terça-feira, março 11, 2008

O Rolha - Jaime Soares outra vez

O “tri-presidente” da Concelhia PSD da Figueira da Foz , como já chamam a Lídio Lopes, jantou com militantes do partido. Duarte Silva e Jaime Soares estiveram no jantar.
Num jantar com militantes, Lídio Lopes agradeceu “com toda a força que a voz possa dar” o apoio que lhe foi prestado durante os últimos seis meses. Recorde-se que o vereador foi a votos com Pereira Coelho, amigo de Jaime Soares nos dias 28 de Setembro e 9 de Outubro de 2007, tendo ganho as eleições que, posteriormente, foram impugnadas pelo adversário e com a complacência de Jaime Soares. No dia 1 de Março avançou com a recandidatura contra João Pedrosa Russo, líder do grupo “laranja” na assembleia municipal, vencendo com uma margem de 130 votos.
No jantar, realizado sexta-feira à noite, Lídio Lopes repetiu o discurso da vitória e frisou que “é um novo tempo” e, como tal, deve ser encarado com “espírito social-democrata, aceitando as regras do jogo”. E reforçou: “quem estiver por bem e vier por bem tem a porta aberta”. Por outro lado, ao contrário do que disse no dia 1 de Março em relação ao PSD ter actualmente um presidente que nunca foi socialista – indirecta para José Elísio e Pedrosa Russo –, Lídio Lopes enalteceu o facto de outros se quererem juntar ao partido “laranja”, sejam eles comunistas ou socialistas.
O líder da Concelhia PSD esclareceu: “quem não vier defender a Figueira da Foz não entra no meu partido!”. E comentou que a partir de agora o “único adversário é o PS” alem do presidente da distrital, dizemos nós .
E vai daí ,sem saber o que dizer, Jaime Soares alertou: “que se cuidem os socialistas porque temos força para dar , vender e alugar”. Este presidente da distrital referiu ainda que este PSD de Santana, Menezes, Rebelo de Sousa, Angelo Correia, etc e tal “está mais fortalecido e reúne todos os ingredientes tipo chanfana para chegar mais longe”. Nomeadamente, nas próximas eleições autárquicas e legislativas com ou sem chanfanadas.
Duarte Silva não deixou de tecer algumas críticas. Este é que os topa.

5 comentários:

Anônimo disse...

o Rolha fica-lhe bem. Pois tem andado sempre à deriva e estála sempre. Sempre ao lado de quem ganha. Mas isto ja vem de longe. Foi o que se passoau com Filipe Menezes. Ate á hora das eleições era a favor do pikeno. Quando soube que tinha perdido, virou-se logo para o Filipinho. Vai ser nas eleições na Academica, foi nas eleições na Figueira. Foi na altura do santana. O que é preciso é ter lata e não ter vergonha nenhuma na cara.

Anônimo disse...

A entrevista de Luis Filipe Menezes a Ana Lourenço foi pouco mais do que a confirmação da absoluta irrelevância política do líder do PSD. Digo isto medindo claramente as palavras: Luís Filipe Menezes é total, completa e absolutamente irrelevante para o futuro deste país.
Não se trata aqui de apontar erros de estratégia, que todos os políticos atravessam, ou de diagnosticar crises de legitimidade, que todos os políticos enfrentam, ou sequer de indentificar lapsos embaraçosos, que igualmente acontecem aos melhores. Não é nada disso. É muito mais do que isso: Menezes não faz sequer ideia dos problemas e dos desafios do momento e não tem sequer uma sombra de ideia sobre como os enfrentar.
Menezes é de um vazio que constrange. Sobretudo quando vem do único partido que historicamente tem hipóteses de fazer frente a José Sócrates. E é por Menezes, à conta de Menezes e por obra e graça de Menezes que Sócrates lá fica, que os jornalistas o não perturbam e que o povo desculpa a evidente labreguice de casas enfeitadas de azulejos tenebrosos e dos festivais da chanfana.

Anônimo disse...

Mas o Jaime apoia ou não o Luis Filipe Menezes. Umas vezes diz que sim outras vezes diz que não. Em que ficamos?

Anônimo disse...

O PODER DA 'RUA'

«As impressionantes manifestações registadas nas últimas semanas, e continuadas um pouco por toda a parte, assumem a forma e o conteúdo de um severo depoimento contra o Governo. Não se trata de turbulências comunistas, como já o disse José Sócrates e, iradamente, o repetiu Augusto Santos Silva, cujas "verdades" surgem cada vez mais avariadas. A "rua" foi a demonstração categórica do desequilíbrio entre quem pensa em termos estatísticos e quem é vítima desse equívoco. E uma vigorosa afirmação de civismo. Há dias, conversei com Raul Solnado sobre a natureza do Estado e o domínio pelo domínio exercido, repetidamente, pelo Governo, esquecido de que a força da República é a virtude, e a sua fraqueza a soberba. Sobre ser um amigo de há mais de 40 anos, Solnado é homem sábio, de frase pensada e advertida inteligência, com quem apetece discretear. Disse: "Gostaríamos de sentir que este Governo tem vontade de transformar e de modernizar o País. Por outro lado, a sua arrogância e autismo quer arrastá-lo para uma democracia musculada, o que é assustador. Eles distanciaram-se de nós."» [Diário de Notícias]

Por Baptista Bastos.

Anônimo disse...

Então e o rolha?
o que se deve fazer ao Rolha?