Será que Miguel é um infeliz que está sempre no local errado na hora errada?Temos pena do rapaz, pois ainda vai acabar os seus dias aos tiros nos lugares errados.
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....
Será que Miguel é um infeliz que está sempre no local errado na hora errada?O presidente da Fundação ADFP (Associação de Desenvolvimento e Formação Profissional de Miranda do Corvo), Jaime Ramos, garantiu a construção de um hospital e de um hotel da instituição para o próximo ano, «caso não venha a suceder nenhuma catástrofe».
Pedro Santana Lopes anunciou que prevê entregar em Janeiro as 2.500 assinaturas necessárias para a convocação de um congresso.O movimento em curso em diferentes municípios «surgiu previamente» na sequência de encontros de autarcas do partido a 7 e 21 de Novembro na Covilhã e Cantanhede, respectivamente.Na altura, muitos autarcas subscreveram um comunicado solicitando à Comissão Política Nacional a convocação de um congresso extraordinário.Ao pedido juntou-se a recolha de assinaturas «que se iniciou na passada semana».«A recolha já está a decorrer nas estruturas do partido de muitos concelhos». Em Poiares a ignorância é total.
Este congresso extraordinário «deve traduzir-se numa efectiva renovação e reforço do partido perante os portugueses».«A recolha de assinaturas deve conduzir à realização do congresso nas primeiras semanas do próximo ano», por forma a renovar o partido e correr de uma vez por todas com as mumias e carcacinhas que ainda por cá pululam.Poiares é já um caso muito sério, onde a renovação deve ser feita.Para que lado o PSD concelhio se vira? Como sempre, para quem ganhar.Se Santana ganhar, será a favor de Santana, Se fôr o Passos Coelho, será a favor de Passos Coelho. Se for Rui Rio, será a favor de Rui Rio. Se fôr o prof. Marcelo, será a favor do Prof. Marcelo.Se voltar a ser a Manuela, será a favor da Manuela. Se fôr o burro do moleiro, será a favor do burro do moleiro.
Na AIRC - Jaime Soares reeleito por unanimidade.A lista de Jaime Soares foi a única a candidatar-se aos órgãos sociais da associação especializada em soluções informáticas para a administração pública local.
A AIRC foi fundada há 27 anos e tem como clientes municípios de todo o país, inclusive do Arquipélago dos Açores.
A floresta que é uma riqueza nacional e que contribui significativamente para a melhoria do ambiente e para economia do país, merece menos atenção do que o “automóvel eléctrico”. Desde ontem que as televisões, a rádio e os jornais nos saturam com este salvador do ambiente e não vi, até agora, referência da mesma dimensão a mais uma praga que põe em sério risco a sobrevivência de grande parte do nosso mundo rural.
viveiros florestais sequestrados
Numa altura em que o sector florestal em Portugal se encontra extremamente fragilizado pelo alastramento do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, surge mais uma prova de fogo à floresta de pinho nacional, o Cancro Resinoso do Pinheiro.
Desde 2006 que esta doença tem merecido especial atenção por parte da Comissão Europeia, que estabeleceu medidas de emergência contra a introdução e a propagação da Gibberella circinata Nirenberg & O’Donnell, na Comunidade. Atenta à questão e já em 2008, a ANEFA alertou, por diversas vezes, as autoridades portuguesas, tendo mesmo chegado a elaborar um documento em que reuniu informação relativa à temática, questionando, inclusivamente, as consequências da falta de acção em tempo útil e alertando para que não se ignorasse o problema até já nada haver, senão a destruição e corte massivo de plantas.
A verdade é que, mais de um ano depois, esta é a realidade. A Autoridade Florestal Nacional (AFN) não encarou a situação com a importância devida e a falta de controlo atempado levou a uma situação limite, estando hoje os viveiros como que sequestrados, impedidos de comercializar todas as espécies de Pinus.
O presidente da associação afirma que, “dentro de poucos anos, Portugal não terá pinheiro bravo” e diz que solicitou uma reunião ao novo ministro da Agricultura, António Serrano. “Não vale a pena estarmos com coisas, a doença está a avançar de forma drástica e é de impossível controlo, o que se pode é atenuar os efeitos”, considerou Vasco Campos.
O dirigente, que é também presidente da CAULE – Associação Florestal da Beira Serra, afirma “não ter dúvidas” de que “o pinheiro bravo vai acabar em Portugal” e, na região da Beira Serra, “das mais afectadas do país”, registar-se-á uma “redução drástica dentro de cinco a 10 anos”, sublinha. “Os pinheiros deviam estar a ser marcados e abatidos e não estão a sê-lo”, sustentou, justificando que “a situação foi mal avaliada (pela tutela) e as verbas mal distribuídas” pelas associações florestais para combater a doença.
Se há associações florestais com “muito a fazer mas sem dinheiro”, outras “têm as verbas guardadas mas nada para fazer” no que toca a combater o nemátodo. “O que não foi correcto foi a avaliação das verbas a (atribuir) a cada uma das associações, foi distribuído o mesmo dinheiro, por exemplo, para Pampilhosa da Serra, onde ardeu tudo, e Tábua, que tem milhares de pinheiros”, frisou.
E Poiares ? O que foi feito em Poiares, ou o que não foi feito?
Como temos ca uma pessoa que quer ser responsavel por tudo e tal como bom cheira cus, mete-se em tudo e não faz nada.
Aos anos que está à frente desta Câmara o que é que já fez pela Floresta do concelho?
Absolutamente nada. Não fez não faz e nem deixa fazer. Somos realmente pobres e mal agradecidos.
Que candidaturas ja apresentou? Que iniciativas tomou? Onde param as cabras para roçar os matos? Onde estão os viveiros para promoverem novas plantações? Onde estão os esclarecimentos a prestar ás populações?
Qual quê ?
Festas de chanfana, de cabritos, e andar para tras e para a frente sem fazer nada. E os desgraçados que se lixem.
E vão ser mais 4 anos a fazer o quê? -Nada
Querem apostar que não se mete nisso durante este tempo todo.Então mas o que anda cá a fazer?A ocupar o lugar de outras pessoas muito mais validas e com muito para dar a Poiares.Este ja deu o que tinha a dar e só estorva.

"Acho lamentável. O Governo ainda não percebeu que os autarcas são o seu principal parceiro. Continua a ver-nos como maus da fita", desabafa o presidente da Câmara do fundão, Manuel Frexes, reagindo à divulgação dos dados.
A Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) recebeu este ano 536 queixas de ilícitos praticados em autarquias, que seguem para o Ministério Público quando se verifica que são de natureza criminal.
Citado pela agência Lusa, o gabinete do secretário de Estado da Administração Local, que tutela o organismo, revela que no ano passado o número chegou às 971 queixas, das quais 37 constituíram matéria crime, "incluindo crimes que se incluem no tema 'corrupção', como sejam, falsificação, prevaricação e abuso de poder".
"Não creio que o Governo ande bem quando atira com esses números na semana do congresso", adianta Frexes ao JN, argumentando que é defensor de "inspecções regulares às autarquias superiores a uma vez por mandato (de quatro anos)". "Deveríamos evoluir para auditorias rotineiras", declarou.
As queixas que chegam à IGAL provêm de entidades ou cidadãos, que usam quer a queixa electrónica na página Internet da Inspecção-Geral, quer o fax, telefone ou correio. A IGAL, que vai ter mais vinte inspectores no próximo ano, tem um plano anual de inspecções às autarquias. Quando as denúncias indicam "ilegalidade manifesta", a Autarquia em causa é alvo de um inquérito.
Para Jaime Soares, presidente da Câmara de Vila Nova de Poiares e membro da direcção da Associação Nacional de Municípios (ANMP), há "temas mais relevantes para o congresso, como a lei de Finanças Locais, o QREN, a Administração do Território e a reivindicação da ANMP de fazer parte do Conselho de Estado".O autarca lembra que foi por recomendação da ANMP que se passou a fazer uma inspecção por mandato às autarquias. "Estamos de consciência tranquila porque assumimos abertamente a defesa da honestidade e da transparência na actividade autárquica", disse.
