terça-feira, fevereiro 27, 2007

POIARES - Universidade sénior arranca em Março

O presidente da Câmara Municipal de Poiares, tem o cartão de estudante número um; o pároco Joaquim Natálio é o portador do cartão número dois.
São estes os dois primeiro alunos da Universidade Sénior da ADIP, ontem apresentada nas comemorações do 11.º aniversário da instituição. Madalena Carrito entregou simbolicamente os dois cartões aos “alunos” esperando que tal acto possa servir de estímulo para que outros alunos se inscrevam na Universidade Sénior, cujas aulas vão começar já no próximo mês.
A Universidade Sénior nasceu de uma outra experiência levada a cabo pela ADIP – o Fórum Sénior – em que uma vez por mês os maiores de 50 do concelho se juntavam para debater e discutir variados temas. Agora a ADIP «dá um passo mais à frente» e cria a Universidade Sénior em que todos são convidados a participar, funcionando, neste primeiro ano, com as áreas de história, saúde, informática, artes decorativas e ginástica, a cargo de professores voluntários que já trabalham na ADIP que darão as aulas uma tarde por semana. O leque de temas pode ser alargado, assim como o número de aulas, dependendo tal da adesão dos seniores, dos seus gostos e da sua disponibilidade.Na cerimónia de comemoração do aniversário da ADIP foram também entregues cerca de 70 certificados de formação profissional que são o resultado de uma formação que decorreu entre Junho e Dezembro de 2006.

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

POIARES - ADIP apela ao mecenato para equipar Centro de Noite

No dia em que a Associação de Desenvolvimento Integrado (ADIP) de Vila Nova de Poiares assinalou o seu 11.º aniversário, a presidente da instituição apelou aos empresários e instituições do concelho para que dêem o seu contributo para concluir o que falta do Centro de Noite.
A nova valência da instituição está praticamente concluída, faltando apenas o equipamento para entrar em funcionamento, o que se prevê aconteça em Maio. Até lá há ainda muito a fazer, nomeadamente equipar todo o complexo. «Lanço o apelo aos empresários, em nome da ADIP, atendendo aos fins a que se destina», apelou ontem Madalena Carrito, manifestando que «faz parte da responsabilidade de todos participar na vida da sociedade».
E o exemplo chegou logo pela manhã do dia de aniversário, quando um empresário se dirigiu à ADIP para dar o seu contributo equipando o quarto número 2, agora chamado de “quarto Silva Gás”. O apelo à colaboração foi também deixado à Segurança Social de Coimbra para que «desenvolva um conjunto de procedimentos para existir financiamento», pediu, dirigindo-se ao director-adjunto da Segurança Social distrital, Pedro Coimbra. Um pedido que teve resposta, talvez não a desejada, mas a possível. Congratulando-se com o importante contributo que a ADIP tem dado à comunidade onde se insere, «desde o berçário até à velhice», Pedro Coimbra afirmou que a instituição tem sido «parceira» da Segurança Social e da Administração Central e os apoios ao investimento têm existido, nomeadamente ao nível dos acordos de cooperação. E serão estes acordos de cooperação «que com certeza iremos realizar», afirmou. O director-adjunto aproveitou, de resto, a ocasião para relembrar que existem programas de apoio às instituições. O Pares (Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais) é um desses exemplos e que, segundo afirmou, nos próximos três anos permitirá «duplicar a capacidade de resposta das instituições em receber utentes» e, ao mesmo tempo, «criar 15 mil novos postos de trabalho». É certo que «não chega», afirmou, mas para breve estarão outros programas para melhoramento dos equipamentos e por isso «há que começar a preparar candidaturas». O Centro de Noite surge como mais uma resposta da ADIP na área social, ao lado do centro de dia, serviço de apoio domiciliário, creche, jardim-de-infância, centro de actividades de tempos livres e colónia de férias que a instituição tem em funcionamento. «É para todos os que têm dificuldade em permanecer sozinhos durante a noite; é uma resposta para as pessoas que, sendo autónomas ao longo do ano, têm momentos em que estão mais debilitadas», explicou a presidente da ADIP, lembrando o «sacrifício» e as «muitas dificuldades» que todos os trabalhadores da instituição passaram para que a obra possa ser uma realidade.

in DC

sexta-feira, fevereiro 23, 2007

Área Metropolitana de Coimbra-Os líderes distritais do PS e do PSD estão a preparar uma lista

Os líderes distritais do PS e do PSD estão a preparar uma lista conjunta para a Assembleia da Grande Área Metropolitana de Coimbra, cuja eleição está marcada para o próximo dia 28, às 19h00, e decorrerá em simultâneo nas assembleias municipais de 16 concelhos.
Como aconteceu com o anterior sufrágio, a CDU irá apresentar um elenco próprio, ficando de fora do acordo entre os dois partidos maioritários.
A lista de 49 nomes que se encontra a ser negociada entre Victor Baptista (PS) e Jaime Soares (PSD) deverá estar já alinhavada, a fim de as estruturas de ambos os partidos dêem o respectivo aval.
Os 49 membros da Assembleia da GAMC são eleitos, através do método de Hondt, por 330 autarcas com assento nas assembleias municipais dos concelhos de Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mealhada, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova, Penela, Poiares, Soure e Tábua.
A correlação de forças no seio do colégio formado pelos autarcas eleitos para as assembleias dos 16 municípios pouco se alterou em Outubro de 2005.O Centro-Direita (PSD-CDS/PP) desfruta actualmente de 159 assentos no âmbito desse colégio (menos quatro do que no quadriénio 2002/2005), cabendo 149 mandatos ao PS, 18 à CDU e quatro ao Bloco de Esquerda.
Quanto à Junta Metropolitana, onde o PSD desfrutava de maioria, há a registar um empate na nova composição (oito presidentes de câmaras social-democratas e oito do PS).

quinta-feira, fevereiro 08, 2007

POIARES - Agir vai processar Câmara por fiscalização "ilegal"


Mas uma macacada do Senhor Prusidente de Poiares. Arre gaita nem os cães têm descansado
Aconselho-os a irem ler o Kumraio do http://basagueda.blogspot.com , http://basagueda.blogspot.com/2005_04_01_archive.html
Samuel Vieira, presidente da associação, chamou a GNR após a entrada dos técnicos da CâmaraPaula Gonçalves. A Associação Agir pelos Animais vai apresentar uma queixa-crime contra a Câmara de Vila Nova de Poiares, por técnicos municipais terem entrado, ontem, sem autorização e sem mandado judicial, numa propriedade privada, onde estão recolhidos animais abandonados. O presidente da Câmara, Jaime Soares, como lídimo cumpridor de leis garantiu que o Município se limita a cumprir a lei e garantiu não pretender "alimentar mais questiúnculas com a Agir". "Este presidente diz que o senhor presidente da Agir quer é publicidade barata e ser conhecido à minha custa. Não estou mais para subsidiar esse peditório", declarou o autarca. A fiscalização em causa foi realizada ao abrigo do Regime Jurídico da Urbanização e Edificação. Segundo a Agir, três técnicos da Autarquia, acompanhados por agentes da Polícia Municipal, entraram, ontem, na Quinta da Moenda, "não obstante uma das técnicas, jurista, ter sido advertida", via telefone, pelo advogado da Agir, Pedro Trilho y Blanco, de que "não o poderia fazer sem mandado". O causídico diz ter ainda solicitado para que aguardassem no local cerca de meia hora, tempo que previa para a viagem de Coimbra a de Poiares. Mas a jurista com quem diz ter falado ter-se-á recusado a esperar com o argumento de que "tinha muito que fazer" e que, acrescenta Pedro Trilho y Blanco, "iria chamar a GNR para entrar imediatamente na propriedade".No entanto, refere ainda o advogado, acabou por "entrar na propriedade acompanhada apenas da Polícia Municipal", tendo sido o presidente da Agir, Samuel Vieira, a chamar a GNR.A fiscalização em causa não estava relacionada com a retirada dos animais, mas, segundo o advogado, com "pseudo-operações urbanísticas, aludidas num auto de vistoria que é nulo". O mesmo acontece, de acordo com Pedro Trilho y Blanco, com um outro ofício, enviado anteriormente pela autarquia, relativo a outra vistoria que terá sido efectuada, mas que a Agir não reconhece. Isto porque resultou de uma visita, a 3 de Janeiro, de "um senhor que se intitulou delegado de saúde, acompanhado de outro que não se identificou, dizendo ao presidente da Agir que viriam a título informal", pelo que Samuel Vieira autorizou a entrada.Desta vistoria "informal", por ter sido "feita sem notificação", o que a torna nula, segundo Trilho y Blanco, resulta também "um pseudo relatório absolutamente nulo, que mais não é do que uma reprodução da lei". Por outro lado, acrescenta Trilho y Blanco, "não foi dada a possibilidade à Agir de se pronunciar, não tendo a Câmara cumprido o dever de audiência". A Associação afirmou ter tentado apresentar queixa ainda ontem, mas refere que a GNR de Poiares se recusou a aceitá-la. Para Jaime Soares este "assunto está encerrado". "A minha preocupação são os animais e não o senhor presidente da Agir". Ao garantir que é "a última vez" que responde a Samuel Vieira, Jaime Soares acrescenta que, se a Agir considera que o Município não cumpre a lei, "está à vontade para prosseguir com os seus objectivos, atendendo a que estamos num Estado de Direito".

quarta-feira, fevereiro 07, 2007

LOUSÃ - Detidos cinco jovens indiciados por furto e tráfico de automóveis

Cinco jovens alegadamente envolvidos em vários crimes de tráfico e furto de automóveis foram detidos ontem, na zona da Lousã, numa operação conjunta da Polícia Judiciária (PJ) e da GNR, segundo fonte desta força policial. Os detidos são quatro homens, de 16, 20, 23 e 25 anos, e uma mulher, de 23 anos, disse à agência Lusa fonte da Brigada Territorial 5 da GNR. Os cinco foram constituídos arguidos, após terem sido detidos pela PJ de Coimbra e ouvidos no Tribunal da Lousã, tal como oito presumíveis receptadores dos veículos e outros materiais furtados. Foram recuperados 17 automóveis e um motociclo, na sequência de uma operação policial realizada, no cumprimento de mandados de busca e detenção, entre as 07H00 e as 09H30, designadamente nos concelhos de Miranda do Corvo e Penela, distrito de Coimbra. Segundo uma fonte da GNR da Lousã, os arguidos estão indiciados por 43 crimes de furto, tráfico e receptação de veículos, praticados em três concelhos do distrito de Coimbra (Lousã, Miranda, Penela e Coimbra) e na zona de Ansião, no distrito de Leiria. A operação conjunta da PJ e do Núcleo de Investigação Criminal da GNR da Lousã permitiu ainda recuperar caixas de ferramenta, 18 jantes de liga leve, 27 auto-rádios, 28 colunas de som, dois amplificadores, cinco telemóveis, duas máquinas fotográficas, dois conjuntos “ecrã plasma” e 225 euros em dinheiro, obtidos presumivelmente através de diversos crimes de furto.

POIARES - Ministério Público pede condenação de automobilista

O procurador do Ministério Público pediu ontem a condenação, por homicídio negligente grosseiro, de um automobilista que atropelou mortalmente uma criança, numa estrada municipal de Vila Nova de Poiares, em Agosto de 2001. A condenação por homicídio negligente grosseiro foi ontem pedida, no tribunal Judicial de Penacova para um indivíduo de 28 anos que, na madrugada de 6 de Agosto de 2001, atropelou mortalmente uma criança, causando danos físicos na avó.Nessa noite, as duas vítimas deslocavam-se, juntamente com mais quatro pessoas, da festa de Algaça, em que tinham participado, para Pereiro de Baixo, duas povoações vizinhas do concelho de Vila Nova de Poiares, quando decorreu o acidente com o carro conduzido pelo homem que é arguido neste julgamento.
Depois de na primeira sessão o tribunal ter ouvido o arguido e as testemunhas de acusação, ontem, foram prestados depoimentos abonatórios, que coincidiram em reiterar o seu carácter «humilde, trabalhador e honesto».Quem não se impressionou com as declarações prestadas foi o procurador do Ministério Público que deu como provados os factos da acusação, pedindo ao colectivo de juízes a condenação por homicídio negligente grosseiro, considerando que a pena deve ser agravada pelos danos causados à avó.Ainda mais contundente foi a representante da família, que, não só considerou a prova produzida suficiente para condenação, como acusou uma das testemunhas, o padrinho do arguido, de mentir em tribunal, muito embora não tenha feito uma acareação por não considerar «relevante».Nas alegações finais não deixou de frisar algumas contradições nas declarações do acusado, referindo que deveria vir num «estado obscuro» e distraído, factores impróprios para a condução de um automóvel.«Não é desculpável», frisou, lembrando que aconteceu uma morte e outra pessoa ficou «afectada para toda a vida». A advogada sublinhou ainda que «tentou-se desculpar com as poucas mossas do carro», algo que não foi devidamente apurado, para defender que, por alguma razão o homem foi entregar-se às autoridades noutro meio de transporte, algumas horas depois, tendo acusado álcool.Reforçando os seus argumentos, a causídica lembrou o relatório da autópsia para sustentar que os ferimentos mortais na criança terão sido causados apenas porque o indivíduo recuou o carro, passando por cima do corpo.No dia do acidente rodoviário, o arguido tinha discutido com a namorada e assumiu estar alterado. As pessoas que seguiam a pé, nomeadamente o pai da menina, testemunharam que o carro seguia com luzes em máximos e aos ziguezagues, antes de embater nas vítimas. Ontem, o indivíduo apenas falou para lamentar a situação e pedir desculpas pelo ocorrido. A advogada de defesa pediu uma pena «menos severa», invocando vários atenuantes, como seja a sua importância para a subsistência da mãe, uma vez que o pai abandonou o agregado familiar há alguns anos.A causídica alegou ainda que o condutor não terá visto as pessoas que circulavam na berma, acusando as autoridades policiais de incúria por não terem investigado os danos que resultaram no automóvel. Por outro lado, também aludiu a alguma falta de cuidado dos peões, que não terão sabido proteger a menor, que acabou por falecer na sequência do atropelamento.

NR.do DC

domingo, janeiro 28, 2007

Carta Aberta de Francisco Andrade

Carta aberta ao presidente da Câmara de Poiares.
Uma carta de Francisco Andrade, o competente e importante Presidente de Junta de Freguesia de Santo Antonio dos Olivais em Coimbra.
Não faria qualquer comentário à entrevista do senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares, de quem sou amigo há muitos anos, se não fora o não poder dissociá-lo do lugar que ocupa como Presidente da Distrital do Partido. Eu sei que o raciocínio do senhor Presidente tem a lógica de quem governa uma autarquia que cabe num bairro da minha Freguesia, e como tal, analisa o trabalho das mesmas a essa dimensão, mas isso não justifica tudo...É natural que dado a realidade de Vila Nova de Poiares, onde o Senhor está a fazer boa obra, necessite de mais poder no Município. Poder financeiro, já que em relação às competências que cabem às suas Freguesias, não é credível que lhe estejam a roubar qualquer protagonismo.Quero acreditar que as pessoas que o leram não compartilharão da opinião que tem sobre o papel que as Freguesias desempenham. Principalmente aquelas que diariamente recorrem aos seus serviços, para verem resolvidos os problemas do seu quotidiano, ou para que estas os consigam levar a quem de direito para serem resolvidos. O Povo sabe bem onde encontra uma porta aberta e um rosto, assim como sabe dar valor às dificuldades que encontram sempre que pretendem expor os seus problemas e deparam com Secretárias, Assessores ou quejandos, ou quando os espera uma resposta programada vinda de um qualquer atendedor automático. As Freguesias não serão nunca um contra – poder dos altos interesses das Câmaras, mas bem pelo contrário uma desburocratização da máquina complexa de muitas delas e um serviço permanente em prol das populações. Não será pois, através da lógica da evolução tecnológica, que se possa justificar a sua extinção, até porque muitas já aderiram a esse bem. O contacto personalizado e directo entre eleito e eleitor, terá sempre o seu procedimento por excelência. Numa sociedade onde se está a perder a noção dos valores e dos direitos, numa fuga para a frente, é triste que mais uma vez se pretenda tirar do Povo aqueles que lhe estão mais próximos.
Permita-me senhor Presidente que o questione: Como reagiria Vª Exª, se na sua lógica do efeito tecnológico, onde assenta a sua tese, o Governo utilizasse o mesmo raciocínio e defendesse a substituição das Câmaras ou da sua anexação, sempre que os seus concelhos não tivessem um determinado número de habitantes?
Reafirmo a amizade que lhe tenho, mas não me leve a mal dizer-lhe que na vida há momentos infelizes e o senhor teve um deles...É que, como Presidente da Distrital, ficou em muito maus lençóis para num futuro próximo, lutar pela conquista dessas autarquias. Assumi com muita honra a presidência da maior Freguesia do Distrito de Coimbra e das maiores do País e orgulho-me da proximidade e do desempenho que prestamos à população de sessenta mil habitantes, sem que algum dia tivesse prejudicado as competências da Câmara Municipal de Coimbra.

LOUSÃ - Avião não tripulado com tecnologia portuguesa

Uma aeronave não tripulada, destinada a missões de vigilância e transmissão simultânea de dados, é a “estrela” da III Semana da Ciência e Tecnologia a decorrer na Lousã.O SkyGu@rdian é um pequeno avião com 2,1 metros de comprimento e 4,3 metros de envergadura que nasceu de uma parceria entre o Instituto Politécnico de Leiria (IPL), a Universidade da Beira Interior (UBI) e a empresa Plasdan, sediada na Marinha Grande e especializada em moldes.
O objectivo do projecto foi desenvolver, ao longo dos últimos quatro anos, uma aeronave não tripulada para observação aérea, com aplicações práticas nas áreas da vigilância de incêndios, da costa marítima, reconhecimento militar, investigação de fenómenos atmosféricos, comunicação rádio ou fotografia aérea. A ponte estabelecida entre a investigação feita nas instituições de ensino superior e as empresas envolvidas representa também a atenção dada à necessidade de que o produto final tenha aplicação prática e que seja economicamente viável. Estas aeronaves revelam ser mais económicas e operacionalmente mais flexíveis – através de mecanismos de automação –, do que os aviões tripulados. No caso concreto, a aeronave tem capacidade para transportar uma carga útil de 4,5 quilos, correspondente a equipamento fotográfico ou de vídeo, de transmissão e controlo. Sendo assim, integra sistemas de telecomunicações e gestão de dados, estando em fase final de desenvolvimento.A III Semana da Ciência e Tecnologia, promovida pela Câmara Municipal da Lousã, é um certame de carácter pedagógico que pretende apoiar a actividade experimental das ciências. A iniciativa teve início na segunda-feira passada, essencialmente com a realização de colóquios, e decorre até sábado com a presença de várias instituições de ensino na Nave de Exposições da vila. No stand ocupado pelo IPL, a Escola Superior de Tecnologias e Gestão apresenta alguns projectos em curso na instituição, entre os quais o referido avião, em que estão envolvidos os departamentos de Engenharia Electrotécnica, Mecânica e Informática.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

POIARES - Floresta Contra Incêndios

Poiares recebeu a última reunião do Conselho de Representantes da Floresta Contra Incêndios.
O Conselho de Representantes da Defesa da Floresta Contra Incêndios reuniu em Poiares, num encontro que serviu para fazer o ponto da situação relativamente ao plano nacional, bem como à acção dos municípios em prol da defesa da floresta.De acordo com os dados apresentados, até dia 19 de Janeiro estavam constituídos 198 gabinetes técnicos florestais, entregues 215 planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, concluídos 158 planos operacionais municipais e constituídas 258 comissões municipais de defesa da floresta contra incêndios.
O encontro, que reuniu todas as entidades ligadas à problemática da defesa da floresta contra incêndios, nomeadamente Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, Instituto de Conservação da Natureza, Instituto de Meteorologia, Estado Maior do Exército, da Força Aérea e da Armada, comando da GNR, Polícia Judiciária e Associação Nacional de Municípios, serviu ainda para analisar a preparação do Programa de Apoio do Fundo Florestal Permanente, o segundo relatório da Comissão Eventual para os Fogos Florestais da Assembleia da República e o Plano de Sensibilização.
No final da reunião, Paulo Mateus, presidente do Conselho de Representantes e também sub-director da Direcção-Geral dos Recursos Florestais, fez um balanço que considerou «muito positivo» do encontro, defendendo que «nestas reuniões todos os representantes têm oportunidade de expor os seus pontos de vista e, esta em concreto, foi pródiga nesse sentido», afirmou. Aquele responsável adiantou ainda que «o sistema nacional de defesa contra incêndios é um sistema holístico, todas as peças têm de funcionar e é nesse sentido que estamos a trabalhar, coordenando e organizando o trabalho de cada uma das entidades».
Em representação da (ANMP), Jaime Soares, também enfatizou o carácter profícuo do encontro, onde «se procurou encontrar as melhores soluções para resolver os problemas da floresta».
Sublinhou a importância do Conselho de Representantes porque, «tudo o que diz respeito à floresta passa por este organismo» e, «não tendo o poder de decisão, podemos ter uma posição forte, através dos relatórios que saem das nossas reuniões, os quais a administração central não pode ignorar, nem desvalorizar», daqui «saem as linhas força de orientação para uma estratégia de futuro da floresta portuguesa».
A reunião de Poiares, realizada na passada quarta-feira, contou, também, com a presença de um investigador especializado em incêndios florestais.
Hermínio Botelho, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, apresentou um documentário sobre o tema “O fogo contra o fogo”, no qual focalizou e desmistificou alguns paradoxos. «O fogo nem sempre é mau e pode ser usado como uma ferramenta para combater os incêndios», afirmou, enaltecendo o papel que o fogo ocupa na gestão da floresta. «Temos de saber viver com o fogo», defendeu, explicando que é necessário equacionar «outras formas de o combater».Hermínio Botelho apresentou um projecto comunitário, o único na área dos incêndios, intitulado “Paradoxo do fogo”, que «os portugueses estão a coordenar, em conjunto com 32 equipas de 13 países diferentes», através do qual se pretende demonstrar que «há outras formas de gerir as florestas, de gerir os incêndios, através do próprio fogo». Trata-se, defendeu o investigador, de «uma nova filosofia relativamente ao que temos andado a fazer nos últimos anos, não só em Portugal como em toda a Europa».
Hermínio Botelho defendeu ainda como fundamental e urgente a «reconversão da nossa floresta, retirando algumas espécies mais inflamáveis e introduzindo espécies autóctones, bastante mais resistentes ao fogo».
Note:in Diario Coimbra

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Marsilop ganha obra da Águas do Mondego

A empresa Águas do Mondego, concessionária do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Baixo-Mondego e Bairrada, adjudicou o concurso público que visa a concepção-construção da estação de tratamento de águas residuais (ETAR) do Caneiro à Marsilop – Sociedade de Empreitadas, por 219 mil euros.A unidade, cujo prazo de execução é de 19 meses, estará dimensionada para uma população equivalente de 300 habitantes no ano horizonte do projecto (2027), incorporando um nível de tratamento secundário (processo de lamas activadas em arejamento prolongado, em unidade compacta).A empreitada abrange construção, pré-arranque e arranque da infra-estrutura. Prevê-se também a execução do caminho de acesso à ETAR, numa extensão de 40 metros.
O sistema multimunicipal do Baixo Mondego-Bairrada, é um dos mais recentes do País, tendo sido criado para melhorar a qualidade da água para consumo público e aumentar os níveis de tratamento das águas residuais de cerca de 427 mil habitantes.
A integração, reabilitação ou ampliação das infra-estruturas são as medidas propostas pela empresa para melhorar a qualidade de água abastecida aos municípios de Ansião, Arganil, Coimbra, Condeixa, Góis, Leiria, Lousã, Miranda do Corvo, Penacova, Penela e Vila Nova de Poiares. A empresa prevê investir, até 2039, 138 milhões de euros e conta com um financiamento de 21 por cento do Fundo de Coesão.

domingo, janeiro 21, 2007

Jaime Soares quer acabar com as Freguesias


Autarca contra o fim das freguesias que Jaime Soares defende.
Alberto Cadima da Lajeosa opõe-se a Jaime Soares da Risca Silva. As recentes declarações públicas de Jaime Soares, presidente da Câmara de Poiares e tambem intitulado presidente da Comissão Política Distrital de Coimbra do PSD, em defesa da extinção das juntas de freguesia, no sentido de dar mais poder aos municípios, não caíram bem no seio da autarquia de Lajeosa, no concelho de Oliveira do Hospital.Já Francisco Andrade da Freguesia de Sto Antonio dos Olivais se lhe referiu. É que Poiares, cabe num dos bairros dessa Freguesia de Coimbra, mas enfim....

"Fico estupefacto ao ler tais afirmações. Num país moderno só se consegue ter bons municípios se as freguesias rurais tiverem um bom desempenho na aplicação das verbas transferidos pelo Estado", afirmou Alberto Cadima. Jaime Soares sugeriu, numa recente entrevista a um jornal regional, que nos espaços onde hoje existem as juntas de freguesia sejam criadas estruturas de desenvolvimento, através das novas tecnologias que permitam ao cidadão resolver os seus problemas no local de residência. Na sua opinião, "as verbas seriam mais úteis se centralizadas na estrutura do município, pois dariam melhor resposta às necessidades das populações". Neste sentido, defende a criação de mais 70 municípios e a extinção das juntas de freguesia. Alberto Cadima lamenta que as declarações do líder distrital do PSD "não tenham abonado em nada o parente pobre do poder local".

quinta-feira, janeiro 18, 2007

Câmara de Poiares encerra bar em Vale de Vaz

A Câmara de Poiares encerra bar por causa do barulho nocturno. A autarquia de Poiares ordenou o encerramento de um café, depois de ter detectado a falta de licenciamento. Paralelamente, o gerente pretende ver o “nome limpo”, depois de denúncias que apontavam para um quadro de prostituição no local O “Bar do Freddy”, antes chamado “Escorpião”, em Vale de Vaz, Vila Nova de Poiares, deverá ser hoje encerrado por ordem da autarquia, depois de terem sido verificadas ilegalidades ao nível do licenciamento e excesso de barulho nocturno, de acordo com o presidente da câmara.
Soares informou que se trata de um quadro de «ilegalidade e ruído que só agora foi detectado pela Câmara, pelo que o estabelecimento tem que ser fechado».
O café «tem espectáculos de karaoke, mas não tem insonorização» afirmou o edil, frisando que «não estão a ser respeitados os horários de descanso das pessoas, que depois vêm aqui à câmara queixar-se de que não conseguem dormir».
Freddy Figueiredo, gerente do bar há cerca de três meses, diz que vai fechar o estabelecimento, aceitando as razões invocadas, nomeadamente a falta de licenciamento. «Não me emitem licença de obras porque o prédio está ilegal há já 30 anos e a senhoria não quer apresentar o projecto» exigido pela autarquia. Soares confirma que «a câmara já solicitou, várias vezes, que apresentassem tudo o que é necessário para legalizar, mas fazem tábua rasa, pelo que agora terá que encerrar».O gerente quer o “nome limpo”. Embora insatisfeito com o facto de ter que encerrar o café, Freddy Figueiredo está mais indignado com algumas denúncias que conotaram o estabelecimento com a indústria do sexo, o que, segundo diz revoltou a maioria da clientela.«O meu café foi difamado por uma senhora, em como seria um bar de strippers e prostituição», afirma, dizendo-se apoiado pela maioria da clientela, que já subscreveu, inclusive, um abaixo-assinado contra estas acusações. Alegadamente, terá tido conhecimento destas denúncias através da Polícia Municipal, que se deslocou ao local para averiguar as queixas e terá questionado o gerente. «Ficámos escandalizados com as acusações», diz, sublinhando que é uma casa de respeito».Também Soares recusa que a decisão de encerrar o estabelecimento tenha a ver com qualquer suspeita de actos de prostituição. «Está ilegal e causa ruído, pelo que tem que fechar», resume. Revelando que o estabelecimento funciona das 7h00 à 1h00 da manhã, podendo entender-se um pouco mais ao domingo, Freddy Figueiredo disse que vão famílias inteiras ao karaoke e matinés, sustentado o bom ambiente do local.«Os clientes estão revoltados e pediram-me para ligar para os jornais», afirmou, sublinhando que, «se me fecharem a porta eu vou sair, mas quero limpar o nome».

terça-feira, janeiro 16, 2007

LOUSÃ - Pinhal interior em busca de fundos

Catorze municípios,de Coimbra e Leiria, constituem hoje a Associação de Municípios do Pinhal Interior Norte.
Na mira investimentos comunitários em projectos intermunicipais. “Esta associação tem como objectivos articular investimentos municipais de interesse intermunicipal”, explicou à agência Lusa o presidente da Câmara da Lousã, Fernando Carvalho, concelho onde é celebrada, hoje, a assinatura da escritura pública.
A Associação de Municípios do Pinhal Interior Norte é constituída pelos concelhos de Alvaiázere, Ansião, Castanheira de Pêra, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande (distrito de Leiria), Arganil, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penela, Tábua e Vila Nova de Poiares (distrito de Coimbra). A associação pretende contratualizar a gestão de programas comunitários e articular investimentos municipais de interesse intermunicipal, através da gestão de programas comunitários, no âmbito do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) para o período 2007/2013. Segundo os estatutos, para a articulação dos investimentos municipais de interesse intermunicipal, a associação pode ainda criar e explorar serviços associativos próprios, participar em empresas regionais e em outras empresas de interesse público e celebrar contratos de concessão de serviços. No final da escritura pública, que terá lugar no salão nobre da Câmara da Lousã, pelas 15H00, serão eleitos os elementos dos corpos sociais.
In: As Beiras

segunda-feira, janeiro 15, 2007

ARGANIL - Discussão acabou à navalhada

Três indivíduos envolveram-se numa acesa discussão, que acabou com dois feridos e o terceiro, autor das agressões, detido pela GNR. Aconteceu na madrugada de domingo, no Sarzedo, concelho de Arganil.
Ciúmes terão estado na origem da discussão, que começou com palavras mais acesas, envolveu uma cena de pancadaria e acabou com dois indivíduos feridos com uma navalha. Aconteceu durante a madrugada de domingo, à porta de um café, no Sarzedo.O alegado agressor estaria no interior do café e as vítimas, que se encontravam no exterior do estabelecimento, chamaram- -no. A resposta foi pronta e, já no espaço frontal do café, por volta da uma da madrugada, estalou a discussão.Na base da contenda estará, tudo indica, uma mulher, com quem o alegado agressor, um indivíduo de 36 anos, que será oriundo do vizinho concelho de Oliveira do Hospital, teve, em tempos, uma relação. Razões que só o coração conhece ditaram a separação do casal, mas o homem, motorista de longo curso, não aceitaria bem a separação, tanto mais que existe um filho do casal, e pontualmente desloca-se ao Sarzedo e procura a mulher.Todavia, a senhora, que actualmente se encontra em situação de desemprego e está a frequentar uma acção de formação, não veria com bons olhos esta insistência, tendo inclusive refeito a sua vida afectiva com uma das vítimas, natural de Folques.Terá sido esta conjuntura afectiva que terá ditado a discussão, que acabou com o motorista de longo curso, alegadamente, a desferir vários golpes, com uma navalha, nos seus dois “interlocutores”, de 24 e 36 anos. Um, de acordo com informação da GNR, foi atingido no abdómen, enquanto o outro sofreu golpes no peito e numa perna.
A GNR deslocou-se ao local, para averiguar os acontecimentos, tendo procedido à detenção do suspeito por volta das 6h00 da madrugada de domingo. O detido foi conduzido às instalações do posto da GNR de Arganil e foi ontem, durante a manhã, presente a tribunal para primeiro interrogatório. O processo vai agora avançar para inquérito e o indivíduo ficou em liberdade, mas com termo de identidade e residência.