O Conselho Executivo da Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior Norte (CINPIN), que representa 14 câmaras, expressou hoje (dia 09) uma posição em defesa da construção do troço de Coimbra do IC3, considerando “uma obra estruturante dum território sistematicamente discriminado e um instrumento fundamental para o seu desenvolvimento, sendo imprescindível para a ligação ao principal centro polarizador regional”.
Face a notícias que o Governo poderá prescindir da construção do troço do IC3 entre Condeixa e Coimbra, que está incluída na concessão do Pinhal Interior, a CINPIN, através de uma posição subscrita pelo presidente do Conselho Executivo,João Marques (presidente da Câmara Municipal de Pedrógão Grande manifesta “discordância relativamente a eventuais adiamentos ou suspensão das referidas obras”
“A perspectiva sobre a concessão do Pinhal Interior não deve reduzir-se apenas ao IC3 como tronco alimentador de tráfego, mas envolver todo um conjunto rodoviário de penetração transversal, numa região que apresenta os níveis de acessibilidade concelhios mais baixos do país”, refere a CINPIN.
Para esta comunidade intermunicipal, “é fundamental e urgente a melhoria da conectividade desta malha rodoviária para o aumento da competitividade da economia regional, bem-estar das populações e para travar as indiscutíveis e cada vez mais profundas assimetrias entre o litoral e o interior”.
A Comunidade Intermunicipal do Pinhal Interior Norte é constituída pelos concelhos de Alvaiázere, Ansião, Arganil, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Góis, Lousã, Miranda do Corvo, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Pedrógão Grande, Penela, Tábua e Vila Nova de Poiares.