
Cestaria e empalhamento de garrafões são artes presentes na feira e executadas ao vivo.
Já fiz muito material com muitos jornais, diz José Lucas, artesão que usa papel para criar todo o tipo de peças candeeiros, relógios de parede, cestos. "Os vizinhos já põem sacos com jornais à minha porta, a matéria-prima é gratuita", conta, em tom de graça. O seu stand é um dos cerca de 150 que integram a Poiartes 2007 - XVIII Feira Nacional de Artesanato e VIII Mostra de Gastronomia, em Vila Nova de Poiares.
A novidade desta edição é a mudança de localização: o evento, que antes decorria num recinto fechado, tem agora lugar ao ar livre, no centro da vila como se fez ultimamente em Arganil. "Há uma flagrante melhoria. Valeu a pena e é para continuar", refere, a esse respeito, o presidente da Câmara Jaime Soares. E destaca, também, a importância do envolvimento com o comércio local. Maria Pilar Alvarez, da barraquinha da Confraria de Chanfana de Poiares, está satisfeita com a nova localização do certame "É melhor assim, ao ar livre. Antes, no pavilhão, estava muito abafado e as pessoas faziam filas para entrar e sair. Assim, andam pela vila e as lojas até estão abertas, por isso o comércio tradicional fica a ganhar". A sapataria de António Marta, porém, não registou maior afluência de público "Para a restauração isto é bom, para nós, não. No 1º dia tive a loja aberta até às 23.30 horas e só vendi um par de chinelos", lamenta. "Não vimos melhorias, mas isto está bonito. Há uma certa magia na vila", refere, por outro lado, o sócio."Estamos a fazer muito pelo artesanato em Portugal", defende Jaime Soares, explicando que os artesãos ali presentes, oriundos de vários pontos do país, não pagam pela ocupação dos stands e até recebem senhas de refeição. No certame, que começou na sexta-feira e termina amanhã, são esperados milhares de pessoas. Decorre, também, o XIII Festival Nacional de Folclore e há animação musical garantida nas ruas da vila. Hoje à noite, pelas 23.30 horas, sobre ao palco a cantora Ruth Marlene.
Já fiz muito material com muitos jornais, diz José Lucas, artesão que usa papel para criar todo o tipo de peças candeeiros, relógios de parede, cestos. "Os vizinhos já põem sacos com jornais à minha porta, a matéria-prima é gratuita", conta, em tom de graça. O seu stand é um dos cerca de 150 que integram a Poiartes 2007 - XVIII Feira Nacional de Artesanato e VIII Mostra de Gastronomia, em Vila Nova de Poiares.
A novidade desta edição é a mudança de localização: o evento, que antes decorria num recinto fechado, tem agora lugar ao ar livre, no centro da vila como se fez ultimamente em Arganil. "Há uma flagrante melhoria. Valeu a pena e é para continuar", refere, a esse respeito, o presidente da Câmara Jaime Soares. E destaca, também, a importância do envolvimento com o comércio local. Maria Pilar Alvarez, da barraquinha da Confraria de Chanfana de Poiares, está satisfeita com a nova localização do certame "É melhor assim, ao ar livre. Antes, no pavilhão, estava muito abafado e as pessoas faziam filas para entrar e sair. Assim, andam pela vila e as lojas até estão abertas, por isso o comércio tradicional fica a ganhar". A sapataria de António Marta, porém, não registou maior afluência de público "Para a restauração isto é bom, para nós, não. No 1º dia tive a loja aberta até às 23.30 horas e só vendi um par de chinelos", lamenta. "Não vimos melhorias, mas isto está bonito. Há uma certa magia na vila", refere, por outro lado, o sócio."Estamos a fazer muito pelo artesanato em Portugal", defende Jaime Soares, explicando que os artesãos ali presentes, oriundos de vários pontos do país, não pagam pela ocupação dos stands e até recebem senhas de refeição. No certame, que começou na sexta-feira e termina amanhã, são esperados milhares de pessoas. Decorre, também, o XIII Festival Nacional de Folclore e há animação musical garantida nas ruas da vila. Hoje à noite, pelas 23.30 horas, sobre ao palco a cantora Ruth Marlene.
