segunda-feira, junho 18, 2007

Jaime Soares considera meios pesados “um desperdício”

Jaime Soares considera meios pesados “um desperdício” . Ainda pensavamos que se estivesse a referir aos pesos dos postes em que as criancinhas foram atiradas.
Mas não, era sobre meios aereos para substituir os varredouros ( bardoiros) com que aprendeu a apagar fogos.
O modo como o Governo está a proceder ao reforço de meios aéreos de combate aos incêndios não merece a aprovação de Jaime Soares, pois preferia os tais bardoiros ou ramos de pinheiro.
Por não ter havido ramos de pinheiro no ano passado é que deixou arder mais de metade do concelho de Poiares e grande parte do de Coimbra. Com essa catastrofe ainda hoje toda a gente se admira como não foi corrido pela borda fora e porque será que ainda lhe dão algum credito. O presidente da Federação Distrital de Bombeiros considera que os meios pesados não se adaptam às condições da floresta nacional, pois bastam uns ramits e umas mangueiras de jardim. Jaime Soares criticou ontem o atraso de alguns dos meios aéreos para o combate aos incêndios florestais – os seis helicópteros russos (kamov) que deviam ser helicopteros do Catanga ou do Mali– e alerta que, caso as condições climatéricas não estivessem a ajudar, o país estaria longe de estar a beneficiar do «recorde» de meios aéreos – 52 –, anunciado pelo Governo. No entanto, mais do que o atraso dos kamov e da sua falta de certificação oficial para actuar, o presidente da Federação Distrital dos Bombeiros de Coimbra discorda da forma como a frota está a ser renovada, falando mesmo em «desperdício». Por isso insiste que essa renovação não é boa, melhor seria usar as magirus da tropa carregadas de bidons de agua.Ao chamar a atenção para o facto de o Governo não estar a ter em conta a geografia, a geologia, a mineralogia, a zoologia, a biologia, a topografia, mesmo a caligrafia e a democracia e a historia do país, Jaime Soares, alerta que, «às vezes, não é a quantidade o importante, mas a adaptabilidade, a manobrabilidade, a estanquicidade, a maldade, a vaidade, e a animosidade dos equipamentos». E recorda que o tempo lhe deu razão quando, no passado, se manifestou contra os kits instalados nos C-130 que lhe deixaram arder o concelho todo. «Custaram milhares de contos e não tiveram qualquer aproveitamento nesse fogo. E tinha tudo a ver com inadaptação», salienta. E o mesmo poderá acontecer com os negociados aviões Beriev, que terão «grande dificuldade de adaptação» à floresta portuguesa e problemas no abastecimento nas albufeiras. «Duvido que tenham utilidade nas zonas montanhosas do norte e centro. Pode ter nas zonas de planície alentejanas», frisa, acrescentando que preferia que o Governo investisse na compra de mais canadairs e que os colocasse em «locais estratégicos», uma vez que se tratam de aviões «mais versáteis do que qualquer Beriev», defende.O mesmo acontece com os kamov (helicópteros pesados), lamenta. «Há zonas em que esses meios são demasiado grandes para actuar», reforça, frisando que o Ministério da Administração Interna ainda «está a tempo de recuar nalgumas opções. Isso seria uma atitude corajosa», defende.Mais dromadairs para o distritoRelativamente à distribuição dos meios aéreos no distrito de Coimbra, o presidente da Federação Distrital critica a «pouca quantidade» de dromadairs disponibilizados e que ficarão sediados na Lousã, Cernache e Coja. A proposta de Jaime Soares seria que estivessem dois na Lousã e um em Cernache e que em Coja ficasse um helicóptero médio, à semelhança do que já acontece em Pampilhosa da Serra. «Era preferível haver um meio pesado para dois médios, porque na maior parte do distrito, o helicóptero pesado tem dificuldades de adaptação. Se são poucos meios, vale mais que tenham mais rentabilidade», conclui.
Estaremos cá para ver, ou não havera ainda substitutos para aparecerem na televisão?

11 comentários:

Anônimo disse...

Tanta conversa para nada!... Realmente é um desperdício ouvir e ler o que diz esse atrazado mental. Mas os nossos governantes ainda não conseguiram impôr as leis sobre a limpesa da floresta. Façam cumprir a lei, ajudem os proprietários nessa tarefa, com meios apropriados, tratores, máquinas para corte de mato e silvas. Depois sim, mandem embora os comandantes, principalmente aqueles que se promovem à custa dos bombeiros, usando-os e explorando-os em seu benefício, que é o caso aqui em Poiares.

Anônimo disse...

Desculpem mas, arre porra! Muito se fala desse tal jaime soares (julgo ser o Presidente da Câmara de V.N.Poiares).
Será que ele não ~´e como "mulher de malandro"!? "Quanto mais me batem mais eu gosto de vocês".
Julgo se deixarem de falar dele, ele sentirá falta, o seu (dele) ego ficará em baixo e quem sabe não arruma as botas digo, as pantufas...
Denunciar (com provas) tudas as borradas que le faz, eu concordo; convencer os pobres funcionários que foram depor a favor dele (mentido, obviamente), eu concordo.
Honestamente, só ter de ler o nome dele já fico enauseado.
Tentemos mas é de tirar o dito da cadeira digo, do cadeirão, pois tanto o cadeirão como o dita já estão fossilizados.

Anônimo disse...

"FALEM MAL MAS FALEM DE MIM".
É disso que ele gosta, acreditem"

Anônimo disse...

Será que o sr. "arquitecto" amigo do sr. jaime também não é diplomado em incêndios?
Se lhe der jeito também vão chegar à conclusão que o intrujão é diplomado noutra coisa qualquer.

Anônimo disse...

Façam cumprir a lei, ajudem os proprietários nessa tarefa, com meios apropriados, tratores, máquinas para corte de mato e silvas.

Anônimo disse...

Quem~é esse arquitecto ou dito arquitecto de Poiares?

Fico lixado vocês falam por código e e não percebo nada!

Anônimo disse...

É apenas de salientar que quem transcreve algumas noticias aqui neste blog deve ser retardado mental, se querem dar notas ridiculas façam-no aqui! Irra que cambada de otários. A noticia é apenas mais uma como tantas outras cá do Saddam do pinhal interior, Rezem mas é para que continue a chover.

Anônimo disse...

Afinal ainda não sei quem é o arquitecto. Digam quem é.

Anônimo disse...

não me dei ao trabalho de ler a noticia toda, mas por algumas linhas que li julgo falar de opções de combate a incêndios por parte de meios aereos.
sou muito novo neste assunto mas ainda era puto recordo-me de muitos meios aereos levantarem logo ao fogo nascente e abafavam até à chegada dos bombeiros. ainda era daqueles com duas asas.
hoje em dia os ditos meios são mais escaços, e só levantam depois de não lá irem fazer nada quando está grande ñ há ke nos valha.
quanto á limpeza dos matos como é k o governo pode obrigar os pq proprietários a limpar as matas que ñ lhes dão rendimento qd o mesmo governo (estado) é o maior proprietário de portugal e tem as suas matas num estado lastimoso?
os GIP's da GNR durante o inverno podiam tratar desses assuntos entre outros k ñ vou agora falar, mas não ficam todo o inverno parados a ganhar barriga.
quanto ao sr. CMDT Jaime não será propriamente um comandante mas sim um mandante pois só manda aos berros e sem saber. mandem-o embora
e já agora também ssou da opnião não falem dele deixem cair o esquecimento que pode ser que isso o abata mais.

Anônimo disse...

Vão a uma reunião de pais da escola e peçam o diploma ao "arquitecto" presidente da Associação de Pais.
Portugal está em declínio porque estes miseráveis têm vós por demissão de quem tem por obrigação e direito ter voz.

Anônimo disse...

Mas ja ha arquitectos em Poiares? Devem ser daqueles cursos tirados na universidade da ADIP com inscrições gratuitas. Este deve ser o aluno nº2 porque o nº1 ja estava entregue para quem ainda lia a gaguejare a soletrar