terça-feira, maio 01, 2007

LOUSÃ - ilegalidades no licenciamento de um restaurante e uma discoteca

A Polícia Judiciária (PJ) está a investigar alegadas ilegalidades no licenciamento de um restaurante e uma discoteca na Lousã.
A revelação foi feita segunda-feira à noite no decorrer da Assembleia Municipal (AM), quando os deputados analisavam as queixas apresentadas por dois empresários da vila.
O empresário Pires Bento desconfia da certidão da Conservatória do Registo Predial e da autorização camarária para a construção de um restaurante panorâmico na Serra da Lousã, com 396 metros quadrados, onde inicialmente existia uma vivenda com 108 metros quadrados. “A conservadora vai ter que se explicar, mas a autarquia devia ter tido o cuidado de ir ver o local”, afirmou o empresário. Neste momento, a obra encontra-se embargada, depois da denúncia de Pires Bento. Outras das queixas prende-se com uma discoteca que o empresário Fernando Galvão acusa padecer de “várias ilegalidades”. Os deputados municipais não chegaram a nenhuma conclusão e, como não tinham respostas para dar aos queixosos, aprovaram apenas uma proposta no sentido da AM “aguardar o decurso do processo que decorre na PJ”. O presidente da autarquia, Fernando Carvalho, frisou que, sobre o restaurante, o documento é da responsabilidade da Conservatória, pelo que “não compete à Câmara Municipal averiguar a sua legalidade”. Relativamente à discoteca, o autarca disse que já em Junho de 2004 tinha solicitado à Inspecção-Geral da Administração Interna para averiguar o processo de licenciamento, para “acabar com o clima de suspeição que poderia afectar a credibilidade da Câmara”.

3 comentários:

Anônimo disse...

fo................

Anônimo disse...

Nâ... isto é pacífico. Oque lá está a dar é o julgamento de uma menina do CDS, por se ter abotoado com uns €urositos... a Sóninha Sousa Mendes !?

ze da burra disse...

Ddeve ser deve......mas que aquilo deve ser uma cambada de bufos...isso deve ser verdade.
Estes bufos que pensam que ja são gente, armam-se ao pingarelho. Se nasceram a cavar batatas e a roçar mato, porque não voltam la para a aldeia a puxar uma carroça ou ao dia fora de sol a sol?
A democracia terceiromundista permite destas coisas.