Três cegonhas aproveitam o voo para pôr a conversa em dia.
— Para onde é que vais hoje?
— Vou a casa de um casal que tenta há dez anos ter um filho.
— Que bom!
— E tu?
— Vou a casa de uma senhora que nunca teve filhos, mas agora levo-lhe este belo menino.
— Vais trazer-lhe imensa felicidade.
— E tu aí ao fundo? — perguntam as duas cegonhas para uma terceira companheira que não parava de se rir.
— Eu? Vou sobrevoar o convento. Nunca levo nada, mas prego um susto do caraças às freirinhas!
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
domingo, setembro 07, 2003
sexta-feira, setembro 05, 2003
O Populismo, a Cultura e a Democracia .......
O Populismo, na sua forma mais caricatural, aparece associado às manifestações populares de grande aparato a que já nos habituamos. O que caracteriza o Populismo é uma espécie de má-formação de raiz rural que se desvirtuou com a passagem do tempo. E é a passagem do tempo que acaba por fazer com que o Populismo deixe de ser uma caricatura distante e que irrompa no seio da nossa população. Embora possamos encontrar para o fenómeno antecedentes claros com 'sede', por exemplo, na génese do fascismo italiano ou na versão mais hard do realismo socialista, actualmente as suas manifestações mais óbvias ocorrem tanto com o aparecimento e o desenvolvimento dos partidos de extrema-direita, como ao longo do espectro partidário dos conservadores e até dos sociais-democratas.
O Populismo já não é apenas um sintoma de pobreza, de lumpenproletarismo, de desemprego, de crise de autoridade: mais do que mero reflexo de um sistema, transformou-se agora numa ideologia com os instrumentos próprios e estratégias de disseminação.
O Populismo é hoje uma forma de fascismo light, que utiliza como instrumentos fundamentais a imprensa regional com os seus jornais e radios, as TVs generalistas, uma comunicação reduzida ao slogan e uma relação e um discurso emotivo com os cidadãos.
O Populismo renuncia a todos os instrumentos democráticos que medeiem as relações entre as regras e os cidadãos e desacredita as concepções dos princípios democráticos, afastando-se deles. É por este motivo que a relação da cultura com a democracia deve ser aprofundada. Não nos referimos só à necessidade de rebater o maniqueísmo das propostas culturais do populismo e dos seus partidos políticos - i.e., à necessidade de combater a defesa de um sentimento regional baseado em valores culturais como a gastronomia da chanfana, os moinhos de vento e as suas mos, os livros do passado e o folclore - porque esta defesa assenta na perda da memória colectiva, uma das maiores fragilidades da democracia actual. Só beneficiando desta perda, e do que ela implica na avaliação do passado e da história, pode o Populismo anunciar tais valores, forjados, geralmente, em ambientes emocionalmente primários onde ecoam slogans não argumentativos.
A relação da cultura com a democracia assenta num outro aspecto fulcral: o da constatação de que a aprendizagem procede de uma discussão que respeita necessariamente a autoridade dos argumentos discordantes.
Esta atitude cultural, que é um acto fundamental da democracia, é em tudo contrária à ideia populista de que basta ser maioria, ou pertencer à maioria, para ter razão.
Finalmente um aspecto determinante na relação da cultura com a democracia: a semântica ou o 'bom uso das palavras'. O populismo, recorrendo ao mínimo de sintaxe e funcionando por slogans directos, pretende atingir com impacte imediato o seu receptor, que está disposto a uma solução de crença.
O melhor será ir à bruxa....ehehehheheh
O Populismo já não é apenas um sintoma de pobreza, de lumpenproletarismo, de desemprego, de crise de autoridade: mais do que mero reflexo de um sistema, transformou-se agora numa ideologia com os instrumentos próprios e estratégias de disseminação.
O Populismo é hoje uma forma de fascismo light, que utiliza como instrumentos fundamentais a imprensa regional com os seus jornais e radios, as TVs generalistas, uma comunicação reduzida ao slogan e uma relação e um discurso emotivo com os cidadãos.
O Populismo renuncia a todos os instrumentos democráticos que medeiem as relações entre as regras e os cidadãos e desacredita as concepções dos princípios democráticos, afastando-se deles. É por este motivo que a relação da cultura com a democracia deve ser aprofundada. Não nos referimos só à necessidade de rebater o maniqueísmo das propostas culturais do populismo e dos seus partidos políticos - i.e., à necessidade de combater a defesa de um sentimento regional baseado em valores culturais como a gastronomia da chanfana, os moinhos de vento e as suas mos, os livros do passado e o folclore - porque esta defesa assenta na perda da memória colectiva, uma das maiores fragilidades da democracia actual. Só beneficiando desta perda, e do que ela implica na avaliação do passado e da história, pode o Populismo anunciar tais valores, forjados, geralmente, em ambientes emocionalmente primários onde ecoam slogans não argumentativos.
A relação da cultura com a democracia assenta num outro aspecto fulcral: o da constatação de que a aprendizagem procede de uma discussão que respeita necessariamente a autoridade dos argumentos discordantes.
Esta atitude cultural, que é um acto fundamental da democracia, é em tudo contrária à ideia populista de que basta ser maioria, ou pertencer à maioria, para ter razão.
Finalmente um aspecto determinante na relação da cultura com a democracia: a semântica ou o 'bom uso das palavras'. O populismo, recorrendo ao mínimo de sintaxe e funcionando por slogans directos, pretende atingir com impacte imediato o seu receptor, que está disposto a uma solução de crença.
O melhor será ir à bruxa....ehehehheheh
FOGOS....Um Pacto de Regime?
in Publico de 05 Set 2003
Em princípio, todas as bases do sistema anterior de gestão florestal (exploração, prevenção, combate, defesa das populações...) têm de ser postas em causa porque, estando inter-relacionadas, tornam-se dependentes umas das outras, revelando-se no seu conjunto responsáveis pelo colapso.
A vaga de fogos florestais dos últimos meses deixou-nos aturdidos. Temos a sensação de que sofremos uma derrota histórica. Tal como os franceses em 1940, não compreendemos ainda muito bem como pudemos ser tão rapidamente vencidos por um inimigo que julgávamos conhecer.
Acusações e recriminações entre pessoas e partidos são neste momento perda de tempo. Urge não ficar parado e iniciar a contra-ofensiva. E temos de estar unidos porque ainda há muito a salvar e a reconstruir.
Vamos reconstruir começando por aqui.
Mas agora tem de ser a sério. Fazer tudo como estava é apenas cultivar aparências, desperdiçar meios e preparar novas catástrofes, cada vez piores porque o clima não vai ajudar.
Em princípio, todas as bases do sistema anterior de gestão florestal (exploração, prevenção, combate, defesa das populações...) têm de ser postas em causa porque, estando inter-relacionadas, tornam-se dependentes umas das outras, revelando-se no seu conjunto responsáveis pelo colapso.
A vaga de fogos florestais dos últimos meses deixou-nos aturdidos. Temos a sensação de que sofremos uma derrota histórica. Tal como os franceses em 1940, não compreendemos ainda muito bem como pudemos ser tão rapidamente vencidos por um inimigo que julgávamos conhecer.
Acusações e recriminações entre pessoas e partidos são neste momento perda de tempo. Urge não ficar parado e iniciar a contra-ofensiva. E temos de estar unidos porque ainda há muito a salvar e a reconstruir.
Vamos reconstruir começando por aqui.
Mas agora tem de ser a sério. Fazer tudo como estava é apenas cultivar aparências, desperdiçar meios e preparar novas catástrofes, cada vez piores porque o clima não vai ajudar.
O Chauffer do PRESIDENTE
O Presidente com o seu chauffer passavam no ramal da Venda Nova quando, subitamente, atropelaram um cachorro, matando-o.
Imediatamente o Presidente disse ao seu chauffer que fosse a casa do dono do cachorro explicar o ocorrido.
Uma hora mais tarde, o Presidente vê o seu chauffer voltar cambaleando, com um charuto na mão e com uma garrafa de vinho na outra, além da roupa toda amarrotada.
O que aconteceu? - perguntou o Presidente.
E o chauffer respondeu:
Bem, o dono do cachorro deu-me uma pinga ... a mulher deu-me o charuto... e a brasa da sua filha de 19 anos deu-me umas beijocas bem repenicadas !!!
Meu Deus! O que é que lhes disseste? - perguntou o Presidente.
E o chauffer disse:
Sou o chauffer do Presidente e acabo de matar o cachorro !
quinta-feira, setembro 04, 2003
Estive aqui a apreciar as obras em Poiares......
Hoje fui ver as obras que se andam a fazer em Poiares.
No Auditorio foi feita a explanação do decorrer das
obras ate às proximas eleições.....
Como podem ver....o povo ficou realmente esclarecido...e eu tambem.Fiquei completamente esclarecido com as explicações que me deram.
Redução da Carga Fiscal
Redução da Carga Fiscal in Publico de, 04 Set 2003
A comunicação social vem anunciando que o Orçamento do Estado para o ano de 2004 será caracterizado por uma redução da carga fiscal, com o que, a confirmar-se, certamente todos estaremos de acordo e aplaudiremos a inteligente medida.
Com efeito, bastará determo-nos nas declarações do presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para perceber a dificuldade que experimentará qualquer governo que, de facto, queira encetar a caminhada da redução dos gastos supérfluos pagos pelas taxas e impostos suportados pelos cidadãos.
O desagravamento fiscal, tido como instrumento indispensável para o desenvolvimento do país, há-de ser sacrificado por atitude incompreensível do presidente da ANMP?
Embora em outro registo, mas com idêntico interesse para avaliar do "sacrifício" dos autarcas, será interessante que os portugueses saibam, por quem representa os municípios, que na procura de equilibrar os respectivos orçamentos os executivos camarários, preocupados com as dificuldades por que passam os munícipes, não têm recorrido ao agravamento das taxas dos serviços prestados em regime de exclusivo, tais como: licenças, vistorias, fornecimento de água, saneamento, recolha de resíduos sólidos, etc.
Tendo poucas ou nenhumas dúvidas de que as questões formuladas ficarão sem qualquer resposta, o esclarecimento fundamentado contribuiria de forma decisiva para alterar radicalmente a imagem que os portugueses têm dos autarcas, deixando de os adjectivar com o que há de mais repugnante, conforme se pode recolher dos comentários produzidos em páginas da Internet.
Comentários cá do je.......
Não há duvida que quem paga a factura é Ze Povinho.......vejam só as taxas que se pagam em Poiares. A agua é das mais caras do país...o saneamento basico paga-se no preço da agua quer haja ou não saneamento..
..taxa de residuos solidos paga-se e o carro do lixo so vai as aldeias uma vez por semana levantar os caixotes...quando os ha.
A maioria dos lixos ficam no chão ....junto aos contentores. Os cães vadios agradecem.....dizem:
Obrigado sr. presidente...beu...beu....
A comunicação social vem anunciando que o Orçamento do Estado para o ano de 2004 será caracterizado por uma redução da carga fiscal, com o que, a confirmar-se, certamente todos estaremos de acordo e aplaudiremos a inteligente medida.
Com efeito, bastará determo-nos nas declarações do presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) para perceber a dificuldade que experimentará qualquer governo que, de facto, queira encetar a caminhada da redução dos gastos supérfluos pagos pelas taxas e impostos suportados pelos cidadãos.
O desagravamento fiscal, tido como instrumento indispensável para o desenvolvimento do país, há-de ser sacrificado por atitude incompreensível do presidente da ANMP?
Embora em outro registo, mas com idêntico interesse para avaliar do "sacrifício" dos autarcas, será interessante que os portugueses saibam, por quem representa os municípios, que na procura de equilibrar os respectivos orçamentos os executivos camarários, preocupados com as dificuldades por que passam os munícipes, não têm recorrido ao agravamento das taxas dos serviços prestados em regime de exclusivo, tais como: licenças, vistorias, fornecimento de água, saneamento, recolha de resíduos sólidos, etc.
Tendo poucas ou nenhumas dúvidas de que as questões formuladas ficarão sem qualquer resposta, o esclarecimento fundamentado contribuiria de forma decisiva para alterar radicalmente a imagem que os portugueses têm dos autarcas, deixando de os adjectivar com o que há de mais repugnante, conforme se pode recolher dos comentários produzidos em páginas da Internet.
Comentários cá do je.......
Não há duvida que quem paga a factura é Ze Povinho.......vejam só as taxas que se pagam em Poiares. A agua é das mais caras do país...o saneamento basico paga-se no preço da agua quer haja ou não saneamento..
..taxa de residuos solidos paga-se e o carro do lixo so vai as aldeias uma vez por semana levantar os caixotes...quando os ha.
A maioria dos lixos ficam no chão ....junto aos contentores. Os cães vadios agradecem.....dizem:
Obrigado sr. presidente...beu...beu....
Um maluco de Poiares ....
O maluco da Arrifana estava a esfregar-se com cera, quando apareceu o enfermeiro:
- O que é que tu estás a fazer?
- Estou a pôr cera.
- Cera? Para quê?
- Os outros são doidos varridos mas eu quero ser doido encerado.
Conversa do maluco para o Presidente:
- Sr. Presidente sabia que o padre está no hospital?
- Não sabia. O que foi que lhe aconteceu?
- Parece que caiu do escadote e partiu uma perna.
- Mas o que é um escadote?
- Não sei. Já há muito tempo que não vou à missa.
O Rui pescador e o maluco :
- A pesca hoje estava mesmo boa, marcaste o lugar onde estávamos ?
- Marquei, fiz uma cruz no casco do barco que alugámos !
- És mesmo parvo! Então, se da próxima vez não pudermos alugar o mesmo barco como é que vamos saber onde é que era ?
No Lar o provedor fez uma pergunta:
- Digam o que entendem por objecto transparente.
Levanta-se um utente:
- É um objecto através do qual se pode ver !
- Muito bem ! Dê-me um exemplo de um objecto transparente ...
- O buraco da fechadura !
O doido andava a pintar as paredes das Piscinas da Fraga empoleirado numa escada comprida, e o Metralha serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
- O que é que tu estás a fazer?
- Estou a pôr cera.
- Cera? Para quê?
- Os outros são doidos varridos mas eu quero ser doido encerado.
Conversa do maluco para o Presidente:
- Sr. Presidente sabia que o padre está no hospital?
- Não sabia. O que foi que lhe aconteceu?
- Parece que caiu do escadote e partiu uma perna.
- Mas o que é um escadote?
- Não sei. Já há muito tempo que não vou à missa.
O Rui pescador e o maluco :
- A pesca hoje estava mesmo boa, marcaste o lugar onde estávamos ?
- Marquei, fiz uma cruz no casco do barco que alugámos !
- És mesmo parvo! Então, se da próxima vez não pudermos alugar o mesmo barco como é que vamos saber onde é que era ?
No Lar o provedor fez uma pergunta:
- Digam o que entendem por objecto transparente.
Levanta-se um utente:
- É um objecto através do qual se pode ver !
- Muito bem ! Dê-me um exemplo de um objecto transparente ...
- O buraco da fechadura !
O doido andava a pintar as paredes das Piscinas da Fraga empoleirado numa escada comprida, e o Metralha serve de ajudante, segurando a escada ao pintor.
A certa altura diz o ajudante para o pintor:
- Agarra-te bem à trincha que eu vou mudar a escada.
quarta-feira, setembro 03, 2003
COMO EXPLICAR SEM OFENDER
Um homem de 85 anos da Ervideira foi fazer o seu check-up ao Hospital de Poiares.
O médico se serviço perguntou-lhe como é que ele se ia sentindo:
- Nunca me senti tão bem - respondeu o velhote - A minha nova esposa tem 20 anos e está grávida, esperando um filho meu.
Qual a sua opinião a este respeito?
O médico reflectiu por um momento e disse:
- Deixe-me contar-lhe uma estória: eu conheço um tipo cá na Vila que era um caçador fanático, nunca perdeu um rabo de saias. Mas, um dia, por engano, colocou o seu guarda-chuva na sacola em vez da arma lá para os lados de Conimbriga.
Quando estava no farfalho, um urso repentinamente apareceu-lhe na frente.
Ele sacou do guarda-chuva da sacola, apontou para o urso e este caiu morto ...
- HA!HA!HA!HA! Isso é impossível - disse o velhote - Foi de certeza outro caçador que deve ter atirado ao urso.
- Exactamente ... disse o médico.
Comentários cá do je........
Mas olhem que esta história é verdadeira......não se passou com um urso...mas passou-se com uma pessoa que eu cá conheço.
ANTIGO HOSPITAL está completamente restaurado.

Depois de varios contratempos a Irmandade de Nª Sra das Necessidades vê o seu velho Hospital voltar ao serviço da saude.
As obras estão concluidas, faltando só equipar o edificio.
Nota: Este edificio do inicio do seculo passado, foi obra dos poiarenses com grande participação dos seus emigrantes no Brasil.
CASA TERESA GRANADO
A Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis inaugurou a Casa Teresa Granado em Olho Marinho.
Frequenta esta comunidade cerca de 43 jovens e adolescentes.
JULGADO DE PAZ
A 11 de Julho foi assinado um protocolo de criação de um Julgado de Paz em Poiares.
Estes Julgados passarão a ter competência para apreciar e decidir questões cujos valores não excedam 7.500 euros.
FILARMONICA POIARENSE
Nova carrinha de 9 lugares para transportar os alunos da Escola de Musica.
A entrega foi feita a 26 de Julho, tendo praticamente sido oferecida pelo Engº Alves Ribeiro de S.Miguel.
FUTEBOL
A Associação Desportiva de Poiares e o Clube de Futebol " Os Idosos " vão disputar esta época o Campeonato Distrital da Divisão de Honra da AFC de Coimbra.
Depois de varios contratempos a Irmandade de Nª Sra das Necessidades vê o seu velho Hospital voltar ao serviço da saude.
As obras estão concluidas, faltando só equipar o edificio.
Nota: Este edificio do inicio do seculo passado, foi obra dos poiarenses com grande participação dos seus emigrantes no Brasil.
CASA TERESA GRANADO
A Comunidade Juvenil de S. Francisco de Assis inaugurou a Casa Teresa Granado em Olho Marinho.
Frequenta esta comunidade cerca de 43 jovens e adolescentes.
JULGADO DE PAZ
A 11 de Julho foi assinado um protocolo de criação de um Julgado de Paz em Poiares.
Estes Julgados passarão a ter competência para apreciar e decidir questões cujos valores não excedam 7.500 euros.
FILARMONICA POIARENSE
Nova carrinha de 9 lugares para transportar os alunos da Escola de Musica.
A entrega foi feita a 26 de Julho, tendo praticamente sido oferecida pelo Engº Alves Ribeiro de S.Miguel.
FUTEBOL
A Associação Desportiva de Poiares e o Clube de Futebol " Os Idosos " vão disputar esta época o Campeonato Distrital da Divisão de Honra da AFC de Coimbra.
A verdadeira capital da Cultura vai ter os Rolling Stones....
Indígenas, Nativos, Assimilados e Civilizados
O princípio da assimilação, ou integração, enquanto princípio ideológico, perpassou por toda a política portuguesa, desde os tempos do liberalismo.
A especificidade da ruralidade contemporânea não resulta somente do facto de afirmar sociedades que se julgam superiores, mas do facto dessas sociedades justificarem a sua superioridade na ciência e, particularmente, nas ciências sociais. A situação da ruralidade poiarense não pode, por isso mesmo, ser encarada apenas como um modelo de gestão política, económica e social, correspondente a uma determinada fase da evolução das economias e políticas deste país. Ela deverá ser perspectivada, também, na sua dialéctica de permuta de dados culturais em que o seu carácter agonístico deriva da natureza impositiva e assimétrica das culturas em confronto. Daí que a situação ruralidade poiarense, como realidade objectiva, constitua o fecho do ciclo da percepção da alteridade iniciada no século XVI: num extremo — e após a fase da constatação, levantamento e inventariação do exótico — o modelo iluminista do «bom selvagem», domínio de uma alteridade homogénea e auto-suficiente, objecto de um «olhar distanciado»; no outro extremo desse ciclo, a situação rural, com toda a sua carga de intervenção, reduzindo ou amplificando os factores da alteridade, consoante as suas necessidades ideológicas .Tal alteridade é sancionada ideologicamente pela segmentação básica da sociedade rural e rustica entre «civilizados» e «indígenas», isto é, tal discriminação identifica a coesão do sistema rural através da redução dos autóctones à categoria de uma criação da natureza e de um objecto:
«Toda a gente sentiu o que há de depreciativo na palavra indígena que é utilizada para designar os nativos das nossas aldeias.Com efeito, mesmo nos casos de não aplicabilidade da política rural de indirect rule, as diferentes conjunturas implementaram aqui sociedades dualistas, umas dotadas de uma parte urbana, usufruída por «brancos» e «assimilados», e outras dotadas de uma parte de «mato», habitadas por «não civilizados» e «matarroanos» , onde as regras políticas da parte urbana não se aplicavam . Tornar-se-ia possível, portanto, pensar numa Antropologia de Poiares, sobretudo nas suas implicações simbólicas.
terça-feira, setembro 02, 2003
ALGUMAS FOTOS DA REGIÃO DE POIARES
Se clicar neste quadradinho....vai ate Poiares....ver algumas paisagens.
E ja agora aproveite para ver o Edificio da Junta de Freguesia das Lavegadas
onde já funciona um Posto dos CTT.
E ja agora aproveite para ver o Edificio da Junta de Freguesia das Lavegadas
Mais correios vão funcionar nas Juntas de Freguesia
in: Jornal Publico do dia 2 Set 03.
Os serviços de 400 estações de correios vão passar a funcionar nas sedes das Juntas de Freguesia, juntando-se a um serviço que já funciona em outras 450 autarquias. As novas fusões ocorrem no âmbito de um protocolo que será assinado amanhã entre os CTT e a Associação Nacional de Freguesias (Anafre).
Existem já 450 sedes de Juntas de Freguesia onde os serviços dos correios acabaram por vir a ser integrados e em relação às quais "as populações se sentem satisfeitas.
O protocolo vai permitir "uma rentabilização dos recursos humanos e físicos existentes" e "os trabalhadores dos CTT ficam bem posicionados a candidatar-se aos concursos públicos que as Juntas de Freguesia realizam".
Comentários cá do je.....
Ate conheço uma Freguesia que ja se antecipou a este protocolo......vão espreitar a Junta de Freguesia das Lavegadas...onde a unica tabuleta que la esta exposta é dos CTT.
Mais parece uma Estação dos Correios do que uma Junta de Freguesia...pois o seu Presidente é funcionario dos CTT......pudera.
Os serviços de 400 estações de correios vão passar a funcionar nas sedes das Juntas de Freguesia, juntando-se a um serviço que já funciona em outras 450 autarquias. As novas fusões ocorrem no âmbito de um protocolo que será assinado amanhã entre os CTT e a Associação Nacional de Freguesias (Anafre).
Existem já 450 sedes de Juntas de Freguesia onde os serviços dos correios acabaram por vir a ser integrados e em relação às quais "as populações se sentem satisfeitas.
O protocolo vai permitir "uma rentabilização dos recursos humanos e físicos existentes" e "os trabalhadores dos CTT ficam bem posicionados a candidatar-se aos concursos públicos que as Juntas de Freguesia realizam".
Comentários cá do je.....
Ate conheço uma Freguesia que ja se antecipou a este protocolo......vão espreitar a Junta de Freguesia das Lavegadas...onde a unica tabuleta que la esta exposta é dos CTT.
Mais parece uma Estação dos Correios do que uma Junta de Freguesia...pois o seu Presidente é funcionario dos CTT......pudera.
segunda-feira, setembro 01, 2003
Ainda os Fogos...mas há prevenção ou não?
O Governador Civil de Coimbra quer meios de prevenção mais cedo.
Dando uma leitura no Jornal de Coimbra pode-se ver a preocupação do Governador Civil.
O Governador Civil defende a aposta na prevenção, nomeadamente dotando "as câmaras municipais e entidades de meios na época de Inverno.
.
Dando uma leitura no Jornal de Coimbra pode-se ver a preocupação do Governador Civil.
O Governador Civil defende a aposta na prevenção, nomeadamente dotando "as câmaras municipais e entidades de meios na época de Inverno.
.
PAULO PENEDOS - Lança Repto a Ferro Rodrigues
Repto ao Secretário-Geral do PS
- Por PAULO PENEDOS - vereador da Câmara Municipal de Poiares
in: Jornal Publico do dia 1 Set 03.
Vem este meu pequeno testemunho a propósito de algumas entrevistas e declarações avulsas que, com alguma perplexidade, li durante o gozo de um curto período de férias. Agora todos falam! Como é fácil vergastar o secretário-geral do PS, Ferro Rodrigues,agora que ele está fragilizado pelas ondas de choque provocadas pelo processo "Casa Pia". Não posso deixar de manifestar o mais vivo repúdio pela conduta daqueles que no momento da saída de António Guterres calaram as suas críticas e se apressaram a atrelar ao carro vencedor, jurando fidelidade ao novo líder , tecendo-lhe os mais rasgados elogios e verberando todos os que se lhe opusessem.Agora,para quem ainda tivesse dúvidas, percebe-se bem que a única preocupação de tão ilustres dirigentes foi a manutenção de alguns lugares pessoais e a preservação de outras tantas importâncias partidárias, até ao advento de melhores tempos ou oportunidades.
Como todos compreenderão,para mim,que assumi com sacrifício pessoal uma candidatura alternativa à então protagonizada pelo meu camarada Eduardo Ferro Rodrigues,seria muito fácil aparecer hoje a reivindicar uma qualquer razão anticipada,qual visionário do PS. Não o faço! Quer por razões éticas,quer por honestidade intelectual. Nem é da minha maneira de ser atirar pedras a alguém que esteja em dificuldades, nem à data da minha candidatura alguma vez se imaginava que o PS iria ser confrontado com uma situação desta gravidade.
No entanto, também não consigo ficar calado perante o despudor de alguns destacados dirigentes do meu partido que não se eximem a tecer as mais duras críticas ao secretário-geral do PS, nele encontrando todos os defeitos-até físicos!- onde anteriormente só vislumbravam virtudes. A cobardia que tal postura encerra é,para os que são exigentes, mais uma grande machadada na já frágil credibilidade da classe política.No que me diz respeito, assim como no passado não aceitei que de um dia para o outro, o então secretário-geral do PS, Jorge Sampaio,passasse do muito bom ao muito mau, também agora não posso assistir, impávido, à tentação freudiana que,periodicamente,assalta alguns camaradas meus.
O PS tem,seguramente,muitos aspectos a corrigir e a melhorar na sua acção política.O dr.Ferro Rodrigues pode e deve aperfeiçoar alguns detalhes na sua actuação. O Secretariado Nacional podia e devia ser reforçado e reorientado.Tal não significa,contudo,que isso confira a alguém a legitimidade para praticar o tiro ao líder,sobretudo-como são os casos a que me reporto-quando as pessoas em causa não se disponibilizam para consubstanciarem qualquer solução política alternativa,limitando-se a atirar nomes de terceiros para a praça pública.
É tempo de dizer basta!Se me é permitido lançar um repto ao secretário-geral do PS, ele é muito simples:em Fevereiro de 2004, clarificadas todas as questões pendentes,convoque um Congresso Extraordinário e parta para a disputa das eleições europeias com a casa arrumada e com um projecto mobilizador para Portugal e para os portugueses!
Paulo Penedos
(Advogado e Vereador da Cam.Municipal de V.N.Poiares)
- Por PAULO PENEDOS - vereador da Câmara Municipal de Poiares
in: Jornal Publico do dia 1 Set 03.
Vem este meu pequeno testemunho a propósito de algumas entrevistas e declarações avulsas que, com alguma perplexidade, li durante o gozo de um curto período de férias. Agora todos falam! Como é fácil vergastar o secretário-geral do PS, Ferro Rodrigues,agora que ele está fragilizado pelas ondas de choque provocadas pelo processo "Casa Pia". Não posso deixar de manifestar o mais vivo repúdio pela conduta daqueles que no momento da saída de António Guterres calaram as suas críticas e se apressaram a atrelar ao carro vencedor, jurando fidelidade ao novo líder , tecendo-lhe os mais rasgados elogios e verberando todos os que se lhe opusessem.Agora,para quem ainda tivesse dúvidas, percebe-se bem que a única preocupação de tão ilustres dirigentes foi a manutenção de alguns lugares pessoais e a preservação de outras tantas importâncias partidárias, até ao advento de melhores tempos ou oportunidades.
Como todos compreenderão,para mim,que assumi com sacrifício pessoal uma candidatura alternativa à então protagonizada pelo meu camarada Eduardo Ferro Rodrigues,seria muito fácil aparecer hoje a reivindicar uma qualquer razão anticipada,qual visionário do PS. Não o faço! Quer por razões éticas,quer por honestidade intelectual. Nem é da minha maneira de ser atirar pedras a alguém que esteja em dificuldades, nem à data da minha candidatura alguma vez se imaginava que o PS iria ser confrontado com uma situação desta gravidade.
No entanto, também não consigo ficar calado perante o despudor de alguns destacados dirigentes do meu partido que não se eximem a tecer as mais duras críticas ao secretário-geral do PS, nele encontrando todos os defeitos-até físicos!- onde anteriormente só vislumbravam virtudes. A cobardia que tal postura encerra é,para os que são exigentes, mais uma grande machadada na já frágil credibilidade da classe política.No que me diz respeito, assim como no passado não aceitei que de um dia para o outro, o então secretário-geral do PS, Jorge Sampaio,passasse do muito bom ao muito mau, também agora não posso assistir, impávido, à tentação freudiana que,periodicamente,assalta alguns camaradas meus.
O PS tem,seguramente,muitos aspectos a corrigir e a melhorar na sua acção política.O dr.Ferro Rodrigues pode e deve aperfeiçoar alguns detalhes na sua actuação. O Secretariado Nacional podia e devia ser reforçado e reorientado.Tal não significa,contudo,que isso confira a alguém a legitimidade para praticar o tiro ao líder,sobretudo-como são os casos a que me reporto-quando as pessoas em causa não se disponibilizam para consubstanciarem qualquer solução política alternativa,limitando-se a atirar nomes de terceiros para a praça pública.
É tempo de dizer basta!Se me é permitido lançar um repto ao secretário-geral do PS, ele é muito simples:em Fevereiro de 2004, clarificadas todas as questões pendentes,convoque um Congresso Extraordinário e parta para a disputa das eleições europeias com a casa arrumada e com um projecto mobilizador para Portugal e para os portugueses!
Paulo Penedos
(Advogado e Vereador da Cam.Municipal de V.N.Poiares)
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