comerciantes a fazer?

- Sabia que os preços baixos praticados nas lojas chinesas são conseguidos à custa de trabalho em regime de escravatura, trabalho infantil e total desprezo pelos direitos humanos?

- Sabia que o nosso querido Governo concede a essas lojas uma isenção do pagamento de impostos por um período de vários anos?

- Sabia que o Governo Chinês subsidia as altas rendas que os chineses pagam pelas lojas com a condição de todo o stock vir directamente da China?

- Sabia que as rendas exorbitantes que os chineses pagam por essas lojas (há rendas de mais de 3.500? mensais) irão inflacionar o mercado de arrendamento comercial e amanhã estarão os senhorios a pedir o mesmo preço a qualquer comerciante português?

- Sabia que existem máfias chinesas a lavar dinheiro da venda de droga e armamento através de algumas dessas lojas?

- Sabia que por falta de planeamento urbanístico, há ruas em Portimão onde deixaram abrir 5 e 6 lojas chinesas que arruinaram todo o comércio à sua volta?

- Sabia que o levantamento das restrições à entrada de têxteis chineses em Portugal já obrigou ao encerramento de dezenas de fábricas de têxteis no norte do país, com o consequente despedimento de milhares de trabalhadores?

- Sabia que os poucos cêntimos que poupa ao comprar em lojas chinesas, contribuem para a falência de muitas lojas portuguesas e para lançar no desemprego milhares de trabalhadores?

- Sabia que esses novos desempregados vão sobreviver à custa do Fundo de Desemprego que é mantido com os impostos que todos nós pagamos?



Por tudo isto, pense duas vezes antes de entrar numa loja chinesa. Pode estar a arruinar o seu futuro e o dos seus filhos. Se acha que os cêntimos que poupou na loja do chinês são mais importantes que o futuro do comércio local, que o futuro da economia do país e que o futuro de todos nós, então continue a comprar aos chineses.

Eles e o Governo Chinês agradecem!

9 comentários:

Judite Costa disse...

Ate em Poiares já temos dessa praga. Os Chinocas que conhecemos são simpaticos, mas não são os donos do negocio. O pior é a mafia que os comanda, esses sim, são perigosissimos.
No dia em que se sentirem afrontados, vai aparecer gente com o ceu da boca gelado.
Estão a dar cabo dos negocios tradicionais e a sacar a massa onde podem.
Ate parece o Ecomarche quando veio para Poiares. Era para ajudar e dinamizar o comercio tradicional e ajudar nos produtos da agricultura poiarense.
Perguntem-lhes quantos sacos de batata receberam, ou do milho para as galinhas.
Perguntem-lhes no Ecomarche se la têm Agua de Penacova, ou mel da Lousã.Vão ver a resposta.E se lhes perguntarem porque é que não têm, não se admirem da resposta do patrão.
Por isso não são so os chineses a sacarem.

Anônimo disse...

Este Post é lamentável! Devia antes chamar-se Perigo Poiares pelo facto de camuflar uma requintada xenofobia num pretenso patriotismo! Como consumidor louvo a abertura destas lojas, que só alguns mal formados comerciantes, enriquecidos pelas brutais margens de venda que durante anos aplicaram a produtos daquelas paragens, contestam. A opção pelo produto nacional é do consumidor, não nos queiram privar da liberdade de escolha sob infundamentados argumentos, certamente retirados de uma qualquer associação comercial encabeçada por um desses monopolistas!

Amiga da Juliana disse...

Este anonymous é lamentavel tambem.
Deve andar feito com alguma seita.
essa da xenofia é giraça. Quem é a prima da xena?Eu ca gosto mais do xeno.
Este anonymus está com conversa de preto.Quer consumir sem pagar.
são tipos destes que apregoam agora a liberdade para comprar?. Logo se vê que o anonymus nunca trabalhou na vida e anda á espera dos ciganos e dos chineses para lhe vender umas "frôs".
Vai uma " frÔ"?

Anônimo disse...

"Amiga da Juliana":

O seu texto expressa bem a sua qualidade civica e humana.

"Logo se vê que o anonymus nunca trabalhou na vida..."

Por trabalhar é que dou o devido valor a quem faz o mesmo fora do seu País.

Vitor Manuel disse...

Cuidado.
O responsável pelo PNR Porto está neste momento com um processo ás costas e disse num comunicado muito menos do que está dito aqui.

PELO COMÉRCIO TRADICIONAL, CONTRA A INVASÃO DO COMÉRCIO CHINÊS E A PROLIFERAÇÃO DE GRANDES SUPERFÍCIES

17/04/2005

A importância do comércio tradicional

Para o PNR, a cidade é um espaço urbano onde deve coexistir a tradição e a modernidade; um espaço de convivência humana, sã e harmoniosa; um espaço onde confluem funções sociais, económicas e culturais. O comércio tradicional desempenha uma importante função dentro do espaço urbano pois, além de o humanizar, potencia a dinamização social, económica e cultural. O comércio tradicional é, pois, um elemento fundamental para o equilíbrio do espaço urbano, e, como tal, deve ser preservado.

As causas da crise que afecta o comércio tradicional

As causas que trouxeram a crise a este sector têm essencialmente a ver com a proliferação desregrada de grandes superfícies comerciais, fruto de lóbis financeiros poderosíssimos em coligação com os partidos do sistema (mais interessados no lucro e na expropriação do que no bem-estar dos cidadãos, dos pequenos comerciantes, e da sustentabilidade das nossas cidades).

Há ainda um outro problema nada despiciendo. Ao contrário dos restantes partidos políticos (que preferem fechar os olhos aos problemas reais), o PNR conhece bem as dificuldades que a invasão chinesa tem vindo a acrescentar aos já mais do que muitos problemas com que os comerciantes portugueses se defrontam diariamente: as lojas chinesas oferecem uma concorrência feroz e desleal! Recordamos que a China produz com recurso à exploração miserável dos seus trabalhadores, sujeitando-os a 14 e mais horas diárias de trabalho, em condições sub-humanas e com salários extremamente baixos; os estabelecimentos chineses vendem produtos de fraca qualidade e não oferecem quaisquer garantias aos consumidores. Por isso, conseguem vender a preços tão reduzidos. E, claro está, em tempo de crise os portugueses não têm muitas alternativas, sendo levados a optar pela baixa qualidade, a baixos preços.

Infelizmente, também os nossos industriais se têm visto aflitos para manter as fábricas em funcionamento, visto que não podem competir com a invasão chinesa. Entretanto, sucedem-se as falências e o desemprego?

Que fazem, então, os nossos (des)governantes? Rigorosamente nada! Pelo contrário, o PNR não tolera esta concorrência desleal que está a destruir o tecido económico português, pelo que exige que se tomem medidas correctivas de mercado que eliminem os privilégios escandalosos que os chineses encontram no nosso país.

Objectivos e propostas

O PNR, como Partido Nacionalista que é, e preocupado que está com todos os aspectos da vida da Nação, considera que lutar pela preservação do comércio tradicional é algo que se impõe! Impele-nos o receio de ver o comércio tradicional definitivamente esmagado pelas grandes superfícies comerciais e pela especulação imobiliária inerente (controlada por predadores de riqueza poderosos e sem escrúpulos); de ver o centro das nossas cidades transformados em desertos, onde só habitam o crime e a marginalidade; de herdar cidades profusamente edificadas por vetustos e devolutos, mas destituídas do seu importante carácter humano, social e cultural.

No concreto, o PNR propõe:
- fiscalização dos estabelecimentos estrangeiros e encerramento daqueles em que se prove haver irregularidades;
- taxas aduaneiras aos produtos provenientes da Ásia;
- baixa do IRC;
- melhoria das condições do centro da cidade, tornando-o mais acessível e apelativo (mais limpo, mais verde e com mais animação cultural);
- erradicação da criminalidade que tem alastrado no centro da cidade;
- fim à proliferação das grandes superfícies comerciais e sujeição às já existentes a um agravamento de impostos;
- controlo eficaz da especulação imobiliária;
- repovoamento do centro histórico da cidade.

Anônimo disse...

Tanto estrume colocaram no terreno da xenofobia que logo apareceu o agricultor de extrema direita pronto para o semear. Ele está no seu meio!

Vitor Manuel disse...

Não sou de esquerda nem de direita sou de Portugal.

amiga do Ze disse...

Mas afinal o que se passa aqui?
Ali o anonymus deve andar feito com alguma chinokita.
Como deve receber subsidio de desemprego, contenta-se com as chinokisses.
Vá trabalhar malandro. Se soubesses o que custa trabalhar de sol a solnão dizias tanta asneira.
Trabalhar de sol a sol mas não é na Tocha nem em Quiaios.

Anônimo disse...

O comentário racista do(a) "amigo da juliana" é no minimo desprezivel mas revela infelizmente a mentalidade do poiaresnse de gema.Qual raça poiarense, qual carapuça.São gente de mentalidade medíocre, atrofiada e parola. E de muito má língua. Qualquer "coisa" que apareça nem que seja de um dos concelhos vizinhos é recebido com 2 pedras na mão.Por isso é que em terra de cego quem tem olho é rei.Cambada de tonhós.E depois ainda vem falar dos chineses e dos pretos para disfarçar o seu complexo de inferioridade.

Assinado: um anónima nascida( mas não criada) em Poiares e que até tem desgosto de ter nascido numa terra com gente tão curta de vista.