
FERNANDO NOBRE " CHUMBADO" NA VOTAÇÃO A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.
BLOG DAS COISAS QUE DÃO NAS VISTAS..SEM SER A PAISAGEM EM POIARES, MAS TAMBEM NOS ARREDORES.....

Para o ainda presidente da FBDC, Jaime Soares, a assinatura deste protocolo representa um importante apoio aos bombeiros do distrito de Coimbra, uma vez que, «um dos pontos-chave no ‘teatro de operações’, é a eficácia/eficiência das comunicações» e, com este equipamento, «os bombeiros passam assim a estar integrados na rede SIRESP e, desta forma, em articulação directa com as diversas forças de segurança, garantindo maior rapidez de acção e maior operacionalidade, o que, naturalmente, se reflectirá numa maior e melhor prestação de socorro às populações».O Protocolo foi assinado em Poiares, entre o presidente da FBDC, Jaime Soares e o Governador Civil do Distrito de Coimbra, Henrique Fernandes, na presença de outros dois membros da referida federação de bombeiros.
FERNANDO NOBRE " CHUMBADO" NA VOTAÇÃO PARA PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA.

A Comissão de Defesa da Floresta Contra Incêndios de Vila Nova de Poiares aprovou o Plano Operacional Municipal para 2011, ano que antevê difícil em matéria de fogos florestais.
A Comissão Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios aprovou recentemente o Plano Operacional Municipal (POM) para 2011, ano que o responsável máximo pela protecção civil no concelho, que presidiu àquela estrutura, antevê difícil no que diz respeito aos incêndios florestais. Jaime Soares, presidente da Câmara Municipal local, adiantou que se trata de um plano «onde estão definidas as estratégias operacionais que servirão de base à actuação de todo o dispositivo, uma perspectiva integrada e de articulação permanente entre os vários agentes, para assim obter a maior eficácia possível em matéria de Defesa da Floresta Contra Incêndios».
Jaime Soares reafirma que «os fogos florestais evitam-se, não se combatem» pelo que defende a aposta na prevenção, ao mesmo tempo que critica «o pouco aproveitamento dos resíduos e sobrantes florestais para biomassa, numa estratégia económica que, se fosse devidamente trabalhada, poderia criar condições de auto-financiamento da floresta». Jaime Soares defende a aposta «na prevenção, planeamento e ordenamento da floresta através do emparcelamento, mas para isso é necessário fazer o cadastro da floresta, trabalho de base, essencial, e que nunca foi feito».
So paleio e nada foi feito. Numa Camara ha mais de 35 anos , bombeiro ha mais de 40 anos, não conseguiu trazer nada de novo que alterasse significativamente a protecção às nossas aldeias. Não se trata de proteger matas e matos em que os donos ja não estão assim muito preocupados , pois nunca se propos ao nivel concelhio de uma politica ou ajuda na florestação ou implementação de novas especies
Trata-se sim de proteger as casas e as vidas das pessoas que vivem nas nossas aldeias. Todos os anos os fogos florestais assustam milhares de residentes das nossas localidades, que por sinal a grande percentagem, são idosos preocupados com os seus parcos haveres bem como pela integridade fisica.
Porque não se estimula e se fazem reunir as entidades para criar zonas de protecção nas aldeias?
Areas circunscritas, propositadamente criadas e estabelecidas em redor das aldeias onde os matos e arvoredo eram limpos periodicamente. Não é isso que as Camaras e Juntas fazem agora ao longo das estradas e caminhos? Se ha disponibilidade e boa vontade para isso porque não o ha para delimitar as aldeias?
O resto seria quase o deixa arder que o meu pai é bombeiro.
Eis agora por força da nossa incapacidade para gerir os nossos bens, nos é imposto pela TROIKA, e num curto espaço de tempo (até Abril de 2012 segundo a imprensa) o redimensionamento da nossa estrutura administrativa, supressão de algumas dezenas e quem sabe mais de uma centena de municípios e de mais de um milhar de freguesias, nada que não soubéssemos, mas algo que nunca quisemos fazer por um único motivo “a mesquinhez das capelinhas”, isto nada tem de interesse nacional, o facto é que tivemos desde a aprovação da primeira constituição em 1976 até hoje (35 anos), a possibilidade de aplicar o que constitucionalmente está definido no artigo 256 da Constituição da República “As regiões administrativas são criadas simultaneamente, por lei, a qual define os respectivos poderes, a composição, a competência e o funcionamento dos seus órgãos, podendo estabelecer diferenciações quanto ao regime aplicável a cada uma”.
Ora são 35 anos em que tivemos a possibilidade de aplicar a lei, não o fizemos, se o tivéssemos feito atempadamente muitos concelhos não teriam sido promulgados e foram-no apenas para contentar clientelas, e com a implementação das regiões surgiria uma nova abordagem à redefinição de concelhos e à sua supressão e integração noutro, mas isto deveria ter sido feito em nome do supremo interesse nacional e não das capelinhas como atrás referi.
Pois agora o que não fizemos em trinta e cinco anos, vamos fazê-lo em pouco mais de um ano e o novo modelo (este sim sem apelo e sem necessidades de mais estudos, análises, etc.,) será porventura aplicado já nas próximas eleições autárquicas em Outubro de 2013, portanto, daqui a dois anos.
Sem dúvida que esta medida era e é necessária, não há necessidade de continuarmos a ter freguesias com menos de cem eleitores e com áreas ridículas, á uma necessidade de agrupar freguesias, reduzir custos com eleitos e aumentar a capacidade de resposta das novas freguesias aos anseios das populações.
Quanto aos municípios, o factor história, terá de ser ultrapassado, hoje é inevitável que temos em Portugal freguesias com 50.000 habitantes que recebem menos de 20% daquilo que um concelho com 5.000 habitantes recebe, nesta perspectiva temos que nos habituar à ideia de que tudo mas mesmo tudo vai mudar, não fomos capaz de trilhar o nosso caminho, outros o abriram, e agora impõem-nos a caminhada qui’ça bem mais difícil, daquela que poderíamos e deveríamos ter trilhado.