sábado, novembro 19, 2005

LOUSÃ - Escola Profissional entregou diplomas



A Escola Profissional da Lousã entregou ontem no auditório da Biblioteca Municipal os diplomas e certificados aos alunos que terminaram a sua formação no ano lectivo 2004/2005

Decorreu ontem ao fim da tarde a entrega dos diplomas e certificados a 19 dos 30 alunos que no final do ano lectivo 2004/2005 terminaram os cursos de Animador Sócio Cultural/Desporto e Técnico de Comunicação Social na Escola Profissional da Lousã (EPL).
A cerimónia realizou-se no auditório da Biblioteca Municipal, na presença do director da escola, António Almeida, do presidente da Câmara Municipal, Fernando Carvalho, e dos orientadores pedagógicos.
«Ao longo de 14 anos de existência temos vindo a formar jovens e raparigas que se têm imposto nos diversos locais onde vêm desenvolvendo as suas actividades, quer como profissionais de qualidade, quer como estudantes de nível superior», afirmou António de Almeida.
Na sua intervenção, alertou os ex-alunos para o facto dos diplomas e certificados não serem documentos mágicos, pois «por si só de nada valem».
«Têm de continuar a ser um estímulo para que a vontade que vos fez chegar ao final do curso não diminua e seja determinante na prossecução de demandas sempre mais elevadas por todo o vosso futuro», frisou.
Por seu lado, o presidente da autarquia, Fernando Carvalho, alertou para as dificuldades que actualmente se colocam a quem inicia uma carreira profissional, incentivando os alunos a não desistir. «Não desistam. É nos momentos complicados que devemos fazer o esforço maior», sublinhou.
Com 121 alunos, a EPL ministra cursos de Animador Sócio-Cultural, Gestão de Sistemas Informáticos e iniciou este ano o de Técnico de Turismo Ambiental e Rural.

sexta-feira, novembro 18, 2005

LICOR BEIRÃO - A marca do século

O Licor Beirão foi ontem distinguido, em Lisboa, pela Associação Portuguesa de Anunciantes. José Carranca Redondo recebeu o prémio.A Gala da Eficácia decorreu ontem à noite na sala Tejo do Pavilhão Atlântico.
Além dos representantes das 500 maiores empresas de Portugal, o evento, promovido pela APAN, Associação Portuguesa de Anunciantes, contou a participação de representantes de mais de uma centena de empresas de publicidade e marketing.
Foi com ?grande emoção? que José Redondo recebeu o prémio que considera ser ?uma distinção e reconhecimento ao trabalho do pai que chegou a pedir dinheiro emprestado para investir na publicidade?, como confessou na altura.
Recorde?se que Carranca Redondo, falecido no passado mês de Junho, foi pioneiro em Portugal da publicidade de estrada, em meados do século XX, e respondeu quase uma centena de vezes em tribunal devido a esta actividade, ganhando a maioria das disputas judiciais, dispensando a intervenção de advogados.
Nos anos 60, o empresário - republicano, ateu e anticlerical, tirando partido em termos publicitários da fama ?amarga? de Salazar, espalhou de norte a sul do país um cartaz inteligente com uma frase equívoca sobre o seu licor: ?O Beirão de quem todos gostam!?.
Nos últimos 15 anos, a produção de Beirão subiu de 600 mil garrafas por ano para mais de dois milhões. Uma parte significativa destina?se à exportação para vários países, incluindo para a Rússia, onde o Licor de Portugal começou a ser comercializado na última década, após o derrube do regime comunista e da subida ao poder de Ieltsin.
A APAN, Associação Portuguesa de Anunciantes, tem por objectivo específico a defesa, a salvaguarda e a promoção dos interesses dos seus membros em todos os aspectos relacionados com a publicidade.
Este ano, o Licor Beirão foi ainda distinguido pela Superbrands, organização internacional que se dedica à promoção e reconhecimento das marcas de excelência.
O Licor Beirão foi uma das 44 marcas eleitas e figura no livro Superbrands Portugal 2005, em conjunto com a Vodafone, Worten, Modelo, Triunfo, Triefen 200, Taylor?s, TAP, Super Bock, Sonasol, Securitas, Samsung, Sagres, Red Bull, entre outras.

Miranda do Corvo - Moção defende manutenção da APIF

A Câmara de Miranda do Corvo não se conforma com a extinção da Agência de Prevenção de Incêndios Florestais, anunciada pelo Governo e ontem aprovou, por unanimidade, uma moção que defende a continuidade daquela estrutura no concelho, cujo encerramento foi recentemente anunciado pelo ministro da Agricultura.
«Defendemos que a APIF não seja encerrada e se mantenha sediada em Miranda do Corvo, na Zona do Pinhal, próxima da Universidade de Coimbra e equidistante de Lisboa e do Porto», refere o documento apresentado pela presidente, Fátima Ramos. A autarca social-democrata considera que «Coimbra e a região Centro ficam ainda mais pobres com este encerramento», afirmando que «a medida só se compreende numa lógica centralista».
Para além de reclamar a manutenção da agência, Fátima Ramos defende ainda que este organismo «veja alargada as suas competências e que dependa directamente do primeiro-ministro ou da presidência do Conselho de Ministros».
A moção aprovada será enviada ao primeiro-ministro, ministros da Administração Interna e da Agricultura e aos líderes parlamentares dos partidos representados na Assembleia da República.
As competências da APIF serão transferidas para a Direcção-Geral de Recursos Florestais, no âmbito da reestruturação do ministério da Agricultura.
A agência foi criada pelo Governo de Durão Barroso em Abril de 2004, tendo iniciado funções em Agosto do mesmo ano com a missão de concertar estratégias, compatibilizar intervenções e orientar e desenvolver acções de prevenção e protecção da floresta contra incêndios.

quarta-feira, novembro 16, 2005

ESTATISTICAS em Poiares........


















Depois de fazerem amor e de fazerem sexo com qualidade:

10% dos homens voltam-se para o lado direito,
10% para o lado esquerdo

e os outros 80%

voltam para casa !!!"

Fonte: INE - Estudo em Dezembro de 2004 

terça-feira, novembro 15, 2005

Zorro com caminho até ao Carvalho ....


O Regimento de Engenharia nº3 (RE 3) do Exército deve dar por concluído, até ao final do ano, o caminho que vai ligar a povoação do Zorro ao cimo da Serra do Carvalho.
A obra resulta de um protocolo firmado entre o RE 3 (Espinho) e a Câmara Municipal de Coimbra, a 31 de Agosto último, poucos dias depois daquela zona ter sido devastada pelo grande incêndio que assolou a região de Coimbra.
A estrada que serve Palheiros, Carvalhosas e Zorro, na margem esquerda do Mondego, acaba nesta última povoação. E, a seguir à aflição dos incêndios, temem-se grandes derrocadas de terra, que podem obstruir a única estrada e deixar os moradores do Zorro, em especial, ?encurralados? na sua terra (têm o Mondego em baixo e encostas com um declive muito acentuado em cima).

O problema, se não chover muito nas próximas semanas, pode estar resolvido até final deste ano. Resolvido, mas apenas parcialmente, uma vez que o Exército abre caminhos mas não os asfalta - «Não concorre com privados».
O dirigente dos Sapadores de Coimbra,notou que aquele caminho é importante, também, por poder facilitar o combate a novos incêndios na zona. Um cenário muito provável, «se o ordenamento do território continuar como está». .

A colaboração do Exército com a Protecção Civil de Coimbra não se fica por aqui. Os BSC estão em vias de assinar um protocolo com aquele mesmo RE 3, para que dois sapadores aqui possam fazer um curso de operador de equipamentos pesados de engenharia (retroescavadoras, bulldozers, etc).

O objectivo é que, abram caminhos e aceiros nas matas, para prevenir e facilitar o combate aos incêndios.
«Todo esse trabalho pode ser feito com a prata da casa», sublinhou o comandante dos sapadores, concluindo que seria uma forma de a Câmara de Coimbra evitar a contratação de máquinas privadas e poupar dinheiro.

domingo, novembro 13, 2005

Lousã mostra produtos da serra



A vila da Lousã está a ser palco de mais uma Feira do Mel e da Castanha. Na XVI edição marcam presença 82 expositores, 37 dos quais apicultores. Para hoje domingo, último dia do certame, está marcado o lançamento de um livro, animação e um magusto popular

O governador civil de Coimbra, Henrique Fernandes, inaugurou ontem à tarde a XVI Feira do Mel e da Castanha da Lousã, um evento que reúne este fim-de-semana 82 expositores no Pavilhão Municipal de Exposições da Lousã, dos quais 37 são apicultores.
Acompanhado do presidente da autarquia, Fernando Carvalho, e de várias individualidades e autarcas do concelho, o governador civil percorreu a área de exposição onde, para além do mel e da castanha, se encontram outros produtos endógenos da região serrana, como os licores, os vinagres e as aguardentes de mel, noz e avelã. Ao (bastante) público que à hora da inauguração se encontrava no recinto foi distribuído um livro em miniatura, editado pela Câmara Municipal, com receitas de mel e castanha recolhidas pelos alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho.
Esta é a XVI edição da Feira do Mel e da Castanha, mas desde há cinco anos que este certame só aceita mel certificado, uma medida tomada pelo autarca Fernando Carvalho que tem dado os seus frutos.
Segundo António Carvalho, presidente da Lousãmel ? Cooperativa Agrícola de produtores da Serra da Lousã e concelhos limítrofes, «de há quatro anos para cá houve uma aumento de 100% nos pedidos de certificação». «Só este ano recebemos 140 pedidos», acrescentou.
A região demarcada da Serra da Lousã, que envolve 10 concelhos, produz anualmente cerca de 200 toneladas de mel, embora só 40 sejam sujeitas a certificação. Em virtude dos incêndios deste Verão que destruíram uma enorme área florestal, a produção dos próximos anos deverá diminuir nos municípios mais afectados. Na Lousã, Góis e Castanheira de Pêra a produção não deverá registar alteração, uma vez que passaram praticamente incólumes aos fogos. Às 18h00 há o tradicional magusto popular, no exterior do parque de exposições.

sábado, novembro 12, 2005

Incêndios Florestais - Autarquias visadas no relatório final

Melhor coordenação central, mais atenção aos rescaldos, e críticas às autoridades locais, a quem se exige mais empenho, são sugestões do relatório final da Autoridade Nacional para os Incêndios Florestais (ANIF)

Criada em Abril deste ano, a ANIF cessou funções a 31 de Outubro e uma das suas missões era apresentar um relatório final que identificasse deficiências no sistema nacional de prevenção, detecção, alerta e combate a incêndios florestais, e sugerir eventuais alterações.
Ao longo de dois volumes, a ANIF, presidida pelo tenente general António Luís Ferreira do Amaral, faz um estudo exaustivo da problemática dos incêndios florestais em Portugal e das formas de os combater, deixando críticas nomeadamente à actuação do poder local nesta matéria.
Grande parte dos municípios, diz a ANIF, «raras vezes possui, por si só, capacidade operacional para fazer face a uma situação de emergência», ao que se junta o facto de ainda existirem «muitos responsáveis municipais que ou não estão despertos ou não têm condições para um maior desenvolvimento dos padrões de prevenção, protecção e resposta».
A isso se junta o facto de muitas populações assumirem postura idêntica, «preocupando-se apenas quando as chamas chegam ao seu quintal ou às imediações da sua casa».
Segundo a ANIF, os incêndios florestais nem sempre são tratados como uma operação de protecção civil.
«Por vezes, as autoridades locais assistem ao desenrolar das operações, a cargo dos bombeiros, sem qualquer intervenção, com excepção de algum apoio em matéria de logística», critica.
Por tudo isto, a ANIF considera necessário que se criem condições, legislativas e outras, que envolvam activamente os autarcas e as populações na defesa do seu património.
E às autarquias cabe fazer cumprir aos proprietários regras mínimas de prevenção, quer em instalações industriais, quer em casas urbanas ou rurais, segundo a ANIF.
«De igual forma, deverão ser repensados novos licenciamentos de construção de habitação e implantação de indústria, condicionados os primeiros à observância de regras de segurança e os segundos a áreas previamente definidas em sede de Plano Director Municipal», lê-se no relatório.
Aliás, acrescenta, os municípios têm obrigação de fazer limpeza em torno de aglomerados populacionais e zonas industriais, mas nem todos o fazem.

Dispersão de comando

Outras das críticas da ANIF resulta daquilo que considera ser uma dispersão de comando no que toca à prevenção e combate aos fogos florestais, sugerindo a entidade agora extinta a criação de um Serviço Nacional de Operações de Socorro, que congregue «todos os esforços, executando todas as medidas exigidas pelas dimensões das ocorrências, com oportunidade e eficácia».
Ao mesmo tempo sugere a extinção da Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais, que sempre lutou contra escassez de meios humanos, devendo os seus quadros e competências ser transferidos para a Direcção-Geral dos Recursos Florestais.
Com a estrutura actualmente existente, fragmentada em 18 Centros Distritais de Operações de Socorro, houve «dificuldades de coordenação em incêndios que abrangeram mais de um distrito», alerta-se no relatório.

Protecção civil deverá ter novo enquadramento

Por isso, sugere-se: «da mesma forma que outros países recentemente o fizeram, deverá ser arquitectado um novo desenho de enquadramento da Organização Portuguesa de Protecção Civil, tendo como base, evidentemente, a organização administrativa do País e a sua divisão territorial».É que, conclui a ANIF, ao consenso de «Comando Único» já considerado «como o mais eficaz na resposta às ocorrências», deve-se acrescentar a ideia de «serviço único» de emergência.
Quanto aos parques florestais, a ANIF lamenta que algumas câmaras não se preocupem com «a prevenção e combate aos incêndios que deflagram naquelas áreas», realçando que poucos ou nenhuns daqueles parques dispõe de infra-estruturas que possibilite deslocamento de viaturas de bombeiros.
Depois, no relatório a ANIF pede que sejam revistos, «com urgência», os esquemas de formação de pessoal para combate a incêndio, bem como as estratégias de combate
Alertando para o facto de haver cerca de 43.000 elementos nos Quadros dos Corpos de Bombeiros, que na prática não se conseguem mobilizar, a ANIF pede a revisão do Estatuto Social do Bombeiro no que respeita à obrigatoriedade de formação e comparência em exercícios e treinos.
Já na fase final do relatório, a ANIF dedica um capítulo à questão dos rescaldos dos incêndios, algo a que considera não tem sido dada a devida importância.

quinta-feira, novembro 10, 2005

Encerramento da APIF é um escândalo nacional

A presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo considera que o encerramento da Agência para a Prevenção de Incêndios Florestais (APIF), confirmada anteontem pelo ministro da Agricultura, «é um verdadeiro escândalo nacional»
«É lamentável que numa área tão importante como é a prevenção, o Governo seja tentado a poupar», desabafou Fátima Ramos, criticando a atitude centralista do executivo governamental «quando ameaça encerrar outros serviços descentralizados».
Segundo a autarca, a estratégia devia passar pelo reforço de competências da APIF e da dependência directa do primeiro-ministro ou da presidência do Conselho de Ministros. «Seria uma forma de envolver todos os ministérios e tornar mais eficaz a prevenção e o combate aos incêndios», assegura.
O encerramento da APIF, cujas competências serão transferidas para a Direcção-Geral de Recursos Florestais, leva ainda Fátima Ramos a afirmar que «o Governo prefere gastar no combate em vez de apostar na prevenção e na vigilância».
«Estamos no Inverno, mas Portugal voltará a arder se não apostarmos adequadamente na prevenção», acrescentou.
A APIF foi criada em 2004 pelo executivo anterior com a missão de concertar estratégias, compatibilizar intervenções e orientar e desenvolver acções de prevenção e protecção da floresta contra incêndios.
Anteontem na Lousã, o ministro da Agricultura, Jaime Silva, confirmou que a extinção deste organismo já foi aprovada, aguardando somente a publicação em Diário da República o que deverá acontecer no início de Dezembro.
«Pessoalmente estou chocada por o Governo ceder aos interesses instalados ligados ao lobie da indústria associada ao combate de incêndios», disse Fátima Ramos.

?Machadada na gestão da floresta?

Em comunicado, ?Os Verdes? consideram também «profundamente lamentável o encerramento da APIF», afirmando que «ficam irremediavelmente comprometidos os objectivos que se propunha atingir, assim como as funções que lhe estavam destinadas».
Esta força política acusa o Governo de ser o «promotor de mais uma machadada política na gestão da floresta, nomeadamente no que diz respeito à coordenação a nível central e local no âmbito da prevenção e protecção da floresta contra incêndios».?Os Verdes? lamentam ainda que o Governo não tenha respondido a um requerimento entregue na Assembleia da República, em Outubro último, no qual pedem explicações sobre este as intenções que se vieram agora a confirmar.
Se com esta dcisão o chefe dos bombeiros de Poiares não se manifestar, é porque está tudo bem.
Vamos aguardar pelos acontecimentos na região.

terça-feira, novembro 08, 2005

Para rir um pouco.

Aproveite este link e ria-se como nós nos rimos.

Carrega aqui e vai ver o video dos cromos

GOVERNO CIVIL - Em discussão Pacote Legislativo sobre incêndios

O Governo Civil de Coimbra dá hoje início a uma série de reuniões/debate que visam esclarecer entidades sobre o pacote legislativo, aprovado pelo Governo, para combate aos fogos.
O Governo Civil de Coimbra inicia hoje uma série de reuniões com os diversos organismos de protecção civil para discutir e analisar o pacote legislativo acerca da prevenção e do combate a incêndios florestais aprovado, no passado dia 19, pelo Conselho de Ministros. Dando cumprimento ao pacote, realiza?se um período de discussão pública, até dia 29 de Novembro, antes do pacote seguir para aprovação na Assembleia da República.
Nesta primeira reunião, o Governo Civil conta com a presença de representantes da Guarda Nacional Republicana, a Polícia de Segurança Pública, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, a Polícia Judiciária, a Autoridade Marítima e as Forças Armadas. Na próxima sexta?feira realizam?se outros três encontros, desta feita com a Circunscrição Florestal do Centro, a Associação de Produtores Florestais do Distrito de Coimbra, o Instituto da Conservação da natureza, a Direcção Regional de Agricultura da Beira Litoral, o Instituto Nacional da Água, responsáveis das câmaras municipais e dos bombeiros.
O novo pacote legislativo aprovou um conjunto de diplomas que visam ?dar resposta às ineficiências e carências detectadas no sistema nacional de protecção civil e na prevenção, detecção, alerta e combate a incêndios, na prevenção e atenuação dos riscos colectivos inerentes a situações de acidentes ou catástrofe, bem como no socorro e assistência a pessoas e na protecção de bens e valores culturais, ambientais e de elevado interesse público?.
Em concreto o pacote legislativo inclui a proposta de lei de bases da protecção civil, o projecto de decreto?lei que altera a lei orgânica do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, o projecto de decreto?lei que consolida institucionalmente o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente e cria o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro na GNR e o projecto de decreto?lei que cria o Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro.

segunda-feira, novembro 07, 2005

Que cabecinhas estas...........

Mas que vergonha....

No Blog de Gois ao Vivo foi apresentado um oficio enviado ao então Presidente da Camara de Gois na altura(Dr.Cabeças) pelo Presidente ainda hoje em funções da Câmara de Poiares(Dr.Jaime Soares)!

Será que Jaime Soares já se insinua que é Dr? talvez a 4ª classe já dê o doutoramento ??? no nosso país.

Quando é que o mandam internar no Sobral Cid ou em Lorvão?


Sabiam disto ?